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O semeador, a semente e o solo

Cansado da jornada, Jesus senta-se √† beira mar, tentando repousar um pouco. A multid√£o come√ßa a juntar-se em torno dele e quer ouvi-lo. Os Seus ensinamentos s√£o preciosos demais e o povo nunca se farta de receber as profundas li√ß√Ķes que brotam dos Seus l√°bios. O mestre, incans√°vel, come√ßa a falar-lhes, mais uma vez, das coisas simples da vida cotidiana.


Eis que o semeador saiu a semear (Mt 13.3) - Que semeador é este, que sai pelos caminhos semeando e lançando a semente em qualquer terreno, na certeza de que Deus a fará brotar?

Subsídio Lição 11 - Compromissados com a Evangelização

Subs√≠dio B√≠blico para a Li√ß√£o dos Adultos (CPAD). LI√á√ÉO 111° Trimestre de 2021

 

Evangelizar é o compromisso áureo da nossa igreja. Ela existe para ser testemunha de Cristo na terra. Nesse sentido, é a igreja visível que se identifica com Cristo para pregar o Evangelho a toda a criatura.

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Lição 11 - Compromissados com a Evangelização

Informa√ß√Ķes: Revista Li√ß√Ķes B√≠blicas Adultos, 1° trimestre de 2021 – CPAD | Data da Aula:  14 de Mar√ßo de 2021| Obs. Os textos destacados na cor vermelha s√£o subs√≠dios para os professores da Escola Dominical.

TEXTO √ĀUREO

“Portanto, ide, ensinai todas as na√ß√Ķes, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Esp√≠rito Santo.”(Mt 28.19)

Lição 10: Só o Evangelho Muda a Cultura Humana

Li√ß√Ķes B√≠blicas do 1° trimestre de 2020 - CPAD | Classe: Adultos | Data da

Texto √Āureo
"Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro." (1 Ts 1.9)

Verdade Pr√°tica
Em consequência do pecado, não há culturas inocentes nem inofensivas, mas todas elas podem ser transformadas pelo Evangelho de Cristo.


Lição 13: Um Convite para Semear a Palavra de Deus

Lição Bíblica de Adolescentes
Trimestre: 4° de 2019
Rev. Do Professor
Editora: CPAD
Reverberação: Subsídios EBD

Lição 12 РEsperando, mas Trabalhando no Reino de Deus

Li√ß√Ķes B√≠blicas do 4° trimestre de 2018 - CPAD | Classe: Adultos | Data da Aula: 23 de Dezembro de 2018
TEXTO √ĀUREO
”Cada um administre aos outros o dom com o recebeu, como bons despenseiros da multiforme gra√ßa de Deus." (1Pe 4.10)
VERDADE PR√ĀTICA
Enquanto vigilantes aguardamos a volta de Cristo, devemos trabalhar diligentemente na causa do Mestre.
LEITURA DI√ĀRIA
Seg. Cl 3.33: Faz tudo de todo coração como se fosse para Deus
Ter. Fp 2.14: Fazer tudo sem reclama√ß√Ķes e queixas, pois fazemos para Deus
Qua. Ef 2.10: Fomos criados para participar das obras que glorificam a Deus
Qui. Mt 28.19: Enquanto guardamos a vinda do Senhor, temos que pregar  o evangelho
Sex. Hb 6.10: Deus não se esquece de nossa dedicação e do nosso trabalho
Sab. 1Co 15.58: Quem trabalha para o Senhor pode ter certeza que ser√° recompensando
LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE
Mateus 25.14-30
14 - Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens,
15-e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe.
16- E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles e granjeou outros cinco talentos.
17- Da mesma sorte, o que recebera dois granjeou também outros dois.
18-Mas o que recebera um foi, e cavou na terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19- E, muito tempo depois, veio o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.
20- Ent√£o, aproximou-se o que recebera cinco talentos e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei com eles.
21-E o seu senhor lhe disse: Bem est√°, servo bom efiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
22- E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles ganhei outros dois talentos.
23- Disse-lhe o seu senhor: Bem est√°, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
24- Mas, chegando também o que recebera um talento disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste;
25- e, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu.
26- Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabes que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei;
27- devias, então, ter dado o meu dinheiro aos banqueiros, e, quando eu viesse, receberia o que é meu com os juros.
28- Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem os dez talentos.
29- Porque a qualquer que tiver ser√° dado, e ter√° em abund√Ęncia; mas ao que n√£o tiver, at√© o que tem ser-lhe-√° tirado.
30- Lan√ßai, pois, o servo in√ļtil nas trevas exteriores; ali, haver√° pranto e ranger de dentes.
HINOS SUGERIDOS: 115, 16, 305 da Harpa Crist√£


OBJETIVO GERAL
Incentivar o desenvolvimento do dom recebido do Senhor ao mesmo tempo em que aguardamos a vinda dEle.

