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Subsídio Lição 11 - Compromissados com a Evangelização

Subsídio Bíblico para a Lição dos Adultos (CPAD). LIÇÃO 111° Trimestre de 2021

 

Evangelizar é o compromisso áureo da nossa igreja. Ela existe para ser testemunha de Cristo na terra. Nesse sentido, é a igreja visível que se identifica com Cristo para pregar o Evangelho a toda a criatura.

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Lição 11 - Compromissados com a Evangelização

Informações: Revista Lições Bíblicas Adultos, 1° trimestre de 2021 – CPAD | Data da Aula:  14 de Março de 2021| Obs. Os textos destacados na cor vermelha são subsídios para os professores da Escola Dominical.

TEXTO ÁUREO

“Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.”(Mt 28.19)

Lição 10: Só o Evangelho Muda a Cultura Humana

Lições Bíblicas do 1° trimestre de 2020 - CPAD | Classe: Adultos | Data da

Texto Áureo
"Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro." (1 Ts 1.9)

Verdade Prática
Em consequência do pecado, não há culturas inocentes nem inofensivas, mas todas elas podem ser transformadas pelo Evangelho de Cristo.


Lição 13: Um Convite para Semear a Palavra de Deus

Lição Bíblica de Adolescentes
Trimestre: 4° de 2019
Rev. Do Professor
Editora: CPAD
Reverberação: Subsídios EBD

Lição 12 – Esperando, mas Trabalhando no Reino de Deus

Lições Bíblicas do 4° trimestre de 2018 - CPAD | Classe: Adultos | Data da Aula: 23 de Dezembro de 2018
TEXTO ÁUREO
”Cada um administre aos outros o dom com o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus." (1Pe 4.10)
VERDADE PRÁTICA
Enquanto vigilantes aguardamos a volta de Cristo, devemos trabalhar diligentemente na causa do Mestre.
LEITURA DIÁRIA
Seg. Cl 3.33: Faz tudo de todo coração como se fosse para Deus
Ter. Fp 2.14: Fazer tudo sem reclamações e queixas, pois fazemos para Deus
Qua. Ef 2.10: Fomos criados para participar das obras que glorificam a Deus
Qui. Mt 28.19: Enquanto guardamos a vinda do Senhor, temos que pregar  o evangelho
Sex. Hb 6.10: Deus não se esquece de nossa dedicação e do nosso trabalho
Sab. 1Co 15.58: Quem trabalha para o Senhor pode ter certeza que será recompensando
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 25.14-30
14 - Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens,
15-e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe.
16- E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles e granjeou outros cinco talentos.
17- Da mesma sorte, o que recebera dois granjeou também outros dois.
18-Mas o que recebera um foi, e cavou na terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19- E, muito tempo depois, veio o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.
20- Então, aproximou-se o que recebera cinco talentos e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei com eles.
21-E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom efiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
22- E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles ganhei outros dois talentos.
23- Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
24- Mas, chegando também o que recebera um talento disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste;
25- e, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu.
26- Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabes que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei;
27- devias, então, ter dado o meu dinheiro aos banqueiros, e, quando eu viesse, receberia o que é meu com os juros.
28- Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem os dez talentos.
29- Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver, até o que tem ser-lhe-á tirado.
30- Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes.
HINOS SUGERIDOS: 115, 16, 305 da Harpa Cristã


