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Lição 10 - Ética Cristã e Vida Financeira


TEXTO ÁUREO
"Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer?" (Is 55.2a)
VERDADE PRÁTICA
As finanças do crente devem ser bem administradas para ele garantir o sustento da família, contribuir na manutenção da igreja local e ajudar o próximo.
LEITURA DIÁRIA
Seg. Ag 2.8: O Senhor é fonte de toda a riqueza, tudo pertence a Ele
Ter. 1Tm 6.8-10: O amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males
Qua. 1Ts 2.9: O trabalho é o meio digno para a nossa subsistência
Qui. 1Co 10.32,33: A nossa vida financeira não deve servir de escândalo à sociedade
Sex. Ml 3.7-10: A bênção financeira tem a ver com a nossa fidelidade a Deus
Sab. Pv 21.5: O planejamento do orçamento familiar produz tranquilidade financeira

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1 Crônicas 29.10-14; 1Timóteo 6.8-10
1 Crônicas 29.10-14
10 Por isso Davi louvou ao SENHOR na presença de toda a congregação; e disse Davi: Bendito és tu, SENHOR Deus de Israel, nosso pai, de eternidade em eternidade.
11 Tua é, SENHOR, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, SENHOR, o reino, e tu te exaltaste por cabeça sobre todos.
12 E riquezas e glória vêm de diante de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; e na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo.
13 Agora, pois, ó Deus nosso, graças te damos, e louvamos o nome da tua glória.
14 Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos oferecer voluntariamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos.
1Timóteo 6.8-10
8 Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.
9 Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.
10 Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
HINOS SUGERIDOS: 477, 486, 499 DA HARPA CRISTÃ

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Apresentar uma teologia para a vida financeira;
- Compreender a importância de se fazer uso de meios honestos para ganhar dinheiro;
- Discutir a forma correta de se empregar o dinheiro
• INTERAGINDO COM O PROFESSOR
O Senhor é o nosso provedor. Sem Ele não teríamos nada, por isso, precisamos administrar com temor e sabedoria os bens que tem nos concedido. Somos mordomos dEle e em breve teremos que prestar contas de tudo o que recebemos nesta vida (Rm 14-12).
O nosso país está enfrentando uma grave crise económica, que tem gerado desemprego e dificuldades financeiras em todos os setores e esferas da sociedade. Por isso, é preciso muita sabedoria para que as nossas finanças não sejam afetadas e possamos honrar com nossos compromissos. Deus é bom e podemos esperar nEle, mas isso não significa que não tenhamos que ter um planejamento financeiro afim de consumir de forma consciente. O consumismo exagerado tem levado muitos crentes ao caos financeiro. É preciso ter cuidado e não se deixar levar pelo apelo consumista da mídia.

Lição 9- A Utilização de Células-Tronco


- Lições Bíblicas Juvenis – 2° Trimestre de 2018
-Tema do Trimestre: Questões Difíceis do nosso Tempo
- Classe: de 15 a 17 anos – Juvenis
- Editora: CPAD
- Comentarista: Adriano Lima
LEITURA DIÁRIA
SEG. Sl 139.16 – A vida começa na concepção
TER. Zc 12.1- Deus forma o espírito do homem
QUT. 1Co 3.17 – O templo de Deus não pode ser destruído
QUI. Jr 1.5 – Deus nos conhece, mesmo o nosso corpo ainda informe
SEX. Êx 23.7 – O Senhor defende o inocente
SÁB. Is 5.20 – O perigo da inversão de valores

OBJETIVOS
§  Compreender o que é e como funciona as pesquisas com células-tronco;
§  Saber o que a Bíblia diz sobre a vida humana.
REFLEXÃO
"De palavras de falsidade te afastarás e não matarás o inocente e o justo; porque não justificarei o ímpio" (ÊX 23.7).

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Jeremias 1.5
5 Antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações te dei por profeta.

