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Lição 7- Pagarei o Mal com o Bem

Lição Bíblica de Adolescentes
Trimestre: 3° de 2019
Editora: CPAD
Revista do Professor
Reverberação: Subsídios EBD
Outras Lições: Acesse Aqui
TEXTO BÍBLICO
2 Reis 5.1-19
Destaque
"— Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês; pois isso é o que querem dizer a Lei de Moisés e os ensinamentos dos Profetas" (Mt 7.12).

LEITURA DEVOCIONAL
SEG.....................................................................Rm 12.21
TER.....................................................................Mt 6.12
QUA.....................................................................Lc 6.26 QUI.....................................................................Pv 29.23
SEX.....................................................................2 Rs 5.14
SÁB.....................................................................2Rs 5.15
DOM....................................................................Sl 107.15

Objetivos
Levar ao entendimento de que devemos amar e perdoar os inimigos;
Produzir um sentimento de humilhação e obediência a Deus.

Material Didático
Folhas de papel A4 com 7 frases escritas na forma como sugere a atividade da seção abaixo "Quebrando, a rotina".

Lição 7- Perdoamos Porque Fomos Perdoados (Subsídio)

Subsídios para a lição: 7
Fonte: E-book Subsídios EBD. Edição: 14
Classe: Adultos | Trimestre: 4° | Ano: 2018
INTRODUÇÃO
Em nosso estudo de hoje abordaremos acerca da “parábola do servo que não queria perdoar (Leia Mt 18.21-35)”. Onde aprenderemos a lidar com a ofensa e com o perdão. A parábola ilustra o poder do perdão. Trata do perdão entre irmãos, não entre os pecadores e Deus. A ênfase deste capítulo é sobre irmãos perdoando irmãos (Mt 18.15, 21).

RESUMO DESTE SUBSÍDIO:

I- PERSONAGENS DESTACADOS NA PARÁBOLA (Mt 18.23,24, 28)

1. Um certo Rei (Mt 18.22,23)
2. Dois devedores (Mt 18.24,28)
a) Consequências para os que não podiam pagar suas dividas
b) Um cervo que devia cem talentos (Mt 18.24-26)
c) Um conservo que devia cem dinheiros (Mt 18.28-34)
3. Perdão revogado


II- BASE DE RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS: O PERDÃO

1. Conflitos nos relacionamentos (Cl 3.13)
2. As duas dimensões do perdão
3. A dádiva do perdão
4. Perdoar não é uma opção
5. Perdoar não é esquecer

III- O QUE É O PERDÃO

1. Nas línguas bíblicas
2. Nos atos e ensinos de Jesus

3. Nos ensinos das epístolas

IV- O QUE NÃO É PERDÃO

1. Não é fraqueza e covardia
2. Não é tolerância ao erro
3. Não é anular a justiça (Lc 23.39-43)

LEIA UM TRECHO

PERSONAGENS DESTACADOS NA PARÁBOLA (Mt 18.23,24, 28)

1. Um certo Rei (Mt 18.22,23)
O rei da parábola representa o Pai celestial e retrata o seu papel como juiz. No contexto da punição dentro da igreja, a parábola poderia ressaltar a responsabilidade corporativa da igreja em tratar com justiça os membros pecadores. Isto inclui o julgamento severo daqueles que ferem a comunhão recusando-se a perdoar os outros. Mas como Deus perdoou todos os nossos pecados, nós não deveríamos negar perdão aos outros. Perceber o quão completamente Cristo nos perdoou deveria produzir uma atitude livre e generosa de perdão em relação aos outros. Quando não perdoamos os outros, estamos dizendo que apreciamos o amor e o perdão de Deus, mas que não estamos dispostos a estendê-los a ninguém mais.

