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O que Pensa a Maçonaria Sobre Luz e Trevas Espirituais?

1. Veja o Pensamento da Maçonaria

Todas as pessoas “profanas” [não maçons], incluindo cristãos piedosos e genuínos, estão condenados, cegos e perdidos em completa escuridão espiritual. Somente a iniciação aos Graus e mistérios da maçonaria irá retirá-los das trevas, trazendo-os “para a luz”, purificando-os e dando-lhes nova vida.

Qual é a Doutrina Maçônica sobre Satanás?

1. Doutrina Maçônica

Satanás, como inimigo de Deus e do seu Reino, como um poder maligno que procura tentar, enganar e destruir, não existe. A humanidade simplesmente “supõe” isso. A percepção cristã usual é, meramente, uma distorção da verdade a respeito de Lúcifer, o “Portador da Luz”, que, na verdade, é bom e é o instrumento de liberdade, mas que, de modo geral, é mal interpretado e difamado.

(1) “O verdadeiro nome de Satanás, dizem os cabalistas, é o de Yahveh invertido, pois Satanás não é um deus negro... para os iniciados, não é uma Pessoa, mas, sim, uma Força criada para o bem, mas que também pode servir para o mal. É o instrumento de Liberdade ou de Livre-Arbítrio” (Albert Pike, Morals and Dogma, Mestre Maçom /3° Grau, pág. 102).

(2) “Lúcifer, o Portador da Luz! Nome estranho e misterioso para dar ao espírito das Trevas! Lúcifer, o Filho da Manhã! É ele que traz a Luz e, com todo o seu esplendor intolerável, cega as almas débeis, sensuais ou egoístas? Não duvideis!” (Albert Pike, Morals and Dogma, 19° Grau, pág. 321).


O que Pensa a Maçonaria sobre o "Deus da Bíblia"?

SUMÁRIO DESTE ARTIGO:

👉Doutrina Maçônica sobre Deus
👉O Ensinamento Cristão sobre Deus
👉O verdadeiro “deus” da maçonaria

Doutrina Maçônica sobre Deus


Doutrina Maçônica sobre Deus

Deus é, basicamente, o que percebemos que Ele é; a nossa ideia ou conceito de Deus toma-se o nosso Deus. Normalmente mencionado pelo termo vago e genérico “Divindade”, o deus da maçonaria pode ser o que escolhermos, mencionado genericamente como “O Grande Arquiteto do Universo”. No entanto, aqueles que prosseguem com os estudos mais avançados na maçonaria aprendem que Deus é a força da natureza, especificamente o Sol, com todos os seus poderes vivificadores. Para os adeptos que estão no topo, os “avançados, esclarecidos”, essa adoração da natureza é considerada como a adoração aos princípios generativos (isto é, os órgãos sexuais), em particular, o falo (órgão reprodutor masculino).

O que Pensa a Maçonaria Sobre a Bíblia Sagrada?


A Bíblia dos cristãos é, meramente, um dos “livros sagrados” dos homens, em nada melhor que o Alcorão, as escrituras hindus ou os livros dos filósofos chineses e gregos.

Ela não deve ser interpretada de maneira literal, pois o seu verdadeiro significado é esotérico (oculto de todos, exceto um pequeno número de líderes “esclarecidos” de elite); o significado literal e óbvio destina-se apenas às massas ignorantes. É correto remover as referências feitas a Jesus em passagens usadas no ritual.

A maçonaria, contrário do que diz a crença popular, NÃO se baseia na Bíblia. Na verdade, a maçonaria baseia-se na Cabala, um livro medieval de magia e misticismo.

(1)   “Para a maçonaria, o Livro da Lei é aquele livro sagrado que os maçons de qualquer religião particular acreditam ser a vontade revelada de Deus... assim, para o maçom cristão, [é] o Antigo e o Novo Testamento; para o judeu, é o Antigo Testamento; para os muçulmanos, é o Alcorão; para os brâmanes, é o Vedas; e para os pársis, o Zenda-Avesta” (Masonry Defined, uma compilação de textos de autoria de Albert Pike e Albert Mackey, págs. 78, 79).

(2)   “A maçonaria não professa o cristianismo... mas espera o momento em que o esforço dos nossos antigos irmãos será simbolizado pela construção de um templo espiritual... em que haverá um único altar e uma única adoração; um altar comum da maçonaria em que estarão Veda, Shastra, Sade, Zenda-Avesta, o Alcorão e a Bíblia Sagrada... e em cujo santuário possam ajoelhar-se os hindus, persas, caldeus, assírios, egípcios, chineses e, também, os maometanos, os judeus e os cristãos...” (The Kentucky Monitor, Grau de Companheirismo, pág. 95).

VEJA TAMBÉM:
Maçonaria: Uma Religião Não Cristã - Aqui

(3)   “O que é Verdade para o filósofo não seria verdade, nem teria efeito de verdade, para o camponês.

A religião de muitos deve, necessariamente, ser mais incorreta que a dos poucos refinados pensadores... a religião mais verdadeira não seria, em muitos pontos, compreendida pelos ignorantes... As doutrinas da Bíblia não estão sempre revestidas da linguagem da verdade estrita, mas daquela que era a mais adequada para transmitir a doutrina a pessoas rudes e ignorantes” (Albert Pike, Morals and Dogma, 14° Grau, pág. 224).

