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Lição 9 - Os dons de Cristo para o aperfeiçoamento dos Salvos (Classe Adultos)

Li√ß√Ķes B√≠blicas BETEL: 4° Trimestre de 2022 | T√≠tulo: A IGREJA E O ESPIRITO SANTO – A necessidade do avivamento promovido pelo Esp√≠rito Santo para os dias atuais

TEXTO √ĀUREO

“Mas a gra√ßa foi dada a cada um de n√≥s segundo a medida do dom de Cristo.” Ef√©sios 4.7

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Li√ß√Ķes Betel: Li√ß√£o 7 Os dons de Elocu√ß√£o (Classe Adultos)

Li√ß√Ķes B√≠blicas BETEL: 4° Trimestre de 2022 | T√≠tulo: A IGREJA E O ESPIRITO SANTO – A necessidade do avivamento promovido pelo Esp√≠rito Santo para os dias atuais

TEXTO √ĀUREO

“Mas o que profetiza fala aos homens para edifica√ß√£o, exorta√ß√£o e consola√ß√£o.” 1 Cor√≠ntios 14.3

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Li√ß√Ķes Betel: Li√ß√£o 6 Os Dons de Poder (Classe Adultos)

Li√ß√Ķes B√≠blicas BETEL: 4° Trimestre de 2022 | T√≠tulo: A IGREJA E O ESPIRITO SANTO – A necessidade do avivamento promovido pelo Esp√≠rito Santo para os dias atuais

TEXTO √ĀUREO

“E as multid√Ķes unanimemente prestavam aten√ß√£o ao que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia.” Atos 8.6

O que aconteceu com os dons espirituais?

O cessacionismo √© um pensamento segundo o qual os milagres e demais dons do Esp√≠rito Santo, como falar em l√≠nguas, profecias, curas divinas, cessaram com a morte do √ļltimo ap√≥stolo do Novo Testamento. 

Os dons de Deus para os homens

Os dons espirituais soo ferramentas indispens√°veis para que os crentes possam desenvolver seu papel como “sal da terra" e “luz do mundo"! 

APROFUNDE SEU CONHECIMENTO, VEJA:

Lição 1: E deu dons aos homens

Lição 2: O propósito dos Dons Espirituais


SUBS√ćDIO 4: Dons de Poder

Subs√≠dio B√≠blico para a Li√ß√£o dos Adultos (CPAD).  2° Trimestre de 2021

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Dons de poder são capacidades extraordinárias concedidas pelo Senhor à sua Igreja para que esta aja sobrenaturalmente na proclamação do Evangelho.

São também chamados "dons de ação", pois operam na área física, material. Fazem parte desse grupo o dom da fé, dons de curar e os dons de operar maravilhas.

Dons de Deus para os Homens

De um modo geral, podemos dizer que os dons são recursos à disposição da Igreja para que esta exerça sua missão profética, de proclamadora do Evangelho de Cristo, de modo eficaz, contra "os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais" (Ef 6.12).
1. A Import√Ęncia dos Dons de Deus
As "portas do inferno" est√£o cada vez mais agressivas contra a Igreja de Jesus Cristo.

EBD - Lição 10: O Ministério de Mestre ou Doutor

ūüéĮ Li√ß√Ķes B√≠blicas Adultos 2¬ļ trimestre de 2021, CPAD

ūüéĮ Assunto: Dons Espirituais e Ministeriais — Servindo a Deus e aos homens com poder extraordin√°rio

ūüéĮ Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima


EBD - Lição 8: O Ministério de Evangelista

ūüéĮ Li√ß√Ķes B√≠blicas Adultos 2¬ļ trimestre de 2021, CPAD

ūüéĮ Assunto: Dons Espirituais e Ministeriais — Servindo a Deus e aos homens com poder extraordin√°rio

ūüéĮ Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima

TEXTO √ĀUREO

"Mas tu s√™ s√≥brio em tudo, sofre as afli√ß√Ķes, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu minist√©rio" (2 Tm 4.5).

EBD - Lição 6: O Ministério de Apóstolo


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ūüéĮ Li√ß√Ķes B√≠blicas Adultos 2¬ļ trimestre de 2021, CPAD

ūüéĮ Assunto: Dons Espirituais e Ministeriais — Servindo a Deus e aos homens com poder extraordin√°rio

ūüéĮ Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima

 

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TEXTO √ĀUREO

"E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores" (Ef 4.11).

VERDADE PR√ĀTICA

O dom do apostolado foi concedido por Deus à igreja com o propósito de expandir o Evangelho de Cristo.

