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  • A Igreja e a sua Nobre Missão

    Segundo o Dicionário Bíblico Wycliffe (2006), no Novo Testamento, a palavra igreja é uma tradução da palavra grega ekklesia, que não refere a um lugar de adoração, mas tem em vista uma reunião de pessoas.


    A palavra grega é um derivado do verbo ekkaleo - ek significa fora e kaleo significa chamar ou convocar. Portanto, o significado literal do termo é chamar para fora.
    SUGESTÃO DE LEITURA – Clique e Leia:

    Lição 5 - A mordomia da Igreja Local

    Lições Bíblicas do 3° trimestre de 2019 - CPAD | Classe: Adultos | Data da Aula: 4 de Agosto de 2019.
    TEXTO ÁUREO
    “Escrevo-te estas coisas [...] para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade." (1 Tm 3.14,15)

    VERDADE PRÁTICA
    O cristão deve valorizar a igreja local como ambiente de adoração, comunhão e serviço ao Reino de Deus.

    LEITURA DIÁRIA
    Segunda - Mt 16.18: Jesus edifica a sua Igreja
    Terça - At 12.5: Uma igreja de oração
    Quarta - Rm 16.5: A igreja em casa
    Quinta -1 Co 4.17 Igreja, lugar de ensino
    Sexta -1 Co 14.12: Igreja, lugar de edificação
    Sábado - Ef 1.22: Jesus, o Cabeça da Igreja

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
    Atos 9.31; 1 Coríntios 1.1,2; Hebreus 10.24,25
    Atos 9
    31 - Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galileia, e Samaria tinham paz e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e na consolação do Espírito Santo.

    1      Coríntios 1
    1        - Paulo (chamado apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus) e o irmão Sóstenes,
    2        - à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus,
    chamados santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso.

    Hebreus 10
    24      - E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras,
    25      - não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia.

    HINOS SUGERIDOS: 53,376, 530 da Harpa Cristã

    OBJETIVO GERAL
    Expor que a igreja local é um ambiente de adoração, comunhão e serviço.

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS
    I. Apresentara mordomia dos bens espirituais;
    II. Refletir sobre a mordomia da ação social da Igreja;
    III. Conscientizar acerca da mordomia dos crentes na igreja Local.

    • INTERAGINDO COM O PROFESSOR
    Já se perguntou a respeito de quem a igreja local é constituída? Uma pergunta sempre é especial para o início de uma reflexão. 4 nossa, nesta lição, é sobre a igreja local. Essa igreja, amada por muitos, mas "odiada" por outros. Há quem pense que se pode amar Cristo, mas não a sua Igreja. Uma das coisas mais significativas no Novo Testamento, a partir do ministério dos apóstolos, era o amor deles pela Igreja. Esse amor só foi possível por causa do exemplo maior de Jesus Cristo, o fundador da Igreja. Nesta lição, queremos que você seja encorajado a amar a Igreja, a servi-la e a defendê-la.

    Veja a vídeo aula

    PONTO CENTRAL
    A igreja local é um ambiente de adoração, comunhão e serviço.

    INTRODUÇÃO
    A igreja local é formada por pessoas que se reúnem para adorar, congregar e servir a Deus. Nesta lição, refletiremos sobre as nossas responsabilidades quanto ao lugar no qual desenvolvemos nossa comunhão com o Pai Celeste e com os irmãos em Cristo. Que o Espírito Santo nos guie neste estudo!

    I - A MORDOMIA DOS BENS ESPIRITUAIS

    1. A mordomia e a valorização da Palavra de Deus.
    Ao longo dos séculos, Deus confiou a proclamação de sua Palavra aos seus seguidores. Há mais de 1490 anos antes de Cristo, Deus falou com e por meio de Moisés (Êx 3.1-22; 17.14). Tempos depois, falou por intermédio de outros profetas a partir de Samuel até Malaquias. E, nos últimos dias, revelou-se através de seu Filho, Jesus Cristo (Hb 1.1).


    Hoje, pastores, evangelistas, discipuladores e professores da Escola Dominical são os mordomos que cuidam da evangelização e do discipulado nas igrejas locais. Por isso, todos devem zelar pela Palavra de Deus, lendo-a, estudando-a em profundidade e realçando o seu inestimável e infinito valor.

    Espera-se que, na liturgia do culto cristão, a Palavra de Deus tenha a primazia (Sl 119.11). Num culto, a pregação e o ensino da Bíblia Sagrada deve ter toda a prioridade. Se a mordomia da Palavra for negligenciada, os prejuízos espirituais da congregação serão grandes e, às vezes, irremediáveis.