Eclesiastes 1.13,14,16-18
13 E apliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; esta enfadonha ocupação deu Deus aos filhos dos homens, para nela os exercitar.
14 Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito.
16 Falei eu com o meu coração, dizendo: Eis que eu me engrandeci, e sobrepujei em sabedoria a todos os que houve antes de mim em Jerusalém; e o meu coração contemplou abundantemente a sabedoria e o conhecimento.
17 E apliquei o meu coração a conhecer a sabedoria e a conhecer os desvarios e as loucuras, e vim a saber que também isto era aflição de espírito.
18 Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor.
SINTETIZANDO
Alguns estudiosos remetem o início das pesquisas com células-tronco para o ano de 1909. As pesquisas têm alcançado um relativo sucesso. Apesar disso, somos contrários à manipulação de embriões com objetivos terapêuticos ou de pesquisas, pois consideramos que desde o momento da fecundação já existe um novo ser humano.

INTRODUÇÃO
Pesquisas com células-tronco é um assunto ainda recente no universo acadêmico. Embora tenha conquistado a admiração de um considerável número de pessoas, precisamos compreender que a manipulação de embriões para fins de pesquisas ou de tratamento não tem embasamento bíblico. O conhecido Salmo 139 nos mostra que Deus "vê nosso corpo ainda informe". A nossa compreensão é que, a partir do momento da fecundação, já existe um novo ser humano, independente e individualizado, que passa a se desenvolver, desde que se lhe dê as condições necessárias. Você já havia pensado nisso?

A AULA VAI COMEÇAR
Prezado professor, a lição de hoje é um tanto complexa. Pode ser que você não tenha conhecimentos específicos sobre o tema. De todo modo, é sempre bom se informar melhor a respeito do assunto, lendo livros e artigos confiáveis da internet. Como sugestão, indicamos a obra do pastor Elinaldo Renovato, cujo título é Celulas-Tronco.  Inicie sua aula perguntando aos alunos o que eles sabem a respeito do tema da lição.

1. O QUE É E COMO FUNCIONA?
Certamente já ouvimos algo sobre o assunto, mas o que são realmente as tais células-tronco? São células mestras que têm capacidade de se transformar em outros tipos de células, incluindo as do cérebro, coração, ossos, músculos e peles, São células capazes de autorrenovação e diferenciação em muitas categorias de células.

As células-tronco são formadas a partir da fusão dos gametas masculino e feminino (espermatozóide e óvulo), quando surge um aglomerado de células, Com o passar de alguns dias (de 4 a 5) esse grupo de células começa a formar uma estrutura esférica que é chamada de blástula; essa estrutura é composta de parte externa e interna. A primeira forma a placenta e a segunda parte, o embrião. Na parte que forma o embrião constam as células capazes de gerar todas as células do organismo de um indivíduo.

A professora Maiyana Zatz, bióloga molecular e geneticista brasileira, esclarece que as células-tronco podem ser classificadas da seguinte forma:

1) Totipotentes ou embrionárias - "São as que conseguem se diferenciar em todos os 216 tecidos (inclusive a placenta e anexos embrionários) que formam o corpo humano";

2) Pluripotentes ou multipotentes - São as que conseguem se diferenciarem quase todos os tecidos humanos, menos placenta e anexos embrionários;

3) Oligopotentes - Aquelas que conseguem diferenciar-se em poucos tecidos;

4) Unipotentes - As que conseguem diferenciar-se em um único tecido. Outra classificação, e nesse caso mais simples, seriam as células-tronco embrionárias e as cêlulas-tronco adultas. As embrionárias são encontradas no embrião humano. As adultas podem ser achadas na medula óssea, no sangue, no fígado, no cordão umbilical, etc.

