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Esposa tendo Rela√ß√Ķes Sexuais com Marido que est√° em adult√©rio

Pense na seguinte situação.

Uma mulher casada e batizada nas √°guas e membra da Igreja, esta mulher foi tra√≠da pelo marido e o marido continua em adult√©rio com outra mulher! Por√©m, sempre que deseja o marido dessa irm√£, a procura e tem rela√ß√Ķes sexuais com ela.


Pergunta.

A esposa (o c√īnjuge) comete pecado ao ter rela√ß√Ķes sexuais com seu marido uma vez que ele a traiu, n√£o se arrependeu e est√° em adult√©rio?

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O Abuso Sexual e sua Prevenção

 

Antigamente não existia isso! Você já ouviu essa frase? Abuso sexual sempre existiu, mas o assunto, que ainda é tabu, já foi ainda mais proibido nas escolas, em casa e até nas igrejas. Ninguém denunciava ou não se ficava sabendo.

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Subsídio 6 - A Sexualidade Humana

Subs√≠dio b√≠blico para a Escola Dominical - classe dos Adultos. Subs√≠dio para a Li√ß√£o: 6 | Revista do 1° trimestre de 2019 | Fonte: E-book Subs√≠dios EBD Vol. 19 | VEJA aqui OS SUBS√ćDIOS.

OS SEXOS QUE DEUS CRIOU

1. O conceito de Sexo e Sexualidade.

a) Sexo - conforma√ß√£o f√≠sica, org√Ęnica, celular, particular que permite distinguir o homem e a mulher, atribuindo-lhes um papel espec√≠fico na reprodu√ß√£o. A palavra sexo pode ser usada como refer√™ncia aos √≥rg√£os sexuais ou √† pr√°tica de atividades sexuais.

b) Sexualidade - conjunto de caracteres especiais, externos ou internos, determinados pelo sexo do indivíduo.

2. Os dois sexos criados por Deus.

Deus criou apenas dois sexos: masculino e feminino (Gn 1.27; 2.22-24). O Criador n√£o uniu dois “machos” nem duas “f√™meas”. A B√≠blia √© clara: “E criou Deus o homem √† sua imagem; √† imagem de Deus o criou; macho e f√™mea os criou” (Gn 1.27).


O sexo foi criado por Deus tanto para a procria√ß√£o quanto para a recrea√ß√£o do casal. Por meio dele, a uni√£o heterossexual tem dado prosseguimento √† ordem divina de fazer com que homens e mulheres perpetuem suas gera√ß√Ķes.

3. O relacionamento sexual é para ser desfrutado com a pessoa certa, no casamento (Pv 5.15).

O texto de Provérbios 5.15-19 é um texto poético que trata do relacionamento sexual no casamento. Quando o poeta recomenda que se beba da água da própria cisterna (v.15), ele se utiliza de uma metáfora para falar da esposa, a mulher escolhida para ser companheira (v.18). Ou seja, a mulher pela qual ele se enamorou, conheceu, amou e, por fim, com quem se casou. A fonte, o manancial do homem, deve ser somente a sua própria esposa (cf. Êx 20.17). O texto bíblico mostra que o prazer sexual no casamento é legítimo, pois foi idealizado e instituído por Deus (Gn 2.20-25).

SEXO SOMENTE NO CASAMENTO

A legitimidade crist√£ para a satisfa√ß√£o dos apetites sexuais entre um homem e uma mulher restringe-se ao casamento monog√Ęmico (1 Co 7.9). Toda pr√°tica sexual realizada fora disso constitui-se em sexo il√≠cito.



DISTOR√á√ēES SEXUAIS
Por distor√ß√Ķes sexuais, nos referimos as pr√°ticas sexuais condenadas pela B√≠blia Sagrada. Vejamos algumas dessas distor√ß√Ķes.

1. O adult√©rio (Lv 18.20). 
O adultério é condenado tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. O adultério se refere ao relacionamento sexual de uma pessoa casada com "outra casada ou solteira".

O adultério é estritamente proibido tanto no Antigo Testamento (o sétimo mandamento, Ex 20.14; Dt 5.18; punível sob a lei com morte por apedrejamento, Lv 20.10; Dt 22.22ss.) quanto no Novo Testamento (Rm 13.9; Gl 5.19; Tg 2.11).

O Adult√©rio, al√©m de ofender a Deus e transgredir seus Mandamentos, √© uma ofensa para toda a fam√≠lia e traz preju√≠zos, danos morais e espirituais para todos. 

ūüĎČOs ad√ļlteros n√£o herdar√£o o Reino de Deus (1 Co 6.9,10)

2. A prostituição.
O autor da Carta aos Hebreus diz: “Venerado entre todos seja o matrim√īnio e o leito sem m√°cula, mas aos ad√ļlteros e aos que se d√£o √† prostitui√ß√£o, Deus os julgar√°” (Hb 13.4).
ūüĎČDeus condena a prostitui√ß√£o (1Ts 4.3).
ūüĎČAbstenha-se da prostitui√ß√£o (1Ts 4.3-5).
ūüĎČA prostitui√ß√£o profana o "templo do Esp√≠rito Santo"(1 Co 6.18,19).