    2. A mordomia na evangelização e no discipulado.
    Uma das melhores formas de se exercer a mordomia da Palavra de Deus é evangelizar todos os tipos de pessoas (Mc 16.15,16). De acordo com essa demanda, a Palavra de Deus deve ser proclamada "a tempo e fora de tempo" (2 Tm 4.2). Somente ela pode transformar o interior das pessoas.

    Todavia, paralelo à evangelização, deve ocorrer o discipulado eficaz (Mt 28.19), que é a mordomia da Palavra exercida de maneira pessoal no curto, médio e longo prazos. Sem discipulado não há aprofundamento da fé, perseverança, fidelidade e maturidade cristã. Isso é o que as estatísticas missionárias revelam. Onde há real discipulado, a maior parte das pessoas permanece em Cristo. Mas, quando o discipulado é ignorado, esse dado cai vertiginosamente.

    3. A mordomia no uso dos dons espirituais.
    Os dons espirituais são concedidos por Deus para dar poder e unção à Igreja. Eles confirmam a pregação da Palavra, a fim de glorificar a Cristo. A Bíblia mostra que os dons espirituais foram confiados unicamente à Igreja, ou seja, aos salvos: "Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus" (1 Pe 4.10 - grifo meu).

    Na Bíblia há orientação para o uso correto dos dons espirituais (1 Co 14.40). Por esse motivo, certas práticas estranhas ao Movimento Pentecostal não devem ser estimuladas nem toleradas no culto público, tais como marchar, pular, rodopiar ao som de batidas, correr de um Lado para outro, sapatear, fazer "aviõezinhos" etc. Segundo a Bíblia, isso é meninice, imaturidade e, muitas vezes, revela apenas carnalidade e infantilidade (1 Co 3.1).

    SÍNTESE DO TÓPICO I
    A mordomia dos bens espirituais envolve a valorização da Palavra de Deus, a evangelização, o discipulado e o uso dos dons espirituais.

    SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
    Quantos minutos você gasta por dia para Ler a Bíblia e orar? Quantas vezes na semana você evangeliza uma pessoa? Você acompanha algum novo convertido na sua igreja local? Você se preocupa com o exercício dos dons espirituais na sua igreja? Você tem algum dom espiritual?

    Essas são algumas perguntas que sugerimos para o início da exposição deste primeiro tópico. A ideia é que a classe pense com seriedade acerca dessa disciplina indispensável ao crente. O que permeia essas perguntas é encontrado na vida de muitos cristãos santos que gastaram suas vidas para ler a Bíblia, orar, evangelizar, discipular, exercer os dons espirituais: mordomia espiritual. Assim, estimule seus alunos a seguir os exemplos desses servos abnegados.
    CONSULTE
    II - A MORDOMIA DA AÇÃO SOCIAL DA IGREJA

    1. A assistência social no Antigo Testamento.
    No Antigo Testamento, encontramos o fundamento para a obra de assistência social:

    1.1.    Nos salmos.
    Davi, homem de Deus, analisando a situação do próximo, afirmou: "Fui moço, e agora sou velho, mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão" (Sl 37.25). Certamente, já com idade avançada, o salmista podia concluir que o "Jeová Jiré" não desampara jamais aqueles que o servem (Sl 82.3,4).

    1.2. Nos provérbios.
    O sábio escreveu: "Informa-se o justo da causa do pobre, mas o ímpio não compreende isso" (Pv 29.7). O texto mostra que não podemos nos omitir quanto à necessidade de nossos irmãos.

    1.3. Nos profetas.
    Isaías, o profeta messiânico, clamou pelos necessitados (Is 1.17). Jeremias, o "profeta das lágrimas", falou em defesa dos oprimidos (Jr 22.3). O profeta Ezequiel não deixou de contribuir, protestando contra Jerusalém, pela sua omissão em atender aos pobres (Ez 16.49). Zacarias foi usado por Deus de igual modo para exortar sobre o cuidado com os necessitados, incluindo órfãos, viúvas e estrangeiros (Zc 7.9,10).

    2. Assistência social no Novo Testamento.
    Aqui também encontramos fundamentos para a obra de assistência social:

    2.1. Nos Evangelhos.
    Jesus, em seu ministério, multiplicou pães e peixes duas vezes para alimentar as multidões (Mt 14.13-21; Mt 15.29-39). Isso indica que Jesus deu muita importância à necessidade de socorrer os famintos. Assim, na igreja local, os cristãos têm o privilégio de prover o alimento necessário para aqueles que necessitam do pão cotidiano.

    2.2. Nos Atos dos Apóstolos.
    Os diáconos foram escolhidos para cuidar da assistência social da igreja. Tal trabalho foi considerado pelos apóstolos um "importante negócio" (At 6.1-6). Dentre as características da Igreja Primitiva, vemos que os crentes "tinham tudo em comum" (At 2.44,45).