OBJETIVO GERAL
Incentivar o desenvolvimento do dom recebido do Senhor ao mesmo tempo em que aguardamos a vinda dEle.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
I- Interpretar a parábola dos dez talentos;
II- Incentivar a utilização consciente e responsável dos talentos recebidos de Deus;
III- Conscientizar de que nosso dever é trabalhar até a Vinda do Senhor.
• INTERAGINDO COM O PROFESSOR
O apóstolo Pedro fala de nossa responsabilidade no desenvolvimento de nossos dons, ao dizer que cada "um" deve administrar "aos outros o dom como recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus" (1Pe 4.10). Se por um lado devemos esperar, ou aguardar, a Vinda do Senhor, por outro, enquanto isso não acontece, é nosso dever trabalhar na causa do Mestre, levando a Palavra do Evangelho a todo o mundo (Mt 28.19,20). É justamente isso que o Senhor Jesus Cristo ensinou com a parábola que estudaremos hoje. Veremos, inclusive, que fazer tal trabalho não se trata de uma opção, mas de algo obrigatório, posto que tal ordem foi dada pelo Senhor. Precisamos desenvolver os talentos que recebemos de Deus.
PONTO CENTRAL: Trabalhar para o Senhor é ama forma de atuar como súditos do Reino.
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INTRODUÇÃO
A parábola dos talentos retrata um senhor que viaja para fora do país e deixa suas posses sob a responsabilidade de seus servos. Enquanto ele estiver ausente, os servos deverão negociar os seus bens para obter lucro. No dia que o senhor voltar, eles deverão prestar contas. A referência sobre o longo tempo de duração da viagem (Mt 25.19) desperta a questão a saber quem estará pronto para o retorno do senhor.
Assim, uma das grandes lições da parábola dos talentos está na importância de se "remir" o tempo, de maneira sábia, antes que Cristo volte. Não se trata de uma espera desinteressada, pois exige de cada um de nós, seus servos, que levemos adiante a tarefa de cuidar dos "bens" e tiremos o máximo proveito da oportunidade que nos foi confiada. Estar preparado para a volta de Jesus significa também comprometer-se com a tarefa que nos foi designada pelo Senhor (Lc 19.13b).

I - INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DOS DEZ TALENTOS

1. O contexto da parábola.
A maioria dos estudiosos enfrenta dificuldade para explicar o contexto da parábola dos talentos, pois se trata de uma narrativa que expõe uma realidade econômica muito distinta da nossa. Um ou outro arriscou uma explicação dizendo que o procedimento adotado pelo senhor da parábola era uma das formas que as pessoas de posse adotavam quando se ausentavam por um longo período de tempo. No entanto, tal explicação não é o mais importante, e sim a sua mensagem.
 
2. Conhecendo o sistema financeiro da época.
Os estudiosos destacam ainda que embora Jesus usasse, via de regra, em suas parábolas, imagens da vida no campo, dos trabalhadores braçais e até da família, nesta o Senhor tomou exemplos do sistema financeiro, pelo fato de que, naquela época, tal sistema era um assunto corriqueiro e criticado entre as pessoas. Assim, ainda que elas não tivessem posses e fossem pobres, sabiam desse sistema e entendiam também que as pessoas que tinham muito dinheiro eram as que possuíam maiores condições de multiplicar seus bens. Uma vez que desde sempre os juros de empréstimos são elevados, certamente talvez, por isso, os servos bons e fiéis tenham atuado, eles mesmos, como banqueiros, emprestando o dinheiro a altos juros e realizando grandes negócios (v.27).

3. A motivação e o significado da parábola.
Pelo contexto escatológico em que foi contada, muito provavelmente a parábola dos talentos tem como finalidade retratar o período que abrange desde a ascensão de Jesus até sua segunda vinda e foi dirigida aos seus discípulos com o objetivo de alertá-los a ter uma vida pautada nos valores do Evangelho (Mt 25.13-15). O homem rico a quem os servos se referiram como "senhor" que iria partir é uma representação do Senhor Jesus Cristo. A viagem a um país distante se refere à sua partida para o céu, após a sua ascensão. Os servos eram, inicialmente, os doze discípulos a quem Jesus dirigiu a parábola, e num sentido mais amplo, refere-se a todas as pessoas nascidas de novo. Os talentos são os dons que o Senhor entregou aos seus servos. Inclusive, a nossa palavra "talento", com o sentido que conhecemos, vem desse uso que o Mestre fez da expressão. A volta do senhor dos talentos seria o equivalente à segunda vinda de Cristo, enquanto a recompensa, ou o castigo, seriam uma representação do destino dos salvos e dos não-salvos (vv.20-27). A aprovação elogiosa que o senhor fez aos servos, no seu retorno, refere-se aos galardões que se podem esperar do julgamento das obras no Tribunal de Cristo (2 Co 5.10). Já a condenação do servo que negligenciou sua responsabilidade em relação ao talento, é uma advertência contra o não uso, ou o uso indevido dos dons (vv.28-30 cf. Mt 7.21-23).
SÍNTESE DO TÓPICO I
Desenvolver os talentos, ou dons, é a grande mensagem da parábola.

SUBSÍDIO EXEGÉTICO
“A palavra grega talanton, usada somente por Mateus, é uma moeda de alto valor, dependendo do metal do qual é feito (em contraste com a palavra mna que Lucas usa, a qual tinha consideravelmente menos valor, Lc 19.13). Em certo ponto um talento era igual a seis mil denários, sendo o valor de um denário o salário de um dia para os trabalhadores (veja Mt 18.23-28). (Em nosso idioma usamos a palavra talento para nos referirmos à habilidade que a pessoa tenha, sentido este proveniente desta parábola.) Emprestar dinheiro para ganhar juros e enterrar tesouros de moedas eram práticas comuns nessa época.