E-book: Ética Cristã e Aborto

CONTEÚDO:
Introdução
I – O conceito geral de ética
II- O que é ética cristã
III - Os princípios éticos da bíblia
IV – Aborto, definindo os termos 
1. Definições
2. As três etapas da gestação
V - Evidências científicas mostrando que a vida humana começa na concepção 
VI - Provas bíblicas de que as crianças não nascidas são humanas 
VII – Tipos de abortos 
1. O aborto por razões terapêuticas
2. O aborto por razões eugênicas
3. O aborto na concepção sem consentimento
4. Aborto natural
5. Aborto acidental
VIII – A não justificativa do aborto
1. O aborto não é justificável depois da viabilidade
2. O aborto por causa de crianças não desejadas não é justificável
3. O aborto para o controle da população não é justificável
4. O aborto por causa de deformação prevista não é justificável
Conclusão
Referências

INFORMAÇÕES AO COMPRADOR
Título: Ética Cristã e Aborto
Editor: Jair Alves
Ano: 2018
Tipo: E-book para ler no Celular, Tablete e Computador
Categoria: Ética e Apologética
Diagramação: PCA, edições
Preço6,99 (Promoção)
Forma de pagamento: Cartão de crédito ou no boleto
Forma de entrega: Para o e-mail do comprador em PDF. Usaremos o e-mail que o Mercado Pago vai lhe solicitar quando você clicar em comprar.
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A importância da Ética para o Cristão


Por que uma atitude é chamada de boa e correta e outra é classificada como má e incorreta? Quem define o certo e o errado? Existem normas universais que podem ser aplicadas em qualquer ocasião e lugar ou elas variam de acordo com as circunstâncias? Como a filosofia encarou essas questões ao longo de sua história? Se existe uma norma universal, em que ela se baseia — o que lhe dá essa autoridade?

E a ética bíblica, sua definição de certo e errado, qual é? O que diferencia um cristão em sua ética? Seria a ética cristã superior às demais? Como deve um cristão se comportar em um mundo tão diversificado como o nosso? E possível obedecer aos preceitos de Cristo?
Todas estas, e ainda outras questões, se levantaram e se levantam no intuito de estabelecer um padrão ou um julgamento para a ação dos homens.

I - TODOS AGEM CONFORME UM PADRÃO ÉTICO
De uma forma ou de outra, todos agem conforme um padrão ético e se apoiam em diferentes pressupostos para conferir validade aos seus critérios. Mesmo os que desconhecem a palavra e o conceito que ele envolve se utilizarão de algum padrão para realizar suas ações.
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Sobre esta questão, escreveu Marilena Chauí:
“Ao indagar o que são a virtude e o bem, Sócrates realiza, na verdade, duas interrogações. Por um lado, interroga a sociedade para saber se o que ela está habituada a considerar virtuoso e bom corresponde efetivamente à virtude e o bem; e, por outro, interroga os indivíduos para saber se, ao agirem, possuem consciência do significado e da finalidade de suas ações, se o seu caráter ou a sua índole são virtuosos e bons, realmente. A indagação ética socrática dirige-se, portanto, à sociedade e ao indivíduo”.
Com suas perguntas, esse filósofo grego incomodou muitos de seus contemporâneos, levando-os alguns a odiá-lo e outros a tornarem-se seus discípulos. Mas, com isso, ele estava criando a filosofia moral ou a ética?

II - A ORIGEM DO CONCEITO DE ÉTICA
Qual é a fonte dos critérios que um povo se utiliza para o certo e o errado? Esses critérios estão fora ou dentro de nós? São criados pela sociedade ou não passam de normas passageiras? Quebrar certos princípios é uma questão de escolha ou sempre que o fazemos as consequências são irrevogáveis? Todas as éticas são válidas, todas as fontes que geram conceitos éticos são igualmente válidas ou deve-se desconfiar das mesmas?
Todos os povos têm uma ética, que vêm de fontes variadas.

É comum conceitos que vieram de fontes variadas coincidirem entre si. Esse fato corrobora com a ideia de que certas normas éticas são válidas para todos os tempos e épocas.
Com um olhar geral sobre o assunto, poderíamos citar alguns elementos que funcionam, geralmente, como geradores de conceitos éticos e morais.