OBJETIVOS ESPEC√ćFICOS
I- Interpretar a par√°bola dos dez talentos;
II- Incentivar a utilização consciente e responsável dos talentos recebidos de Deus;
III- Conscientizar de que nosso dever é trabalhar até a Vinda do Senhor.
• INTERAGINDO COM O PROFESSOR
O ap√≥stolo Pedro fala de nossa responsabilidade no desenvolvimento de nossos dons, ao dizer que cada "um" deve administrar "aos outros o dom como recebeu, como bons despenseiros da multiforme gra√ßa de Deus" (1Pe 4.10). Se por um lado devemos esperar, ou aguardar, a Vinda do Senhor, por outro, enquanto isso n√£o acontece, √© nosso dever trabalhar na causa do Mestre, levando a Palavra do Evangelho a todo o mundo (Mt 28.19,20). √Č justamente isso que o Senhor Jesus Cristo ensinou com a par√°bola que estudaremos hoje. Veremos, inclusive, que fazer tal trabalho n√£o se trata de uma op√ß√£o, mas de algo obrigat√≥rio, posto que tal ordem foi dada pelo Senhor. Precisamos desenvolver os talentos que recebemos de Deus.
PONTO CENTRAL: Trabalhar para o Senhor √© ama forma de atuar como s√ļditos do Reino.
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INTRODUÇÃO
A parábola dos talentos retrata um senhor que viaja para fora do país e deixa suas posses sob a responsabilidade de seus servos. Enquanto ele estiver ausente, os servos deverão negociar os seus bens para obter lucro. No dia que o senhor voltar, eles deverão prestar contas. A referência sobre o longo tempo de duração da viagem (Mt 25.19) desperta a questão a saber quem estará pronto para o retorno do senhor.
Assim, uma das grandes li√ß√Ķes da par√°bola dos talentos est√° na import√Ęncia de se "remir" o tempo, de maneira s√°bia, antes que Cristo volte. N√£o se trata de uma espera desinteressada, pois exige de cada um de n√≥s, seus servos, que levemos adiante a tarefa de cuidar dos "bens" e tiremos o m√°ximo proveito da oportunidade que nos foi confiada. Estar preparado para a volta de Jesus significa tamb√©m comprometer-se com a tarefa que nos foi designada pelo Senhor (Lc 19.13b).

I - INTERPRETA√á√ÉO DA PAR√ĀBOLA DOS DEZ TALENTOS

1. O contexto da par√°bola.
A maioria dos estudiosos enfrenta dificuldade para explicar o contexto da par√°bola dos talentos, pois se trata de uma narrativa que exp√Ķe uma realidade econ√īmica muito distinta da nossa. Um ou outro arriscou uma explica√ß√£o dizendo que o procedimento adotado pelo senhor da par√°bola era uma das formas que as pessoas de posse adotavam quando se ausentavam por um longo per√≠odo de tempo. No entanto, tal explica√ß√£o n√£o √© o mais importante, e sim a sua mensagem.
 
2. Conhecendo o sistema financeiro da época.
Os estudiosos destacam ainda que embora Jesus usasse, via de regra, em suas par√°bolas, imagens da vida no campo, dos trabalhadores bra√ßais e at√© da fam√≠lia, nesta o Senhor tomou exemplos do sistema financeiro, pelo fato de que, naquela √©poca, tal sistema era um assunto corriqueiro e criticado entre as pessoas. Assim, ainda que elas n√£o tivessem posses e fossem pobres, sabiam desse sistema e entendiam tamb√©m que as pessoas que tinham muito dinheiro eram as que possu√≠am maiores condi√ß√Ķes de multiplicar seus bens. Uma vez que desde sempre os juros de empr√©stimos s√£o elevados, certamente talvez, por isso, os servos bons e fi√©is tenham atuado, eles mesmos, como banqueiros, emprestando o dinheiro a altos juros e realizando grandes neg√≥cios (v.27).

3. A motivação e o significado da parábola.
Pelo contexto escatol√≥gico em que foi contada, muito provavelmente a par√°bola dos talentos tem como finalidade retratar o per√≠odo que abrange desde a ascens√£o de Jesus at√© sua segunda vinda e foi dirigida aos seus disc√≠pulos com o objetivo de alert√°-los a ter uma vida pautada nos valores do Evangelho (Mt 25.13-15). O homem rico a quem os servos se referiram como "senhor" que iria partir √© uma representa√ß√£o do Senhor Jesus Cristo. A viagem a um pa√≠s distante se refere √† sua partida para o c√©u, ap√≥s a sua ascens√£o. Os servos eram, inicialmente, os doze disc√≠pulos a quem Jesus dirigiu a par√°bola, e num sentido mais amplo, refere-se a todas as pessoas nascidas de novo. Os talentos s√£o os dons que o Senhor entregou aos seus servos. Inclusive, a nossa palavra "talento", com o sentido que conhecemos, vem desse uso que o Mestre fez da express√£o. A volta do senhor dos talentos seria o equivalente √† segunda vinda de Cristo, enquanto a recompensa, ou o castigo, seriam uma representa√ß√£o do destino dos salvos e dos n√£o-salvos (vv.20-27). A aprova√ß√£o elogiosa que o senhor fez aos servos, no seu retorno, refere-se aos galard√Ķes que se podem esperar do julgamento das obras no Tribunal de Cristo (2 Co 5.10). J√° a condena√ß√£o do servo que negligenciou sua responsabilidade em rela√ß√£o ao talento, √© uma advert√™ncia contra o n√£o uso, ou o uso indevido dos dons (vv.28-30 cf. Mt 7.21-23).
S√ćNTESE DO T√ďPICO I
Desenvolver os talentos, ou dons, é a grande mensagem da parábola.