Li√ß√£o 6: O Minist√©rio de Ap√≥stolo [2° trim. 2021 - √ĀUDIO ūüĎá LI√á√ÉO]

HINOS SUGERIDOS 96, 149, 355

 

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - Hb 3.1

Jesus, o apóstolo por excelência

Terça Р2 Co 12.12

Sinais do apostolado

Quarta – At 2.42

A doutrina dos apóstolos

Quinta – 1 Tm 1.1

Paulo, apóstolo de Jesus Cristo

Sexta – 1 Co 4.9

Apóstolo, uma missão sacrifical

S√°bado – Lc 6.12-16

Os doze apóstolos de Cristo

 

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

Efésios 4.7-16


INTERAÇÃO

Prezado professor, j√° estudamos nas li√ß√Ķes anteriores os dons espirituais de poder, de elocu√ß√£o e de revela√ß√£o.  A partir da li√ß√£o desta semana voc√™ ter√° a oportunidade √≠mpar de estudar e ensinar a respeito dos dons ministeriais. Estes dons se encontram relacionados em Ef√©sios 4.11. Estas d√°divas divinas s√£o igualmente importantes e necess√°rias para que a igreja cumpra a sua miss√£o neste mundo e os crentes cres√ßam "na gra√ßa e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo" (2 Pe 3.18). Sabemos que o minist√©rio apost√≥lico, segundo os moldes do col√©gio dos doze, n√£o existe mais, todavia o dom ministerial descrito em Ef√©sios 4.11 continua.


OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

I. Analisar biblicamente o col√©gio apost√≥lico. 

II. Descrever  o minist√©rio apost√≥lico de Paulo.

III. Conscientizar-se a respeito da apostolicidade atual.

 

ORIENTA√á√ÉO PEDAG√ďGICA

Professor, para introduzir a li√ß√£o de forma din√Ęmica, fa√ßa a seguinte indaga√ß√£o: "Quais s√£o os dons ministeriais?" Ou√ßa os alunos com aten√ß√£o e em seguida leia a rela√ß√£o descrita em Ef√©sios 4.11. Depois, utilizando o quadro abaixo, explique a respeito do termo ap√≥stolo e fa√ßa um pequeno resumo a respeito deste dom. Enfatize que Deus continua levantando ap√≥stolos em nosso tempo. Conclua orando para que o Senhor distribua este dom entre os seus alunos.

DOM APOST√ďLICO – Ef√©sios 4.11

Ap√≥stolo - “Aquele que √© enviado”.

O verdadeiro apóstolo - Baseia-se na pessoa e obra de Jesus Cristo, o Apóstolo por excelência (Hb 3.1).

O Colégio Apostólico - O grupo dos doze primeiros discípulos enviados por Jesus

Os apóstolos atuais - Missionários enviados pela Igreja do Senhor

 

INTRODUÇÃO

A partir da lição desta semana estudaremos os Dons Ministeriais distribuídos por Deus à sua Igreja, objetivando desenvolver o caráter cristão da comunidade dos santos, tornando-o semelhante ao de Cristo (Ef 4.13). De acordo com as epístolas aos Efésios e aos Coríntios, são cinco os dons ministeriais concedidos por Deus à Igreja: apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores (1 Co 12.27-29). Veremos o quanto esses ministérios são necessários a vida da igreja local para cumprir a missão ordenada pelo Senhor ante o mundo e, simultaneamente, crescer "na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo" (2 Pe 3.18). Mostrando a sequência de Efésios 4.11, iniciaremos o estudo pelo dom ministerial de apóstolo.

 

I. O COL√ČGIO APOST√ďLICO

 

1. O termo "apóstolo".

O Dicion√°rio B√≠blico Wycliffe informa que o termo grego apostolos origina-se do verbo apostellein, que significa "enviar", "remeter". A palavra ap√≥stolo, portanto, significa "aquele que √© enviado", "mensageiro", "oficialmente comissionado por Cristo". Ao longo do Novo Testamento, o verdadeiro ap√≥stolo √© enviado por Cristo igualmente como o Filho foi enviado pelo Pai com a miss√£o de  salvar o pecador com autoridade, poder, gra√ßa e amor. O verdadeiro apostolado baseia-se na pessoa e obra de Jesus, o Ap√≥stolo por excel√™ncia (Hb 3.1).

2. O colégio apostólico.

Entende-se por colégio apostólico o grupo dos doze primeiros discípulos de Jesus convidados por Ele a auxiliarem o seu ministério terreno. O Salvador os separou e nomeou. Os primeiros escolhidos não eram homens perfeitos, mas foram vocacionados a levar a mensagem do Evangelho a todo o mundo (Mt 28.19,20; Mc 16.15-20). De acordo com Stanley Horton, eles foram habilitados a exercer "o ministério quando do estabelecimento da Igreja (At 1.20,25,26)". Em outras palavras, os doze apóstolos constituíram a base ministerial para o desenvolvimento e a expansão da Igreja no mundo. Mas antes, como nos mostra a Palavra de Deus, receberam o batismo com o Espírito Santo (Lc 24.49; At 1.8; 2.1-46).