1. A TRADIÇÃO
Quando nascemos em uma sociedade, já a encontramos cercada por determinados juízos de valores. Tomamos as coisas como certas ou erradas porque isto já vem sendo feito a gerações.

Dessa forma, as noções de bom e mau acabam sendo culturais. A poligamia, por exemplo, é aceita na sociedade islâmica como algo normal, desde que haja fidelidade com as esposas. No Ocidente, a poligamia é uma distorção do casamento, um padrão que pode ser definido como imoral. Aqui, a tradição forneceu o padrão para as escolhas.

A verdade é que bons costumes podem nascer da tradição. Esses bons costumes adquirem caráter de obrigatoriedade, levando indivíduos ou grupos a adotá-los e guardá-los com extremo zelo. Isso sempre foi comum em toda a história.

Mesmo na Bíblia Sagrada, encontramos belos exemplos, como, por exemplo, o dos recabitas, narrado no livro de Jeremias, que diz:
Palavra que do Senhor veio a Jeremias, nos dias de Jeoaquim, filho de Josias, rei de Judá, dizendo: Vai à casa dos recabitas, e fala com eles, e leva-os à Casa do Senhor, a uma das câmaras, e dá-lhes vinho a beber. Então, tomei a Jazanias, filho de Jeremias, filho de Habazinias, e a seus irmãos, e a todos os seus filhos, e a toda a casa dos recabitas; e os levei à Casa do Senhor, à câmara dos filhos de Hanã, filho de Jigdalias, homem de Deus, que está junto à câmara dos príncipes, que está sobre a câmara de Maaseias, filho de Salum, guarda do vestíbulo; e pus diante dos filhos da casa dos recabitas taças cheias de vinho e copos e disse-lhes: Bebei vinho. Mas eles disseram: Não beberemos vinho, porque Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, nos mandou, dizendo: Nunca bebereis vinho, nem vós nem vossos filhos; não edificareis casa, nem semeareis semente, não plantareis, nem possuireis vinha alguma; mas habitareis em tendas todos os vossos dias, para que vivais muitos dias sobre a face da terra em que vós andais peregrinando. Obedecemos, pois, à voz de Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, em tudo quanto nos ordenou; de maneira que não bebemos vinho em todos os nossos dias, nem nós, nem nossas mulheres, nem nossos filhos, nem nossas filhas; nem edificamos casas para nossa habitação, nem temos vinha, nem campo, nem semente, mas habitamos em tendas. Assim, ouvimos e fizemos conforme tudo quanto nos mandou Jonadabe, nosso pai” (Jr 35.1-10).

Os recabitas pertenciam a uma família de Israel que havia recebido de seu pai um princípio de abstinência de vinho e considerava aquele mandamento algo de grande valor, que deveria ser guardado. Aquele mandamento já possuía um valor moral para eles e para todos os membros daquele clã: o vinho era vedado.

Não há nada errado com esse tipo de procedimento. Toda sociedade estabelece preceitos, sendo muitos deles introduzidos sabiamente em um tempo longínquo, cuja origem se perdeu no fio da história. Muitas vezes, nem se sabe ao certo a origem daquele preceito, que, quase sempre, é atribuído a um fato lendário.

O grande problema ocorre quando é atribuído um valor divino a tal preceito que, na verdade, tem origem humana. Transgredir tal mandamento passa a ser errado, como se a pessoa estivesse cometendo uma afronta contra Deus. A distorção fica ainda maior quando este mandamento, origina- do da boa vontade de alguém, passa a ser mais importante do que os mandamentos verdadeiramente divinos. Então, se prefere o preceito do homem ao de Deus.

