Mostrando postagens com marcador Líderes EBD. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Líderes EBD. Mostrar todas as postagens

Maturidade para Liderar a Integralidade do Corpo

Crise de lideran√ßa n√£o √© somente a falta de l√≠deres, mas tamb√©m a exist√™ncia de muitos l√≠deres, por√©m imaturos e despreparados para o exerc√≠cio da sua miss√£o. 

A responsabilidade da Liderança em relação à Escola Dominical

O líder deve, portanto, procurar levar a EBD a crescer não apenas quantitativamente, mas também qualitativamente. Procurar fazer com que ela no seu ministério se torne relevante! Evidentemente que o êxito não vem em curto prazo, mas, sobretudo com muito empenho, trabalho e dedicação. Mas
os resultados compensam o esforço gasto.

A História da Escola Dominical

O movimento religioso que nos deu a Escola Dominical como a temos hoje, começou em 20-7-1780, na cidade de Gloucester, no sul da Inglaterra.
APROFUNDE SEU CONHECIMENTO
1) A organização e administração da Escola Dominical - Aqui
2) O superintendente da Escola DominicalAqui
3) A História da Escola DominicalAqui

Conquistando um padrão de excelência para a Escola Dominical

Introdução
O principal objetivo de todos os que amam e se esmeram no laborioso minist√©rio de ensino na igreja √© que suas Escolas Dominicais cres√ßam e se desenvolvam em todos os √Ęmbitos, aspectos e sentidos. Por√©m, para que esse objetivo seja de fato alcan√ßado, √© imprescind√≠vel que se fa√ßa um s√©rio e eficiente planejamento. 
Nenhuma Escola Dominical crescerá de verdade sem um cuidadoso e detalhado plano de ação e expansão.

O superintendente da Escola Dominical

DEFININDO O TERMO “SUPERINTENDENTE”
A palavra vem do latim e significa "aquele que superintende" e em outros sin√īnimos da palavra encontramos tamb√©m aquele que administra, dirige, gerencia, preside, supervisiona, inspeciona, fiscaliza, lidera, gerencia etc.

Anos atrás, ainda sem o conhecimento preciso sobre a etimologia da palavra, tive a oportunidade de exercer esse cargo por uma necessidade urgente da igreja onde congregava. Até então, eu era a líder do Departamento Infantil atuando nas possíveis faltas das professoras de qualquer das classes independente da faixa etária.

Sólida política de administração financeira na Igreja

Periodicamente, uma igreja deve determinar se possui o melhor programa poss√≠vel, ao mais baixo custo unit√°rio poss√≠vel. Como bons administradores dos recursos que lhes foram confiados por Deus e pelos membros da igreja, a lideran√ßa da igreja deve ter uma s√≥lida pol√≠tica de administra√ß√£o financeira. Uma igreja precisa ter uma s√≥lida administra√ß√£o financeira para que possa atingir os seus objetivos. 
A administra√ß√£o da igreja deve estar interessada o bastante na miss√£o da igreja e na sua pr√≥pria prote√ß√£o para estabelecer um s√≥lido sistema financeiro. Essa equipe de administra√ß√£o inclui o pastor, a diretoria da igreja, o comit√™ financeiro, o tesoureiro da igreja, al√©m do secret√°rio financeiro. 

Lição 12 - Um Líder Formado no Deserto (Subsídio)

Obs. Subs√≠dio para a classe de Jovens. Li√ß√£o 12 – 1° trimestre de 2019.
Na per√≠cope de N√ļmeros 27.18-23, Deus diz coisas singulares, muito especiais, acerca de Josu√©. Mois√©s, decerto, j√° o conhecia bem, mas nesse instante Deus chancelou a grande voca√ß√£o do comandante das tropas de Israel. A oposi√ß√£o que se levantou no tempo do deserto atacou ferozmente a Mois√©s e, nesse per√≠odo, sem d√ļvida, Josu√© estava sendo tamb√©m provado e, paulatinamente, moldado pelo Senhor.

No fim, portanto, de quarenta anos de caminhada, em que grandes e inimagin√°veis dificuldades se somaram, o capit√£o Josu√© permaneceu inabal√°vel fiel a Deus, confi√°vel naquilo que realizava, pois gostava de estar com o Senhor, al√©m de extremamente submisso a Mois√©s. Deus sintetiza tudo isso numa frase: “Nele h√° o Esp√≠rito” (Hb. ruuiach que tamb√©m significa vento, h√°lito, mente). Ou seja, Deus estava dizendo, mais ou menos assim: Josu√© vive, pensa e age comigo e em mim; Eu estou nele. Que extraordin√°ria e gloriosa constata√ß√£o!