3. A fornicação.
 O sexo entre pessoas solteiras √© chamado fornica√ß√£o. Na B√≠blia, tal pr√°tica √© tida como uma impureza sexual. Quem se entrega a tal pr√°tica n√£o herdar√° a vida eterna (Ap 21.8).

ūüĎČA fornica√ß√£o na uni√£o est√°vel.
A uni√£o est√°vel, de acordo com a lei civil brasileira, existe quando duas pessoas se unem, dividindo seus trabalhos e despesas.

Um casal que vai viver junto na mesma casa, tendo uma vida conjugal, sem ter o compromisso do casamento, está em uma união estável. Sendo assim, a união estável, aos olhos de Deus é fornicação. Portanto, é pecado.
Para prevenir esse pecado, o apóstolo Paulo orienta os cristãos a se casarem (1 Co 7.2, ACF).

4. O Homossexualismo.
De acordo com o Dicion√°rio Houaiss, homossexualismo √© a pr√°tica amorosa ou sexual entre indiv√≠duos do mesmo sexo. O ap√≥stolo Paulo classifica os homossexuais em duas categorias: ativos - os "sodomitas", e passivos - os "efeminados (Gr. Malakos, significa afeminado)". A palavra grega para "sodomita" √© arsenokoit√©s, "que mant√©m rela√ß√Ķes sexuais com homem" (1 Co 6.10 – ARC).

Deus abomina a prática homossexual e tal prática no Antigo Testamento era punida com a morte (Lv 18.22; 20.13) e é proibida em toda a Escritura Sagrada (Rm 1.24-28; 1 Tm 1.10).

Na Nova Alian√ßa, o assunto √© tratado na esfera espiritual, por isso quem comete tal pr√°tica n√£o sofre a pena capital, mas caso n√£o se arrependa e deixe tal pr√°tica n√£o poder√° herdar a salva√ß√£o (1Co 6.10). 

ūüĎČA B√≠blia condena a pr√°tica do homossexualismo, quer masculino, quer feminino (Lv 18.22; Rm 1.26).

O dinheiro proveniente do homossexualismo e da prostitui√ß√£o n√£o deve ser introduzido na Casa de Deus: “N√£o trar√°s sal√°rio de prostitui√ß√£o nem pre√ßo de sodomita √† Casa do Senhor, teu Deus, por qualquer voto; porque uma e outra coisa s√£o igualmente abomin√°veis ao Senhor, teu Deus” (Dt 23.18 — ARA).

Em outras palavras a Igreja de Jesus n√£o pode receber das pessoas: d√≠zimos, ofertas e outras doa√ß√Ķes, vindas das pr√°ticas do homossexualismo e/ou da prostitui√ß√£o.

5. Ideologia de gênero [1].
a) Definindo.
√Č a teoria de que o g√™nero de uma pessoa n√£o √© determinado no nascimento. Ou seja, uma pessoa pode ser um homem ou uma mulher, independentemente do sexo com que nasceu.

Para os defensores Ideologia de Gênero, o ser humano nasce sexualmente neutro e só depois é "socializado" como homem ou mulher. Logo, se essa ideologia fosse implantada, qualquer pessoa, mesmo sendo um homem, poderia ser considerada uma mulher e qualquer mulher poderia ser reconhecida como um homem, caso assim desejassem.

A ideologia de g√™nero prega, em s√≠ntese, que as express√Ķes "sexo" e "g√™nero" devem ter significados diferentes, onde os aspectos biol√≥gicos do corpo passam a ter nenhuma import√Ęncia para a defini√ß√£o de homem e mulher.

b) A verdade Bíblica sobre a falsa teoria da Ideologia de Gênero.
A construção social e cultural pode influenciar o individue de forma positiva ou negativa, mas isto não poderá invalida a verdade Divina de que Deus já criou os seres humanos com um o sexo definido. Ou seja, o ser humano não nasce sexualmente neutro.

c) Deus criou dois sexos anatomicamente distintos.
E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou (Gn 1.27).
LEIA MAIS AQUI


VEJA TAMB√ČM:
1) Maçonaria: Uma Religião Não Cristã Aqui
2) Curso para a Formação de Professores (as) da Escola Dominical Aqui
3) E-Book Subs√≠dios EBD - 1° Trim de 2020 - Aqui
4) E-book: A Bíblia Responde - Aqui
5) Antropologia Bíblica - A Doutrina do Homem à Luz da Bíblia - Aqui



[1] A ideologia de gênero é uma corrente de pensamento, não uma teoria científica, não é uma evidência científica e muito menos bíblica.