“Quando o nobre volta, cada servo o trata de 'Senhor' (kyrie). Para os leitores de Mateus conotava a divindade de Jesus. Embora todos o chamem de Senhor, nem todos são servos fiéis. Todo aquele que trabalha fielmente nos negócios do Reino é aprovado e convidado a entrar no gozo do teu senhor' (Mt 25.21,23). O servo infiel afirma que sua inação é resultado de medo do senhor, que teria ficado bravo se o servo tivesse investido o dinheiro num empreendimento improdutivo. Em vez de arriscar a perder, ele enterra o tesouro como garantia (cf. Mt 13.44). Mas ele se condena com as próprias palavras. 0 senhor o chama de 'mau e negligente servo' (Mt 25.26). Fazer o trabalho do Reino obtém abundância na consumação do tempo do fim, ao mesmo tempo que a negligência (ou a preguiça) é recompensada com a danação eterna {[...]). Jesus ensinou que a prática da justiça e do perdão graciosos de Deus são indispensáveis para a salvação última" (SHELTON, James 8. In ARRINGTON, French L.; STRONDAD, Roger (Eds.). Comentário Bíblico Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p.136).

II - USANDO A NOSSA CAPACIDADE PARA O REINO DE DEUS


1. O Senhor reparte seus talentos segundo a nossa capacidade.
A parábola dos talentos nos ensina uma grande verdade sobre o nosso potencial, isto é, a aptidão e a possibilidade que cada um possui de realizar uma tarefa. Por isso, o texto fala que a quantidade de talentos foi repartida "a cada um segundo a sua capacidade" (v.15). Deus não concede um talento a uma pessoa sem que esta tenha condições de desenvolver e nem requer de alguém uma tarefa para a qual não a tenha chamado. Qual é o seu talento? Qual é a sua capacidade? Contente-se com o seu talento, pois você o recebeu do Senhor de acordo com a sua capacidade. A esse respeito, a parábola mostra a diferença de responsabilidade, pois diferimos uns dos outros na quantidade de dons recebidos. Note que, apesar de os servos terem recebido uma quantidade diferente de talentos, que foram distribuídos de acordo com a capacidade pessoal de cada um, a recompensa pela dedicação de cada um deles à tarefa foi igual.

2. A capacitação do homem por Deus.
Desde o livro de Êxodo, a Bíblia apresenta o agir de Deus na vida de homens com a finalidade de capacitá-los para o exercício de uma atividade (35.30-35). O texto fala da capacitação divina a Bezalel e a Aoliabe, dizendo que Deus lhes deu habilidade para fazerem trabalhos manuais e engenhosos específicos, além de capacidade para criar "invenções". Diante da grande tarefa que tinha diante de si em liderar o povo de Deus, apesar de ter sido escolhido para desempenhar tal papel, Salomão pede ao Senhor que lhe dê sabedoria (1 Rs 3.6-9). Assim também o apóstolo Paulo reconhece, de forma humilde, que não somos "capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus" (2 Co 3.5). Esta é a atitude que se espera de quem realmente tem um chamado da parte de Deus: Reconhecer que a nossa capacidade vem de Deus.

3. O acerto de contas.
A responsabilidade de desempenhar uma missão na obra de Deus é de tal envergadura que a parábola que estamos estudando fala do acerto de contas dos servos de Deus, com o seu Senhor, e mostra algumas verdades interessantes. Entre elas a de que os homens podem até receber dons desiguais, mas devem desenvolvê-los e entregá-los com a mesma diligência, pois os que fizerem a vontade do seu senhor receberão a mesma remuneração (vv.21,23). De igual forma, o negligente, independentemente do quanto recebeu, pela sua maneira de lidar com o talento, também será punido (vv.28,30).

SÍNTESE DO TÓPICO II
Como discípulos de Cristo, nossos dons, recebidos dEle, devem ser utilizados para exteriorizar e revelar o Reino de Deus.