    2.3. Nas Epístolas.
    O apóstolo Paulo, ensinando sobre os dons, dá ênfase ao ministério de socorro aos pobres e carentes (Rm 12.8). O apóstolo Tiago, de início, em sua carta, já afirma que a verdadeira religião é visitar os órfãos e as viúvas e guardar-se da corrupção (Tg 1.27), pois "a fé sem as obras é morta em si mesma" (Tg 2.17).

    3. Agindo para glória de Deus e o alívio do próximo.
    Não precisamos, portanto, do Socialismo, ou do Marxismo, ou da Teologia da Libertação (braço auxiliar do marxismo que dessacraliza o evangelho e politiza o Reino de Deus) para acolher e cuidar dos necessitados. Os representantes dessas ideologias usam um ideal supostamente nobre para escravizar pessoas e perpetuarem-se no poder. Infelizmente, o nosso país, bem como toda a América Latina, é vítima dessa ideologia nefasta.

    O fundamento da igreja local para a prática social está nos salmistas, nos profetas, em Cristo e nos apóstolos, ou seja, em toda a Bíblia. A Igreja de Cristo deve socorrer os menos favorecidos porque o amor de Deus está em nós, e, portanto, devemos amar o nosso semelhante (Mc 12.30,31; cf. Gl 2.10).

    Que estrutura as igrejas locais têm para atender os novos convertidos que se acham entre certos grupos: prostitutas, moradores de rua, drogados, famintos, deficientes e deprimidos? É preciso, à luz do exemplo do nosso Salvador, e dentro das nossas possibilidades (Ec 9.10), estruturar o mínimo de condições para resgatar tais segmentos. Sejamos zelosos na mordomia da ação social!

    SÍNTESE DO TÓPICO II
    A ação social no Antigo Testamento tem base nos livros dos Salmos, Provérbios e profetas; no Novo, nos evangelhos, nos Atos dos Apóstolos e nas epístolas.

    SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO
    Diakonia ('Serviço', 'ministério'). São os esforços no serviço a Cristo que continuam o ministério encarnacional que realizou e que nos ajuda a realizar. O caráter desse ministério é servir; não imita o padrão da autoridade ou do propósito que este mundo impõe. A essência do ministério tem sido exemplificada por Cristo de uma vez para sempre (Mc 10.45) e, como consequência, servimos a Cristo por meio de servir à criação que está debaixo do seu senhorio.

    A dimensão de serviço no ministério leva-nos, além de divulgar as boas-novas com denodo e coragem, a participar do desejo de Deus que é alcançar de modo prático os marginalizados da sociedade. As pessoas que não têm ninguém para pleitear a sua causa, e que se encontram desconsideradas e abandonadas, também foram criadas à imagem de Deus. A Igreja, revestida pelo poder do Espírito, terá de passar das palavras para ações se quer ver realizados os propósitos de Deus. Não poderá haver maneira de fugir deste fato: se vamos realmente servir no ministério continuado de Jesus Cristo, esse serviço deverá seguir o exemplo do seu ministério" (HORTON, M. Horton (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2018, p.604).

    Ill - A MORDOMIA DOS CRENTES NA IGREJA LOCAL

    1. Em primeiro lugar é preciso congregar.
    É notório o crescimento dos "desigrejados". Não temos espaço aqui para entrar em detalhes sobre o fenômeno. Entretanto, um dos maiores perigos deste movimento é esta falsa ideia: já que a "igreja sou eu", não preciso frequentar os cultos regulares, nem ser membro de uma igreja local.

    Ora, não é isso o que a Bíblia ensina, mas exatamente o contrário: "não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns" (Hb 10.25). Quer sua igreja local seja grande, quer seja pequena, ou um ponto de pregação, alegre-se em orar com os irmãos, participar da ceia do Senhor, ouvir a Palavra de Deus, compartilhar os dons espirituais e assistir aos mais necessitados. Tenha a alegria de congregar! Ame a Cristo, o cabeça; mas ame também a Igreja, o seu corpo.

    2. Líderes cristãos como mordomos.
    Os pastores das igrejas locais, como mordomos cristãos, têm grande responsabilidade diante de Deus pelas almas que lhe são confiadas. Essa responsabilidade está amparada no próprio exemplo de Jesus. Nosso Senhor ensina-nos como cuidar das almas que o Pai nos confiou. Ele lavou os pés aos discípulos, e ensinou: "Entendeis o que vos tenho feito? [...] Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também" (Jo 13.12,15-grifo meu). Aqui, está claro que nenhum líder deve comportar-se como "maior que os outros", inacessíveis aos humildes servos do Senhor, mas todos devem fazer parte da "irmandade da bacia e da toalha". Essa perspectiva consciente da liderança evangélica é o mais eficaz antídoto contra o orgulho.

