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  • Dons de Poder

    Antes de ascender aos céus, o Senhor Jesus prometera aos discípulos revesti-los de poder, a fim de capacitá-los não só a pregar o Evangelho, mas também a operar sinais, prodígios e maravilhas (Mc 16.9-20; At 1.8). Lucas, ao escrever os Atos dos Apóstolos, confirma o que lhes havia prometido Jesus (At 2.43; 8.13; 19.11). A ação evangelizadora e missionária da igreja era acompanhada, de fato, por milagres. Pois o Senhor, através do Espírito Santo, dotou os apóstolos e evangelistas com os dons de poder. Ele quer continuar a confirmar a sua obra por meio de nós, também com operações sobrenaturais.

    Lição 4- Como Pude Desperdiçar os Meus Talentos

    Lição Bíblica de Adolescentes
    Trimestre: 3° de 2019
    Editora: CPAD
    Revista do Professor
    Reverberação: Subsídios EBD
    Outras Lições: Acesse Aqui
    TEXTO BÍBLICO
    Juízes 16.15-22
    Destaque
    " [...] — O meu cabelo nunca foi cortado! — disse ele. — Eu fui dedicado a Deus como nazireu desde que nasci, Se o meu cabelo for cortado, perderei a minha força, ficarei fraco e serei como qualquer um" (Jz 16.17).

    Discernimento Espiritual

    Quando chegamos aqui, tudo nos era estranho. Perante nossos olhos de recém-nascidos, o mundo foi ganhando cor e forma. Mas, foi um trabalho árduo para nós e nossos pais. Levados ao chão pela curiosidade, tocamos objetos, inalamos, ficamos assustados com algumas coisas e, não raro, nosso choro denunciava o preço alto dessa descoberta. Foi assim no começo, e assim tem acontecido conosco até agora: uma constante aprendizagem, uma insistente procura. Aprendemos com nossos erros e acertos.

    Em nossa vida espiritual não é diferente. Somos hoje o fruto de nossa jornada com Deus. Porém, esse fruto pode mostrar-se amadurecido - resultado de uma vida de comunhão com o Criador - ou há de significar apenas um relato, um amontoado de fatos de uma biografia impensada.

    Lição 11: Discernimento de Espíritos - Um Dom Imprescindível

    Seja bem-vindo (a) ao subsídio bíblico para a classe de Adultos.
    Lição: 11
    Revista do 1° trimestre de 2019 – CPAD
    Veja a continuação deste estudo em Nosso “E-book Subsídios EBD”. Vol. 15 – Clique Aqui. 
    INTRODUÇÃO
    De acordo com o Novo Testamento, os dons de Deus estão à disposição de todos os que creem, com a finalidade de promover graça, poder e unção à Igreja no exercício de sua missão, de forma que Cristo seja glorificado 1 Coríntios 12.4-11,28,30,31; 14.1.

    Entre os dons divinos, destacaremos o dom de discernimento de espíritos por se tratar de um dom indispensável para a Igreja de Cristo em sua batalha espiritual.

    Lição 11- Discernimento de Espíritos - um Dom Imprescindível

    Lições Bíblicas do 1° trimestre de 2019 - CPAD | Classe: Adultos | Data da Aula: 17 de Março de 2019
    TEXTO ÁUREO
    Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. (1 Co 2.15)
    VERDADE PRÁTICA
    O discernimento de espíritos é um dos dons espirituais concedidos aos crentes, em Jesus; ele nos capacita a distinguir o real do aparente e a verdade da mentira.
    LEITURA DIÁRIA
    SEG. At 5.1-5: O uso do discernimento no exercício do ministério    
    TER. 1 Co 2.14: O homem natural não compreende as coisas espirituais   
    QUA. 1 Co 12.10: O discernimento de espíritos é um dos dons do Espirito Santo
    QUI. Hb 4.12: A Palavra de Deus é apta para discernir os pensamentos do coração
    SEX. Hb 5.14: O discernimento distingue corretamente entre o bem e o mal
    SÁB. 1 Jo 4.1: Deus nos deu as condições para o discernimento de espíritos

    Lição 13 - O Vento ainda Sopra onde quer (Subsídio)

    Subsídios para a classe de Jovens. Lição 13 – 4° trimestre de 2018
    1. O Vento como uma Representação do Espírito Santo

    No capítulo 3 de seu Evangelho, em um diálogo com Nicodemos, um líder respeitado de seu tempo, João registra duas grandes verdades. A segunda verdade acha-se no versículo 16: Deus amou o mundo de tal forma que deu o seu Filho para morrer por nós, e que todo aquele que nEle crer terá a vida eterna.