Lição 6: A Sexualidade Humana


Li√ß√Ķes B√≠blicas do 1° trimestre de 2020 - CPAD | Classe: Adultos 

Texto √Āureo
“Ele, por√©m, respondendo, disse-lhes: N√£o tendes lido que, no principio, o Criador os fez macho e f√™mea e disse: Portanto, deixar√° o homem pai e m√£e e se unir√° √† sua mulher, e ser√£o dois numa s√≥ carne?" (Mt 19.4,5)

Verdade Pr√°tica
A sexualidade humana tem por objetivo a união do homem e da mulher, no casamento, a reprodução da espécie e a glorificação do Deus Criador.
Veja também:

Lição 8 - Relacionamento Sexual Segundo a Perspectiva Cristã

Classe: Jovens | Trimestre: 2° de 2019 | Revista: Professor | Fonte: Li√ß√Ķes B√≠blicas de Jovens, CPAD
TEXTO DO DIA
“Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade.” (Pv 5.18)
S√ćNTESE
O relacionamento sexual √© para o casamento monog√Ęmico, hetero e indissol√ļvel.
AGENDA DE LEITURA
SEGUNDA РPv 5.15: A esposa é comparada a uma fonte de água abundante
TERÇA РPv 5.18: O relacionamento sexual é para o casamento
QUARTA – Pv 5.19: O amor conjugal une o casal
QUINTA Р1 Co 7.1,2: Cada um tenha sua própria mulher e cada mulher o seu próprio marido
SEXTA – 1 Co 7.3,4: O relacionamento sexual no casamento
S√ĀBADO – 1 Co 7.10,11: O casamento √© indissol√ļvel

Lição 6 - Sexo Uma dádiva Divina (Subsídio)

Obs. Subs√≠dio para a classe de Jovens. Li√ß√£o 6 – 2° trimestre de 2019.
OBJETIVOS
• MOSTRAR que Deus criou o homem e a mulher distintos e com objetivos espec√≠ficos;

• SABER que o sexo √© uma d√°diva divina para ser desfrutada no casamento.

I. O Sexo na Narrativa da Criação

1. O homem e a mulher como obra-prima da criação

As religi√Ķes orientais criaram no mundo uma ilus√£o de natureza m√°. Da mesma forma, o pensamento helenista, ou seja, dos gregos, considerava o mundo como algo negativo. Segundo Faros (1993, p.206), “a tradi√ß√£o judaico-crist√£ se encontra em dram√°tica ant√≠tese com tudo isso, no consenso que exprime em rela√ß√£o ao mundo material, que o v√™ como criado do nada pelo pr√≥prio Deus”, que constatou que tudo era bom.

Lição 7 РProstituição, a Perversão da Sexualidade



Classe: Jovens | Trimestre: 2° de 2019 | Revista: Professor | Fonte: Li√ß√Ķes B√≠blicas de Jovens, CPAD
TEXTO DO DIA
“Todas as coisas me s√£o l√≠citas, mas nem todas as coisas conv√™m; todas as coisas me s√£o l√≠citas, mas eu n√£o me deixarei dominar por nenhuma.” (1 Co 6.12)
S√ćNTESE
O corpo do crente é templo do Espírito Santo. Precisamos honrar e respeitar esse templo.
AGENDA DE LEITURA
SEGUNDA – 1 Co 6.20: Glorificai a Deus com o corpo
TERÇA Р1 Co 5.9: Não podemos nos unir aos que se prostituem
QUARTA Р1 Co 6.13: O corpo não é para prostituição
QUINTA – 1 Co 5.1: A impureza na igreja de Corinto
SEXTA Р1 Co 6.19: O corpo do cristão é templo do Espírito Santo
S√ĀBADO – 1 Co 6.18: Fuja da prostitui√ß√£o

Lição 6 - Sexo, uma Dádiva Divina


Classe: Jovens | Trimestre: 2° de 2019 | Revista: Professor | Fonte: Li√ß√Ķes B√≠blicas de Jovens, CPAD
TEXTO DO DIA
“Portanto, deixar√° o var√£o o seu pai e a sua m√£e e apegar-se-√° √† sua mulher, e ser√£o ambos uma carne.” (Gn 2.24)
S√ćNTESE
Deus criou o sexo para proporcionar satisfação e senso de realização, em um casamento sem mácula.
AGENDA DE LEITURA
SEGUNDA РGn 2.18: Deus viu que não era bom que Adão estivesse só
TERÇA РGn 1.27: Deus criou o homem e a mulher
QUARTA – Gn 1.28; 5.3: Deus criou e ordenou que o homem se multiplicasse
QUINTA РGn 2.22-24: Deus, como um pai, conduziu Eva até Adão
SEXTA - Ef 5.22;6.1-4: Modelo ideal para o relacionamento em família
S√ĀBADO – Hb 13.4: Deus nos criou para termos uma vida sexual de realiza√ß√£o no casamento
OBJETIVOS
• MOSTRAR que Deus criou o homem e a mulher distintos e com objetivos espec√≠ficos;
• SABER que o sexo √© uma d√°diva divina para ser desfrutada no casamento.

Pedofilia: Dist√ļrbio ou A√ß√£o Demon√≠aca?

Nem sempre o agressor sexual √© portador de dist√ļrbios psiqui√°tricos. As teorias psicol√≥gicas enfatizam o car√°ter psiqui√°trico do agressor baseadas em estudos feitos geralmente com agressores denunciados, presos e condenados.

