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  • A responsabilidade da Liderança em relação à Escola Dominical

    O líder deve, portanto, procurar levar a EBD a crescer não apenas quantitativamente, mas também qualitativamente. Procurar fazer com que ela no seu ministério se torne relevante! Evidentemente que o êxito não vem em curto prazo, mas, sobretudo com muito empenho, trabalho e dedicação. Mas
    os resultados compensam o esforço gasto.

    A Contextualização na Escola Dominical

    A Escola Dominical deve ser estruturada de tal forma que possa ser ao mesmo tempo dinâmica e agradável para todos os alunos. Daí a importância de se separar as classes de alunos por faixas etárias. Tomar-se-ia inviável atender a todas as exigências de todos os alunos, em sua heterogeneidade (crianças, adolescentes, jovens e adultos), em uma classe única. Mas é possível organizar e desenvolver uma ED que seja interessante e relevante para as diversas classes.

    Sábios conselhos para um viver vitorioso

    Os livros de Provérbios e Eclesiastes, ambos da autoria de Salomão, são classificados como "Literatura Sapiencial", isto é, de Sabedoria, São livros recheados de conselhos e máximas que revelam um saber divino para vida cotidiana!

    1.Sexo
    O livro de Provérbios tem muito a dizer sobre a sexualidade. Nos Provérbios a sexualidade humana é uma dádiva divina. Uma boa parte dos conselhos de Salomão diz respeito à sexualidade humana e a sua forma correta de expressão.

    Criando Adolescente pelo método de Deus

    Até bem pouco tempo, uma das maiores preocupações com os filhos estava ligada apenas à conceituação de uma fase do desenvolvimento humano conhecida pelas mudanças físicas que provocava um conjunto de transformações biológicas marcantes — a chamada "puberdade". Contudo, paralelamente aos avanços tecnológicos, a preocupação com os indivíduos em formação foi ganhando novos focos. Surgiram, assim, muitos outros estudos sobre os possíveis riscos e novos comportamentos que tal indivíduo venha a passar.

    O calendário do Antigo e Novo Testamento

    O CALENDÁRIO é um sistema de contagem do tempo, normalmente com base em um ciclo natural recorrente (tal como o sol através das estações ou da lua através de suas fases); tabela ou registro tabular de dias de acordo com um sistema anual e com uma referência dos dias de cada mês aos dias da semana.

    Desde o início do registro histórico, o calendário tem sido usado para manter registros e prever o tempo de mudança das estações. 
    O calendário fornecia um quadro geral a partir do qual as pessoas poderiam planejar seu trabalho. Era, portanto, um quadro temporal eficaz para marcar várias das festividades religiosas que se deviam celebrar em intervalos regulares.
    UNIDADES DO CALENDÁRIO




    O DIA - Em termos de calendário, o dia é a menor e mais constante unidade de tempo. No mundo antigo, o termo “dia” era usado em pelo menos dois sentidos. Descrevia um período de 24 horas, mas também a luz do dia em contraste com a noite (Gn 1.5). O ponto inicial do dia de 24 horas tinha variações. A Bíblia tem referências ao início do dia pela manhã (Gn 19.34; At 23.32), assim como à noite (Ne 13.19). Na época do império romano, o dia pode ter sido marcado a partir da meia-noite, conforme indicado pelo evangelho de João (4.6; 19.14).

    A aurora

    A aurora era o crepúsculo antes do nascer do sol (1Sm 30.17 NTLH; Mt 28.1 ARC). O anoitecer marcava o fim da tarde (Dt 16.6) entre o dia e a noite (Jr 6.4; Pv 7.9), ou podia significar literalmente “tarde” do dia (Mc 11.19), exatamente antes do despontar das estrelas (Ne 4.21). A tarde iniciava com o fim da manhã (1Rs 18.26) e marcava a hora da refeição (Gn 43.16). Além disso, referia-se ao “meio-dia” (Ne 8.3) ou “dia claro” (Am 8.9) e “calor do dia” (2Sm 4.5).