A Origem da Nossa Moderna Palavra "Talento"
“A definição que conhecemos de ‘talento’ como uma referência à capacidade humana é derivada desta parábola e, apesar das pessoas interpretarem o ‘talento’ como tendo uma ligação com a capacidade há muito tempo atrás, este uso da palavra não surgiu antes do século XV.” Para conhecer mais, leia Compreendendo todas as Parábolas de Jesus, CPAD, p.737.

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO
"Os três servos receberam seus talentos (Mt 25.15). Cada um deles trabalharia e administraria os bens conforme a sua capacidade pessoal. Aquele senhor deixou aqueles talentos em suas mãos para serem cuidados e negociados. Não hã acepção, nem discriminação. Cada qual negociaria da melhor forma possível com aquilo que recebeu para trabalhar. Cada qual deveria preocupar-se apenas com o seu trabalho e procurar fazê-lo bem. Não pode haver espaço para invejas, ciúmes e porfias entre os servos de Cristo, que são coisas típicas de pessoas carnais (Gl 5.19-21). A entrega dos talentos representava não só a confiança, mas significava o teste que provaria a fidelidade de cada um deles. Os servos de Cristo na terra, da mesma forma, são selecionados para trabalharem com os talentos recebidos, e o Senhor espera que os mesmos trabalhem e façam multiplicar os bens do Senhor. Ele chama e seleciona pessoas como quer" (CABRAL, Elienai. Mordomia Cristã, 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p.144).

III-TRABALHANDO ATÉ O SENHOR VOLTAR

1. Usando os talentos segundo a nossa capacidade.
Assim como a distribuição dos bens foi proporcional à capacidade de cada um dos servos, de igual maneira, espera-se que a sua utilização obedeça à mesma regra, ou seja, os talentos devem ser usados de acordo com a capacidade de cada um. A respeito do trabalho com a expansão do Reino de Deus, o Senhor reparte talentos segundo a nossa capacidade e os requer na mesma medida, pois "a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá" (Lc 12.48b). Cientes de sua obrigação, os dois primeiros servos, não sabendo quanto tempo o seu senhor estaria ausente, tão logo ele se foi, começaram a negociar imediatamente e empregaram seus talentos, ou seja, eles negociaram e não descansaram enquanto não dobraram o que tinham recebido (vv.20,22). Em ambos os casos os talentos foram devidamente empregados. Se o servo que recebera um talento tivesse feito o mesmo, certamente o seu desempenho seria semelhante (vv.26,27).

2. A advertência de que haverá uma prestação de contas.
Por mais que tenha demorado, "o senhor daqueles servos" voltou e chamou-os para ajustar "contas com eles" (v.19). De modo semelhante, Cristo não nos chamou para que fiquemos ociosos, pois Ele chamará cada um a prestar contas de seu trabalho na obra de Deus (Lc 12.48b; 2 Co 5.10). A parábola nos adverte para o fato de que recebemos algo de Cristo, ou seja, dons e talentos, com a finalidade de trabalharmos para Ele, pois a "manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil" (1 Co 12.7). É necessário atentar para esta verdade, pois o dia de prestar contas chegará e todos seremos examinados.

3. Recompensa no Tribunal de Cristo.
Além de ser uma responsabilidade, trabalhar no Reino de Deus é um privilégio. Os elogios que o senhor fez aos servos no seu retorno (vv.21,23) lembram dos galardões que, como seus servos, podemos esperar no dia do julgamento de nossas obras no Tribunal de Cristo (1 Co 3.12-15 cf. 2 Co 5.10). Alegremo-nos com essa verdade.

SÍNTESE DO TÓPICO III
Não basta apenas trabalhar, é preciso entender que o trabalho é feito para Deus a quem um dia prestaremos contas.

SUBSÍDIO DIDÁTICO
Aproveite a temática da lição como um todo, mas desse terceiro tópico, m especial, para incentivar à classe a praticar o evangelismo pessoal e a falar de Cristo em todo e qualquer lugar, seja nas redes sociais ou mesmo no trabalho u na vizinhança. Estimule aqueles que têm vocação para o ensino, oferecendo a oportunidade de, nas próximas aulas, eles introduzirem ou, talvez, concluírem a lição. Dessa forma você estará contribuindo para a continuidade do ministério de ensino.

CONCLUSÃO
Uma vez que Jesus não estabeleceu uma data para a sua volta, Ele pode vir a qualquer momento (Mt 24.36; Mc 13.32; At 1.7). Todavia, sempre há tempo suficiente, antes que Cristo venha, para que os que forem servos bons e fiéis dupliquem os talentos que o Senhor lhes confiou.

