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Qual é o verdadeiro sentido da doutrina da predestinação?

A palavra "predestinação" vem do grego proorizo, e aparece seis vezes no Novo Testamento. Uma vez é traduzida por "ordenou antes" (1 Co 2.7), outra por "anteriormente determinado" (At 4.28) e quatro ve­zes por "predestinar" (Ef 1.5,11; Rm 8.29,30). A pala­vra predestinar significa "destinar por antecipação".
Vejamos o que, segundo a Bíblia, é determinado por antecipação.

Predestinação versus Salvação

A doutrina da predestinação sempre se refere ao meio da salvação, e nunca ao destino eterno de cada pessoa.
Existe na Bíblia uma "predestinação pessoal" que não se refere ao destino eterno de ninguém, mas so­mente à chamada de Deus para um serviço no seu Reino. A Bíblia firma que Paulo foi chamado desde o ventre de sua mãe (Gl 1.15,16). Assim também foi com Jeremias (Jr 1.5), João Batista (Lc 1.76), Isaías (Is 49.1) e outros. Ainda encontramos uma predeterminação a respeito de Israel, quando Deus rejeitou Esaú e escolheu Jacó (Rm 9.11-14). Do mesmo modo Israel, como povo, foi eleito para ser uma nação especial de Deus (Rm 9.4 e 11.2-7).
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A doutrina da predestinação

A doutrina da predestinação é uma das mais consoladoras doutrinas da Bíblia. Sua essência repousa no fato de que Deus tem um plano geral e original para o mundo, que seus propósitos jamais serão frustrados.
A predestinação para o arminianismo é o propósito gracioso de Deus de salvar toda a humanidade da ruína completa. Não é um ato arbitrário e indiscriminado de Deus que visa garantir a salvação a certo número de pessoas e a ninguém mais. Inclui provisionalmente todos os homens e está condicionada somente pela fé em Cristo.

TIPOS DE PREDESTINAÇÃO NA BÍBLIA

A genuína predestinação bíblica

INTRODUÇÃO
​João não precisou de muitas palavras, para mostrar que Deus jamais predestinaria alguém à perdição eterna. No prólogo de seu evangelho, ele deixa bem patente que o amor divino não contempla exclusões; é sempre inclusivo. Mais adiante, descreve a ação salvadora do amoroso Pai com esta belíssima declaração do Cristo: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). Logo, se o pecador receber Jesus, herdará a bem-aventurança eterna. Mas, recusando-o, será condenado ao eterno e indescritível suplício. Isso significa, que, até o momento da recusa consciente, nenhuma pré-condenação há contra esse pecador. Ele tanto pode salvar-se, crendo em Jesus, como perder-se, rejeitando-o.