    A divisão do Dia

    O dia dividia-se em três partes: noite, manhã e tarde (Sl 55.17).
    A meia-noite era o ponto central da noite (Mt 25.6; At 20.7). No Antigo Testamento, a noite era dividida em três vigílias (Jz 7.19; Êx 14.24), enquanto no Novo Testamento ela se dividia em quatro (Mt 14.25; Mc 13.35).
    O termo “hora” era usado para significar “imediatamente” (Dn 3.6, 15 ARC) ou podia expressar a ideia da décima segunda parte da luz do dia (Jo 11.9).

    A SEMANA - A semana era uma unidade composta de sete dias iniciada com a criação (Gn 1.31-2.2). A palavra “semana” significa “sete” (Gn 29.27; Lc 18.12). Na Bíblia, os dias da semana eram chamados “primeiro dia”, “segundo dia” e assim por diante (Gn 1.8-31; Mt 28.1), embora o sétimo dia fosse conhecido como o “Sábado” (Êx 16.23; Mt 12.1). O dia antes do Sábado era chamado “dia da preparação” (Mc 15.42) e os cristãos referiam-se ao primeiro dia da semana como o “dia do Senhor” (Ap 1.10).

    O MÊS - o mês era a unidade de tempo estreitamente relacionada à lua. A palavra hebraica traduzida por “mês” também significava “lua” (Dt 33.14; ARC). A razão para a ligação entre o mês e a lua é que o início de um mês era marcado pela lua nova. A lua era cuidadosamente observada pelas pessoas dos tempos bíblicos. Quando surgia como quarto crescente, marcava o início de um novo mês.

    O mês lunar era de aproximadamente 29 dias. Portanto, o primeiro quarto crescente de uma lua nova apareceria 29 ou 30 dias depois da lua nova anterior. Por vezes, não era visível por causa das nuvens. Mas seguia-se a regra de que a lua nova jamais seria contada acima de 30 dias após a última lua nova. Dessa forma, evitavam-se grandes variações no calendário.

    O ANO - A palavra hebraica traduzida por ano tem origem na idéia de mudança ou ação repetida. Assim, o ano expressa o conceito de “um ciclo completo de mudança”. Visto que as estações se repetem, as pessoas fixam um calendário para dar conta dos acontecimentos anuais e para lembrá-las das estações futuras. O calendário girava em torno dos ciclos da agricultura.

    As pessoas observavam as alterações climáticas e a duração dos dias em seu plantio e colheita. Festas religiosas também eram estabelecidas paralelamente ao ano agrícola. Nenhuma grande festa religiosa, por exemplo, era celebrada durante o tempo da maior colheita. Observava-se que havia quatro estações e que o ano tinha em torno de 365 dias. Embora os calendários nem sempre fossem precisos, os ajustes eram feitos periodicamente para compensar a falta de precisão.

    SISTEMAS DE CALENDÁRIO

    NO ANTIGO TESTAMENTO - a marcação do tempo nos dias do Antigo Testamento refletia principalmente os meses, as festas religiosas sazonais e o ano. 

    O mês era marcado com a primeira aparição do quarto crescente da nova lua durante o pôr-do-sol. O primeiro dia de cada mês era considerado dia santo assinalado por sacrifícios especiais (Nm 28.11-15) e deveria ser anunciado com o toque de trombetas (Nm 10.10; Sl 81.3).
    Normalmente, os meses eram designados numericamente: primeiro (Êx 12.2), segundo (Êx 16.1), terceiro (Êx 19.1), quarto (2Rs 25.3), quinto (Jr 28.1), sexto (1Cr 27.9), sétimo (Gn 8.4), oitavo (Zc 1.1), nono (Ed 10.9), décimo (Gn 8.5), décimo primeiro (Dt 1.3) e décimo segundo (Et 3.7).