PARA REFLETIR
A respeito de "Esperando, mas Trabalhando no Reino de Deus", responda:
• Pelo contexto escatológico, qual é a finalidade da parábola dos talentos?
Pelo contexto escatológico em que foi contada, muito provavelmente a parábola dos talentos tem como finalidade retratar o período que abrange desde a ascensão de Jesus até sua segunda vinda e foi dirigida aos seus discípulos com o objetivo de alertá-los a ter uma vida pautada nos valores do Evangelho (Mt 25.13-15).

• Quem os servos da parábola representam?
Os servos eram, inicialmente, os doze discípulos a quem Jesus dirigiu a parábola, num sentido mais amplo, refere-se a todas as pessoas nascidas de novo.

• Qual é a atitude que se espera de quem realmente tem um chamado da parte de Deus?
Reconhecer que a nossa capacidade vem de Deus.

• Para que recebemos dons da parte do Senhor?
Recebemos algo de Cristo, ou seja, dons e talentos, com a finalidade de trabalharmos para Ele, pois a "manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil" (1 Co 12.7).

• Você tem utilizado seus talentos e dons em prol do Reino de Deus?
Resposta pessoal.


Lição 7- O Semeador da Palavra


Lição Bíblica de Adolescentes
Trimestre: 3° de 2017
Editora: CPAD
Revista do Professor
Reverberação: Subsídios EBD
Outras Lições: Acesse Aqui
TEXTO BÍBLICO
Lucas 8.4-15
Destaque
"Algum tempo depois Jesus saiu e viajou por cidades e povoados, anunciando a boa notícia do Reino de Deus. Os doze discípulos foram com ele" (Lc 8.1).
LEITURA DEVOCIONAL
SEG...................................................................Mt 28.19,20
TER.....................................................................Is 61.1-3
QUA....................................................................Mt 4.17 QUI.....................................................................Lc 8.15
SEX.....................................................................Is 55.11
SÁB.....................................................................Jo 15.16
DOM....................................................................Mt 9.38
Objetivos
- Explicar o propósito do ministério "de Jesus;    
- Destacar a importância do trabalho realizado pelos discípulos de Jesus;
- Estimulá-los a semearem a Palavra de Deus nos corações.  
MATERIAL DIDÁTICO
Versículos evangelísticos impressos em folha A4

QUEBRANDO A ROTINA
Professor, durante a semeadura encontramos diversos tipos de pessoas que reagem das mais diferentes maneiras à Palavra de Deus. Há aqueles que recebem de bom grado a mensagem do Evangelho e a seguem, mas há também quem rejeite e ficará de fora da grande salvação que está reservada para aqueles que creram em Cristo. Por isso, ensine aos seus alunos sobre a importância de pregarmos a Palavra de Deus. Proponha para eles. uma encenação: divida os alunos em duplas. Um dos componentes representará o não crente e o outro será o evangelizador. Dê um tempo de aproximadamente 5 minutos para que o evangelizador convença a seu companheiro a entregara vida a Crista. Explique que não poderão utilizar a Bíblia para consulta, mas somente a conhecimento que possuem acerca da Palavra de Deus, Em seguida, as duplas invertem os papéis. Ao final, peça que relatem qual foi a experiência que tiveram ao tentar convencer o descrente à fé em Cristo. Ensine que devemos guardar a mensagem de Cristo em nossas corações porque Deus usará nossas vidas quando menos imaginarmos.
ESTUDANDO A BÍBLIA
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rezado professor, a missão que Jesus convocou seus discípulos a cumprir era muito árdua. Por conta disso, Jesus iniciou um intenso treinamento na vida de seus discípulos, a fim de que estivessem preparados para toda boa obra. Para tanto, deveriam estar cheios do poder de Deus e firmados na fé. Fazendo assim, os milagres seriam apenas consequência do viver diário com Cristo. Seus alunos também precisarão entender o motivo principal de estarem na presença de Deus. Eles foram salvos para servirem a Deus e pregarem a mensagem de salvação àqueles que se encontram perdidos. Muitos deles podem se questionar e até pensarem que não possuem o dom de evangelizar. Mas para Deus não importa quanto tempo temas de crente ou mesmo quantas vezes já lemos a Bíblia. Para Ele, o que importa é um coração aberto para sermos usados por Deus e alcançarmos as pessoas que estão sem salvação. Estimule seus alunos a pensarem um pouco mais na situação em que se encontram os seus amigos que ainda não entregaram a vida a Cristo. Diga-os que a salvação de Deus é estendida a todos os que crerem.