    3. A mordomia dos membros e congregados.
    Numa igreja local, além dos líderes terem uma responsabilidade específica, o membro do Corpo de Cristo deve ser útil à Obra do Senhor, exercendo a mordomia do Reino de Deus conforme a sua capacidade. Orando, louvando, testemunhando, evangelizando, visitando enfermos e afastados, liderando departamentos e realizando outras atividades. É preciso trabalhar "enquanto é dia" (Jo 9.4).

    SÍNTESE DO TÓPICO III
    A mordomia dos crentes na igreja local leva em conta a necessidade de congregar, os líderes e também os membros como mordomos do Reino de Deus.

    SUBSÍDIO VIDA CRISTÃ
    Há vária passagens no Novo Testamento nas quais podemos ver uma descrição clara do que significa ser membro da igreja. Uma das seções mais volumosas está em 1 Coríntios 12 a 14. Em 1 Coríntios 12, Paulo explica a metáfora da igreja como um corpo com muitos membros. Em 1 Coríntios 13, ele estabelece o amor como a atitude e a ação centrais que todos os membros devem ter. E em 1 Coríntios 14, ele se volta à igreja em Corinto, cuja visão a respeito do conceito de membresia está equivocada.

    Alguns líderes e membros da igreja entendem o conceito de membresia como um conceito organizacional ou ligado à administração. Por isso, eles refutam a ideia de que sua visão seja antibíblica. Contudo, o conceito de membresia é extremamente bíblico. A Bíblia explica 'membros' de um modo diferente da cultura secular. Por exemplo, observe o termo em 1 Coríntios 12.27,28:

    'Ora, vós sois o corpo de Cristo e seus membros em particular. E a uns pôs Deus na igreja...'.

    Você percebe a diferença? Os membros de uma igreja compõem o todo e são partes essenciais do todo [...]" (RAINER, Thom S, Eu Sou Membro de Igreja: Descobrindo a atitude que faz a diferença. Rio de janeiro: CPAD, 2018, p.25).

    CONCLUSÃO

    A mordomia na igreja Local abrange muitas tarefas. Precisamos saber a nossa vocação e perseverar nela para servir melhor ao Senhor e à sua Igreja. É um grande privilégio servir a Deus com os dons que Ele nos deu. Portanto, seja um mordomo fiel na igreja em que você congrega. Ame a Deus, ame ao próximo, ame à igreja e congregue com alegria. Valorize a igreja local.

    PARA REFLETIR
    A respeito de "A Mordomia da Igreja Local", responda:

    1) Quem são os mordomos da Palavra de Deus, hoje?
    Pastores, evangelistas, discipuladores e professores da Escola Dominical.

    2) Qual a melhor maneira de se exercer a mordomia da Palavra de Deus?
    Uma das melhores formas de exercer a mordomia da Palavra de Deus é evangelizar todos tipos de pessoas (Mc 16.15,16).

    3) A quem foi confiada a grande mordomia dos dons espirituais?
    A Bíblia mostra que os dons espirituais foram confiados unicamente à Igreja de Cristo, ou seja, aos salvos.

    4) Em que está o fundamento para a nossa prática social?
    O nosso fundamento para a prática social está nos salmistas, nos profetas, em Cristo e nos apóstolos, ou seja, na Bíblia.

    5) Que grande lição Jesus deu aos apóstolos sobre a humildade?
    Ele lavou os pés dos discípulos de maneira humilde.


    Lição 5 – A Mordomia da Igreja Local (Subsídio)

    Subsídio bíblico para a Escola Dominical - classe dos Adultos. Subsídio para a Lição: 5 | Revista do 3° trimestre de 2019 | Fonte: E-book Subsídios EBD Vol. 17 | Acesse aqui a continuação.

    Introdução
    Veremos algumas definições para o termo Igreja e definiremos Igreja Local e Igreja Universal, além de destacarmos alguns compromissos dos crentes como mordomos da Igreja Local.

    Lição 12 - O Governo da Igreja Local (Subsídio)

    OBJETIVOS
    • MOSTRAR o poder de julgamento da igreja local;
    • REFLETIR a respeito do poder institucional na igreja local.

    I. O Poder de Julgamento da Igreja Local

    Paulo propõe um modelo inovador para resoluções de litígios cristãos

    O conflito faz parte da realidade constante da vida do ser humano. Esse foi o motivo da carta de Paulo aos coríntios, onde ele apresenta uma série de conflitos como: 
    a) a divisão partidária dos membros da igreja (1 Co 1); 
    b) o escândalo do incesto e a convivência da igreja (1 Co 5); 
    c) os conflitos entre irmãos sendo submetidos aos tribunais pagãos (1 Co 6); d) a Libertinagem e a prostituição (1 Co 6); 
    e) as práticas pagãs no relacionamento conjugal e sexual (1 Co 7); 
    f) a possibilidade ou não de comer carnes sacrificadas aos ídolos (1 Co 8 e 10); 
    g) a participação das mulheres na celebração do culto (1 Co 11); a participação da Ceia do Senhor sem solidariedade (1 Co 11); a utilização dos dons espirituais (1 Co 12 e 14); o ceticismo quanto à ressurreição (1 Co 15).