    A primeira verdade está no versículo 8: o vento sopra onde quer. Podemos ouvir a sua voz, mas não podemos saber para onde ele vai.

    Jesus estava anunciando uma nova forma de Deus agir. Não era uma reforma, mas uma construção. O sistema religioso dos judeus não comportaria a realidade da nova estrutura que Deus estava trazendo. A adoração não seria mais vinculada a um lugar, mas a adoradores que prestassem culto em Espírito e em Verdade. As pessoas nasceriam da Palavra e do Espírito. E Deus derramaria do seu Espírito sobre toda carne.


    A estrutura religiosa a que Nicodemos pertencia não era adequada à realidade do Reino de Deus que Jesus estava trazendo, e o Senhor lhe disse que era necessário nascer de novo, ter uma nova experiência com Deus. Jesus trouxe uma forma dinâmica de relacionamento com o Pai.

    A oração e o jejum seriam para agradar a Deus, não para fazer marketing pessoal, e as ofertas não seriam medidas pela quantidade, mas, sim, pela intenção do ofertante. O direito de retaliar seria substituído pela prática do perdão, e a salvação ultrapassaria os limites de Jerusalém, indo até os samaritanos e gentios. Uma nova estrutura exigia uma nova experiência, e Deus faria com que seu Espírito Santo habitasse naqueles que receberiam Jesus.

    O Espírito Santo é comparado ao vento, que, como disse Jesus, “assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai” (Jo 3.8). O que Jesus ensinou é que um fenômeno como o vento não pode ser comandado pelo homem. O homem fez barcos a vela, que conduziram as grandes navegações, e utiliza a energia eólica para gerar eletricidade com grandes torres, mas não pode controlar a corrente natural de ar. Somente Deus controla a origem e a direção do vento. Este é formado por causas naturais, como os movimentos de rotação e translação da terra, ou a pressão atmosférica. São fatores que somente Deus controla, e não o homem. Pode ser uma brisa, um vento forte ou um furacão, mas é um deslocamento de ar que ocorre por conta da mão de Deus. A força do vento depende da pressão atmosférica e da temperatura, levando o vento de um lugar a outro. Ele leva nuvens de um lugar para outro. O vento frio do mar vai para a terra quente, trazendo uma temperatura mais amena.
     
    Da mesma forma, o mover do Espírito não está condicionado à vontade do homem, e sim aos planos de Deus. O homem pode tentar controlar o vento, ou pode beneficiar-se dele.

    2. A Fé para Receber o Revestimento de Poder

    Deus espera que em nossa vida cristã tenhamos fé. Mas ter fé em quê? Naquilo que Deus disse. Jesus ordenou que seus discípulos aguardassem em Jerusalém para serem visitados pelo Espírito Santo, e o que os discípulos fizeram? Foram viajar, ou saíram de Jerusalém? Não. Eles aguardaram com fé, crendo no que o Senhor Jesus disse, e foram recompensados.

    Aqui entra a questão da fé. A Palavra de Deus não brinca quando define que a fé é essencial para que Deus se agrade de nós. “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11.6, ARA). O revestimento de poder é bíblico, agrada a Deus e está disponível para aqueles que creem. Somos salvos pela graça, mas é preciso que tenhamos fé. É preciso ter fé para crer nas coisas que Deus disse que aconteceriam. Foi pela fé que os discípulos de Jesus estavam no cenáculo reunidos. Eles acreditavam naquilo que Jesus disse.