A pedofilia pode ser vista através de três perspectivas: a psicológica, a social e a ética. Devemos descrever essas perspectivas procurando confrontá-las com a visão bíblica.
Na perspectiva psicol√≥gica, h√° v√°rias quest√Ķes que s√£o amplamente discutidas. Uma das principais √©: "O agressor sexual (ped√≥filo) √© portador de dist√ļrbios psiqui√°tricos?"

Subs√≠dio para a Li√ß√£o: 8 – √Čtica Crist√£ e Sexualidade

Este artigo é UMA PARTE do subsídio para a lição bíblica da classe de Adultos. Para a continuação este subsídio Clique Aqui
Introdução
O sexo √© um dos relacionamentos interpessoais no qual os indiv√≠duos se engajam. √Č uma das for√ßas mais poderosas do mundo, por√©m uma das mais pervertidas. Talvez uma das raz√Ķes para sua pervers√£o seja seu poder. Se o poder tende a corromper, neste caso um grande poder tende a corromper grandemente. Do outro lado, boa parte do abuso do sexo talvez resulte de um mal-entendimento acerca dele. Qual √© o ponto de vista crist√£o, acerca do sexo? O que as Escrituras realmente ensinam acerca da atividade sexual?
I РCONCEITOS RELATIVOS À SEXUALIDADE

PALAVRA
INFORMA√á√ēES






Sexo
A biologia define “sexo” como um conjunto de caracter√≠sticas org√Ęnicas que diferenciam o macho da f√™mea.
A palavra “sexo” pode ser usada como refer√™ncia aos √≥rg√£os sexuais ou √† pr√°tica de atividades sexuais.
O relacionamento sexual foi uma d√°diva divina concedida ao primeiro casal e tamb√©m √†s gera√ß√Ķes futuras (Gn 2.24).
SEXO SOMENTE NO CASAMENTO - a legitimidade crist√£ para a satisfa√ß√£o dos apetites sexuais entre um homem e uma mulher restringe-se ao casamento monog√Ęmico (1 Co 7.9). Toda pr√°tica sexual realizada fora disso constitui-se em sexo il√≠cito.


Sexualidade
O termo “sexualidade” representa o conjunto de comportamentos, a√ß√Ķes e pr√°ticas dos seres humanos que est√£o relacionados com a busca da satisfa√ß√£o do apetite sexual, seja pela necessidade do prazer, seja da procria√ß√£o da esp√©cie.



Fornicação
A palavra "fornica√ß√£o" √© frequentemente usada na Escritura para rela√ß√Ķes sexuais il√≠citas fora do casamento, embora o modo geral de entender √© que ela subentende que pelo menos um membro do relacionamento n√£o era casado.

A fornicação está relacionada ao contato sexual entre pessoas solteiras. Para prevenir esse pecado, o apóstolo Paulo orienta os cristãos a se casarem (1 Co 7.2, ACF).




Práticas sexuais ilícitas
Escrituras proíbem o uso do corpo para práticas sexuais ilícitas (1 Co 6.16).
S√£o condenadas, dentre outras:
1) as rela√ß√Ķes incestuosas (Lv 18.6- 18),
2) o coito com animal (Lv 18.23),
3) o adultério (Êx 20.14) e a
4) homossexualidade (Lv 18.22; 1Co 6.9,10; Rm 1.26,27).
O corpo não pode servir à promiscuidade (1 Co 6.13). Assim, o nosso corpo deve servir para glorificar, e não para afrontar a Deus (1 Co 6.20).

II - A BASE B√ćBLICA PARA O SEXO
Basicamente, a Bíblia diz três coisas acerca do sexo:
(1) o sexo é bom,
(2) o sexo é poderoso, e, portanto,
(3) o sexo precisa ser controlado. Na realidade, as primeiríssimas referências ao sexo dão a entender todos estes fatores.

O sexo é intrinsecamente bom; não é mau. As Escrituras declaram que "Criou Deus, pois, o homem à sua imagem... homem e mulher (isso é sexo!) os criou" (Gn 1.27). E depois de acabar: "Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom" (V. 31). O sexo é bom. Deus o fez, e dalguma maneira reflete a Sua bondade. Talvez seja por causa do poder criador do sexo que se assemelha a um aspecto do Ser de Deus. Ou talvez esteja na força dele de realizar o vínculo mais forte de unidade e unicidade. Seja qual for a maneira pela qual devamos entender que o sexo é bom como Deus, fica claro que, fundamentalmente, o sexo é bom porque Deus o fez e o declarou bom.