    O primeiro mês do calendário hebraico caía na primavera, entre março e abril. Em sua história primitiva, os israelitas adotaram os nomes cananeus dos meses, os quais estavam relacionados com a agricultura e o clima. Somente quatro desses nomes são mencionados no Antigo Testamento. O mês abibe (Êx 13.4; 23.15) era o primeiro mês (entre março e abril), na época da colheita da cevada, e significa “maturação do grão” (Lv 2.14). O mês de zive (1Rs 6.1, 37) era o segundo mês (abril/maio). Etanim era o sétimo mês (setembro/outubro), que ocorria durante a estação de chuvas. Bul (1Rs 6.38) era o oitavo mês (outubro/novembro), entre as primeiras e as últimas chuvas.
    Esses quatro nomes estavam associados com as épocas mais importantes da agricultura durante o ano.

    Em sua história posterior, a nação de Israel adotou todos os 12 meses do calendário babilônio como seu calendário civil. No entanto, nem todos os nomes desses meses estão arrolados na Bíblia. Os sete mencionados são: nisã, o primeiro mês (Ne 2.1); sivã, o terceiro mês (Et 8.9); elul, o sexto mês (Ne 6.15); quisleu, o nono mês (Zc 7.1); tebete, o décimo mês (Et 2.16); sebate, o décimo primeiro mês (Zc 1.7) e adar, o décimo segundo mês (Ed 6.15). O primeiro mês desse calendário também cai na primavera.

    Visto que Israel era uma sociedade agrícola, seu calendário atendia suficientemente o povo e suas festividades religiosas. No décimo quarto dia do primeiro mês (que corresponde a março/abril), celebrava-se a Páscoa (Êx 12.18); do décimo quinto ao vigésimo primeiro havia a festa dos Pães Asmos (Lv 23.6); no décimo sexto dia eram dedicadas as primícias (Lv 23.10-14), com os primeiros brotos de cevada. O segundo mês (abril/maio) marcava a celebração de uma Páscoa posterior, no caso de alguns terem perdido a primeira celebração (Nm 9.10-11).

    O dia de Pentecostes

    No sexto dia do terceiro mês (maio/junho), o povo celebrava o dia de Pentecostes, também chamado festa das Semanas (Lv 23.15-22), em comemoração do término das colheitas de cevada e trigo. No sétimo mês (setembro/outubro), o primeiro dia era a festa das Trombetas (Lv 23.23-25; Nm 29.1), que celebrava o Ano Novo; o décimo mês era o Dia da Expiação (Lv 16.29-34; 23.26-32); do décimo quinto dia ao vigésimo segundo comemorava-se a festa dos Tabernáculos (Lv 23.33-43) em gratidão por todas as colheitas do ano. Desse modo, as festas estavam estreitamente relacionadas às colheitas.

    No que se refere ao ano, o historiador judeu Josefo afirmou que Israel tinha duas ocasiões para comemorar o Ano Novo - o Ano Novo comercial, que começava no outono (sétimo mês), e o Ano Novo religioso, que tinha início na primavera (primeiro mês). Uma vez que os meses baseavam-se no sistema lunar e tinham uma média de 29 dias e meio, o ano teria 354 dias, ou seja, 11 dias a menos que o ano solar. Em apenas três anos, o calendário teria mais de um mês a menos.

    Para ajustar o mês lunar com o ano solar, a Babilônia tinha um sistema sofisticado no qual acrescentavam-se sete meses ao calendário por um período de 19 anos, resultando em erro apenas de duas horas e quatro minutos no final do ciclo. Para a época, tal exatidão é notável. Israel deve ter ajustado seu calendário de modo semelhante, acrescentando um “segundo mês de adar” quando necessário.