(4)   “... o significado literal [da Bíblia] destina-se apenas aos vulgares” (Albert Pike, Digest of Morals and Dogma, pág. 166).


(5)   “A tudo isso [esse erro estúpido], a interpretação absurda da Igreja estabelecida (interpretando literalmente a linguagem figurada, alegórica e mítica de uma coletânea de livros orientais de diferentes épocas), conduz, direta e inevitavelmente” (Albert Pike, Morals and Dogma, 30° Grau, pág. 818).
(6)   “Os judeus, os chineses, os turcos, rejeitaram o Novo Testamento, ou o Antigo, ou ambos, e, ainda assim, não vemos nenhuma boa razão para que não sejam admitidos na maçonaria. Na realidade, a maçonaria da Loja Azul não tem nada a ver com a Bíblia. Ela não se fundamenta na Bíblia; se assim fosse, não seria maçonaria, seria outra coisa” (Chase’s Digest of Masonic Law, págs. 207-209).

(7)   “Belo, estende-se por todos os lados o Universo, a Grande Bíblia de Deus. A natureza material é o seu Antigo Testamento... e a natureza humana é o Novo Testamento do Deus Infinito” (Albert Pike, Morals and Dogma, 28° Grau, pág. 715).


(8)   “A maçonaria é uma busca pela Luz. Essa busca leva-nos de volta, como você pode ver, à Cabala. Naquele antigo e pouco compreendido [livro], o Iniciado encontrará a origem de muitas doutrinas e poderá, com o tempo, vir a compreender os filósofos herméticos, os alquimistas, todos os pensadores da Idade Média contrários aos papas e, também, Emanuel Swedenborg” (Albert Pike, Morals and Dogma, 28° Grau, pág. 741).


(9)   “Todas as religiões verdadeiramente dogmáticas originaram-se da

Cabala e a ela retornaram; tudo o que é científico e grandioso nos sonhos religiosos dos Iluminados, Jacob Boeheme, Swedenborg, Saint Martin e outros se origina da Cabala; todas as associações maçônicas devem a ela os seus segredos e os seus símbolos” (Albert Pike, Morals and Dogma, 28° Grau, pág. 744).

(10) “A remoção do nome de Jesus e das referências a Ele nos versículos da Bíblia usados no ritual são modificações pequenas, porém necessárias” (Albert Mackey, Masonic Ritualist, pág. 272).

Fonte: MCKENNEY, Tom, C. 33 Graus de Decepção: A Maçonaria Exposta em Sua Essência, 1ª EDIÇÃO/2018 - CPAD


Maçonaria: 33 Graus de Decepção

Neste nosso quadro: Maçonaria, 33 Graus de Decepção, veremos muitos assuntos de interesse dos "maçons evangélicos" e dos crentes que não são maçons.
Se você não gosta da ideia de evangélicos maçons, ou desejaria conhecer mais sobre a maçonaria, esta nossa série de vídeo vai te ajudar muito.

Os Graus "Cristãos" da Maçonaria

1.    HÁ GRAUS CRISTÃOS NA MAÇONARIA?
Não, pelo menos não há nenhum que corresponda à definição bíblica da palavra “cristão”, porque os graus fazem parte do sistema global maçônico, com seus juramentos de morte e suas mentiras. A maçonaria reduz a Bíblia ao nível de igualdade com todos os outros "livros sagrados”, não a considerando melhor que o Alcorão ou os Vedas dos hindus.
A maçonaria nega a unicidade de Jesus Cristo como o único redentor da humanidade perdida, reduzindo-o à condição de ser meramente um dos muitos “exemplares” (homens excelentes do passado). Não há nada verdadeiramente cristão a respeito de tal sistema; são como nove litros de sorvete e um litro de sujeira que, quando combinados, produzem dez litros de sorvete sujo.
Veja também:
1) O pensamento da Maçonaria sobre o Filho de Deus Clique Aqui
2) Provas práticas de que a maçonaria é uma religiãoClique Aqui

O que a Maçonaria Pensa Sobre Jesus?

Jesus foi um homem justo. Ele foi um dos “exemplares”, um dos grandes homens do passado, mas não foi divino e, certamente, não foi o único meio de redenção para a humanidade perdida. Ele está no mesmo nível de outros grandes homens do passado como, por exemplo, Aristóteles, Platão, Pitágoras e Maomé. A sua vida e lenda não foram diferentes das de Krishna, o deus hindu. Ele é o “filho de José”, e não o Filho de Deus.

(1) “Tampouco pode ele [o maçom cristão] objetar se outros veem [em Jesus] somente o Logos de Platão e a Palavra ou o Pensamento Proferido ou a primeira Emanação de Luz, ou o Pensamento Perfeito da Grande e Silenciosa Divindade não criada, adorada por todos e em quem todos creem” (Albert Pike, Morais and Dogma, 26° Grau, pág. 524).

VEJA: Os Graus "Cristãos" da MaçonariaClique Aqui