Li√ß√£o 8 - √Čtica Crist√£ e Sexualidade

TEXTO √ĀUREO
"Venerado seja entre todos o matrim√īnio e o leito sem m√°cula; por√©m aos que se d√£o √† prostitui√ß√£o e aos ad√ļlteros Deus os julgar√°." (Hb 13.4)
VERDADE PR√ĀTICA
A sexualidade √© uma d√°diva divina que deve ser usufru√≠da dentro dos par√Ęmetros institu√≠dos pelo Criador.
LEITURA DI√ĀRIA
Segunda – Gn 1.27: Deus criou o homem e a mulher com sexos diferentes
Terça РGn 1.31: Tudo o que Deus fez é bom
Quarta РGn 1.28; 9.1: Um dos propósitos do sexo é a multiplicação da raça humana
Quinta РPv 5.18,19: Entre o casal, o sexo também deve ser prazeroso e satisfatório
Sexta РLv 18.6-24: A Bíblia proíbe e condena as práticas sexuais ilícitas
Sábado Р1Co 7.2-9: O casamento é o antídoto contra as práticas sexuais ilícitas
LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE
1 Coríntios 7.1-16
1 ORA, quanto às coisas que me escrevestes, bom seria que o homem não tocasse em mulher;
2 Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.
3 O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido.
4 A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher.
5 N√£o vos priveis um ao outro, sen√£o por consentimento m√ļtuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e √† ora√ß√£o; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satan√°s n√£o vos tente pela vossa incontin√™ncia.
6 Digo, porém, isto como que por permissão e não por mandamento.
7 Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira e outro de outra.
8 Digo, por√©m, aos solteiros e √†s vi√ļvas, que lhes √© bom se ficarem como eu.
9 Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se.
10 Todavia, aos casados mando, n√£o eu mas o Senhor, que a mulher n√£o se aparte do marido.
11 Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher.
12 Mas aos outros digo eu, n√£o o Senhor: Se algum irm√£o tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, n√£o a deixe.
13 E se alguma mulher tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, n√£o o deixe.
14 Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos.
15 Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não esta sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz.
16 Porque, de onde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? ou, de onde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?

HINOS SUGERIDOS: 25, 196, 201 DA HARPA CRISTÃ
OBJETIVOS ESPEC√ćFICOS
- Apresentar o conceito de sexualidade segundo uma concepção bíblica;
- Discutir os propósitos do sexo segundo as Escrituras Sagradas;
- Conscientizar a respeito do casamento como limite ético para o sexo.
• INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado (a) professor (a), o tema que vamos estudar na li√ß√£o deste domingo, a sexualidade, ainda √© um assunto cercado de tabus e mitos em nossas igrejas. Por isso, alguns crentes n√£o querem nem ouvir essa palavra e muito menos discutir a quest√£o na Escola Dominical. Mas n√£o podemos nos esquecer que este √© um assunto b√≠blico e muito pertinente em nossos dias, pois estamos vendo a prolifera√ß√£o de v√°rias ideologias malignas a respeito da sexualidade. Tamb√©m n√£o podemos nos esquecer de que tudo que Deus criou √© bom e isto inclui o sexo. √Č importante que voc√™, no decorrer da li√ß√£o, ressalte que o sexo nunca foi, em si mesmo, pecaminoso. Deus o estabeleceu para ser desfrutado no casamento antes que o pecado entrasse no mundo (Gn 2.21-25). Aquele que criou o universo, tamb√©m criou nosso corpo e nossos √≥rg√£os sexuais. A vida sexual saud√°vel dentro do casamento tem a b√™n√ß√£o de Deus, al√©m de dar alegria e prazer ao ser humano.

INTRODUÇÃO
Se por um lado a sexualidade tem sido desvirtuada na sociedade p√≥s-moderna, por outro Lado alguns crist√£os insistem em tratar o assunto como tabu. Embora o tema possa trazer desconforto para alguns, a sexualidade humana n√£o pode ser subestimada. Por isso, estudaremos o conceito da sexualidade, o prop√≥sito do sexo segundo as Escrituras e o casamento como o par√Ęmetro para o sexo.
PONTO CENTRAL
A sexualidade é uma dádiva divina.

I - SEXUALIDADE; CONCEITOS E PERSPECTIVAS B√ćBLICAS
Sexo e sexualidade possuem conceitos próprios, pois ambos constituem-se atos da criação divina.

1. Conceito de Sexo e Sexualidade.
A biologia define "sexo" como um conjunto de caracter√≠sticas org√Ęnicas que diferenciam o macho da f√™mea. O sexo de um organismo √© definido pelos gametas que produzem. Gametas s√£o c√©lulas sexuais que permitem a reprodu√ß√£o dos seres vivos. O sexo masculino produz gametas conhecidos como "espermatozoides" e o sexo feminino produz gametas chamados "√≥vulos".

A express√£o "sexo" ainda pode ser usada como refer√™ncia aos √≥rg√£os sexuais ou a pr√°tica de atividades sexuais. J√° o termo "sexualidade" representa o conjunto de comportamentos, a√ß√Ķes e pr√°ticas dos seres humanos que est√£o relacionados com a busca da satisfa√ß√£o do apetite sexual, seja pela necessidade do prazer ou da procria√ß√£o da esp√©cie.