2. Dois devedores (Mt 18.24,28)
O “talento” era uma medida de peso, usada para pesar ouro e prata, equivalente, a cerca de 35 quilos. Cada talento valia cerca de 6.000 denários. O “denário” era uma moeda de prata que equivalia a um dia de trabalho braçal (Mt 20.2). Dez mil talentos então eram o salário de sessenta milhões de dias de trabalho, uma quantia impossível de ser paga. Foi assim que Jesus retratou de modo bem claro a situação desesperadora do homem (Mt 18.26).

a) Consequências para os que não podiam pagar suas dividas
Naquela época, havia sérias consequências para os que não podiam pagar suas dividas. Um credor podia apoderar-se do devedor e de sua família, forçá-los a trabalhar para ele até que a dívida fosse paga. O devedor também podia ser enviado para a prisão, seus familiares podiam ser vendidos como escravos, para ajudar a pagar o débito. Esperava-se que, enquanto estivesse na prisão, as terras do devedor fossem vendidas ou que seus parentes pagassem a divida em seu lugar. Caso contrário, o devedor permaneceria na prisão por toda a vida.

b) Um cervo que devia cem talentos (Mt 18.24-26)
O homem da parábola estava roubando do rei e, depois de uma auditoria contábil, seu crime foi descoberto. Porém, o homem pensou ser possível livrar-se dessa dívida e disse ao rei que seria capaz de saldá-la, caso tivesse mais tempo. Vemos aqui dois pecados: orgulho e falta de arrependimento sincero. O homem não estava com vergonha por ter roubado o dinheiro, mas sim por ter sido descoberto. Além disso, se considerava poderoso o suficiente para ganhar o dinheiro que havia roubado.

Este Homem devia dez mil talentos. Dez mil talentos foram usados para descrever uma dívida impossível de ser paga (Mt 18.25). A atitude deste devedor do rei: “Então o servo, caindo aos pés dele, implorava: “Tenha paciência comigo, e pagarei tudo ao senhor (Mt 18.27 –NAA)”

O rei era um homem compassivo. Aceitou o prejuízo e perdoou o servo. “E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida (Mt 18.27 – NAA)”.

Assim, o homem ficou livre, e ele e sua família não seriam jogados na prisão. O servo não merecia ser perdoado; o perdão foi um ato do mais puro amor e misericórdia por parte de seu senhor.

c) Um conservo que devia cem dinheiros (Mt 18.28-34)

Este homem devia, apenas cem denários (Mt 18.28 - NAA), para aquele que teve a dívida de dez mil talentos perdoada pelo rei. Em vez de compartilhar com esse amigo a alegria do perdão que havia recebido, o servo perdoado maltratou-o e exigiu que pagasse a dívida. O segundo servo usou o mesmo argumento que o primeiro havia usado com o rei: "Tenha paciência comigo, e eu lhe pagarei o que devo!" Mas o servo injusto não estava disposto a conceder a outros aquilo que desejava que lhe concedessem.

3. Perdão revogado
“Vendo os seus companheiros o que havia acontecido, ficaram muito tristes e foram relatar ao seu senhor tudo o que havia acontecido. Então o senhor, chamando aquele servo, lhe disse: “Servo malvado, eu lhe perdoei aquela dívida toda porque você me implorou”. Será que você também não devia ter compaixão do seu conservo, assim como eu tive compaixão de você?” E, indignando-se, o senhor entregou aquele servo aos carrascos, até que lhe pagasse toda a dívida (Mt 18.31-34, NAA)”.

Jesus concluir a parábola com uma alerta muito séria para todo cristão: “Assim também o meu Pai, que está no céu, fará com vocês, se do íntimo não perdoarem cada um a seu irmão (Mt 18.35, NAA)”.

Por incrível que pareça, existem aqueles que se dizem cristãos, mas não serão perdoados, pois não querem perdoar. Há quem deseja ser bem tratado, mas não trata bem ao seu próximo.

Mt 6.16: Se, porém, não perdoarem aos outros as ofensas deles, também o Pai de vocês não perdoará as ofensas de vocês (NAA).

Lc 6.31:Façam aos outros o mesmo que vocês querem que eles façam a vocês (NAA)”.

De acordo com a Bíblia de Estudo Pentecostal “Jesus nesta parábola ensina que o perdão divino, embora seja concedido graciosamente ao pecador arrependido, é, também, ao mesmo tempo condicional, de conformidade com a disposição do indivíduo, de perdoar ao seu próximo. Por isso, uma pessoa pode ficar sem perdão divino por ter um coração cheio de amargura, que não perdoa ao próximo (ver Mt 6.14,15; Hb 12.15; Tg 3.14; Ef 4.31,32). Estes textos mostram que amargura, ressentimento e animosidade contra o próximo são totalmente incompatíveis com a verdadeira vida cristã, e que devem ser banidos da vida do crente”.