    ENTRE OS TESTAMENTOS

    Durante o período em que os gregos governaram o mundo antigo, o calendário selêucida era largamente usado. Dois sistemas básicos eram utilizados para computar o tempo na era selêucida - o calendário macedônio e o babilônio. É difícil declarar com segurança qual dos dois sistemas era usado; no entanto, os judeus parecem ter feito uso do calendário macedônio. Isso significa que a era selêucida na história dos judeus teve início no primeiro dia do sétimo mês, tisri, em 312/311 a.C., aproximadamente.
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    ESTUDE A BÍBLIA À DISTÂNCIA

    NO NOVO TESTAMENTO

    O Novo Testamento não contém referência ao calendário romano ou gentio, ou, ainda, ao calendário judaico, exceto com relação aos dias da semana. Há também uma menção a “lua nova” (Cl 2.16).

    O sábado é mencionado cerca de 60 vezes (por exemplo, Mt 12.1-12). O Novo Testamento também menciona o “primeiro dia”, domingo (Mc 16.2; Lc 24.1; At 20.7; 1Co 16.2), “o dia do Senhor”, domingo (Ap 1.10) e o “dia de preparação”, sexta-feira (Mt 27.62; Mc 15.42; Lc 23.54; Jo 19.14, 31, 42). No entanto, essas são referências aos aspectos de culto do calendário judaico. Especialmente no evangelho de João, a Páscoa é mencionada com frequência (Jo 2.13, 23; 6.4; 11.55; 12.1; 13.1; 18.39).

    Outras festas mencionadas no Novo Testamento são a dos Pães Asmos (Mt 26.17; Mc 14.1, 12), a de Pentecostes (At 2.1; 20.16; 1Co 16.8), a festa dos Tabernáculos (Jo 7.2) e a festa da Dedicação (Jo 10.22).

    Embora o Novo Testamento não faça referência ao calendário romano ou gentio, alude aos reinos de seus governantes. O exemplo mais específico é Lucas 3.1, que fala sobre o “décimo quinto ano do reinado de Tibério César”. Esse exemplo especifica o período de reinado de governantes na Judéia e nos territórios vizinhos, além do início do ministério de João Batista. Tal governo deve ter-se dado em 28-29 d.C., admitindo-se que Lucas usou o calendário juliano, que começava em janeiro, ou o calendário do reino, que iniciava em agosto. A referência mais genérica não se refere ao ano, e sim aos reinados dos imperadores César Augusto (Lc 2.1) e Cláudio César (At 11.28), dos governadores de província Quirino (Lc 2.1-2) e Gálio (At 18.12), do rei Herodes (Mt 2.1; Lc 1.5) e do etnarca Aretas (2Co 11.32).

    Um problema do calendário do Novo Testamento é que os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas mencionam que Jesus celebrou a Páscoa com seus discípulos na véspera em que foi traído (Mt 26.19-20; Mc 24.16-17; Lc 22.13-15), enquanto o evangelho de João narra que os judeus não tinham celebrado a Páscoa nessa ocasião (Jo 18.28). Muitas tentativas foram feitas para resolver essa questão.

    Possivelmente, a solução é que os três evangelhos narram a partir dos eventos da crucificação de acordo com o método galileu (com o início do dia ao nascer do sol) então usado por Jesus, os discípulos e os fariseus. João, entretanto, deve ter contabilizado de acordo com o método da Judéia (com o início do dia ao pôr do sol), sistema usado pelos saduceus. Se isso é verdade, sistemas diferentes de calendário devem ter sido usados ao mesmo tempo dentro da nação de Israel.

    Dicionário Bíblico / Divulgação: Subsídios EBD

    Técnicas de memorização

    A Prenda a memorizar versículos bíblicos, capítulos,  feitos e ensinamentos.
    Primeiramente você deve saber que Memorização não se restringe a versículos. Ela pode ser aplicada de outras formas como memorizar feitos bíblicos, capítulos, ensinamentos, etc... Outro aspecto importante: Memorizar não é decorar. Neste caso você esquece rápido, mas naquele o que você guardou em sua mente, acompanhará você por toda vida.
    Primeiro passo: Leitura exaustiva

    A Educação Cristã, os adolescentes e os jovens

    Os adolescentes e jovens podem ser fortalecidos em sua personalidade. Os adolescentes estão na fase, em que buscam a sua identidade; preocupam-se muito consigo mesmos, reorganizando sua personalidade; quem sou eu?