3. A singularidade dos doze.

Aqui é importante ressaltar que o apostolado dos doze tem uma conotação bem singular em relação aos demais encontrados em Atos e também nas epístolas paulinas.

a) Eles foram convocados pessoalmente pelo Senhor. Multid√Ķes seguiam Jesus por onde Ele passava (Mt 4.25), e muitos se tornavam seguidores do Mestre. Mas para iniciar o trabalho da Grande Comiss√£o, apenas doze foram convocados pessoalmente por Ele (Mt 10.1; Lc 6.13).

b) Andaram com Jesus durante todo o seu ministério.

Desde o batismo do Senhor até a crucificação, os doze andaram com o Mestre, aprenderam e conviveram com Ele (Mc 6.7; Jo 6.66-71; At 1.21-23).

c) Receberam autoridade do Senhor (Jo 20.21-23). Os doze receberam de Jesus um mandato especial para prosseguirem com a obra de evangeliza√ß√£o. Eles foram revestidos de autoridade de Deus para expulsar os dem√īnios, curar os enfermos e pregar o Evangelho √† humanidade (Mc 16.17,18; cf. At 2.4). 

 

SINOPSE DO T√ďPICO (1)

O verdadeiro apostolado √© centrado √ļnica e exclusivamente em Jesus Cristo, pois Ele √© o Ap√≥stolo enviado pelo Pai.

 

II. O AP√ďSTOLO PAULO

 

1. Saulo e sua convers√£o.

Saulo foi um judeu de cidadania romana, educado "aos pés de Gamaliel", e também um importante mestre do judaísmo (At 22.3,25). Ele era intelectual, fariseu e foi perseguidor dos cristãos. Entretanto, a caminho de Damasco, em busca dos cristãos que haviam fugido devido à perseguição em Jerusalém, e com carta de autorização para prendê-los, Saulo teve uma experiência com o Cristo ressurreto (At 9.1-22). A sua vida foi inteiramente transformada a partir desse encontro pessoal com Jesus. De perseguidor, passou a perseguido; de Saulo, o fariseu, a Paulo, o apóstolo dos gentios.

 

2. Um homem preparado para servir.

Dos vinte sete livros do Novo Testamento, treze foram escritos pelo apóstolo Paulo. Quão grande tratado teológico encontramos em sua Epístola aos Romanos! O seu legado teológico foi grandioso para o cristianismo. Mas para além da intelectualidade teológica, o apóstolo dos gentios levou uma vida de sofrimento por causa da pregação do Cristo ressurreto. Eis a declaração apostólica que denota tal verdade: "Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé" (2 Tm 4.7).

 

3. "O menor dos apóstolos".

O apóstolo Paulo não pertencia ao colégio dos doze. Ele não andou com Jesus em seu ministério terreno nem testemunhou a ressurreição do Senhor - requisitos indispensáveis para o grupo dos doze (At 1.21-23). Humildemente, o apóstolo reconheceu que não merecia ser assim chamado, pois considerava-se um "abortivo", como que nascido fora de tempo, o menor de todos (1 Co 15.8,9). Entretanto, o Senhor se revelou a ele ressurreto (At 9.4,5) e ensinou-lhe todas as coisas. O apóstolo recebeu o Evangelho diretamente do Senhor (Gl 1.6-24; 1 Co 11.23). Embora o colégio apostólico tenha reconhecido o apostolado paulino (Gl 2.6-10; 2 Pe 3.14-16), as igrejas plantadas por ele eram o selo do seu ministério apostólico (1 Co 9.2).

 

SINOPSE DO T√ďPICO (2)

Paulo viu o Cristo ressurreto. Esta era a sua credencial apostólica.

 

III. APOSTOLICIDADE ATUAL (Ef 4.11)

 

1. Ainda há apóstolos?

No sentido estrito do termo, e de acordo com a sua singularidade, ap√≥stolos como os doze n√£o mais existem. A Palavra de Deus diz que durante o mil√™nio, os doze se assentar√£o sobre tronos para julgar as doze tribos de Israel (Mt 19.28). Os seus nomes tamb√©m estar√£o registrados nos doze fundamentos da cidade santa (Ap 21.12-14). Logo, o col√©gio apost√≥lico foi formado por um grupo limitado de disc√≠pulos, n√£o havendo, portanto, uma sucess√£o apost√≥lica.  