    Lição 12 - O Governo da Igreja Local


    Classe: Jovens | Trimestre: 2° de 2019 | Revista: Professor | Fonte: Lições Bíblicas de Jovens, CPAD
    TEXTO DO DIA
    “Apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.” (1 Pe 5.2,3)
    SÍNTESE
    A Igreja é o Corpo de Cristo e toda a autoridade e poder emanam dEle.
    AGENDA DE LEITURA
    SEGUNDA - Mt 16.18: Cristo edificou a sua Igreja
    TERÇA - At 20.28: Deus estabeleceu pastores para apascentar a sua Igreja
    QUARTA - Ef 5.24: A Igreja está sujeita a Cristo
    QUINTA - Ef 5.25: Cristo amou a sua Igreja e se entregou por ela
    SEXTA - Cl 1.18: Jesus é a cabeça do Corpo, da Igreja
    SÁBADO - Cl 1.24 Padecendo em favor do: Corpo, a Igreja
    OBJETIVOS
    • MOSTRAR o poder de julgamento da igreja local;
    • REFLETIR a respeito do poder institucional na igreja local.

    As Preocupações da Igreja Brasileira

    Como membros do Corpo de Cristo, somos chamados a testificar com palavras e ações, a fim de tornarmos o Evangelho cada vez mais notório entre os homens. Não nos esqueçamos, porém, de que possuímos um compromisso de real significação para com nossos semelhantes nas necessidades do dia a dia.

    Com o passar dos anos, torna-se cada vez mais clara a necessidade da igreja em se engajar em certas diretrizes da sociedade, o que implica na inequívoca afirmação de que na busca de soluções para os problemas do mundo hodierno, entre tantos segmentos da sociedade, encontra-se a Igreja.
    Os fiéis em Cristo em momento algum deverão se fazer omissos, mas precisam estar conscientes de que possuem grande responsabilidade como povo de Deus incumbidos de promover a verdadeira cidadania.

    Por isso, somos conclamados à comunhão. Ela permite o crescimento orgânico, promove uma atuação mais coesa e o bom funcionamento dos órgãos e células do Corpo. Assim é o Corpo de Cristo. Junto com a comunidade, a comunhão é a expressão mais clara do que é a igreja. No dizer de Jesus, só assim o mundo vai conhecer que somos seus discípulos e crer que Deus o enviou para libertá-lo da tirania do pecado.

    Quando Jesus disse "Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela", deixou clara a tamanha responsabilidade para o povo que chama pelo seu nome. Assim, temos um grande preço a pagar. Teremos lutas e sacrifícios, no sentido de tornar a noiva de Cristo "sem mácula, nem ruga, nem cousa semelhante, porém, santa e sem defeito", Ef 5.27.

    Por consequência, a igreja brasileira não pode ficar alienada dos deveres e responsabilidades que se encontram inseridos não somente nas páginas das Escrituras Sagradas, mas também na série de normas do comportamento humano, traduzidas nas leis reguladas em sociedade e insculpidas no ordenamento legal de nosso país.

    1 - Lições Bíblicas de Jovens – 3° Trimestre de 2018 – Acesse Aqui
    2 - Lições Bíblicas de Adultos – 3° Trimestre de 2018 – Acesse Aqui
    3 - Lições Bíblicas de Adolescentes – 3° Trimestre de 2018 – Acesse Aqui
    4 – Vídeo Aula – Acesse Aqui

    Lição 3 - O nascimento histórico da Igreja


    Classe: Adolescentes – 3° Trimestre de 2018 - Lição da revista do Professor
    TEXTO BÍBLICO
    Atos 2.1-11,37-41
    Destaque
    “0s apóstolos faziam muitos milagres e maravilhas entre o povo, e os seguidores de Jesus se reuniam no Alpendre de Sa­lomão” (Atos 5.12).
    LEITURA DEVOCIONAL
    SEG. ...................................... Jo 17.20,21
    TER. ....................................... At 2.43-47
    QUA. .................................. 1Tm 3.15,16
    QUI. ........................................ At 11.19
    SEX. ........................................ At 15.1-6
    SÁB. .................................... At 17.4-6
    DOM................................... Rm 15.26
    OBJETIVOS
    - Descrever o nascimento da Igreja no dia de Pentecostes;
    - Mostrar o método de evangelização da Igreja Primitiva;
    - Narrar as primeiras perseguições sofridas pela Igreja.
    Material Didático
    Quadro branco, caneta pincel e apagador.