SUBS√ćDIO EXEG√ČTICO
“A palavra grega talanton, usada somente por Mateus, √© uma moeda de alto valor, dependendo do metal do qual √© feito (em contraste com a palavra mna que Lucas usa, a qual tinha consideravelmente menos valor, Lc 19.13). Em certo ponto um talento era igual a seis mil den√°rios, sendo o valor de um den√°rio o sal√°rio de um dia para os trabalhadores (veja Mt 18.23-28). (Em nosso idioma usamos a palavra talento para nos referirmos √† habilidade que a pessoa tenha, sentido este proveniente desta par√°bola.) Emprestar dinheiro para ganhar juros e enterrar tesouros de moedas eram pr√°ticas comuns nessa √©poca.

“Quando o nobre volta, cada servo o trata de 'Senhor' (kyrie). Para os leitores de Mateus conotava a divindade de Jesus. Embora todos o chamem de Senhor, nem todos s√£o servos fi√©is. Todo aquele que trabalha fielmente nos neg√≥cios do Reino √© aprovado e convidado a entrar no gozo do teu senhor' (Mt 25.21,23). O servo infiel afirma que sua ina√ß√£o √© resultado de medo do senhor, que teria ficado bravo se o servo tivesse investido o dinheiro num empreendimento improdutivo. Em vez de arriscar a perder, ele enterra o tesouro como garantia (cf. Mt 13.44). Mas ele se condena com as pr√≥prias palavras. 0 senhor o chama de 'mau e negligente servo' (Mt 25.26). Fazer o trabalho do Reino obt√©m abund√Ęncia na consuma√ß√£o do tempo do fim, ao mesmo tempo que a neglig√™ncia (ou a pregui√ßa) √© recompensada com a dana√ß√£o eterna {[...]). Jesus ensinou que a pr√°tica da justi√ßa e do perd√£o graciosos de Deus s√£o indispens√°veis para a salva√ß√£o √ļltima" (SHELTON, James 8. In ARRINGTON, French L.; STRONDAD, Roger (Eds.). Coment√°rio B√≠blico Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p.136).

II - USANDO A NOSSA CAPACIDADE PARA O REINO DE DEUS


1. O Senhor reparte seus talentos segundo a nossa capacidade.
A par√°bola dos talentos nos ensina uma grande verdade sobre o nosso potencial, isto √©, a aptid√£o e a possibilidade que cada um possui de realizar uma tarefa. Por isso, o texto fala que a quantidade de talentos foi repartida "a cada um segundo a sua capacidade" (v.15). Deus n√£o concede um talento a uma pessoa sem que esta tenha condi√ß√Ķes de desenvolver e nem requer de algu√©m uma tarefa para a qual n√£o a tenha chamado. Qual √© o seu talento? Qual √© a sua capacidade? Contente-se com o seu talento, pois voc√™ o recebeu do Senhor de acordo com a sua capacidade. A esse respeito, a par√°bola mostra a diferen√ßa de responsabilidade, pois diferimos uns dos outros na quantidade de dons recebidos. Note que, apesar de os servos terem recebido uma quantidade diferente de talentos, que foram distribu√≠dos de acordo com a capacidade pessoal de cada um, a recompensa pela dedica√ß√£o de cada um deles √† tarefa foi igual.

2. A capacitação do homem por Deus.
Desde o livro de √äxodo, a B√≠blia apresenta o agir de Deus na vida de homens com a finalidade de capacit√°-los para o exerc√≠cio de uma atividade (35.30-35). O texto fala da capacita√ß√£o divina a Bezalel e a Aoliabe, dizendo que Deus lhes deu habilidade para fazerem trabalhos manuais e engenhosos espec√≠ficos, al√©m de capacidade para criar "inven√ß√Ķes". Diante da grande tarefa que tinha diante de si em liderar o povo de Deus, apesar de ter sido escolhido para desempenhar tal papel, Salom√£o pede ao Senhor que lhe d√™ sabedoria (1 Rs 3.6-9). Assim tamb√©m o ap√≥stolo Paulo reconhece, de forma humilde, que n√£o somos "capazes, por n√≥s, de pensar alguma coisa, como de n√≥s mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus" (2 Co 3.5). Esta √© a atitude que se espera de quem realmente tem um chamado da parte de Deus: Reconhecer que a nossa capacidade vem de Deus.