2. Apóstolos fora dos doze.

A carta aos Ef√©sios apresenta a vig√™ncia do dom ministerial de ap√≥stolo. O te√≥logo Stanley Horton informa-nos que "o Novo Testamento indica que havia outros ap√≥stolos que tamb√©m haviam sido dados como dons √† Igreja. Entre estes se acham Paulo e Barnab√© (At 14.4,14, bem como os parentes de Paulo, Andr√īnico e J√ļnia (Rm 16.7)". Ao longo do Novo Testamento, e no primeiro s√©culo da Igreja, o termo ap√≥stolo recebeu um significado mais amplo, de um dom ministerial distribu√≠do √† igreja local (Dicion√°rio Vine).  

3. O ministério apostólico atual.

N√£o h√° sucess√£o apost√≥lica. Esta √© uma doutrina formada pela igreja romana e, infelizmente, copiada por algumas evang√©licas para justificar a exist√™ncia do poder papal. O minist√©rio dos doze n√£o se repete mais. O que h√° √© o minist√©rio de car√°ter apost√≥lico. Atualmente, mission√°rios enviados para evangelizar povos n√£o alcan√ßados pelo Evangelho s√£o dignos de serem reconhecidos como verdadeiros ap√≥stolos de Cristo. Homens como John Wesley, William Carey (cognominado "pai das miss√Ķes modernas"), Hudson Taylor,  D. L. Moody, Gunnar Vingren, Daniel Berg, "irm√£o Andr√©" e tantos outros, em tempos recentes, foram verdadeiros desbravadores apost√≥licos. Cidades e at√© pa√≠ses foram impactados pela instrumentalidade desses servos de Deus.

 

SINOPSE DO T√ďPICO (3) 

Segundo Efésios 4.11 o dom ministerial de apóstolo está em plena vigência na igreja atual.

 

CONCLUSÃO

Nos moldes do col√©gio dos doze, o minist√©rio apost√≥lico n√£o existe atualmente. Entretanto, o dom ministerial de ap√≥stolo citado por Paulo em Ef√©sios 4.11 est√° em plena vig√™ncia. Pastores experimentados, evangelistas e mission√°rios que desbravaram os rinc√Ķes do nosso pa√≠s ou em pa√≠ses inimigos do Evangelho, s√£o pessoas portadoras desse dom ministerial. S√£o os verdadeiros ap√≥stolos da Igreja de Cristo hoje.

 

AUX√ćLIO BIBLIOGR√ĀFICO - I

"Jesus é o supremo Sumo Sacerdote e Apóstolo (Hb 3.1).

A palavra apóstolo era usada, no entanto, para qualquer mensageiro nomeado e comissionado a algum propósito. Epafrodito foi um mensageiro (apóstolo) nomeado pela igreja em Filipos e enviado a Paulo (Fp 2.25). Os companheiros de Paulo eram os mensageiros (apóstolos) enviados pelas igrejas e por elas comissionados (2 Co 8.23).

 

Os doze, apenas, eram apóstolos específicos. Depois de uma noite em oração, Jesus os escolheu do meio de um grupo de discípulos e os chamou apóstolos (Lc 6.13). Pedro recomendou que os doze tinham um ministério e supervisão especiais (At 2. 20,25,26), provavelmente tendo em mente a promessa de que eles futuramente julgariam (governariam) as 12 tribos de Israel (Mt 19.28). Sendo assim, nenhum apóstolo foi escolhido, depois de Matias, para estar entre os doze. Nem foram nomeados substitutos, quando estes foram martirizados. Na Nova Jerusalém há apenas 12 alicerces, com os nomes dos 12 apóstolos inscritos neles (Ap 21.14).

Os doze, portanto, eram um grupo limitado, e realizavam uma função especial na pregação, no ensino e no estabelecimento da Igreja, além de testificar da ressurreição de Cristo, com poder. Ninguém mais pode ser um apóstolo no sentido em que eles foram" (HORTON, Stanley M. A Doutrina do Espírito Santo no Antigo e Novo Testamento. 12.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.287).

 