    Lição 2- Jesus Cristo: o fundador da Igreja


    Classe: Adolescentes – 3° Trimestre de 2018 - Lição da revista do Professor
    TEXTO BÍBLICO
    Mateus 16.16-18
    Destaque
    "Jesus é aquele de quem as Escrituras Sagradas dizem: A pedra que vocês, os construtores, rejeitaram veio a ser a mais importante de todas” (Atos 4.11).
    LEITURA DEVOCIONAL
    SEG. ...................................... Jo 1.1-4
    TER. ....................................... Hb 13.8
    QUA. .................................. At 2.22-24
    QUI. ........................................ Jo 14.6
    SEX. ........................................ Ef 4.15
    SÁB. .................................... Fp 2.5-11
    DOM................................... Ap 1.13-18

    OBJETIVOS
    - Mostrar que Jesus é o fundador da Igreja;
    - Relatar, o ministério de Jesus;
    - Demonstrar a simplicidade da Igreja fundada por Jesus,

    Material Didático
    Lousa ou cartolina e caneta pincel.

    QUEBRANDO A ROTINA

    ESTUDANDO A BÍBLIA
    Conselheiro Maravilhoso”, "Deus Poderoso”, "Pai Eterno”, "Príncipe da Paz”, "Rei dos Reis e Senhor dos Senhores”. Estes e tantos outros títulos só podem ser dados a uma pessoa: Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Que privilégio é fazer parte da igreja fundada por Ele!
     
    E você tem um duplo privilégio, pois além de fazer parte da Igreja e de servir a Jesus, você faz, o que o Mestre mais fez em seu ministério terreno: Ensina as verdades eternas.

    Que honra maravilhosa  Deus lhe deu! Principalmente ensinar para adolescentes, pois da sua classe sairão os futuros instrumentos que serão usados poderosamente na Casa de Deus.

    Grande também é a sua responsabilidade! Então, assim como Jesus, se preocupe em ensinar o melhor para os seus alunos. Seja exemplo para eles, assim como o Mestre é o nosso.

    Se quisermos conhecer o ministério de Jesus, devemos ler os Evangelhos. São os quatro primeiros livros do Novo Testamento (Mateus, Marcos, Lucas e João). Você já os leu? São maravilhosos!
    Mas quando os lemos, sempre nos perguntamos: Se todos os Evangelhos falam sobre a vida de Jesus, por que são tão diferentes um dos outros?

    A preocupação principal dos autores não era simplesmente escrever sobre a vida de Jesus, mas sobre a mensagem de salvação trazida por Ele. Os autores não agiram como jornalistas, que escrevem uma notícia, mas se preocuparam em registrar o principal da mensagem e da vida de Cristo, o sentido da salvação realizada por Deus por intermédio de seu Filho. Cada autor escreveu o seu ponto de vista, aquilo que mais lhe chamou a atenção. Por isso, todos os quatro Evangelhos são verdadeiros e inspirados pelo Espírito Santo, sendo apenas versões diferentes da mesma história.

    O ministério de Jesus
    Jesus nasceu na cidade de Belém (Mt 2.4-6), sendo Augusto o Imperador de Roma (Lc 2.1). Pouco se sabe sobre sua infância, pois a Bíblia nos relata poucos acontecimentos: sua apresentação no templo de Jerusalém (Lc 2.22), a adoração que recebeu dos visitantes do Oriente (Mt 2.11), a fuga para o Egito (Mt 2.13) e, com doze anos, conversando com os mestres da Lei, no Templo de Jerusalém (Lc 2.41-52). O provável é que tenha recebido a educação dada a qualquer menino judeu de sua época, ou seja, recebeu a educação bíblica no lar e na escola da sinagoga para meninos.

    Aprendeu também a profissão de seu pai, o que era comum para todos os meninos judeus. Seu ministério teve início quando tinha trinta anos, logo após ter sido batizado por João Batista (Mt 3.13-16), seguindo a tentação no deserto (Mt 4.1-11) e a escolha dos discípulos (Mt 4.18-22). Ele durou cerca de três anos e se concentrou basicamente na Galileia, tendo algumas passagens por Jerusalém e redondezas.

    Jesus viveu em uma sociedade preconceituosa; os religiosos judeus ensinavam que algumas pessoas não eram merecedoras do amor de Deus. Cristo, então, se aproximava com amor e procurava resgatar aqueles que eram rejeitados por todos: cobradores de impostos, prostitutas, leprosos e samaritanos.

    Como será que estamos agindo? Como Jesus, ou como os religiosos judeus? Devemos sempre nos lembrar de que Deus não aceita o pecado, mas ama o pecador. Não podemos ter nenhum tipo de preconceito, todos devem ouvira mensagem do Evangelho.