    A fé no que Deus diz é tão importante para qualquer aspecto da nossa vida, que Tiago diz que, se alguém precisa de sabedoria, que peça a Deus, mas que o faça com fé. O irmão do Senhor deixa claro que aquele que duvida é como a onda do mar, sem rumo, e que não receberá do Senhor coisa alguma. Veja que aquilo que começa com um pedido de sabedoria alcança qualquer esfera de nossa vida, se pedirmos com ou sem fé. O que é para Deus nos dar sabedoria? Algo tão simples para Deus é um referencial para outras coisas mais elaboradas e complexas.

    A mesma coisa acontece com a experiência do batismo com o Espírito Santo. A promessa está relatada em Joel e no Evangelho de Marcos. O cumprimento está registrado em Atos dos Apóstolos e em nossos dias. Não é uma promessa apenas para pentecostais, mas para todos os crentes. E como a lei da semeadura e da colheita. Semear é opcional, mas a colheita é certa para quem semeia. Você pode decidir usufruir a semente da forma que lhe convier, ou pode plantar a semente. Se a semente for plantada, é certo que você verá o resultado da sua escolha.

    Se não crermos nas promessas e projetos de Deus, em que creremos? Se vemos o registro do Espírito agindo nas pessoas e por meio delas, o que nos falta para crer que a promessa é para os nossos dias?


    Muitas críticas são feitas a pentecostais por excessos em seus cul tos. Outras críticas colocam pentecostais e neopentecostais em pé de igualdade, quando os últimos criam práticas que alegam ter recebido de Deus. A questão é: Deus é responsável quando homens limitados falham na obra de Deus? Os planos de Deus que foram mal elaborados? Que grupo cristão desde a época da Reforma acertou em todas as suas interpretações do texto sagrado?

    Todas as heresias desde a Reforma realmente surgem do meio pentecostal? Vieram do pentecostalismo as ordens de matar pessoas por pensarem de forma diferente no tocante à obra da salvação? De onde veio o liberalismo teológico que solapou as igrejas há pouco menos de duzentos anos, reduzindo a Palavra de Deus a um conjunto de textos produzidos pela mente humana, sem qualquer participação do sobrenatural? Quantos seminários tradicionais contaminaram seus estudantes roubando-lhes a fé e tornando-os pregadores sem o poder de Deus e conduzindo-os a participarem de sociedades secretas?

    Naturalmente, não se pode tomar o todo por uma parte. Por isso, não é razoável pensar que o meio pentecostal é feito de hereges que deturpam ou interpretam mal a Palavra de Deus. Isso é um erro. O fato de existirem pessoas em todo o mundo que abusam das coisas de Deus não significa que todas as pessoas no mundo abusam das coisas de Deus. Essa premissa vale para todas as Igrejas.

    Os problemas vistos nas diversas igrejas cristãs não retiram a garantia da promessa de Deus, do revestimento de poder dado pelo próprio Deus.

    3. Sola Scriptura

    Obras literárias escritas por ícones da teologia evangélica vêm sendo traduzidas para a língua portuguesa. Seu conteúdo é enfático em associar o falar em línguas a uma manifestação contrária à vontade do Espírito em nossos dias, como também a ocorrência de milagres, curas divinas e outros eventos. Dentre essas obras, destaco a de Jonh MacArthur, Fogo Estranho. Há um capítulo inteiro em que o autor destaca a opinião histórica de diversas pessoas, como Crisóstomo, Agostinho, Martinho Lutero, John Gill, Jonathan Edwards, Charles Spurgeon, Martyn Lloyd-Jones, todos corroborando a opinião de que os dons cessaram.

    Curioso é que MacArthur não menciona Jesus, Mateus, Marcos, Lucas, Pedro, Paulo, Tiago, João, Judas, homens que verdadeiramente foram inspirados a trazerem a revelação de Deus no Novo Testamento.

    SAIBA MAIS:
    1)  A contemporaneidade dos dons Espirituais – Acesse AQUI
    2)  Os dons Espirituais são para os nossos dias? Acesse AQUI
    3) Dons de Deus para os Homens - Acesse AQUI

    Fonte: O Vento sopra onde Quer. O Ensinamento bíblico do Espírito Santo e sua Operação na Vida da Igreja. Autor: Alexandre Coelho. Editora CPAD
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    Os Dons de Poder

    A operação sobrenatural de Deus, através dos dons de poder, são sinais e maravilhas realizados pelo Senhor, com propósitos específicos, e que fogem à compreensão humana. Supliquemos, pois, a Deus que se manifeste sempre em nosso meio através dos dons de poder, confirmando assim a sua Palavra.