AUX√ćLIO BIBLIOGR√ĀFICO - II

"AP√ďSTOLO

Os ap√≥stolos foram testemunhas oculares das atividades de Jesus na terra e consequentemente testificaram que Jesus era o Senhor ressurrecto (Lc 24.45-48; 1 Jo 1.1-3). Os pr√©-requisitos para a substitui√ß√£o apost√≥lica nesta fun√ß√£o √ļnica s√£o dados em At 1.21,22. A lista de ap√≥stolos de Lucas (Lc 6.14-16; At 1.13) corresponde √† lista dos doze dadas em Mateus 10.2-4 e Marcos 3.16-19. Mateus lista os disc√≠pulos aos pares, supostamente como enviados por Jesus. Tadeu (em Mateus e Marcos) era id√™ntico a Judas o filho de Tiago (em Lucas). Pedro, Tiago e Jo√£o formavam um c√≠rculo √≠ntimo dentre os doze, e estavam presentes no epis√≥dio da transfigura√ß√£o (Mt 17.1-9; Mc 9.2-10; Lc 9.28-36) e no Gets√™mani (Mt 26.36-46; Mc 14.32-42; Lc 22.39-46). Os doze foram selecionados para ser os companheiros de Jesus e proclamar o Evangelho (Mc 3.14). Durante o minist√©rio de Jesus, os doze serviram como seus representantes, uma fun√ß√£o compartilhada por outros (Lc 10.1).

Aparentemente, a posi√ß√£o dos ap√≥stolos n√£o foi fixada permanentemente antes da ressurrei√ß√£o (Mt 19.28-30; Lc 22.28-34; cf. Jo 21.15-18). O Cristo ressurrecto fez deste grupo seleto de testemunhas do seu minist√©rio e ressurrei√ß√£o, ap√≥stolos e testemunhas permanentes de que Ele √© o Senhor, os comissionou como mission√°rios, os instruiu a ensinar e batizar (Mt 28.18-20; Mc 16.15-18; Lc 24.46-48), e completou o processo com o envio do Esp√≠rito Santo no Pentecostes (Lc 24.49; At 1.1-8; 2.1-13). No per√≠odo inicial, os 12 ap√≥stolos eram os √ļnicos ensinadores e l√≠deres da igreja, e outros of√≠cios foram derivados deles (At 6.1-6; 15.4). O apostolado n√£o implicava em uma lideran√ßa permanente. Embora Pedro tenha iniciado miss√Ķes aos judeus (Atos 2) e aos gentios (At 10.11 1.18), Tiago o substituiu como l√≠der entre os judeus, e Paulo como l√≠der entre os gentios.

Os membros da igreja são sacerdotes, reis, servos de Deus e santos que usam seus dons para a edificação da igreja como um todo (1 Co 12.1-11; 1 Pe 2.9; Ap 1.6; 5.8,10; 7.3) e, como os apóstolos, são mediadores de Cristo (Mt 25.40,45; Mc 9.37; Lc 9.48) e reinarão com Ele (Ap 3.21).

 

EXERC√ćCIOS

1. Segundo as epístolas aos Efésios e aos Coríntios, quantos e quais são os dons ministeriais?

R. São cinco dons: Apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores.

 

2. De acordo com o Dicionário Bíblico Wycliffe, defina o termo grego apóstolos.

R. Apóstolos origina do verbo apostellein que diz respeito a "enviar", "remeter".

 

3. Qual era a cidadania do apóstolo Paulo?

R. Ele era judeu de cidadania romana.

 

4. De acordo com a lição, ainda existem apóstolos?

R. Nos moldes do colégio dos doze, o ministério apostólico não existe mais. Todavia o dom ministerial de apóstolo citado em Efésios 4.11 está em plena vigência.

 

5. Na atualidade, quem são os verdadeiros apóstolos?

R. Os mission√°rios.

EBD - Lição 5: Dons de Elocução

ūüéĮ Li√ß√Ķes B√≠blicas Adultos 2¬ļ trimestre de 2021, CPAD

ūüéĮ Assunto: Dons Espirituais e Ministeriais — Servindo a Deus e aos homens com poder extraordin√°rio

ūüéĮ Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima

TEXTO √ĀUREO

"Se algu√©m falar, fale segundo as palavras de Deus; se algu√©m administrar, administre segundo o poder que Deus d√°, para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a gl√≥ria e o poder para todo o sempre. Am√©m!"  (1 Pe 4.11).

 VERDADE PR√ĀTICA

Os dons de profecia, de variedades de línguas e de interpretação das línguas são para edificar, exortar e consolar a Igreja de Cristo


HINOS SUGERIDOS 33, 77, 185



LEITURA DI√ĀRIA

Segunda – Jo 17.17

A Palavra de Deus é a verdade

Terça Р1 Tm 4.14

N√£o despreze o dom de Deus

Quarta – 1 Co 14.3

Os objetivos do dom de profecia

Quinta – 1 Co 14.32

Equilíbrio e bom-senso quanto aos dons

Sexta – 1 Co 14.22-25

Sinais para os fiéis e para os infiéis

S√°bado – 1 Co 12.31

Buscar os dons com zelo

 

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

1 Coríntios 12.7,10-12; 14.26-32

 

INTERAÇÃO

Prezado professor, na lição de hoje estudaremos a respeito dos três dons de elocução: profecia, variedade de línguas e interpretação. Qual o propósito destes dons? Atualmente temos visto muita confusão e falta de sabedoria no uso destes dons, em especial o de profecia, por isso, precisamos estudar com afinco este tema a fim de que não sejamos enganados pelos falsos profetas.