    Diferente dos fariseus que não faziam aquilo que ensinavam (Mt 23.1-4), Jesus também ensinava por meio de suas atitudes: quando permitiu que os seus discípulos colhessem espigas no sábado, o que era proibido pela Lei, quis ensinar aos fariseus que esse dia foi feito para o homem e não o contrário (Mc 2.23-28); quando entrou na casa de um cobrador de impostos, algo que um fariseu jamais faria, quis ensinar que são os doentes que precisam de médico e não aqueles que têm saúde (Lc 5.27-32). Como será que estamos agindo? Igual aos fariseus, ou como Jesus? Se dissermos para todo mundo que somos servos de Jesus, não podemos fazer coisas contrárias ao que falamos.

    Jesus realizou muitas curas e milagres que são inexplicáveis à lei natural: curou cegos (Mt 9.27-31), fez com que paralíticos andassem (Lc 5.17-26), purificou leprosos (Mt 8.1-4), ressuscitou mortos (jo 11.38-45), alimentou mais de cinco mil pessoas com cinco pães e dois peixinhos (Mc 6.30-44), acalmou tempestades (Mt 8.23-27), andou em cima da água (Mc 6.45-52), expulsou demônios (Mc 7.24-30), e mesmo tendo feito tantos milagres e maravilhas o apóstolo João afirma que "ainda há muitas outras coisas que Jesus fez. Se todas elas fossem escritas, uma por uma, acho que nem no
    mundo inteiro caberiam os livros que seriam escritos” (Jo 21.25).

    Os milagres feitos por Jesus são impressionantes e maravilhosos, mas Ele afirmou que quem cresse faria as mesmas coisas que Ele fazia e até mesmo maiores (Jo 14.12). Isso mesmo! Ele nos deu autoridade! Aos que cressem foi dado a autoridade de expulsar demônios pelo poder do nome de Jesus, falar novas línguas, colocar a mão sobre os doentes e eles ficarem curados (Mc 16.17-18).

    Em seu ministério, Jesus lutou para alcançar o maior número possível de pessoas com sua mensagem, pois Ele veio para salvar o mundo. Então, escolheu alguns homens para continuarem a sua obra após seu retorno ao céu. Jesus fez muitos discípulos, entre os quais, escolheu doze para dar ensinamentos especiais (Mc 3.13-19).

    Esses doze apóstolos (a palavra "apóstolo” significa aquele que é enviado, mensageiro, embaixador) foram preparados para ensinar tudo aquilo que haviam aprendido com seu Mestre: a Revelação de Deus e a Salvação são oferecidas ao mundo por meio do Filho. Quando o seu ministério estava próximo do fim, Jesus se dedicou ainda mais a ensinar aos seus apóstolos. Depois que ressuscitou, apareceu muitas vezes somente a eles. Suas últimas palavras, antes de subir ao céu, foram uma ordem para que os discípulos fossem pelo mundo inteiro anunciando o Evangelho a todas as pessoas (Mc 16.15) e prometeu estar com eles "todos os dias, até o fim dos tempos”. Assim, eles cumpririam a sua missão ao redor do mundo sob a orientação do Espírito Santo (Mt 28.19,20).

    AUXILIO HISTORICO
    O tema central do ensino de Jesus é a pregação do Reino de Deus (Reino do Céu é expressão sinônima) e estabelece uma conexão
    da pregação de João Batista e o movimento iniciado por Jesus, ambos messiânicos, segundo a declaração do próprio Jesus:' A Lei
    e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o Reino de Deus’ (Lc 16.16) [...] O reino que Jesus veio fundar não era um reino político, mas um reinado no coração dos homens e, mediante os corações, a direção e a transformação de vidas. O coração humano é a esfera onde Jesus veio para reinar, para levar toda a humanidade ao amor e perdão de Deus. O reino como um império de Deus ainda está por vir, mas o reino como domínio já se manifestou na presente era, e a Igreja não é o Reino de Deus porque ele é maior do que ela, porém, é a expressão presente do Reino e herdará o Reino futuro de Deus.

    O Reino de Deus assume representatividade na Igreja, na presente dispensação. A Igreja é a assembleia daqueles que se submetem voluntariamente ao governo de Deus, por meio da redenção que há em Jesus Cristo. O próprio Jesus chamou a coletividade dos remidos, de Igreja, fundada por Ele. Quando Jesus disse: '...sobre esta pedra edificarei a minha igreja’. Tal afirmação enfatiza mais a posse (minha) que a instituição (igreja). A Igreja é a ekklesia, assembleia dos crentes chamados para fora, não porque é chamada Igreja, mas por ser a reunião de um povo, que é propriedade de Jesus, e forma o 'seu corpo’. Quanto á Pedra sobre a qual Jesus disse que edificaria a sua Igreja, Ele se referia não a Pedro, mas sim à 'verdade’ confessada por Pedro de que Jesus é o Filho de Deus (DAMIÃO, Valdemir. História das Religiões: Sua influência na formação da humanidade. Rio de Janeiro, CPAD, 2007, pp.391,92).