Foi este tipo de atitude ética que Jesus criticou nos fariseus que haviam colocado a lei oral acima dos mandamentos do próprio Deus:

“E reuniram-se em volta dele os fariseus e alguns dos escribas que tinham vindo de Jerusalém. E, vendo que alguns dos seus discípulos comiam pão com as mãos impuras, isto é, por lavar, os repreendiam. Porque os fariseus e todos os judeus, conservando a tradição dos antigos, não comem sem lavar as mãos muitas vezes; e, quando voltam do mercado, se não se lavarem, não comem. E muitas outras coisas há que receberam para observar, como lavar os copos, e os jarros, e os vasos de metal, e as camas. Depois, perguntaram-lhe os fariseus e os escribas: Por que não andam os teus discípulos conforme a tradição dos antigos, mas comem com as mãos por lavar? E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens, como o lavar dos jarros e dos copos, e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas. E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição. Porque Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe e: Quem maldisser ou o pai ou a mãe deve ser punido com a morte.
Mas vós dizeis: Se um homem disser ao pai ou à mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor, nada mais lhe deixais fazer por seu pai ou por sua mãe, invalidando, assim, a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas” (Mc 7.1-13).

Jesus conhecia muito bem a lei oral e até as praticava, pois ela estava enraizada no judaísmo daquele tempo. Podemos até dizer que havia muita coisa boa nesta lei oral e muitos dos preceitos éticos realmente ajudavam as pessoas. O problema é que estas tradições foram colocadas no mesmo patamar da Palavra inspirada de Deus. Ou melhor, algumas vezes, era colocada acima da própria Palavra de Deus.

Regras nos ajudam e até é fundamental para a vida cotidiana, mas há uma diferença profunda entre a regra humana e o preceito divino. Doutrinas de homens são doutrinas de homens; a revelação divina é a revelação divina. Sobre isso, escreveu o apóstolo Paulo, dizendo: “Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Cl 2.8).

2. O SENSO COMUM
Alguns não sabem explicar, de fato, porque determinada coisa é certa ou errada. Mentir, roubar, matar, entre outras, seriam atitudes condenáveis, porque todo mundo assim considera. A força da opinião pública exerce imensa influência sobre as ações dos indivíduos, de forma que, se algo não é aceito pela totalidade da comunidade ou pelo menos pela maioria, não deve ser praticada.

Geralmente, o que acontece é uma quebra lenta, em certas ocasiões, ou uma quebra brusca desses parâmetros. Certos costumes vigentes começam a ser contestados, sua validade questionada e, aos poucos, os padrões vão sendo modificados. Podemos tomar como exemplo as formas de vestir. Certas roupas hoje, consideradas adequadas, foram tidas por indecentes em outras épocas.

Não estamos aqui discutindo a validade de nenhum padrão ou afirmando que o senso comum é normativo nas questões do certo e errado. Estamos apenas verificando que, muitas vezes, o meio em que se vive tem fornecido os padrões que as pessoas se utilizam para se conduzir. O que Sócrates começou a fazer foi justamente levar as pessoas a analisarem se suas atitudes eram regidas pela reflexão e pela busca do bem ou por mero automatismo impulsionado pelo meio.

3. A LÓGICA
A filosofia, com sua análise lógica dos conceitos, também se colocou como uma forma de descobrir qual é o melhor parâmetro a ser aceito. Principalmente, o iluminismo, com sua Idade da razão, se colocou como o único e definitivo árbitro do certo e errado sobre a terra.

Achar um padrão válido para todas as questões éticas já seria algo extremamente difícil. Fazer com que esse padrão pudesse ser aceito por todos e aplicados por todos é mesmo impossível. Como resultado, a ética continuou sendo fonte de inúmeros conflitos.

Até porque, a filosofia ateísta procurou elaborar uma ética à parte da revelação divina. E essa ética procurava se base- ar em preceitos considerados científicos em seus princípios. Nem sempre as consequências foram boas. Podemos analisar uma pequena amostra quando vemos os resultados do darwinismo, quando este invadiu o campo da ética.