3. O acerto de contas.
A responsabilidade de desempenhar uma missão na obra de Deus é de tal envergadura que a parábola que estamos estudando fala do acerto de contas dos servos de Deus, com o seu Senhor, e mostra algumas verdades interessantes. Entre elas a de que os homens podem até receber dons desiguais, mas devem desenvolvê-los e entregá-los com a mesma diligência, pois os que fizerem a vontade do seu senhor receberão a mesma remuneração (vv.21,23). De igual forma, o negligente, independentemente do quanto recebeu, pela sua maneira de lidar com o talento, também será punido (vv.28,30).

S√ćNTESE DO T√ďPICO II
Como discípulos de Cristo, nossos dons, recebidos dEle, devem ser utilizados para exteriorizar e revelar o Reino de Deus.

A Origem da Nossa Moderna Palavra "Talento"
“A defini√ß√£o que conhecemos de ‘talento’ como uma refer√™ncia √† capacidade humana √© derivada desta par√°bola e, apesar das pessoas interpretarem o ‘talento’ como tendo uma liga√ß√£o com a capacidade h√° muito tempo atr√°s, este uso da palavra n√£o surgiu antes do s√©culo XV.” Para conhecer mais, leia Compreendendo todas as Par√°bolas de Jesus, CPAD, p.737.

SUBS√ćDIO BIBLIOL√ďGICO
"Os tr√™s servos receberam seus talentos (Mt 25.15). Cada um deles trabalharia e administraria os bens conforme a sua capacidade pessoal. Aquele senhor deixou aqueles talentos em suas m√£os para serem cuidados e negociados. N√£o h√£ acep√ß√£o, nem discrimina√ß√£o. Cada qual negociaria da melhor forma poss√≠vel com aquilo que recebeu para trabalhar. Cada qual deveria preocupar-se apenas com o seu trabalho e procurar faz√™-lo bem. N√£o pode haver espa√ßo para invejas, ci√ļmes e porfias entre os servos de Cristo, que s√£o coisas t√≠picas de pessoas carnais (Gl 5.19-21). A entrega dos talentos representava n√£o s√≥ a confian√ßa, mas significava o teste que provaria a fidelidade de cada um deles. Os servos de Cristo na terra, da mesma forma, s√£o selecionados para trabalharem com os talentos recebidos, e o Senhor espera que os mesmos trabalhem e fa√ßam multiplicar os bens do Senhor. Ele chama e seleciona pessoas como quer" (CABRAL, Elienai. Mordomia Crist√£, 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p.144).

III-TRABALHANDO AT√Č O SENHOR VOLTAR

1. Usando os talentos segundo a nossa capacidade.
Assim como a distribuição dos bens foi proporcional à capacidade de cada um dos servos, de igual maneira, espera-se que a sua utilização obedeça à mesma regra, ou seja, os talentos devem ser usados de acordo com a capacidade de cada um. A respeito do trabalho com a expansão do Reino de Deus, o Senhor reparte talentos segundo a nossa capacidade e os requer na mesma medida, pois "a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá" (Lc 12.48b). Cientes de sua obrigação, os dois primeiros servos, não sabendo quanto tempo o seu senhor estaria ausente, tão logo ele se foi, começaram a negociar imediatamente e empregaram seus talentos, ou seja, eles negociaram e não descansaram enquanto não dobraram o que tinham recebido (vv.20,22). Em ambos os casos os talentos foram devidamente empregados. Se o servo que recebera um talento tivesse feito o mesmo, certamente o seu desempenho seria semelhante (vv.26,27).

2. A advertência de que haverá uma prestação de contas.
Por mais que tenha demorado, "o senhor daqueles servos" voltou e chamou-os para ajustar "contas com eles" (v.19). De modo semelhante, Cristo n√£o nos chamou para que fiquemos ociosos, pois Ele chamar√° cada um a prestar contas de seu trabalho na obra de Deus (Lc 12.48b; 2 Co 5.10). A par√°bola nos adverte para o fato de que recebemos algo de Cristo, ou seja, dons e talentos, com a finalidade de trabalharmos para Ele, pois a "manifesta√ß√£o do Esp√≠rito √© dada a cada um para o que for √ļtil" (1 Co 12.7). √Č necess√°rio atentar para esta verdade, pois o dia de prestar contas chegar√° e todos seremos examinados.

3. Recompensa no Tribunal de Cristo.
Al√©m de ser uma responsabilidade, trabalhar no Reino de Deus √© um privil√©gio. Os elogios que o senhor fez aos servos no seu retorno (vv.21,23) lembram dos galard√Ķes que, como seus servos, podemos esperar no dia do julgamento de nossas obras no Tribunal de Cristo (1 Co 3.12-15 cf. 2 Co 5.10). Alegremo-nos com essa verdade.

S√ćNTESE DO T√ďPICO III
Não basta apenas trabalhar, é preciso entender que o trabalho é feito para Deus a quem um dia prestaremos contas.

SUBS√ćDIO DID√ĀTICO
Aproveite a temática da lição como um todo, mas desse terceiro tópico, m especial, para incentivar à classe a praticar o evangelismo pessoal e a falar de Cristo em todo e qualquer lugar, seja nas redes sociais ou mesmo no trabalho u na vizinhança. Estimule aqueles que têm vocação para o ensino, oferecendo a oportunidade de, nas próximas aulas, eles introduzirem ou, talvez, concluírem a lição. Dessa forma você estará contribuindo para a continuidade do ministério de ensino.