    Por que sou assim? Qual o meu futuro? 

    Meus pais não me entendem; muitos se desviam das igrejas nessa fase. E necessário muita atenção por parte dos pais, e da igreja, na contribuição para a formação da personalidade deles.

    A Educação Cristã e os adultos

    Os adultos são fortalecidos em sua vida, podendo contribuir para a formação dos mais jovens: "Os passos de um homem bom são confirmados pelo SENHOR, e ele deleita-se no seu caminho" m (SI 37.23); há adultos que não têm consciência da vida cristã; por terem tido uma formação espiritual deficiente ou por só terem aceito a Cristo na idade adulta; a educação cristã ajuda a lapidar o seu caráter.

    Toda a família é beneficiada pela educação cristã. "Ajunta o povo, homens, e mulheres, e meninos, e os teus estrangeiros que estão dentro das tuas portas, para que ouçam, e aprendam, e temam ao Senhor, vosso Deus, e tenham cuidado de fazer todas as palavras desta lei" (Dt 31.12).

    Certamente, nos dias em que vivemos, principalmente o Brasil, a Igreja cristã precisa valorizar o ensino na ED. Um ensino que seja visto como "teórico", "teológico", e não seja percebido como relevante para a realidade em que vivemos, sem dúvida, não terá efeito na mente e na vida das pessoas. 

    A família, nos moldes como foi criada por Deus, está sendo destruída pelo "sistema iníquo e perverso" que domina a nação.
    A ED tem grande responsabilidade em pelo menos fortalecer a família contra as investidas do diabo. E essa contribuição exige uma aplicação dos ensinos bíblicos de modo contextualizado.
    Por: Elinaldo Renovato de Lima – Divulgação: blog Subsídios EBD

    A Educação Cristã e as crianças

    As crianças podem ser educadas na igreja, através da ED, como forma de contribuição para sua formação espiritual, ética e moral.
    O ensino às crianças, nos dias de hoje, deve levar em conta, não apenas a constatação de histórias da Bíblia, que são tão relevantes para a sua formação. Mas esse ensino precisa levar em conta a realidade atual (o contexto) em que elas estão inseridas, num mundo altamente perigoso, em termos espirituais e morais.
    O ensino infantil, no presente, deve incutir, na mente dos meninos e meninas conteúdos que, em linguagem própria, as conscientize quanto ao comportamento que devem ter, diante dos desafios e propostas do secularismo, humanismo e ateísmo, que dominam o currículo das escolas seculares, onde elas, forçosamente, têm que conviver, na sua educação formal, nas escolas públicas e particulares.

    A importância da Escola Dominical

    Além de termos uma definição calara da Escola Dominical, temos também neste estudo do pastor Claudionor, uma lista pertinente aos objetivos da Escola Dominical. Veremos a importância desta tão relevante escola para a evangelização, para o caráter cristão e também para a formação do obreiro de Cristo. 

    Procedimentos para Lidar com Sangue e Fluidos Corpóreos

    O Centro de Controle de Doenças estabelece um conjunto de precauções universais para lidar com sangue ou fluidos corpóreos, visando minimizar o risco de transmissão de uma doença contagiosa. Essas precauções devem ser adaptadas para o uso em um ministério na igreja, da seguinte maneira:
    Essas diretrizes devem ser seguidas por qualquer pessoa com exposição real ou potencial ao sangue ou aos fluidos corpóreos de alguma criança. Entre os fluidos corpóreos, se incluem saliva, catarro, urina, material fecal, secreções nasais e secreções de feridas abertas, suor e lágrimas.

    1. Devem ser usadas luvas ao tocar o sangue e fluidos corpóreos, membranas mucosas (olhos, nariz ou boca) ou pele não intacta (cortes ou feridas abertas), e para lidar com objetos ou superfícies sujas de sangue ou fluidos corpóreos. As luvas devem ser trocadas após cada contato.