Divulgação: Subsídios EBD
Referência: Enciclopédia Estudos de Teologia: As principais doutrinas cristãs com explanação detalhada e objetividade. Vol. III.
Editora: SEMEIE


Subsídio para a Lição: 2 –Ética Cristã e Ideologia de Gênero

Obs. Este artigo é UMA PARTE do subsídio para a lição bíblica da classe de Adultos. Para a continuação teste subsídio Clique Aqui
Introdução
“A ideologia de gênero é uma corrente de pensamento, não uma teoria científica, muito menos uma evidência científica, e sustenta que os seres humanos são ‘neutros’ quando nascemos e podemos escolher se queremos ser homens, mulheres, ou uma combinação de ambos quando crescemos”.[1] Neste estudo veremos o que a bíblia nos ensina e o que alguns especialistas têm a comentar sobre o tema em questão.
VÍDEO AULA SOBRE A IDEOLOGIA DE GÊNERO
I – QUE É A IDEOLOGIA DE GÊNERO
A palavra “ideologia” é composta pelos vocábulos gregos eidos, que indica “ideia”, e logos, com o sentido de “raciocínio”. Assim, ideologia significa qualquer conjunto de ideias que se propõe a orientar o comportamento, a maneira de pensar e de agir das pessoas, seja individualmente, seja em sociedade. Já a palavra “gênero” tem origem no grego genos e significa “raça”. Na concepção da Lógica, o termo indica “espécie”. Usualmente, deveria indicar o “masculino” e o “feminino”.
1. Definindo “ideologia de gênero”.
ü É a teoria de que o gênero de uma pessoa não é determinado no nascimento. Ou seja, uma pessoa pode ser um homem ou uma mulher, independentemente do sexo com que nasceu.

Para os defensores Ideologia de Gênero, o ser humano nasce sexualmente neutro e só depois é "socializado" como homem ou mulher. Logo, se essa ideologia fosse implantada, qualquer pessoa, mesmo sendo um homem, poderia ser considerada uma mulher e qualquer mulher poderia ser reconhecida como um homem, caso assim desejassem.

ü A ideologia de gênero prega, em síntese, que as expressões "sexo" e "gênero" devem ter significados diferentes, onde os aspectos biológicos do corpo passam a ter nenhuma importância para a definição de homem e mulher.

Ser homem ou mulher, segundo os proponentes dessa ideologia, não teria nada a ver com biologia, mas com uma construção social e cultural que eles desejam que seja desconstruída.
a) Objetivos da Ideologia de Gênero.
ü A ideologia de gênero pretende desconstruir os papéis de homens e mulheres e assim descontinuar o casamento e a família tradicional.
ü A ideologia de gênero pretende relativizar a verdade bíblica e impor ao cidadão aquilo que deve ser considerado como ideal.

b) A gravidade da Ideologia de Gênero.
Depravações sexuais como zoofilia (sexo do homem com animais); necrofilia (atividade sexual com cadáver) e até a pedofilia (sexo de adultos com criança) serão toleradas como resultado da aceitação da “ideologia de gênero”. Convém aqui registrar que a prática da zoofilia é tipificada como crime (Art. 32, Lei 9.605/1998), a necrofilia (Art. 212, Código Penal Brasileiro), bem como a pedofilia, é considerada crime contra vulnerável previsto no Código Penal Brasileiro (Art. 217-A).

2. A verdade Bíblica sobre a falsa teoria da Ideologia de Gênero.
A construção social e cultural pode influenciar o individue de forma positiva ou negativa, mas isto não poderá invalida a verdade Divina de que Deus já criou os seres humanos com um o sexo definido. Ou seja, o ser humano não nasce sexualmente neutro.

a) Deus criou dois sexos anatomicamente distintos.
“E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou” (Gn 1.27).