2. O sexo foi criado por Deus.
No ato da cria√ß√£o Deus fez o homem e a mulher sexualmente diferentes: "macho e f√™mea os criou" (Gn 1.27). Portanto, o sexo faz parte da constitui√ß√£o anat√īmica e fisiol√≥gica dos seres humanos. Homens e mulheres, por exemplo, possuem √≥rg√£os sexuais distintos que os diferenciam sexualmente. Sendo cria√ß√£o divina, o sexo n√£o pode ser tratado como algo imoral ou indecente. As Escrituras ensinam que ao t√©rmino da cria√ß√£o "viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom" (Gn 1.31). Desse modo, o sexo n√£o deve ser visto como algo pecaminoso, sujo ou proibido. Tudo o que Deus fez √© bom. O pecado n√£o est√° no sexo, mas na pervers√£o de seu prop√≥sito.

3. A sexualidade é criação divina.
Ao criar o homem e a mulher, Deus tamb√©m criou a sexualidade: "E Deus os aben√ßoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra..." (Gn 1.28). O relacionamento sexual foi uma d√°diva divina concedida ao primeiro casal, bem como √†s gera√ß√Ķes futuras: "deixar√° o var√£o o seu pai e a sua m√£e e apegar-se-√° √† sua mulher, e ser√£o ambos uma carne" (Gn 2.24). Sempre fez parte da cria√ß√£o original de Deus a uni√£o sexual entre o homem e a sua mulher, formando assim, ambos uma s√≥ carne. O livro po√©tico de Cantares exalta a sexualidade e o amor entre o marido e a sua esposa (Ct 4.10-12). Portanto, n√£o √© correto "demonizar" o desejo e a satisfa√ß√£o sexual. Assim como o sexo, a sexualidade tamb√©m n√£o √© m√° e nem pecaminosa. O pecado est√° na deprava√ß√£o sexual que contraria os princ√≠pios estabelecidos nas Escrituras Sagradas.

S√ćNTESE DO T√ďPICO I
Para o crente, conceito e perspectivas a respeito da sexualidade devem ser definidos pelas Escrituras Sagradas.

 
SUBS√ćDIO TEOL√ďGICO
[...] O Cristianismo n√£o est√° s√≥ quando coloca implica√ß√Ķes religiosas no sexo. No mundo antigo a prostitui√ß√£o religiosa celebrava a fertilidade da natureza. No outro extremo, o celibato ainda √© adotado como voca√ß√£o religiosa. Mais pertinente ao sexo √© o rito da circuncis√£o no Antigo Testamento, adotado como sinal de que a alian√ßa de Deus estava sobre os filhos de Abra√£o, de gera√ß√£o em gera√ß√£o. Os pr√≥prios √≥rg√£os genitais deviam ser uma lembran√ßa permanente de que a sexualidade √© concedida pelo Senhor e que somos respons√°veis perante Ele pelo uso do sexo.

A uni√£o sexual e a reprodu√ß√£o fazem parte da cria√ß√£o e foi ordenada por Deus desde o princ√≠pio, pela institui√ß√£o do casamento. O sexo n√£o pode ser retirado desse contexto e tratado de forma meramente biol√≥gica ou psicol√≥gica, como ocorre na sociedade contempor√Ęnea. Seu principal significado n√£o deve ser encontrado em si mesmo, no ato, na experi√™ncia ou mesmo em suas consequ√™ncias sociais. Como em qualquer coisa vista teisticamente, seu significado principal deve ser encontrado em rela√ß√£o a Deus e seus prop√≥sitos (HOLMES, Arthur F. √Čtica: As decis√Ķes morais √† luz da B√≠blia, 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2000, p. 129).

II – O PROP√ďSITO DO SEXO SEGUNDO AS ESCRITURAS

1. Multiplicação da espécie humana.
A finalidade primordial do ato sexual refere-se √† procria√ß√£o. Deus aben√ßoou o primeiro casale disse-lhes: "Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra" (Gn 1.28). Tal como o Criador ordenara a procria√ß√£o dos animais (Gn 1.22), tamb√©m ordenou a reprodu√ß√£o do g√™nero humano. Neste ato. Deus concedeu ao ser humano os meios para se multiplicar, assegurando-Lhe a d√°diva da fertilidade. Depois da queda no √Čden (Gn 3.11,23), e a consequente corrup√ß√£o geral (Gn 6.12,13), o Alt√≠ssimo enviou o dil√ļvio como ju√≠zo para eliminar o g√™nero humano (Gn 6.17), exceto No√© e sua fam√≠lia (Gn 7.1). Passado o dil√ļvio, No√© recebeu a mesma ordem recebida por Ad√£o: "E aben√ßoou Deus a No√© e a seus filhos e disse-lhes: frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra" (Gn 9.1). A terra, que outrora fora despovoada, agora deveria ser repovoada por No√© a fim de dar continuidade aos des√≠gnios divinos (Gn 3.15, cf. Rm 16.20).