    I - DEFINIÇÃO
    Dons de poder são capacidades extraordinárias concedidas pelo Senhor à sua Igreja para que esta aja sobrenaturalmente na proclamação do Evangelho. São também chamados “dons de ação”, pois operam na área física, material. Fazem parte desse grupo o dom da fé, o dom de operar maravilhas e os dons de curar. Estudaremos, nesta lição, os dois primeiros; quanto ao último, estaremos estudando na lição 9.
    1. No Antigo Testamento.
    Entre tantas referências acerca dos dons de poder, podemos mencionar as seguintes:
    a) Fé.
    Vemos tal operação nas vida de: Josué, quando o sol e a lua foram detidos segundo a palavra desse grande servo de Deus(Js 10.12); Elias, quando este orou para que caísse fogo e chuva dos céus (1 Rs 18.20-22,41-46) etc.
    b) Maravilhas.
    Este dom pode ser visto nas vidas de: Moisés, quando as pragas vieram sobre o Egito (Ex 7.20; 8.6, 17, 24; 9.10, 23, 26; 10.13, 22); quando o mar Vermelho se abriu (Ex 14.21), e quando as águas de Mara tornaram-se doces; Elias, quando da multiplicação da farinha e do azeite da viúva (1 Rs 17.16) e dos demais milagres realizados pelo profeta.

    2. No Novo Testamento.
    Os dons de poder operavam intensamente no período do Novo Testamento. Vejamos:

    a) Fé.
    Vemos essa operação nas vidas de: Pedro, pela certeza do livramento, quando estava no cárcere (At 12.6); Paulo, pela certeza que tinha da vitória, em meio ao temporal (At 27.25), e quando mordido» pela serpente (At 28.5) etc.

    b) Maravilhas.
    Esse dom operava eficazmente nas vidas de: Pedro, na ressurreição de Dorcas (At 9.40); Paulo, na cegueira que veio sobre Elimas (At 13.11), nos sinais e prodígios que fez em Icônio (At 14.3), e nas maravilhas extraordinárias que o Senhor operava por suas mãos (At 19.11) etc.
    Saiba mais:

    As crianças e os Dons do Espírito Santo

    Os escritos de Paulo sobre os dons do Espírito contêm listas, definições e diretrizes para dar-nos um retrato prático de como o Espírito opera em e através de pessoas em Cristo, individual ou coletivamente. Paulo ensina claramente que os dons do Espírito não são demonstrações naturais ou mesmo habilidades inatas dadas por Deus. Eles são manifestações da mente e do poder de Deus em e através do crente para o benefício do Corpo. Dons do Espírito Santo são sobrenaturais na origem, mas encarnados em operação. Assim, o indivíduo sendo usado na manifestação de um dom divino específico acrescenta sua personalidade, visão de mundo e experiência prévias ao dom em sua expressão, palavra ou ação. Eu vi essa verdade tanto em crianças quanto em adultos.

    Dons de Inspiração

    INTRODUÇÃO
    Os dons de inspiração - sabedoria, ciência e discernimento de espíritos - são uma das grandes necessidades da Igreja do Senhor em nossos dias. Com eles, a Igreja saberá conduzir-se pela Palavra de Deus, e dificilmente será enganada por qualquer manifestação estranha ou bizarra (Leia 1 CORÍNTIOS 12.8,10; 2 REIS 6.11,12; ATOS 16.16-18).

    I. O QUE SÃO DONS DE INSPIRAÇÃO.
    1. Definição.
    Concedidos pelo Espírito Santo, estes dons revelam a sabedoria de Deus de maneira sobrenatural. São também chamados “dons de saber” ou “dons de revelação”. Tratam-se de habilidades concedidas por Deus para se compreender a essência e o propósito das coisas, e descobrir-se os meios corretos para se realizar o propósito divino em cada vida, discernindo circunstâncias, relacionamentos e pessoas.

    2. No Antigo Testamento.
    Vejamos a manifestação desses dons:

    a) Sabedoria.