    2. As mãos e outras superfícies da pele devem ser lavadas imediatamente e perfeitamente, se expostas a sangue ou fluidos corpóreos. As mãos devem ser lavadas imediatamente depois de removidas as luvas. Lavar cuidadosamente as mãos depois de cada contato é essencial para impedir a transmissão da infecção.

    3. A limpeza dos fluidos corpóreos de qualquer superfície deverá ser feita com o uso de luvas. A superfície em que acontecer um derramamento ou borrifamento de tais fluidos (ou sobre a qual tenha sido trocada a fralda de uma criança, se não tiver sido usada uma barreira não porosa) deverá ser limpa com o uso de um desinfetante. Sempre que possível, encoraja-se o uso de barreiras não porosas para simplificar a limpeza após a troca de fraldas. O uso de tais barreiras não exclui a responsabilidade do colaborador de assegurar que tenha sido feita a limpeza apropriada, em caso de derramamento ou vazamento não intencional.

    Adolescente e a família

    Alguns pais possuem um bom patrimônio financeiro para deixar de legado aos seus filhos. Outros não. Mas em contrapartida trabalham muito para oferecer aos filhos uma qualidade de vida melhor do que tiveram em sua infância e adolescência. Há ainda àqueles que a única herança que deixarão será dívidas.

    Fato é que a família do adolescente sempre deixa um legado. 
    O adolescente não herda apenas bens materiais. Ele também recebe valores e hábitos que influenciam em seu comportamento. Sem mencionar as crenças e heranças espirituais.
    Óbvio que tais fatores não são deterministas. Porém é inegável que a influencia da família na vida do adolescente é muito grande!

    E preciso sensibilidade para discernir o que está por trás do comportamento adolescente. Alguns cresceram em uma família estável, com amparo, incentivo, proteção e limites. Outros possuem uma história de vida atravessada pela orfandade, privações e/ou abusos. Sem mencionar àqueles que crescem em situação de risco.

    Fato é que cada adolescente que Deus traz até nós, educadores e líderes, precisam ser abraçados, independente do seu jeito, comportamento e histórico familiar. Por vezes, a igreja é o segundo lar do adolescente. Por isso, importa que professores e líderes estejam prontos para se envolver de coração aberto, para aí sim ensinar para transformar a vida do adolescente e seu relacionamento com a sua família.

    Três Grandes Objetivos da Escola Dominical


    A Escola Dominical tem objetivos definidos para atingir. Não se trata apenas de uma reunião domingueira comum, ou um culto a mais. Esses objetivos são três, a saber:

    I - Ganhar almas para Jesus
    A Escola Dominical, como iremos mostrar depois, pode tornar-se num dos mais eficientes meios de evangelização.

    1. O primeiro grande dever do professor da Escola Dominical é agir e orar diante de Deus no sentido de que todos seus alunos aceitem Jesus como Salvador e o sigam como seu Senhor e Mestre. Há professores que ensinam a verdade bíblica durante anos sem nunca verem um aluno convertido, talvez porque nunca os levaram a aceitar a Cristo na própria sala de aula. O meio certo de levar almas a Cristo é usar a Palavra e confiar na operação do Espírito Santo (Jó 3.5; 16.8; 1 Pe 1.23). O professor não pode salvar seus alunos, mas pode levá-los a Cristo o Salvador, como fez André (Jó 1.42). A Bíblia não diz: “Ensina a criança no caminho em que ela vai andar, ou quer andar”, mas: “no caminho em que ela deve andar” (Pv 22.6 - ARA).

    O Salmo 51.13 mostra que o ensino da Palavra conduz à conversão dos pecadores.

    2. Aplicação.
    Temos lido de Escolas Dominicais, cujo relatório nacional registra dezenas de milhares de conversões em um ano, evangelizando enquanto ensina nas classes, bem como noutras atividades programadas pela Escola.