Ao passo que ressuscitou dos mortos, o Senhor Jesus apareceu aos seus discípulos e lhes deu a seguinte missão: "Portanto, vão a todos os povos do mundo e façam com que sejam meus seguidores, batizando esses seguidores em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a obedecer a tudo o que tenho ordenado a vocês" (Mt28.19,20). Esta é uma missão que devemos executá-la hoje.

Talvez você olhe para si mesmo e não se sinta capacitado. Mas Deus pode acender uma chama em seu coração, estimulá-lo a estudar a Palavra de Deus com vigor e a conhecê-la em profundidade. Por isso, vamos estudar agora sobre essa linda missão estabelecida por Jesus: Pregar o Evangelho.

1. SEMEANDO "BOAS NOTICIAS"
A palavra "evangelho" vem do grego evangelion que significa "boa notícia". A natureza da mensagem de Jesus consistia em chamar todos os homens ao arrependimento e que eles se voltassem para Deus, a fim de que alcançassem a salvação (Mt 4.17).
                             
Quando Jesus iniciou o seu ministério Ele percorreu todas as cidades e aldeias da região da Galileia anunciando o Evangelho, expulsando os demónios e curando as enfermidades das pessoas (Mt 4.23,24).

Uma informação importante é que naquela época o povo de Israel negligenciou os cuidados com a fé. Os judeus já não serviam a Deus de todo o coração, antes só cumpriam um formalismo de uma religião vazia que só pensava em satisfazer as vontades políticas dos sacerdotes e do governo romano. De outro modo, a pregação de Jesus confrontava a hipocrisia dos líderes religiosos e convidava os pecadores para uma nova vida debaixo da graça mediante a fé no próprio Senhor Jesus, o Messias desejado (Mt23; Is 511-12).

Por conseguinte, o povo fechou os ouvidos e vendou os olhos, de modo que não conseguia compreender a virtude do Evangelho e o poder de Deus para transformar o ser humano. Apesar de tantos milagres, prodígios e maravilhas operados por Jesus, poucos eram os que de fato criam nEle. Mas a Boa Notícia não se limitaria à nação de Israel. Havia um plano de Deus bem maior que os discípulos não poderiam imaginar.
 
AUXÍLIO TEOLÓGICO
"IDE...ENSINAI... BATIZANDO.
Estas palavras constituem a Grande Comissão de Cristo a todos os seus seguidores, em todas as gerações. Declaram o alvo, a responsabilidade e a outorga da tarefa missionária da igreja.

1. A igreja deve ira todo o mundo e pregar o evangelho a todos, de conformidade com a revelação no NT, da parte de Cristo e dos apóstolos (ver Ef 2.20). Esta tarefa inclui a responsabilidade primordial de enviar missionários a todas as nações (At 13.1-4).

2. O evangelho pregado centraliza-se no arrependimento e na remissão (perdão) dos pecados (Ic 24.47), na promessa do recebimento de 'o dom do Espírito Santo' (At 2.38), e na exortação de separar-nos desta geração perversa (At 2.40), ao mesmo tempo em que esperamos a volta de Jesus, do céu (At 3.19,20; 1Ts 1.10).

3. O propósito da Grande Comissão é fazer discípulos que observarão os mandamentos de Cristo. Este é o único imperativo direto no texto original deste versículo. A intenção de Cristo não é que o evangelismo e o testemunho missionário resultem apenas em decisões de conversão. As energias espirituais não devem ser concentradas meramente em aumentar o número de membros da igreja, mas, sim, em fazer discípulos que se separam do mundo, que observam os mandamentos de Cristo e que o seguem de todo o coração, mente e vontade (cf. Jo 8.31).

4. Note-se, ainda, que Cristo nos ordena a concentrar nossos esforços para alcançar os perdidos e não em cristianizar a sociedade ou assumir o controle do mundo. Aqueles que creem em Cristo devem abandonar o presente sistema mundano maligno e separar-se da sua imoralidade (Rm 13.12; 2Co 6.14), e ao mesmo tempo expor a sua malignidade (Ef 5.11)" (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p.1452).