 

Paulo exortou os crentes de Corinto para que eles procurassem com zelo os dons espirituais e em especial o dom de profecia, pois aquele que profetiza edifica toda a igreja. Por isso, ao preparar a lição, ore e peça que o Senhor conceda a você e aos seus alunos os dons de profecia, de falar em línguas estranhas e o de interpretá-las.

 

OBJETIVOS

Após a aula, o aluno deverá estar apto a:

I. Analisar biblicamente o dom de profecia. 

II. Compreender o dom de variedade de línguas.

III. Valorizar o dom de interpretação de línguas.

 

ORIENTA√á√ÉO PEDAG√ďGICA

 

Professor, para introduzir o primeiro t√≥pico da li√ß√£o, fa√ßa as seguintes indaga√ß√Ķes: "O que √© ser profeta?" "Qual √© a fun√ß√£o do profeta?" Depois de ouvir os alunos, explique que o profeta √© aquele que fala em lugar de outrem. Sua fun√ß√£o √© proclamar os or√°culos de Deus a fim de que a Igreja seja edificada, exortada e consolada. A Palavra de Deus nos exorta a n√£o desprezarmos as profecias, todavia precisamos examin√°-las com sabedoria, de acordo com a Palavra de Deus, pois muitos falsos profetas t√™m se levantado atualmente. Leia, juntamente com os alunos 1 Tessalonicenses 5.20,21. Ressalte que a Igreja n√£o pode deixar de julgar as profecias e discernir os esp√≠ritos.

 


INTRODUÇÃO

 

O estudo da li√ß√£o desta semana concentrar-se-√° nos tr√™s dons classificados como os de elocu√ß√£o: profecia, variedade de l√≠nguas e interpreta√ß√£o das l√≠nguas. Os prop√≥sitos destes dons especiais s√£o os de edificar, exortar e consolar a Igreja de Cristo (1 Co 14.3). Isso porque os dons de elocu√ß√£o s√£o manifesta√ß√Ķes sobrenaturais vindas de Deus, e n√£o podem ser utilizadas na igreja de forma incorreta. Assim, devemos estudar estes dons com dilig√™ncia, rever√™ncia e temor de Deus, para n√£o sermos enganados pelas falsas manifesta√ß√Ķes.

 

I. DOM DE PROFECIA (1 Co 12.10)

 

1. O que é o dom de profecia?

De acordo com Stanley Horton, o dom de profecia relatado por Paulo em 1 Cor√≠ntios 14 refere-se a mensagens espont√Ęneas, inspiradas pelo Esp√≠rito, em uma l√≠ngua conhecida para quem fala e tamb√©m para quem ouve, objetivando edificar, exortar ou consolar a pessoa destinat√°ria da mensagem. Profetizar n√£o √© desejar uma b√™n√ß√£o a uma pessoa, pois essa n√£o √© a finalidade da profecia. Infelizmente, por falta de ensino da Palavra de Deus nas igrejas, aparecem v√°rias aberra√ß√Ķes concernentes ao uso incorreto deste dom. N√£o poucos crentes e igrejas locais sofrem com as consequ√™ncias das falsas profecias. Apesar de exortar-nos a n√£o desprezar ou sufocar as profecias na igreja local (1 Ts 5.20), as Escrituras orientam-nos a que examinemos "tudo", julgando e discernindo, pelo Esp√≠rito, o que est√° por tr√°s das mensagens. Toda profecia espont√Ęnea deve ser julgada (1 Co 14.29-33).

 

2. A relev√Ęncia do dom de profecia.

O dom de profecia √© t√£o importante para a Igreja de Cristo que o ap√≥stolo Paulo exortou a sua busca (1 Co 14.1). N√£o obstante, ele igualmente recomendou que o exerc√≠cio desse dom fosse observado pela ordem e cuidado nos cultos (1 Co 14.40). Os crentes de Corinto deveriam julgar as profecias quanto ao seu conte√ļdo e a origem de onde elas procedem (1 Co 14.29), pois elas possuem tr√™s fontes distintas: Deus, o homem ou o Diabo. Devemos nos cuidar, pois a B√≠blia, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, mostra a√ß√Ķes dos falsos profetas. O Senhor Jesus nos alertou: "Acautelai-vos, por√©m, dos falsos profetas, que v√™m at√© v√≥s vestidos como ovelhas, mas interiormente s√£o lobos devoradores" (Mt 7.15). Vigiemos!