As muitas Fronteiras da Escola Dominical

Com rar√≠ssimas exce√ß√Ķes, a Escola Dominical, hoje, contempla apenas uma fronteira: transformar o aluno num bom membro da igreja local. Apesar de seus m√©ritos, este objetivo acha-se incompleto, pois n√£o o prepara a testemunhar de sua f√© no √Ęmbito social, profissional e c√≠vico. A educa√ß√£o, para ser eficaz, tem de ser completa e relevante.

1. Uma escola social.

A import√Ęncia da Escola Dominical

Al√©m de termos uma defini√ß√£o calara da Escola Dominical, temos tamb√©m neste estudo do pastor Claudionor, uma lista pertinente aos objetivos da Escola Dominical. Veremos a import√Ęncia desta t√£o relevante escola para a evangeliza√ß√£o, para o car√°ter crist√£o e tamb√©m para a forma√ß√£o do obreiro de Cristo. 

Organização e Administração da Escola Dominical

Organiza√ß√£o √© ordem. √Č m√©todo no trabalho, no viver, no agir e em tudo mais. A organiza√ß√£o permeia toda a cria√ß√£o de Deus, bem como todas as suas coisas. A desorganiza√ß√£o e a desordem destroem a vida de qualquer pessoa, igreja ou organiza√ß√£o secular. Por seu turno, o crescimento sem ordem √© aparente e infrut√≠fero. Sim, porque toda energia sem controle √© prejudicial e perigosa. Pode haver muito esfor√ßo e nenhum crescimento real, porque a desorganiza√ß√£o aniquila os resultados positivos surgidos.

Uma vez que a ordem permeia o universo de Deus, temos base para crer que o c√©u √© lugar de perfeita ordem. Leis precisas e infal√≠veis regulam e controlam toda a Natureza, desde o min√ļsculo √°tomo at√© os maiores corpos celestes.

I. Organização na Bíblia

A. Na Igreja.
Todos os símbolos bíblicos da Igreja falam de organização, ordem, método. Ela é comparada a:
1. Um templo (1 Co 3.16; Ef 2.21).
2. Um corpo (1 Co 12.27; Cl 1.24).
3. Uma lavoura (1 Co 3.9).
4. Um edifício (1 Tm 3.15; Hb 3.6; 1 Pe 2.5).
5. Um rebanho (Lc 12.32; 1 Pe 5.2).
6. Um jardim (Ct 4.16).
7. Uma noiva (2 Co 11.2; Ap 22.17).
8. Um castiçal ou candeeiro (Ap 1.20).
Tanto estes, como os demais símbolos da Igreja falam de organização, ordem, método.

B. Em Israel
1. A perfeita ordem das tribos no acampamento, Nrn 2.
2. Os detalhes da demarcação de limites das tribos (Js caps. 14-20).
3. O serviço sagrado no templo (1 Cr 15; 16; 23 a 27).

A ordem n√£o impedia a manifesta√ß√£o da gl√≥ria divina no Santo dos Santos; ao contr√°rio, se as prescri√ß√Ķes divinas fossem negligenciadas, o castigo era certo. Lemos em Lev√≠tico 1.6,8,12, dos sacrif√≠cios “em ordem” no altar.

C. Quanto ao Senhor Jesus Cristo (Me cap. 6).

Trata-se do milagre da multiplica√ß√£o dos p√£es, quando milhares foram alimentados no deserto. Antes de Jesus realizar o milagre, ordenou aos disc√≠pulos que fizessem a multid√£o sentar em grupos de 100 e 50 pessoas. Quando o povo estava em ordem, Jesus ent√£o realizou o estupendo milagre, sendo todo o povo alimentado e restando ainda muito alimento. Atualmente, em muitas igrejas o Senhor deixa de operar milagres e alimentar espiritualmente a multid√£o, devido a irrever√™ncia e confus√£o que derivam da desorganiza√ß√£o na reuni√£o. N√£o √© s√≥ a desorganiza√ß√£o material, mas tamb√©m a espiritual, transformando o culto num “sacrif√≠cio de tolos” (Ec 5.1). Compete aos disc√≠pulos cuidar da organiza√ß√£o necess√°ria; ver tamb√©m Lucas 9.14,15.

II. A organização geral da Escola Dominical
Tem forma tríplice. Ela é pessoal, material e funcional.

A. A organização pessoal
1. Dirigentes da Escola Dominical. √Č a diretoria da Escola, da qual logo falaremos.
2. Professores da Escola Dominical. √Č o corpo docente da Escola. T√™m sobre si a maior responsabilidade, pois lidam diretamente com o aluno e com o ensino.
3. Alunos da Escola Dominical. √Č o corpo discente da Escola. √Č a “mat√©ria prima” da mesma. A escola existe para atender as necessidades dos alunos.

B. A organização material

1. O prédio.
A Escola Dominical deve funcionar em instala√ß√Ķes apropriadas √† escola, tendo salas de aula independentes. Uma das leis do crescimento da Escola Dominical afirma: “A Escola Dominical crescer√° enquanto houver espa√ßo para as classes.”