2. A BOA SEMENTE É A PALAVRA DE DEUS
Depois de escolher doze apóstolos para cumprir a missão evangelizadora, Jesus iniciou um programa de discipulado objetivando a ensiná-los todas as coisas que deveriam saber para o propósito de Deus se realizar efetivamente (Lc 6.12-16). Nosso Senhor ensinou aos discípulos que a Palavra de Deus, a boa semente, precisava encontrar corações em boas condições para plantio, afim de que a "terra desse fruto com perfeição".

O Senhor conhecia os corações daqueles que ouviram a sua mensagem, tanto dos que dariam crédito quanto dos que rejeitariam. Todavia, o trabalho deveria ser feito pelas mãos dos discípulos. Hoje não é diferente. Jesus declarou: "A colheita é grande mesmo, mas os trabalhadores são poucos. Peçam ao dono da plantação que mande mais trabalhadores para fazerem a colheita" (Mt 9.37,38). A obra de Deus é grande e Ele precisa de pessoas dispostas a realizar tão importante trabalho. Por isso, caro adolescente, o Senhor também chamou você para militar em tão grande missão. Há muitos amigos seus que ainda não servem ao Senhor e Ele quer usar a sua vida para alcançá-los. Tudo o que você precisa é aprender a semear.

AUXILIO TEOLÓGICO
"Quando o Espírito Santo enche a igreja com o seu poder, então a presença de Jesus nela se torna eficaz e real (cf. Mt 28.20; 18.20; Jo 14.16). Pelo poder operante de Deus, a força, a capacidade e as grandezas humanas desaparecem ou ficam sem segundo plano, e cada crente se torna um instrumento nas mãos do Senhor. Então a coisa principal para o progresso da obra de Deus deixa de ser o possuir ou não instrumentos, cultura ou sabedoria humana, pois o Espírito Santo é quem dá a todos (sábios ou não) a capacidade que vem dos céus (cf. 2Co 3.5)" (BÉRGSTEN, Eurico. Teologia Sistemática. Teologia Sistemática. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD 2005, pp.255-56).

3. SEMEANDO EM TERRENO IMPRÓPRIO
Certa vez, Jesus contou a parábola do semeador aos seus discípulos (Lc 8.4-15). O Senhor falou a respeito da necessidade de a Palavra ser semeada nos corações das pessoas. É verdade que muitos reagem de maneira indiferente à Palavra de Deus. O Senhor ilustrou isso em sua parábola, descrevendo as pessoas que se fecham ao ouvirem a mensagem do Reino e a ação de Satanás que tira de suas mentes a atenção para que não creiam no Evangelho (v.12). Outros se alegram por um momento, e até pedem para ouvir mais um pouco da Palavra, mas logo, quando aparece a primeira dificuldade, desistem de tudo em que outrora creram (v.13).

Além disso, há aqueles que ouvem a Palavra de bom grado e até creem, mas logo vêm os prazeres da carne, os convites e as ofertas do mundo para tentar o coração que, por sua vez, não encontra forças para prosseguir (v. 14). Isso acontece com muitos jovens que vão à igreja e sentem até o desejo sincero de servir a Deus, mas estão tão envolvidos com as coisas deste mundo que não conseguem renunciar os deleites da carne.

As dificuldades que enfrentamos nos dias atuais para permanecermos em santidade na presença de Deus são inúmeras. Certamente você sabe disso. Talvez até conheça outros jovens que estão desanimados e já desistiram da caminhada na f é. Mas o Senhor revela em sua Palavra que é possível para o jovem permanecer em Deus: "Como pode um jovem conservar pura a sua vida? É só obedecer aos teus mandamentos" (SI 119.9).

A obediência à Palavra de Deus é indispensável para sobrevivermos em meio a uma sociedade mergulhada em pecados. A fase da adolescência é uma etapa de muita ansiedade e, por isso, de pouca espera. Tudo é para ontem e nada para amanhã. Sobre isso, o apóstolo Pedro aconselhou aos jovens: "Portanto, sejam humildes debaixo da poderosa mão de Deus para que ele os honre no tempo certo. Entreguem todas as suas preocupações a Deus, pois ele cuida de vocês. Estejam alertas e fiquem vigiando porque o inimigo de vocês, o Diabo, anda por aí como um leão que ruge, procurando alguém para devorar. Fiquem firmes na fé e enfrentem o Diabo porque vocês sabem que no mundo inteiro os seus irmãos na fé estão passando pelos mesmos sofrimentos" (l Pé 5.6-9). Por essa razão, não tome decisões precipitadas, mas entregue os seus anseios a Deus e busque a sua santa presença para encontrar forças para dizer "não!" ao pecado. Então, abrace a responsabilidade de semear a Palavra de Deus no coração de seus amigos. Não importa que tipo de terreno corresponda o coração deles, o seu papel é semear, pois é Deus quem fará a semente germinar. Portanto, esteja atento! £ mãos à obra, pois Deus usará você poderosamente.