O QUE É O PERDÃO

1. Nas línguas bíblicas
O vocabulário para “perdão” nas Escrituras do Antigo e Novo Testamento é variado e rico. No hebraico, salach, designa a ação misericordiosa de Deus mediante a qual Ele perdoa, desculpa e livra o pecador da culpa e do castigo advindos pela transgressão (Gn 18.26; Lv 4.20; Nm 14.19; 15.25; Sl 25.18; 32.1,5; 85.2; Rm 4.6-8). No grego, aphiemi, quer dizer “soltar”, “cancelar”, “remir” e “perdoar” e aparece nos Evangelhos referindo-se ao perdão dos pecados (Mt 26.28; Mc 2.5; Lc 7.47), de dívidas (Mt 6.12) e “ofensas” (Mc 11.25).


2. Nos atos e ensinos de Jesus
O perdão foi ensinado (Mt 6.9-15; 18.25-35; Lc 7.36-50; 15.11-32) e praticado por Jesus (Mt 9.6; Lc 23.34, 39-42). A pregação das Boas-Novas era o anúncio do perdão irrestrito ao pecador penitente (Mt 1.21; Mc 10.45). Incluía desde o cancelamento do efeito do pecado cometido (Mc 2.5; Jo 8.11) à aceitação graciosa do pecador à comunhão com Deus (Lc 15.20-24). A morte de Jesus Cristo no Calvário cumpria assim a oferta escatológica do perdão anunciada pelos profetas (Jr 31.34; 33.8 ver Lc 1.76-79; 4.18,19).

3. Nos ensinos das epístolas
O perdão nas epístolas aparece no contexto da doutrina da justificação e da graça divina (Rm 3.21-26; 5.1,2, 6-11). A pessoa não é tão somente perdoada dos pecados e livre da culpa, mas liberta completamente do poder do pecado sobre ela. O perdão promove a reconciliação do homem com Deus (Rm 5.10,11; 2Co 5.18-21) e faz com que o pecador participe da justiça de Cristo em Deus (Rm 3.21-28; 8.1; 9.30; 1Co 1.30,31).


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Lição 7- Perdoamos Porque Fomos Perdoados

Lições Bíblicas do 4° trimestre de 2018 - CPAD | Classe: Adultos | Data da Aula: 18 de Novembro de 2018
TEXTO ÁUREO
"Assim vos fará também meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas." (Mt 18.35)

VERDADE PRÁTICA
Assim como Deus nos perdoa graciosamente, precisamos perdoar aqueles que nos ofendem.
LEITURA DIÁRIA
Seg. Mt 18.21,22: A quantidade de vezes que se deve perdoar uma pessoa
Ter. Mc 11.25: Ao orar, lembrando que temos algo contra alguém, devemos perdoar
Qua. Mc 11.26: Devemos perdoar, pois se não o fizermos, também não o seremos
Qui. Cl 3.13: Devemos suportar uns aos outros e perdoarmo-nos mutuamente
Sex. 1Jo 1.9: Se confessarmos os nossos pecados, Ele é misericordioso e nos perdoará
Sab. Is 55.7: O maior prazer de Deus é que o pecador se arrependa e converta-se

Lição 11 – O Perdão


Lição Bíblica de Adolescentes
Trimestre: 3° de 2017
Editora: CPAD
Revista do Professor
Reverberação: Subsídios EBD
Outras Lições: Acesse Aqui
INTRODUÇÃO
Temos muito a aprender em nossa caminhada cristã. Uma das lições mais importantes da vida é aprender a perdoar. Em certa ocasião, Jesus ensinou aos seus discípulos qual é a maneira correta de orar. 

O Mestre deixou claro a eles que as suas orações só seriam atendidas com uma condição: perdoando as pessoas que os ofendessem, pois se os discípulos não as perdoassem, o Pai Celestial também não os perdoaria.
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A doutrina do Perdão

A doutrina do perdão é um dos grandes pilares dos ensinos do Novo Testamento. Não é possível ser verdadeiro imitador de Cristo sem o exercício do perdão. Jesus não apenas perdoou como também ensinou o perdão, seja por parábolas, seja por ensinos diretos. 
O perdão vence os sentimentos de ira e vingança e estabelece a paz entre Deus e o homem e entre o homem e o seu próximo. Nesta lição estudaremos a doutrina do perdão e sua importância nas interações humanas.