2. O mobili√°rio.
Deve ser apropriado aos fins, e, de conformidade com a idade dos alunos.

3. O material did√°tico.
Comumente chamado literatura. Abrange as diferentes revistas de aluno e professor, bem como o respectivo material de apoio, obedecendo a um currículo bíblico, de acordo com o agrupamento de idade escolar dos alunos.
Todo o material didático deve ser utilizado de acordo com os métodos de ensino compatíveis a cada agrupamento de idade dos alunos.

C. A organização funcional.
Trata do funcionamento da Escola Dominical, visando a consecução de seus objetivos. Grande responsabilidade têm aqui o pastor da igreja e a diretoria da Escola.

A organização funcional cuida da:

O líder Nasce Feito ou é Feito?

Antes de discutir esse tema, vamos definir o termo liderança. Se os que tentam analisar a liderança se equivocam quanto à sua tarefa, como disse W. C. H. Prentice, isso acontece em parte por não compreenderem bem o que seja liderança.

A liderança é o esforço de exercer conscientemente uma influência especial dentro de um grupo no sentido de levá-lo a atingir metas de permanente benefício que atendam as necessidades reais do grupo.

O que é Liderança?

O tema "lideran√ßa" est√° na moda. Diversos livros s√£o publicados todos os anos abordando o assunto. Empresas e igrejas investem em forma√ß√£o de novos l√≠deres. Institutos e pesquisas continuam apontando a necessidade de mais l√≠deres no Estado, nas corpora√ß√Ķes e em especial nas igrejas.
√Č importante que se compreenda que uma pessoa n√£o se torna l√≠der apenas porque recebeu este t√≠tulo ou porque foi nomeada para determinado cargo.

Pregação e Ensino

Aten√ß√£o! Este conte√ļdo faz parte do curso 1 para professores da Escola Dominical. Acesse aqui o curso Completo.
INTRODUÇÃO
A escola dominical tem uma influencia direta no que tange ao fortalecimento da igreja local e o preparo individual dos crentes para o serviço cristão.

Em nossos dias, quando se busca f√≥rmulas r√°pidas de crescimento institucional, l√≠deres premidos por resultados r√°pidos utilizam-se exageradamente de f√≥rmulas empresariais de crescimento, e colocam em cheque a sa√ļde espiritual da igreja, tornando-a inchada, mas n√£o necessariamente crescida.

Ensino bíblico para o crente

A igreja tem a responsabilidade de salvaguardar a verdadeira e original doutrina bíblica que se acha nas Escrituras, e transmiti-la aos fiéis sem transigência nem corrupção. Fica subentendida, assim, a necessidade do ensino bíblico na igreja.


10 Raz√Ķes para Frequentar a Escola Dominical

1 - Porque voc√™ tem necessidade do genu√≠no e sadio alimento espiritual que s√≥ pode ser obtido pelo estudo claro, met√≥dico, continuado e progressivo da Palavra de Deus, ensinado na Escola Dominical.  
2- Porque você cresce e desenvolve-se através do estudo da Palavra de Deus.
3- Porque você cumpre os objetivos da Igreja do Senhor, pois os objetivos da Escola Dominical são os mesmos da Igreja.

Nascimento e Resgate da Escola Dominical

A Escola Dominical nasceu da vis√£o de um homem que, angustiado pelos menores carentes de sua cidade, saiu a resgat√°-los da marginalidade. Ele n√£o haveria de ficar insens√≠vel ante a situa√ß√£o daqueles meninos e meninas, que erravam pelas ruas de Gloucester. Nesta cidade inglesa, a delinqu√™ncia infanto-juvenil j√° era um problema cr√īnico.

EBD- Uma escola que transcende a igreja

As igrejas do Reino Unido n√£o aceitaram de imediato a Escola Dominical. A Anglicana, por exemplo, apesar de haver rompido com o Vaticano, ainda conservava-lhe a pompa e a realeza lit√ļrgica. Portanto, n√£o era nada f√°cil introduzir, em sua agenda, uma escola popular, cuja clientela era composta por menores abandonados e infratores. Acho que enfrentar√≠amos as mesmas dificuldades.

1. A Escola Dominical é igreja, mas não deve viver apenas para a igreja.

Conflitos Familiares - Como a Escola Dominical pode ajudar a resolvê-los

Em toda a B√≠blia, percebemos a import√Ęncia da fam√≠lia. Ela √© uma institui√ß√£o criada por Deus, e todo projeto de Deus n√£o foi feito para fracassar. Entretanto, no decorrer dos s√©culos, a fam√≠lia foi perdendo sua identidade. Existiram, e ainda existem v√°rios fatores que contribuem para a fragilidade da mesma.