CONCLUSÃO
Uma vez que Jesus não estabeleceu uma data para a sua volta, Ele pode vir a qualquer momento (Mt 24.36; Mc 13.32; At 1.7). Todavia, sempre há tempo suficiente, antes que Cristo venha, para que os que forem servos bons e fiéis dupliquem os talentos que o Senhor lhes confiou.

PARA REFLETIR
A respeito de "Esperando, mas Trabalhando no Reino de Deus", responda:
• Pelo contexto escatol√≥gico, qual √© a finalidade da par√°bola dos talentos?
Pelo contexto escatológico em que foi contada, muito provavelmente a parábola dos talentos tem como finalidade retratar o período que abrange desde a ascensão de Jesus até sua segunda vinda e foi dirigida aos seus discípulos com o objetivo de alertá-los a ter uma vida pautada nos valores do Evangelho (Mt 25.13-15).

• Quem os servos da par√°bola representam?
Os servos eram, inicialmente, os doze discípulos a quem Jesus dirigiu a parábola, num sentido mais amplo, refere-se a todas as pessoas nascidas de novo.

• Qual √© a atitude que se espera de quem realmente tem um chamado da parte de Deus?
Reconhecer que a nossa capacidade vem de Deus.

• Para que recebemos dons da parte do Senhor?
Recebemos algo de Cristo, ou seja, dons e talentos, com a finalidade de trabalharmos para Ele, pois a "manifesta√ß√£o do Esp√≠rito √© dada a cada um para o que for √ļtil" (1 Co 12.7).

• Voc√™ tem utilizado seus talentos e dons em prol do Reino de Deus?
Resposta pessoal.


Lição 7- O Semeador da Palavra


Lição Bíblica de Adolescentes
Trimestre: 3° de 2017
Editora: CPAD
Revista do Professor
Reverberação: Subsídios EBD
Outras Li√ß√Ķes: Acesse Aqui
TEXTO B√ćBLICO
Lucas 8.4-15
Destaque
"Algum tempo depois Jesus saiu e viajou por cidades e povoados, anunciando a boa notícia do Reino de Deus. Os doze discípulos foram com ele" (Lc 8.1).
LEITURA DEVOCIONAL
SEG...................................................................Mt 28.19,20
TER.....................................................................Is 61.1-3
QUA....................................................................Mt 4.17 QUI.....................................................................Lc 8.15
SEX.....................................................................Is 55.11
S√ĀB.....................................................................Jo 15.16
DOM....................................................................Mt 9.38
Objetivos
- Explicar o prop√≥sito do minist√©rio "de Jesus;    
- Destacar a import√Ęncia do trabalho realizado pelos disc√≠pulos de Jesus;
- Estimul√°-los a semearem a Palavra de Deus nos cora√ß√Ķes.  
MATERIAL DID√ĀTICO
Versículos evangelísticos impressos em folha A4

QUEBRANDO A ROTINA
Professor, durante a semeadura encontramos diversos tipos de pessoas que reagem das mais diferentes maneiras √† Palavra de Deus. H√° aqueles que recebem de bom grado a mensagem do Evangelho e a seguem, mas h√° tamb√©m quem rejeite e ficar√° de fora da grande salva√ß√£o que est√° reservada para aqueles que creram em Cristo. Por isso, ensine aos seus alunos sobre a import√Ęncia de pregarmos a Palavra de Deus. Proponha para eles. uma encena√ß√£o: divida os alunos em duplas. Um dos componentes representar√° o n√£o crente e o outro ser√° o evangelizador. D√™ um tempo de aproximadamente 5 minutos para que o evangelizador conven√ßa a seu companheiro a entregara vida a Crista. Explique que n√£o poder√£o utilizar a B√≠blia para consulta, mas somente a conhecimento que possuem acerca da Palavra de Deus, Em seguida, as duplas invertem os pap√©is. Ao final, pe√ßa que relatem qual foi a experi√™ncia que tiveram ao tentar convencer o descrente √† f√© em Cristo. Ensine que devemos guardar a mensagem de Cristo em nossas cora√ß√Ķes porque Deus usar√° nossas vidas quando menos imaginarmos.
ESTUDANDO A B√ćBLIA
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rezado professor, a missão que Jesus convocou seus discípulos a cumprir era muito árdua. Por conta disso, Jesus iniciou um intenso treinamento na vida de seus discípulos, a fim de que estivessem preparados para toda boa obra. Para tanto, deveriam estar cheios do poder de Deus e firmados na fé. Fazendo assim, os milagres seriam apenas consequência do viver diário com Cristo. Seus alunos também precisarão entender o motivo principal de estarem na presença de Deus. Eles foram salvos para servirem a Deus e pregarem a mensagem de salvação àqueles que se encontram perdidos. Muitos deles podem se questionar e até pensarem que não possuem o dom de evangelizar. Mas para Deus não importa quanto tempo temas de crente ou mesmo quantas vezes já lemos a Bíblia. Para Ele, o que importa é um coração aberto para sermos usados por Deus e alcançarmos as pessoas que estão sem salvação. Estimule seus alunos a pensarem um pouco mais na situação em que se encontram os seus amigos que ainda não entregaram a vida a Cristo. Diga-os que a salvação de Deus é estendida a todos os que crerem.