Biologicamente, o sexo está relacionado às formas do corpo humano e aos órgãos genitais. Assim sendo, os seres humanos nascem pertencendo ao sexo masculino ou ao sexo feminino. O homem é designado como macho e a mulher como fêmea. Por conseguinte, não podemos alterar a verdade bíblica para acomodar a ideologia de gênero, pois a cultura permanece sob o julgamento de Deus (1 Pe 4.17).
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b) Alertas para a Igreja de Jesus.
Ø A igreja não pode fechar os olhos para a inversão dos papéis de homens e mulheres divinamente revelados nas Escrituras (Ef 5.22-33).

Ø As Escrituras são enfáticas ao revelar que Deus criou apenas dois sexos: macho e fêmea (Gn 1.27). Portanto, enquanto a Igreja estiver na terra, temos que oferecer resistência à tentativa de deturpação da verdade.

Ø “[...] não sejam cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, tratem de reprova-los, bem como qualquer maldade (Ef 5.11 – Nova Almeida Atualizada)”.

II - ESPECIALISTAS E A IDEOLOGIA DE GÊNERO
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[1] Pamela Puppo - Doutora em biodiversidade, genética e evolução.

Diferença entre Ética e Moral


No nosso dia a dia, não fazemos distinção entre ética e moral, antes, usamos as duas palavras como sinônimas. Mas, os estudiosos da questão fazem distinção entre elas.

1. MORAL
A moral é um conjunto de regras de conduta e lugar para determinada pessoa ou grupo de pessoas. A partir daí, podemos dizer que existem várias e diversas morais.
Uma moral é um fenômeno social particular que não tem compromisso com a universalidade; isto é, com o que é válido e direito para todos os homens. Exceção pode ocorrer quando a moral for atacada, quando, então, se justifica a moral como sendo universal, supostamente válida para todos.

A moralidade, por sua vez, é um sistema de valores do qual resultam normas consideradas corretas por determinada sociedade. Esse valor, que cria tal sistema, pode ser definido como uma crença duradoura em um modelo específico de conduta ou estado de existência, que é pessoal ou socialmente adotado, e está embasado em uma conduta preexistente.
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2. ÉTICA
A origem da palavra “ética” vem do grego ethos, que significa “costume”, “disposição” ou “hábito”. Os romanos traduziram esse termo para o latim mos (ou moris, plural), que quer dizer “costume”, de onde vem a palavra “moral”.
Tanto ethos como mos indicam um tipo de comportamento propriamente humano que não é natural; ou seja, o homem não nasce com ele, como se fosse um instinto, antes, é “adquirido ou conquistado por hábito”.

Também podemos definir ética como sendo a ciência que julga a legitimidade da moral; ou, ainda, uma reflexão crítica sobre a moralidade, uma qualificação de ações do ponto de vista do bem e do mal e uma referência para os homens basearem suas decisões.

VEJA TAMBÉM:
1 – O que é ética cristã – Clique aqui
2- Ética Cristã e Ideologia de Gênero – Clique Aqui
3- Ética Cristã e Direitos Humanos - Clique Aqui
Há, também, quem diferencie moral e ética de vários modos. A saber:
• Ética é princípio moral; é aspecto de conduta específica.
• Ética é permanente, moral é temporal.
• Ética é universal, moral é cultural.
• A Ética é regra, moral é conduta da regra.
• Ética é teoria, moral é prática.
Conclusão
A moral é definida como um conjunto de normas, princípios, preceitos, costumes e valores que norteiam o comportamento do indivíduo no seu grupo social.

A moral é normativa, enquanto a ética é definida como sendo a teoria, o conhecimento ou a ciência do comporta- mento moral, que busca explicar, compreender, justificar e criticar a moral ou as morais de uma sociedade.

Divulgação: Subsídios EBD
Referência: Enciclopédia Estudos de Teologia: As principais doutrinas cristãs com explanação detalhada e objetividade. Vol. III.
Editora: SEMEIE