 

3. Prop√≥sitos da profecia. 

A profecia contribui para a edifica√ß√£o do crente. Por√©m, ainda existe muita confus√£o a respeito do uso dos dons de elocu√ß√£o, e em especial ao de profecia e sua fun√ß√£o. H√° l√≠deres permitindo que as igrejas que lideram sejam guiadas por supostos profetas. A Igreja de Jesus Cristo deve ser conduzida segundo as Escrituras, pois esta √© a inerrante Palavra de Deus. A B√≠blia Sagrada, a Profecia por excel√™ncia, deve ser o manual do l√≠der crist√£o. Outros l√≠deres, tamb√©m erroneamente, n√£o tomam decis√£o alguma sem antes consultar um "profeta" ou uma "profetisa".  Estes profetizam aquilo que as pessoas querem ouvir e n√£o o que o Senhor realmente quer falar. Todavia, a Palavra de Deus alerta-nos a que n√£o ou√ßamos a tais fals√°rios (Jr 23.9-22).

 

SINOPSE DO T√ďPICO (1)

O propósito do dom de profecia é edificar, exortar e consolar a Igreja (1 Co 14.3).

 

II. VARIEDADE DE L√ćNGUAS (1 Co 12.10)

 

1. O que é o dom de variedades de línguas?

acordo com o te√≥logo pentecostal Thomas Hoover, o dom de l√≠nguas √© "a habilidade de falar uma l√≠ngua que o pr√≥prio falante n√£o entende, para fins de louvor, ora√ß√£o ou transmiss√£o de uma mensagem divina". Segundo Stanley Horton, "alguns ensinam que, por estarem alistados em √ļltimo lugar, estes dons s√£o os de menor import√Ęncia". Ele acrescenta que tal "conclus√£o √© insustent√°vel", pois as "cinco listas de dons encontradas no Novo Testamento colocam os dons em ordens diferentes". O dom de variedades de l√≠nguas √© t√£o importante para a igreja quanto os demais apresentados em 1 Cor√≠ntios 12.

 

2. Qual é a finalidade do dom de variedade de línguas?

O primeiro prop√≥sito √© a edifica√ß√£o da vida espiritual do crente (1 Co 14.4). As l√≠nguas, ao contr√°rio da profecia, n√£o edificam ou exortam a igreja. Elas s√£o para a devo√ß√£o espiritual do crente que recebe este dom. √Ä medida que o servo de Deus fala em l√≠nguas estranhas vai sendo  tamb√©m edificado, pois o Esp√≠rito Santo o toca e renova diretamente (1 Co 14.2).

 

3. Atualidade do dom.

√Č preciso deixar claro que a variedade de l√≠nguas n√£o √© um fen√īmeno exclusivo do per√≠odo apost√≥lico. O Senhor continua aben√ßoando os crentes com este dom e cremos que assim o far√° at√© a sua vinda. No Dia de Pentecostes, todos os crentes reunidos no cen√°culo foram batizados com o Esp√≠rito Santo e falaram noutras l√≠nguas pelo Esp√≠rito (At 1.4,5; 2.1-4). √Č um dom t√£o √ļtil √† vida pessoal do crente em nossos dias quanto o foi nos dias da igreja primitiva.

 

SINOPSE DO T√ďPICO (2)

O dom de línguas é tão importante para a igreja quanto os demais apresentados em 1 Coríntios 12.

 

III. INTERPRETA√á√ÉO DE L√ćNGUAS (1 Co 12.10)

 

1. Definição do dom.

Thomas Hoover ensina que a interpretação das línguas é "a habilidade de interpretar, no próprio vernáculo, aquilo que foi pronunciado em línguas". Na igreja de Corinto havia certa desordem no culto com relação aos dons espirituais, por isso, Paulo os advertiu dizendo: "E, se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois ou, quando muito, três, e por sua vez, e haja intérprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja e fale consigo mesmo e com Deus" (1 Co 14.27,28).

 

2. Há diferença entre dom de interpretação e o de profecia?

Embora haja semelhan√ßa s√£o dons distintos. O dom de interpreta√ß√£o de l√≠nguas necessita de outra pessoa, tamb√©m capacitada pelo Esp√≠rito Santo, para que interprete a mensagem e a igreja seja edificada. Do contr√°rio, os crentes ficar√£o sem entender nada. J√° no caso da profecia n√£o existe a necessidade de um int√©rprete. Est√™vam √āngelo de Souza definiu bem essa quest√£o quando disse que "n√£o haver√° interpreta√ß√£o se n√£o houver quem fale em l√≠nguas estranhas, ao passo que a profecia n√£o depende de outro dom".

 

SINOPSE DO T√ďPICO (3)

O dom de línguas é tão importante para a igreja quanto os demais apresentados em 1 Coríntios 12.