Ao passo que ressuscitou dos mortos, o Senhor Jesus apareceu aos seus discípulos e lhes deu a seguinte missão: "Portanto, vão a todos os povos do mundo e façam com que sejam meus seguidores, batizando esses seguidores em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a obedecer a tudo o que tenho ordenado a vocês" (Mt28.19,20). Esta é uma missão que devemos executá-la hoje.

Talvez você olhe para si mesmo e não se sinta capacitado. Mas Deus pode acender uma chama em seu coração, estimulá-lo a estudar a Palavra de Deus com vigor e a conhecê-la em profundidade. Por isso, vamos estudar agora sobre essa linda missão estabelecida por Jesus: Pregar o Evangelho.

1. SEMEANDO "BOAS NOTICIAS"
A palavra "evangelho" vem do grego evangelion que significa "boa notícia". A natureza da mensagem de Jesus consistia em chamar todos os homens ao arrependimento e que eles se voltassem para Deus, a fim de que alcançassem a salvação (Mt 4.17).
                             
Quando Jesus iniciou o seu ministério Ele percorreu todas as cidades e aldeias da região da Galileia anunciando o Evangelho, expulsando os demónios e curando as enfermidades das pessoas (Mt 4.23,24).

Uma informação importante é que naquela época o povo de Israel negligenciou os cuidados com a fé. Os judeus já não serviam a Deus de todo o coração, antes só cumpriam um formalismo de uma religião vazia que só pensava em satisfazer as vontades políticas dos sacerdotes e do governo romano. De outro modo, a pregação de Jesus confrontava a hipocrisia dos líderes religiosos e convidava os pecadores para uma nova vida debaixo da graça mediante a fé no próprio Senhor Jesus, o Messias desejado (Mt23; Is 511-12).

Por conseguinte, o povo fechou os ouvidos e vendou os olhos, de modo que não conseguia compreender a virtude do Evangelho e o poder de Deus para transformar o ser humano. Apesar de tantos milagres, prodígios e maravilhas operados por Jesus, poucos eram os que de fato criam nEle. Mas a Boa Notícia não se limitaria à nação de Israel. Havia um plano de Deus bem maior que os discípulos não poderiam imaginar.
 
AUX√ćLIO TEOL√ďGICO
"IDE...ENSINAI... BATIZANDO.
Estas palavras constituem a Grande Comiss√£o de Cristo a todos os seus seguidores, em todas as gera√ß√Ķes. Declaram o alvo, a responsabilidade e a outorga da tarefa mission√°ria da igreja.

1. A igreja deve ira todo o mundo e pregar o evangelho a todos, de conformidade com a revela√ß√£o no NT, da parte de Cristo e dos ap√≥stolos (ver Ef 2.20). Esta tarefa inclui a responsabilidade primordial de enviar mission√°rios a todas as na√ß√Ķes (At 13.1-4).

2. O evangelho pregado centraliza-se no arrependimento e na remissão (perdão) dos pecados (Ic 24.47), na promessa do recebimento de 'o dom do Espírito Santo' (At 2.38), e na exortação de separar-nos desta geração perversa (At 2.40), ao mesmo tempo em que esperamos a volta de Jesus, do céu (At 3.19,20; 1Ts 1.10).

3. O prop√≥sito da Grande Comiss√£o √© fazer disc√≠pulos que observar√£o os mandamentos de Cristo. Este √© o √ļnico imperativo direto no texto original deste vers√≠culo. A inten√ß√£o de Cristo n√£o √© que o evangelismo e o testemunho mission√°rio resultem apenas em decis√Ķes de convers√£o. As energias espirituais n√£o devem ser concentradas meramente em aumentar o n√ļmero de membros da igreja, mas, sim, em fazer disc√≠pulos que se separam do mundo, que observam os mandamentos de Cristo e que o seguem de todo o cora√ß√£o, mente e vontade (cf. Jo 8.31).

4. Note-se, ainda, que Cristo nos ordena a concentrar nossos esforços para alcançar os perdidos e não em cristianizar a sociedade ou assumir o controle do mundo. Aqueles que creem em Cristo devem abandonar o presente sistema mundano maligno e separar-se da sua imoralidade (Rm 13.12; 2Co 6.14), e ao mesmo tempo expor a sua malignidade (Ef 5.11)" (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p.1452).