    Dom de profecia: o mais importante dom

    INTRODUÇÃO
    Entre os dons espirituais (1 Co 12.8-11), a Bíblia aponta o dom de profecia como o mais importante dom do Espírito Santo (1 Co 14.1, 39). Sua finalidade é edificar, exortar e consolar (1 Co 14.3, 4).
    I. O QUE É O DOM DE PROFECIA
    1. Definição.
    É a habilidade sobrenatural de se transmitir a mensagem de Deus através da inspiração direta do Espírito Santo (1 Co 14.30; 2 Pe 1.21). No âmbito do NT, a profecia oriunda desse dom pode ser definida como uma mensagem momentânea e sobrenatural, cuja função precípua é a edificação da Igreja (1 Co 14.4).

    2. No Antigo Testamento.
    Naquela época, a profecia tinha um caráter diferente. Os profetas eram intermediários entre Deus e o povo. Eles tanto recebiam as mensagens de Deus para o povo (1 Sm 3.20; 8.22), como também levavam a Deus os desejos do povo (1 Sm 8.21; 9.6, 9, 18-20). Este tipo de profecia, ou de profetas, duraram até João Batista (Lc 16.16).

    3. No Novo Testamento.
    Nesta dispensação, o profeta não é mais um mediador como o fora no AT. Hoje, por conseguinte, ninguém precisa, ou deve, consultar profetas, visto que agora só existe um Mediador, que é Jesus (1 Tm 2.5), pelo qual temos acesso a Deus (Ef 2.13; Hb 10.19- 22). Devemos agora consultar a Deus sem nenhum intermediário, acerca de tudo o que precisamos, através de sua Palavra escrita (G1 6.16), sempre em oração (Fp 4.6).
    VEJA TAMBÉM:

    Lição 6- O Dom de Línguas


    I - O Ensino Paulino sobre as Línguas

    Tem-se crido que a Igreja Coríntia tinha em seus cultos as manifestações dos nove dons espirituais mencionados por Paulo. Acredito que esses dons mencionados no capítulo 12 da Carta são números clausus, ou seja, uma lista fechada, onde não se admite a inserção de outras modalidades de manifestações. Caso o fosse possível, o apóstolo certamente teria mencionado algum outro dom, o que não nos parece ser o caso. Há, sim, outras listas que trazem ministérios e dons dados por Deus, mas a nossa análise será em 1 Coríntios. Os dons descritos no capítulo 12 são suficientes para suscitar questionamentos contrários às ideias cessacionistas no tocante à validade dos dons em nossos dias.

    O mais criticado é o dom de línguas, e essa atitude tem uma razão. A doutrina pentecostal tem sido enfática no sentido de ensinar que, de acordo com as referências de Atos 2, 13 e 19, o batismo no Espírito Santo tem o falar em línguas por evidência inicial.

    Paulo tem uma perspectiva em relação às línguas diferente dos cessacionistas. Ele reconhece que esse dom vem efetivamente do Espírito Santo: “Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil” (1 Co 12.7). Independentemente de existir cultos na história cujas manifestações tinham similaridades com alguns dons, os dons relatados por Paulo têm origem divina.

    Há cultos em que os adeptos tinham momentos de êxtase e falavam palavras desconexas, mas a experiência do falar em línguas mencionada por Paulo é diretamente oposta às outras experiências, pois a sua origem é o Espírito Santo, que criou os dons espirituais, distribuiu-os aos crentes e edificou a sua Igreja por meio deles.

    Veja também:
    1) A contemporaneidade dos dons EspirituaisClique Aqui
    2) Os dons Espirituais são para os nossos dias? – Clique Aqui

    Lição 3- A Respeito dos Dons, não sejas Ignorantes

    TEXTO BÍBLICO
    1 Coríntios 14.4-11
    Destaque
    "Meus irmãos, quero que vocês saibam a verdade a respeito dos dons que o Espírito Santo dá.” (1 Co 12.1)

    LEITURA DEVOCIONAL
    SEG. ..........................................1Co 14.12
    TER.............................................1Co 12.1-11
    QUA.............................................Ef 4.8
    QUI..............................................1Pe 4.10
    SEX.............................................1Jo 4.1
    SÁB.............................................1Co 14.26
    DOM............................................1Co 2.3,4

    Veja também:

    Próximas Lições de Adultos

    Próximas Lições de Jovens

    Objetivos
    1- Compreender a cerca dos dons espirituais;
    2- Classificar os dons espirituais de acordo com 1 Co 12;
    3- Incentivar a busca dos dons espirituais.