    A Igreja que Jesus fundou
    As instruções de Jesus aos seus discípulos deixam clara a necessidade de que eles deveriam se organizar para pregar o Evangelho ao mundo ensinando tudo aquilo que aprendeu de seu Mestre.

    Mas Jesus não deu nenhuma instrução de como essa organização deveria ser feita, não indicou quem exerceria a função de autoridade sobre os membros deste grupo, não afirmou nenhum credo, não formalizou nenhum código de regras ou a melhor maneira do culto a ser feito. Todas estas coisas foram planejadas com a orientação do Espírito Santo pela própria Igreja através dos séculos. Nosso Senhor deixou apenas para os seus seguidores duas ordenanças bem simples: o batismo com água, que simboliza a purificação espiritual e a separação do novo crente ao discipulado; e a Ceia do Senhor, na qual usou os alimentos mais comuns de sua época: o pão e o vinho, para que seus discípulos se lembrassem da sua morte em favor da salvação dos homens. Logo, não conseguiremos encontrar no ministério de Jesus a melhor forma dos discípulos se organizarem. Ele fundou a Igreja, dando liberdade para que ela mesma se organizasse sob a orientação do Espírito Santo.

    AUXÍLIO HISTÓRICO
    É evidente que pouco depois que a aparição de nosso Salvador Jesus Cristo foi dada a conhecer a todos os homens, veio, de repente, a existência uma nova nação; uma nação confessadamente nem pequena nem fraca, nem situada num recanto remoto da Terra, mas a mais populosa e invencível, uma vez que sempre teve o poder de Deus por sustento. Essa nação, que apareceu no tempo determinado por inescrutável sabedoria, é a que, entre todas, é honrada com o nome de Cristo. Um dos profetas, prevendo com os olhos do Espírito de Deus que esse
    povo surgiria, ficou de tal maneira tomado de admiração que exclamou: 'Quem ouviu tal coisa? Quem jamais declarou coisas semelhantes? Veio a existir a Terra em um só dia e uma nação a ser gerada de uma só vez?’ O mesmo profeta também dá alguma
    indicação do nome que seria introduzido: '

    Os que me servem serão chamados por um nome novo, que será bendito sobre a terra’. E, de fato, embora sejamos evidentemente
    novo povo, esse novo nome de cristãos vem se tornando conhecido de todas as nações” (CESAREIA, Eusébio de. História Eclesiástica. Os primeiros quatro séculos da Igreja Cristã. Rio de Janeiro, CPAD, 2007, p.26).

    Conclusão
    A Igreja de Cristo só pode ser chamada assim se a sua mensagem for aquela ordenada por Jesus Cristo. O objetivo de Deus é que "todos sejam salvos e venham a conhecer a verdade” (1 Tm 2.4). Esse propósito é alcançado por intermédio da Igreja. A responsabilidade é nossa! Mas não estamos sozinhos, mesmo após dois mil anos, o Fundador da Igreja continua vivo! Por meio do Espírito Santo, Cristo está ao lado de sua Igreja, orientando-a para que o propósito de Deus seja alcançado: a salvação da humanidade.

    Recapitulando
    Jesus nasceu na cidade de Belém durante o reinado do imperador
    Augusto, pouco se sabe sobre a sua infância. É possível que tenha sido criado de maneira igual a qualquer menino da época, frequentando a escola da sinagoga e aprendendo a profissão de seu pai.

    Quando tinha trinta anos começou o seu ministério, onde realizou diversos milagres inexplicáveis à lei natural. Juntou consigo muitos discípulos, dos quais escolheu doze para dar ensinamentos especiais.

    Esses doze discípulos teriam a missão de orientar a Igreja após o retorno de Jesus ao céu, ensinando tudo aquilo que haviam aprendido com Ele.

    Jesus deixou para a Igreja apenas duas ordenanças: o batismo e a Ceia do Senhor, dando a ela liberdade para se organizar.

    Refletindo
    1. Você conhece a mensagem de Jesus?
    Resposta pessoal.
    2. As tuas atitudes condizem com tuas palavras?
    Resposta pessoal.
    3. Você ajuda a igreja local na pregação da mensagem de Jesus às pessoas?
    Resposta pessoal.

    Lição Bíblica de Adolescentes
    Trimestre: 3° de 2018
    Editora: CPAD
    Revista do Professor
    Reverberação: Subsídios EBD
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    Fonte: Lições Bíblicas de Adolescentes – 3° trimestre de 2018, CPAD – Divulgação: Subsídios EBD