2. A BOA SEMENTE √Č A PALAVRA DE DEUS
Depois de escolher doze ap√≥stolos para cumprir a miss√£o evangelizadora, Jesus iniciou um programa de discipulado objetivando a ensin√°-los todas as coisas que deveriam saber para o prop√≥sito de Deus se realizar efetivamente (Lc 6.12-16). Nosso Senhor ensinou aos disc√≠pulos que a Palavra de Deus, a boa semente, precisava encontrar cora√ß√Ķes em boas condi√ß√Ķes para plantio, afim de que a "terra desse fruto com perfei√ß√£o".

O Senhor conhecia os cora√ß√Ķes daqueles que ouviram a sua mensagem, tanto dos que dariam cr√©dito quanto dos que rejeitariam. Todavia, o trabalho deveria ser feito pelas m√£os dos disc√≠pulos. Hoje n√£o √© diferente. Jesus declarou: "A colheita √© grande mesmo, mas os trabalhadores s√£o poucos. Pe√ßam ao dono da planta√ß√£o que mande mais trabalhadores para fazerem a colheita" (Mt 9.37,38). A obra de Deus √© grande e Ele precisa de pessoas dispostas a realizar t√£o importante trabalho. Por isso, caro adolescente, o Senhor tamb√©m chamou voc√™ para militar em t√£o grande miss√£o. H√° muitos amigos seus que ainda n√£o servem ao Senhor e Ele quer usar a sua vida para alcan√ß√°-los. Tudo o que voc√™ precisa √© aprender a semear.

AUXILIO TEOL√ďGICO
"Quando o Esp√≠rito Santo enche a igreja com o seu poder, ent√£o a presen√ßa de Jesus nela se torna eficaz e real (cf. Mt 28.20; 18.20; Jo 14.16). Pelo poder operante de Deus, a for√ßa, a capacidade e as grandezas humanas desaparecem ou ficam sem segundo plano, e cada crente se torna um instrumento nas m√£os do Senhor. Ent√£o a coisa principal para o progresso da obra de Deus deixa de ser o possuir ou n√£o instrumentos, cultura ou sabedoria humana, pois o Esp√≠rito Santo √© quem d√° a todos (s√°bios ou n√£o) a capacidade que vem dos c√©us (cf. 2Co 3.5)" (B√ČRGSTEN, Eurico. Teologia Sistem√°tica. Teologia Sistem√°tica. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD 2005, pp.255-56).

3. SEMEANDO EM TERRENO IMPR√ďPRIO
Certa vez, Jesus contou a par√°bola do semeador aos seus disc√≠pulos (Lc 8.4-15). O Senhor falou a respeito da necessidade de a Palavra ser semeada nos cora√ß√Ķes das pessoas. √Č verdade que muitos reagem de maneira indiferente √† Palavra de Deus. O Senhor ilustrou isso em sua par√°bola, descrevendo as pessoas que se fecham ao ouvirem a mensagem do Reino e a a√ß√£o de Satan√°s que tira de suas mentes a aten√ß√£o para que n√£o creiam no Evangelho (v.12). Outros se alegram por um momento, e at√© pedem para ouvir mais um pouco da Palavra, mas logo, quando aparece a primeira dificuldade, desistem de tudo em que outrora creram (v.13).

Além disso, há aqueles que ouvem a Palavra de bom grado e até creem, mas logo vêm os prazeres da carne, os convites e as ofertas do mundo para tentar o coração que, por sua vez, não encontra forças para prosseguir (v. 14). Isso acontece com muitos jovens que vão à igreja e sentem até o desejo sincero de servir a Deus, mas estão tão envolvidos com as coisas deste mundo que não conseguem renunciar os deleites da carne.

As dificuldades que enfrentamos nos dias atuais para permanecermos em santidade na presen√ßa de Deus s√£o in√ļmeras. Certamente voc√™ sabe disso. Talvez at√© conhe√ßa outros jovens que est√£o desanimados e j√° desistiram da caminhada na f √©. Mas o Senhor revela em sua Palavra que √© poss√≠vel para o jovem permanecer em Deus: "Como pode um jovem conservar pura a sua vida? √Č s√≥ obedecer aos teus mandamentos" (SI 119.9).

A obedi√™ncia √† Palavra de Deus √© indispens√°vel para sobrevivermos em meio a uma sociedade mergulhada em pecados. A fase da adolesc√™ncia √© uma etapa de muita ansiedade e, por isso, de pouca espera. Tudo √© para ontem e nada para amanh√£. Sobre isso, o ap√≥stolo Pedro aconselhou aos jovens: "Portanto, sejam humildes debaixo da poderosa m√£o de Deus para que ele os honre no tempo certo. Entreguem todas as suas preocupa√ß√Ķes a Deus, pois ele cuida de voc√™s. Estejam alertas e fiquem vigiando porque o inimigo de voc√™s, o Diabo, anda por a√≠ como um le√£o que ruge, procurando algu√©m para devorar. Fiquem firmes na f√© e enfrentem o Diabo porque voc√™s sabem que no mundo inteiro os seus irm√£os na f√© est√£o passando pelos mesmos sofrimentos" (l P√© 5.6-9). Por essa raz√£o, n√£o tome decis√Ķes precipitadas, mas entregue os seus anseios a Deus e busque a sua santa presen√ßa para encontrar for√ßas para dizer "n√£o!" ao pecado. Ent√£o, abrace a responsabilidade de semear a Palavra de Deus no cora√ß√£o de seus amigos. N√£o importa que tipo de terreno corresponda o cora√ß√£o deles, o seu papel √© semear, pois √© Deus quem far√° a semente germinar. Portanto, esteja atento! £ m√£os √† obra, pois Deus usar√° voc√™ poderosamente.