    A Função dos Dons Espirituais


    INTRODUÇÃO
    Os dons espirituais representam a manifestação do Espírito Santo na Igreja, sendo o grande chamariz para atrair pecadores para o Reino de Deus. Eles manifestam a glória divina, resultando em edificação para os fiéis. Que durante o estudo desta lição, o Senhor Jesus nos desperte para a busca dos dons espirituais.
    Veja também:

    Lição 6- O Dom de Línguas

    Classe: Jovens – 4°Trimestre de 2018 | Data da Aula: 11/11/2018
    TEXTO DO DIA
    Por isso, o que fala em língua desconhecida, ore para que a possa interpretar (1Co 14.13)
    SÍNTESE
    A manifestação do dom de Línguas, tanto na Igreja quanto na devoção pessoal, é plano de Deus para os crentes em nossos dias.
    AGENDA DE LEITURA
    SEGUNDA - 1 Co 14.2 Quem fala em línguas estranhas fala com Deus
    TERÇA - 1Co 14.5 Busquemos falar em línguas e profetizar QUARTA - 1 Co 14.27 Falando em línguas e interpretando
    QUINTA -1 Co 14.22 As línguas são um sinal para os infiéis
    SEXTA - 1Co 13.8 Profecias, o dom de Línguas e de ciência um dia acabarão
    SÁBADO - 1 Co 14.39 Não proibais falar em línguas estranhas

    Lição 5- A contemporaneidade dos dons Espirituais

    Classe: Jovens – 4°Trimestre de 2018 | Data da Aula: 04/11/2018
    TEXTO DO DIA
    Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil (1Co 12.7)
    SÍNTESE
    Os dons espirituais, conforme relatados em 1 Coríntios, não ficaram perdidos na história, nem devem ser desprezados, pois o propósito é a edificação da Igreja.
    AGENDA DE LEITURA
    SEGUNDA - 1 Co 12.1 Não podemos ser ignorantes para com os dons
    TERÇA -1 Co 12.4 O mesmo Espírito opera todos os dons
    QUARTA - 1 Co 12.1 O Espírito reparte os dons como quer
    QUINTA -1 Co 14.1 Devemos buscar o dom de profetizar
    SEXTA - 1 Co 12.30 Nem todos têm os mesmos dons
    SÁBADO - 1 Co 14.39 O falar em línguas não deve ser proibido

    Lição 10 - As Manifestações do Espírito Santo

    Classe: Adultos
    Revista: Do professor - CPAD
    Data da aula: 3 de Setembro de 2017
    Trimestre: 3° de 2017 – Reverberação: Subsídios EBD
    Texto Áureo
    "Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar." (At 2.39)
    Verdade Prática
    Cremos na atualidade do batismo no Espirito Santo e dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação.

    Os dons Espirituais são para os nossos dias?

    Não há nenhum texto bíblico que diga que os dons espirituais não são mais para os nossos dias.
    E a questão ficou clara também para Pais da Igreja e grandes nomes da Igreja dos primeiros séculos como Justino Mártir (100-165), Irineu (115-202), Teófilo de Antioquia (120-186), Tertuliano (160-220), Novaciano (200-258), Gregório Taumaturgo (213-270) e Hilário de Poitiers (300-368), mas, infelizmente, foi renegada pela maioria dos Pais da Igreja do terceiro século em diante como reação aos desvios Montanistas.
    Leia também:

    Lição 8: Na Atualidade dos Dons Espirituais

    Classe: Adolescentes/1°trimestre de 2017
    TEXTO BÍBLICO
    1Coríntios 12.11-12
    DESTAQUE
    "Porém é um só e o mesmo Espírito quem faz tudo isso. Ele dá um dom diferente para cada pessoa, conforme ele quer." (1Co 12.11)
    VEJA TAMBÉM