I. O QUE É O PERDÃO

1. Nas línguas bíblicas. O vocabulário para “perdão” nas Escrituras do Antigo e Novo Testamentos é variado e rico. No hebraico, salach, designa a ação misericordiosa de Deus mediante a qual Ele perdoa, desculpa e livra o pecador da culpa e do castigo advindos pela transgressão (Gn 18.26; Lv 4.20; Nm 14.19; 15.25; Sl 25.18; 32.1,5; 85.2; Rm 4.6-8). No grego, aphiemi, quer dizer “soltar”, “cancelar”, “remir” e “perdoar” e aparece nos Evangelhos referindo-se ao perdão dos pecados (Mt 26.28; Mc 2.5; Lc 7.47), de dívidas (Mt 6.12) e “ofensas” (Mc 11.25).
2. Nos atos e ensinos de Jesus. O perdão foi ensinado (Mt 6.9-15; 18.25-35; Lc 7.36-50; 15.11-32) e praticado por Jesus (Mt 9.6; Lc 23.34, 39-42). A pregação das Boas-Novas era o anúncio do perdão irrestrito ao pecador penitente (Mt 1.21; Mc 10.45). Incluía desde o cancelamento do efeito do pecado cometido (Mc 2.5; Jo 8.11) à aceitação graciosa do pecador à comunhão com Deus (Lc 15.20-24). A morte de Jesus Cristo no Calvário cumpria assim a oferta escatológica do perdão anunciada pelos profetas (Jr 31.34; 33.8 ver Lc 1.76-79; 4.18,19).
3. Nos ensinos das epístolas. O perdão nas epístolas aparece no contexto da doutrina da justificação e da graça divina (Rm 3.21-26; 5.1,2,6-11). A pessoa não é tão somente perdoada dos pecados e livre da culpa, mas liberta completamente do poder do pecado sobre ela. O perdão promove a reconciliação do homem com Deus (Rm 5.10,11; 2Co 5.18-21) e faz com que o pecador participe da justiça de Cristo em Deus (Rm 3.21-28; 8.1; 9.30; 1Co 1.30,31).

II. O QUE NÃO É PERDÃO

1. Não é fraqueza e covardia. Na perspectiva da filosofia existencialista anticristã, o perdão é visto tanto como fraqueza quanto covardia, e uma forma de corrupção e domesticação da natureza do homem por meio da moral cristã. O filósofo ateu F. Nietzsche entendia os ensinos de Jesus e a ética cristã deste modo. Para ele, o perdão ensinado por Jesus representava fraqueza e uma maneira de comprar a Deus. Ele afirmava que “o homem perde poder quando se compadece”.
2. Não é tolerância ao erro. Outro pensamento equivocado a respeito do perdão é considerá-lo como tolerância ao erro. Aquele que perdoa estaria deste modo sendo conivente com o erro, o mal, ou pecado. Assim, tolerar é compreendido como “consentimento” ou “permissão”. Todavia, tolerância é suportar o peso do erro de alguém em vez de concordar ou consentir com o pecado. Quem perdoa não é conivente com o erro que lhe foi cometido, mas suporta a ofensa e a perdoa.

3. Não é anular a justiça (Lc 23.39-43). O perdão de modo algum anula o exercício ou prática da justiça (Dt 16.19). Justiça é dar a cada um o que lhe é devido (v.41). Está relacionada à ação (Jo 7.24). O perdão reconhece que a injustiça foi cometida, mas opera para além dela. É uma dádiva. Na morte de Jesus, entretanto, temos a satisfação da justiça de Deus e a ministração do perdão divino (Rm 1.17; 3.21-31 ver Mt 21.28-32). Assim, o perdão e a justiça podem atuar conjuntamente. No caso do ladrão na cruz, a justiça veio primeiro e, depois, o perdão (Lc 23.39-43). O perdão opera na esfera do sentimento e da subjetividade, a justiça, no entanto, é concreta e objetiva.