 

CONCLUSÃO

 

Ainda que haja muitas pessoas em diversas igrejas que n√£o aceitem a atualidade do batismo com o Esp√≠rito Santo e dos dons espirituais - os chamados "cessacionistas" - Deus continua aben√ßoando os crentes com suas d√°divas. Portanto, n√£o podemos desprezar o dom de profecia, o de falar em l√≠nguas estranhas e o de interpret√°-las. Por√©m, fa√ßamos tudo conforme a B√≠blia: com sabedoria, dec√™ncia e ordem (1 Co 14.39,40). Agindo dessa forma, Deus usar√° os seus filhos para que sejam portadores das manifesta√ß√Ķes gloriosas dos c√©us.

 

 

 

AUX√ćLIO BIBLIOGR√ĀFICO - I

"Paulo era grato a Deus por falar em l√≠nguas, e mais do que todos os cor√≠ntios. Na igreja, por√©m, diz que preferiria falar cinco palavras com seu entendimento, a fim de que pudesse, pela sua voz ensinar aos outros, do que dez mil palavras em l√≠nguas (1 Co 14.18,19). Mas n√£o deseja com isso excluir as l√≠nguas. √Č parte leg√≠tima de sua adora√ß√£o (1 Co 14.26).

 

Paulo lhes adverte para que cessem de proibir o falar em l√≠nguas. Segundo parece, alguns n√£o gostavam da confus√£o causada pelo uso exagerado das l√≠nguas. Procuravam solucionar o problema por meio da proibi√ß√£o total do falar em l√≠nguas. Mas a experi√™ncia era preciosa, e a b√™n√ß√£o excelente, para a maioria dos cor√≠ntios aceitar essa proibi√ß√£o. Alguns dizem hoje: 'H√° problemas envolvidos no falar em l√≠nguas; vamos evit√°-las, portanto'. Mas n√£o foi essa a solu√ß√£o de Paulo para si, nem para a Igreja. At√© mesmo os limites que Paulo imp√Ķe n√£o tinham a inten√ß√£o de impedir as l√≠nguas. Tratava-se, apenas, de dar mais oportunidade, para maior edifica√ß√£o a outros dons" (HORTON, Stanley M. A Doutrina do Esp√≠rito Santo no Antigo e Novo Testamento. 12.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.242).

 

AUX√ćLIO BIBLIOGR√ĀFICO - II

"Natureza Encarnacional dos Dons

Os crentes desempenham um papel vital no ministério dos dons. Romanos 12.1-3 nos diz para apresentarmos nosso corpo e mente como adoração espiritual e que testemos e aprovemos o que for a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

 

Semelhantemente, 1 Coríntios 12.1-3 nos adverte a não perdermos o controle do corpo e a não sermos enganados pela falsa doutrina, mas deixar Jesus ser Senhor. E Efésios 4.1-3 nos recomenda um viver digno da vocação divina, tomar a atitude correta e manter a unidade do Espírito.

 

Nosso corpo √© o templo do Esp√≠rito Santo e, portanto, deve estar envolvido na adora√ß√£o. Muitas religi√Ķes pag√£s ensinam um dualismo entre o corpo e o esp√≠rito. Para elas, o corpo √© mau, uma pris√£o, ao passo que o esp√≠rito √© bom e precisa ser liberto. Essa opini√£o era comum no pensamento grego.

 

Paulo conclama os coríntios a não se deixarem influenciar pelo passado pagão. Antes, perdiam o controle; como consequência, podiam dizer qualquer coisa e alegar que provinha do Espírito de Deus. O contexto bíblico dos dons não indica nenhuma perda de controle. Pelo contrário, à medida que o Espírito opera através de nós, temos mais controle do que nunca. Entregamos nosso corpo e mente a Deus como instrumentos a seu serviço" (HORTON, Stanley (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p.469).

 

EXERC√ćCIOS

 

1. Quais são os propósitos da profecia?

R. Exortar, consolar e edificar.

 

2. Quais são as três fontes de onde podem proceder as profecias?

R. Deus, o homem ou o Diabo.

 

3. Segundo o teólogo Thomas Hoover, o que é o dom de línguas?

R. "√Č a habilidade de falar uma l√≠ngua que o pr√≥prio falante n√£o entende, para fins de louvor, ora√ß√£o ou transmiss√£o de uma mensagem divina".

 

4. Qual é a finalidade principal do dom de variedade de línguas?

R. √Č a edifica√ß√£o da vida espiritual do crente.

 

5. Defina, de acordo com a lição, o dom de interpretação de línguas.

R. "√Č a habilidade de interpretar no pr√≥prio vern√°culo, aquilo que foi pronunciado em l√≠nguas".