2. Satisfação e prazer conjugal.
Por muito tempo ensinou-se que a procria√ß√£o era o √ļnico prop√≥sito da rela√ß√£o sexual. O Conc√≠lio de Trento (1545-1563) disciplinou a pratica sexual com fins exclusivos de reprodu√ß√£o e proibiu o sexo aos domingos, nos dias santos e no jejum quaresmal. N√£o obstante, a B√≠blia tamb√©m se refere ao sexo como algo prazeroso e satisfat√≥rio entre o marido e a sua esposa: "Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade..." (Pv 5.18,19); e ainda: "Goza a vida com a mulher que amas"
(Ec 9.9}. Assim, na união conjugal, como também ensina o Novo Testamento, o homem e a sua mulher devem buscar a satisfação sexual (1Co 7.5).

3. O correto uso do corpo.
No ato sexual ocorre a fus√£o de corpos: "Assim n√£o s√£o mais dois, mas uma s√≥ carne"(Mt 19.6). O sexo estabelece um v√≠nculo t√£o forte entre os corpos que os torna uma s√≥ pessoa. Como os nossos corpos s√£o membros de Cristo (1Co 6.15), e templo do Esp√≠rito Santo (1Co 3.16), as Escrituras pro√≠bem o uso do corpo para pr√°ticas sexuais il√≠citas (1Co 6.16). S√£o condenadas, dentre outras, as rela√ß√Ķes incestuosas (Lv 18.6-18), o coito com animal (Lv 18.23), o adult√©rio (√äx 20.14) e a homossexualidade (Rm 1.26-27). O corpo n√£o pode servir a promiscuidade (1Co 6.13), mas deve glorificar a Deus, o nosso Pai (1Co 6.20).

S√ćNTESE DO T√ďPICO II
Segundo as Escrituras Sagradas o propósito do sexo é a multiplicação da espécie, a satisfação e o prazer conjugal e o correto uso do corpo.

SUBS√ćDIO TEOL√ďGICO
Por que Deus criou o sexo? A B√≠blia nos d√° tr√™s raz√Ķes espec√≠ficas para o sexo:

1. Procriação
Provavelmente você já conhece a primeira razão por que Deus criou o sexo. Chama-se procriação. Em Gênesis 1.28, Deus revelou a Adão e Eva seu propósito para o sexo quando disse: 'Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a'. Deus nos deu uma capacidade de criar vida semelhante a dEle por meio do ato sexual. O início desse versículo nos conta que Deus pretendia que os resultados do sexo fossem uma bênção.

2. Unidade
Como seres humanos, somos dotados de um profundo desejo por intimidade. Ansiamos por nos unir a outros seres humanos e a Deus. O Senhor nos criou com esse desejo. Parte do seu projeto para o sexo inclui satisfazer essa necessidade de relacionar-se de modo pessoal. Est√° provado cientificamente que o sexo cria um la√ßo entre duas pessoas, mas os n√≠veis mais profundos de uni√£o e intimidade s√≥ podem ser atingidos com a busca pelo plano de Deus para o sexo. G√™nesis 2.24 diz: 'Portanto, deixar√° o var√£o o seu pai e a sua m√£e e apegar-se-√† √† sua mulher, e ser√£o ambos uma carne'. Essa passagem fala sobre o v√≠nculo entre marido e mulher fortalecendo-se a ponto de eles se tornarem uma s√≥ carne. O escritor de G√™nesis sabia intuitivamente o que a ci√™ncia confirmou h√° pouco tempo. Pesquisadores descobriram um horm√īnio chamado 'ocitocina', ou 'horm√īnio do amor'. A ocitocina √© uma substancia qu√≠mica que nosso c√©rebro libera durante o sexo e a atividade que precede o ato. Quando essa substancia √© liberada, produz sentimentos de empatia, confian√ßa e profunda afei√ß√£o. Cada vez que voc√™ faz sexo, seu corpo sofre uma rea√ß√£o qu√≠mica que lhe diz para 'apegar-se'. Deus criou os meios para satisfazer nosso desejo por intimidade em um n√≠vel biol√≥gico.

3. Recreação
Uma das raz√Ķes por que Deus criou o sexo foi para o nosso prazer. Vemos isso claramente em Prov√©rbios 5.18,19: 'Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, como a cerva amorosa e gazela graciosa; saciem-te os seus seios em todo o tempo; e pelo seu amor s√™ atra√≠do perpetuamente'. Essa passagem fala de um marido sendo satisfeito pelo corpo de sua esposa. O texto original pode ser lido como: 'Que voc√™ fique inebriado pelo sexo com ela'. Deus planejou o sexo para ser divertido e prazeroso. Est√° claro que Deus criou o sexo para o nosso benef√≠cio e para sua gl√≥ria. Quando se desfruta o sexo de acordo com o plano divino, o resultado √© maravilhoso. Quando sa√≠mos dos limites estabelecidos por Deus para nossa vida sexual, o prazer diminui, a intimidade √© rebaixada, e as b√™n√ß√£os que Deus planejou como resultados de nossos encontros sexuais podem se deteriorar (MCDOWELL, Josh; DAVIS, Erin. Verdade Nua & Crua: Amor, sexo e relacionamento, 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD,2011,pp. 20-23).

Ill - O CASAMENTO COMO LIMITE √ČTICO PARA O SEXO
O casamento é o legítimo limite ético dos impulsos sexuais que podem ser satisfeitos sem que se incorra em atos pecaminosos.