    II - Desenvolver a espiritualidade e o caráter cristão dos alunos

    1. O ensino da Palavra é uma obra espiritual.

    A paz do Senhor, a saudação cristã mais popular do Brasil

    Aos setenta discípulos comissionados, o Senhor Jesus  ordenou que partissem de dois em dois a todas as cidades e lugares. Ao chegarem a uma casa, eles deveriam dizer: "Paz seja nesta casa". Se ali estivesse um filho da paz, sobre este a paz repousaria; caso contrário, a paz voltaria aos discípulos (Lc 10.1-6; Mt 10.12,13).

    "Paz seja convosco" foram as palavras de saudação de Jesus aos seus discípulos em seu primeiro encontro após a ressurreição (Jo 20.19).

    "Graça e Paz" são as palavras de saudação usadas pelo apóstolo Paulo em suas epístolas direcionadas às igrejas, bem como nas cartas endereçadas a pessoas específicas (1Co 1.3; Fm v3).

    No entanto, Tiago, em sua carta universal, cita apenas a palavra "saúde"   como   saudação   (Tg 1.1). A mesma usada em Atos 15.23, sendo esta provavelmente a saudação popular romana (At 23.26).
    Entre os cristãos primitivos, era costume as palavras  de saudação   serem acompanhadas pelo ósculo santo (beijo na face) (Rm 16.16).
    A Igreja Primitiva tinha uma saudação especial que os crentes só usavam entre si, conforme registrado em 1Coríntios 16.22: a palavra "Maranata!".
     
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    Mantendo o Professor Atento

    O título deste artigo tem o propósito de mostrar que a atitude do professor determina a atitude da classe. Ele encontra grande ajuda para manter a atenção da classe se seguir os seguintes pontos:
    1. Demonstrar interesse entusiasta
    2. Preparar-se muito bem
    3. Vigilância constante
    4. Amar como Cristo amou
    Artigos sugeridos:

    A forma do ser humano mau se tornar em bom

    A única forma de um ser humano mau se tornar em um ser humano bom de maneira plena é por intermédio da graça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo (Ef 2.8). Somente assim que a pessoa tem a condição de compreender as implicações destes dois mandamentos do Senhor: "O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes" (Mc 12.29-31).
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    Benignidade versus Porfias

    Ao longo dos Evangelhos, nosso Senhor nos ensina, a partir de seu exemplo, como tratar pessoas que tinham algum desvio moral grave. Em nenhum momento nosso Senhor chegou a detratá-las, condenando-as sumariamente. Embora o mestre de Nazaré jamais tenha corroborado com os pecados dessas pessoas, pois muitas vezes ele afirmava "não peques mais", Jesus as tratavas com muita benevolência, humanidade e bondade. Isso é ser benigno!
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    O que é o Dízimo?

    O termo dízimo é provinda do vocábulo hebraico hasar, o qual se deriva a palavra que significa “dez”, de modo que todos entendemos o dízimo como referência à décima parte de uma renda.
    Aceitando o dízimo como princípio bíblico inquestionável e contemporâneo, nos concentramos em entender, aqui neste espaço, a extensão da renda sobre a qual devemos dizimar.

    Ajudando os ouvintes a praticar o que pregamos

    Em Lucas 11.46, Jesus disse: "Quanto a vocês, peritos na lei, [...] ai de vocês também!, porque sobrecarregam os homens com fardos que dificilmente eles podem carregar, e vocês mesmos não levantam nem um dedo para ajudá-los". Pregadores precisam prestar atenção para ver se não estão fazendo a mesma coisa hoje.
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    O cristão e o Sexo anal

    Um argumento muito comum contra o sexo anal entre homossexuais é que há numerosos riscos de saúde envolvidos. Esses riscos são apresentados por pastores evangélicos e líderes pró-família como uma razão forte para desestimular as pessoas do sexo anal homossexual.
    Os riscos são reais e verdadeiros, mas não limitados aos homossexuais.