AUX√ćLIO DIDATICO
Professor, ensinar √© uma tarefa muito importante. Muitos professores resumem ensinar como a simples tarefa de depositar informa√ß√Ķes na "conta banc√°ria" da mente dos alunos. No entanto, ensinar vai al√©m da simples transmiss√£o de conhecimento. N√£o √© somente comunicar, por mais que o professor tenha a facilidade de pronunciar palavras intelig√≠veis √† classe. Mesmo assim n√£o ser√° o suficiente para que ocorra, de fato, o processo de ensino-aprendizagem. Ensinar √© fazer com que o aluno reflita sobre a pr√≥pria a√ß√£o. O resultado do bom ensino √© a mudan√ßa de comportamento. Cabe ao professor prover os recursos necess√°rios para que o aluno assimile as informa√ß√Ķes, refuta sobre o conhecimento recebido e acomode na estrutura cognitiva "as novas" informa√ß√Ķes que modificar√£o o pensamento do aluno. Desse modo, Jesus utilizava da sua did√°tica √ļnica e levava os seus ouvintes a refletirem se suas a√ß√Ķes, de fato, estavam de acordo com a vontade de Deus. Caro professor, o prop√≥sito da sua aula deve ser o mesmo, n√£o planeje uma aula em que seus alunos somente recebam passivamente as informa√ß√Ķes da li√ß√£o, mas reflitam sobre o que est√£o aprendendo. Permita com que seus alunos perguntem sobre o assunto, deixe-os √† vontade para discordarem ou mesmo ampliarem a vis√£o sobre o tema da li√ß√£o. T√£o somente tenha cuidado com o hor√°rio, mas conduza a discuss√£o de forma tranquila e edificante. Uma aula din√Ęmica √© essencial para que seus alunos aprendam a Palavra de Deus.

4. UMA TERRA BOA PRODUZ FRUTOS EM ABUND√āNCIA
Jesus conhecia o coração de cada ouvinte da Palavra de Deus. Esta nunca volta vazia, seja qual for a reação das pessoas, a Palavra sempre trará algum resultado na vida de seus ouvintes (Is 55.11).

Assim como havia aqueles que n√£o demonstravam interesse pela Palavra de Deus, havia outros que a recebiam de bom grado e se tornavam seguidores de Jesus. Aos tais o Senhor compara com a terra boa que deu fruto em abund√Ęncia (Lc 8.15).

Você pode até achar que muitos de seus amigos não estão nem aí para a igreja e não querem ouvir a Palavra de Deus, mas saiba que o Criador conhece cada coração. Talvez não seja por muito falar, mas por intermédio da sua amizade e influenciando-os com bons conselhos e testemunho cristão, o Espírito Santo pode falar mais alto ao coração de seus amigos. Seja você também um semeador da mensagem do Reino e muitos frutos serão colhidos por intermédio da sua vida.

RECAPITULANDO
Durante os três anos e meio de seu ministério o Senhor poderosamente na vida de seus discípulos. A cada vez que o Mestre os enviava a semear o Palavra, milagres e maravilhas eram operados.

Em cada sermão ou por intermédio das parábolas, o Mestre mostrava a vontade do Pai. Jesus não escolheu homens experientes e grandes conhecedores das Escrituras Sagradas para cumprir a mais importante missão. Antes, o Senhor escolheu pessoas simples do povo e os nomeou para que dessem frutos e esses frutos permanecessem (Jo 15.16). Contudo, apenas uma condição era necessária para que eles estivessem, de fato, preparados para cumprirem este importante desafio: "deveriam amar uns aos outros" (Jo 15.12).

A li√ß√£o hoje nos ensinou que o Senhor deseja usar a nossa vida para alcan√ßar muitos cora√ß√Ķes que, assim como o nosso tamb√©m, precisam encontrara caminho da salva√ß√£o em Cristo. Para esta importante miss√£o, temos a promessa do nosso Senhor Jesus Cr isto: "eu estou com voc√™s todos os dias, at√© o fim dos tempos" (Mt 28.20).

REFLETINDO
1. O que é a boa semente?
E a Palavra de Deus.
2. Qual o significado da palavra "Evangelho"?
A palavra evangelho vem do grego evangelion que significa "boa notícia".
3. Qual é a reação das pessoas ao ouvir a Palavra de Deus?
H√° aqueles que n√£o demonstram interesse pela Palavra de Deus, e h√° muitos que recebem de bom grado e tornam-se seguidores de Jesus.
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Fonte: Li√ß√Ķes B√≠blicas de Adolescentes – 1° trimestre de 2018, CPAD – Reverbera√ß√£o: Subs√≠dios EBD