1. Prevenção contra a fornicação.
A fornica√ß√£o est√° relacionada ao contato sexual entre pessoas solteiras, ou seja, n√£o casadas. Para prevenir este pecado, o ap√≥stolo Paulo orienta os crist√£os a se casarem: "por causa da prostitui√ß√£o [ou fornica√ß√£o], cada um tenha a sua pr√≥pria mulher, e cada uma tenha o seu pr√≥prio marido." (1Co 7.2). Os ensinos de Paulo ratificam o prop√≥sito divino do casamento, ou seja, "um homem para cada mulher" (Gn 2.24). Este princ√≠pio tamb√©m foi defendido por Jesus: "deixar√° o homem pai e m√£e, e se unir√° √† sua mulher" (Mt 19.5). Deste modo, a legitimidade crist√£ para a satisfa√ß√£o dos apetites sexuais entre um homem e uma mulher restringe-se ao casamento monog√Ęmico heterossexual (1Co 7.9). Toda pr√°tica sexual realizada fora destes moldes constitui-se em sexo il√≠cito.

2. O casamento e o leito sem m√°cula.
As Escrituras ensinam que o casamento √© digno de honra (Hb 13.4) e que a uni√£o conjugal deve ser respeitada por todos (Mt 19.6). O leito conjugal n√£o pode ser maculado por ningu√©m. Quem o desonrar n√£o escapar√° do ju√≠zo divino (Hb 13.4b). Aqui a desonra refere-se ao uso do corpo para pr√°ticas sexuais il√≠citas com √™nfase nos casos de rela√ß√Ķes extraconjugais (1Co 6.10). Inclui tamb√©m as rela√ß√Ķes conjugais resultante de div√≥rcios e de segundo casamentos antib√≠blicos (Mt 19.9). Embora, muitas vezes, os imorais escapem da reprova√ß√£o humana, n√£o poder√£o fugir da ira divina (Na 1.3). A pr√°xis da sociedade e a condescend√™ncia de muitas igrejas n√£o invalidam a Palavra de Deus.

S√ćNTESE DO T√ďPICO 111
O casamento foi instituído por Deus como limite para o sexo.


SUBS√ćDIO BIBLIOL√ďGICO
A intimidade sexual √© limitada ao matrim√īnio. Somente nesta condi√ß√£o ela √© aceita e aben√ßoada por Deus, Mediante o casamento, marido e mulher tornam-se uma s√≥ carne, segundo a vontade de Deus. Os prazeres f√≠sicos e emocionais normais, decorrentes do relacionamento conjugal fiel, s√£o ordenados por Deus e por Ele honrados.

O adult√©rio, a fornica√ß√£o, o homossexualismo, os desejos impuros e as paix√Ķes degradantes s√£o pecados graves aos olhos de Deus por serem transgress√Ķes da Lei do amor e profana√ß√£o do relacionamento conjugal. Tais pecados s√£o severamente condenados nas Escrituras e colocam o culpado fora do reino de Deus.

Imoralidade e a impureza sexual n√£o somente incluem o ato sexual il√≠cito, mas tamb√©m qualquer pr√°tica sexual contra outra pessoa que n√£o seja seu c√īnjuge (B√≠blia de Estudo Pentecostal 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1995,1921).

CONCLUSÃO
O sexo e a sexualidade são atos da criação divina e não podem ser tratados como algo pecaminoso e nem como mero elemento de procriação ou fonte de prazer. Cabe ao cristão cumprir o propósito estabelecido por Deus para a sexualidade (Gn 2.24). O desvirtuamento desse padrão implicará punição aos que praticam a imoralidade (Hb 13.4). Portanto, vivamos para a glória de Deus!
PARA REFLETIR
A respeito do tema "√Čtica Crist√£ e Sexualidade", responda:

• Qual a diferen√ßa entre "sexo" e "sexualidade"?
A biologia define "sexo" como um conjunto de caracter√≠sticas org√Ęnicas que diferenciam o macho da f√™mea. J√° o termo "sexualidade" representa o conjunto de comportamentos, a√ß√Ķes e pr√°ticas dos seres humanos que est√£o relacionados com a busca da satisfa√ß√£o do apetite sexual, seja pela necessidade do prazer ou da procria√ß√£o da esp√©cie.

• Por que o sexo n√£o pode ser tratado como algo imoral ou indecente?
Sendo criação divina, o sexo não pode ser tratado como algo imoral ou indecente.

• Qual a finalidade primordial do sexo?
A finalidade primordial do ato sexual refere-se à procriação.

• A finalidade do sexo, segundo a B√≠blia, √© s√≥ para procriar?
Não, a satisfação e o prazer conjugal também são finalidades do sexo.

•O que √© fornica√ß√£o?
A fornicação é o contato sexual entre pessoas solteiras, ou seja, não casadas.

Fonte: Li√ß√Ķes B√≠blicas 2° trimestre de 2018, Adultos – CPAD| Divulga√ß√£o: Subs√≠dios EBD