AUXÍLIO DIDATICO
Professor, ensinar é uma tarefa muito importante. Muitos professores resumem ensinar como a simples tarefa de depositar informações na "conta bancária" da mente dos alunos. No entanto, ensinar vai além da simples transmissão de conhecimento. Não é somente comunicar, por mais que o professor tenha a facilidade de pronunciar palavras inteligíveis à classe. Mesmo assim não será o suficiente para que ocorra, de fato, o processo de ensino-aprendizagem. Ensinar é fazer com que o aluno reflita sobre a própria ação. O resultado do bom ensino é a mudança de comportamento. Cabe ao professor prover os recursos necessários para que o aluno assimile as informações, refuta sobre o conhecimento recebido e acomode na estrutura cognitiva "as novas" informações que modificarão o pensamento do aluno. Desse modo, Jesus utilizava da sua didática única e levava os seus ouvintes a refletirem se suas ações, de fato, estavam de acordo com a vontade de Deus. Caro professor, o propósito da sua aula deve ser o mesmo, não planeje uma aula em que seus alunos somente recebam passivamente as informações da lição, mas reflitam sobre o que estão aprendendo. Permita com que seus alunos perguntem sobre o assunto, deixe-os à vontade para discordarem ou mesmo ampliarem a visão sobre o tema da lição. Tão somente tenha cuidado com o horário, mas conduza a discussão de forma tranquila e edificante. Uma aula dinâmica é essencial para que seus alunos aprendam a Palavra de Deus.

4. UMA TERRA BOA PRODUZ FRUTOS EM ABUNDÂNCIA
Jesus conhecia o coração de cada ouvinte da Palavra de Deus. Esta nunca volta vazia, seja qual for a reação das pessoas, a Palavra sempre trará algum resultado na vida de seus ouvintes (Is 55.11).

Assim como havia aqueles que não demonstravam interesse pela Palavra de Deus, havia outros que a recebiam de bom grado e se tornavam seguidores de Jesus. Aos tais o Senhor compara com a terra boa que deu fruto em abundância (Lc 8.15).

Você pode até achar que muitos de seus amigos não estão nem aí para a igreja e não querem ouvir a Palavra de Deus, mas saiba que o Criador conhece cada coração. Talvez não seja por muito falar, mas por intermédio da sua amizade e influenciando-os com bons conselhos e testemunho cristão, o Espírito Santo pode falar mais alto ao coração de seus amigos. Seja você também um semeador da mensagem do Reino e muitos frutos serão colhidos por intermédio da sua vida.

RECAPITULANDO
Durante os três anos e meio de seu ministério o Senhor poderosamente na vida de seus discípulos. A cada vez que o Mestre os enviava a semear o Palavra, milagres e maravilhas eram operados.

Em cada sermão ou por intermédio das parábolas, o Mestre mostrava a vontade do Pai. Jesus não escolheu homens experientes e grandes conhecedores das Escrituras Sagradas para cumprir a mais importante missão. Antes, o Senhor escolheu pessoas simples do povo e os nomeou para que dessem frutos e esses frutos permanecessem (Jo 15.16). Contudo, apenas uma condição era necessária para que eles estivessem, de fato, preparados para cumprirem este importante desafio: "deveriam amar uns aos outros" (Jo 15.12).

A lição hoje nos ensinou que o Senhor deseja usar a nossa vida para alcançar muitos corações que, assim como o nosso também, precisam encontrara caminho da salvação em Cristo. Para esta importante missão, temos a promessa do nosso Senhor Jesus Cr isto: "eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos" (Mt 28.20).

REFLETINDO
1. O que é a boa semente?
E a Palavra de Deus.
2. Qual o significado da palavra "Evangelho"?
A palavra evangelho vem do grego evangelion que significa "boa notícia".
3. Qual é a reação das pessoas ao ouvir a Palavra de Deus?
Há aqueles que não demonstram interesse pela Palavra de Deus, e há muitos que recebem de bom grado e tornam-se seguidores de Jesus.
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Fonte: Lições Bíblicas de Adolescentes – 1° trimestre de 2018, CPAD – Reverberação: Subsídios EBD