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Lição 13 - O Senhor Está Ali

ūüĒ• REVISTA ADULTOS — 4¬ļ TRIMESTRE DE 2022, CPAD

ūüēõ Data: 25 de Dezembro de 2022

Lição 12 - Imersos no Espírito nos Últimos Dias

ūüĒ• REVISTA ADULTOS — 4¬ļ TRIMESTRE DE 2022, CPAD

ūüēõ Data: 18 de dezembro de 2022

Lição 10 - A Restauração Nacional e Espiritual de Israel

ūüĒ• REVISTA ADULTOS — 4¬ļ TRIMESTRE DE 2022, CPAD

ūüēõ Data: 4 de dezembro de 2022

Comentarista: Esequias Soares

ūüďĚ REVISTA: A Justi√ßa Divina: A Prepara√ß√£o do Povo de Deus para os √öltimos Dias no Livro de Ezequiel

Lição 9 - Gogue e Magogue: Um Dia de Juízo

ūüēõ Data: 27 de novembro de 2022

Comentarista: Esequias Soares

ūüďĚ REVISTA: A Justi√ßa Divina: A Prepara√ß√£o do Povo de Deus para os √öltimos Dias no Livro de Ezequiel

ūüďö  TEXTO √ĀUREO

“E sair√° a enganar as na√ß√Ķes que est√£o sobre os quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, cujo n√ļmero √© como a areia do mar para as ajuntar em batalha.” (Ap 20.8)

ūüí°  VERDADE PR√ĀTICA

A palavra profética anuncia que, antes da restauração espiritual de Israel, virão Gogue e seu bando para invadir a Terra Santa, mas eles serão derrotados.

 LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - Gn 10.2

Magogue é um descendente de Jafé, filho de Noé

Terça - Jr 1.14

"O mal vem do Norte" era o ditado desde os dias de Jeremias

Quarta - Ez 27.13; 38.2

Meseque e Tubal aparecem como confederados de Gogue

Quinta - Ez 38.16

Nesse conflito todas as na√ß√Ķes ficar√£o sabendo que Jav√© √© Deus

Sexta - Ap 16.13-16

A batalha do Armagedom não é a mesma do conflito de Gogue

S√°bado - Zc 14.2-4

Os inimigos de Israel ser√£o derrotados no fim dos tempos


LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

Ezequiel 38.1-6; 39.1-10

Ezequiel 38

1 - Veio mais a mim a palavra do SENHOR, dizendo:

2 - Filho do homem, dirige o rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal, e profetiza contra ele.

3 - E dize: Assim diz o Senhor JEOV√Ā: Eis que eu sou contra ti, √≥ Gogue, pr√≠ncipe e chefe de Meseque e de Tubal.

4 - E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos vestidos bizarramente, congregação grande, com escudo e rodela, manejando todos a espada;

5 - persas, etíopes e os de Pute com eles, todos com escudo e capacete;

6 - Gomer e todas as suas tropas; a casa de Togarma, da banda do Norte, e todas as suas tropas, muitos povos contigo.


Ezequiel 39

1 - Tu, pois, √≥ filho do homem, profetiza ainda contra Gogue e dize: Assim diz o Senhor JEOV√Ā: Eis que eu sou contra ti, √≥ Gogue, pr√≠ncipe e chefe de Meseque e de Tubal.

2 - E te farei voltear, e te porei seis anzóis, e te farei subir das bandas do Norte, e te trarei aos montes de Israel.

3 - E tirarei o teu arco da tua m√£o esquerda e farei cair as tuas flechas da tua m√£o direita.

4 - Nos montes de Israel, cairás, tu, e todas as tuas tropas, e os povos que estão contigo; e às aves de rapina, e às aves de toda a asa, e aos animais do campo, te darei por pasto.

5 - Sobre a face do campo cair√°s, porque eu falei, diz o Senhor JEOV√Ā.

6 - E enviarei um fogo sobre Magogue e entre os que habitam seguros nas ilhas; e saber√£o que eu sou o SENHOR.

7 - E farei conhecido o meu santo nome no meio do meu povo de Israel e nunca mais deixarei profanar o meu santo nome; e as na√ß√Ķes saber√£o que eu sou o Senhor, o Santo em Israel.

8 - Eis que √© vindo e se cumprir√°, diz o Senhor JEOV√Ā; este √© o dia de que tenho falado.

9 - E os habitantes das cidades de Israel sair√£o, e totalmente queimar√£o as armas, e os escudos, e as rodelas, com os arcos, e com as flechas, e com os bast√Ķes de m√£o, e com as lan√ßas; e far√£o fogo com tudo isso por sete anos.

10 - E n√£o trar√£o lenha do campo, nem a cortar√£o dos bosques, mas com as armas acender√£o fogo; e roubar√£o aos que os roubaram e despojar√£o aos que despojaram, diz o Senhor JEOV√Ā.

Hinos Sugeridos: 237, 457, 492 da Harpa Crist√£


INTRODUÇÃO

A profecia cumprida na antiguidade b√≠blica tem levado a ala c√©tica a argumentar que a profecia foi escrita depois do fato acontecido. Com rela√ß√£o √†s profecias messi√Ęnicas, n√£o h√° como defender esse pensamento. Nesta li√ß√£o, veremos as profecias de Ezequiel que tratam de eventos que ainda n√£o ocorreram com Israel. Muito mais agora, com Israel no centro do notici√°rio mundial, eles n√£o podem dizer que o profeta escreveu a profecia depois dos fatos.

PALAVRA-CHAVE

Juízo


I - SOBRE A IDENTIDADE DOS POVOS INVASORES (PARTE 1)

Essa profecia envolve muitos nomes, e alguns deles at√© parecem enigm√°ticos. O nosso desafio √© identificar quem s√£o, hoje, os povos que Ezequiel menciona na antiguidade. 

 

1. Os invasores (38.6; 39.2).

A profecia deixa claro que essa invas√£o ser√° para o “fim dos anos” (38.8); “no fim dos dias” (38.16); depois da restaura√ß√£o do Estado de Israel (38.12). Isso significa que ser√° antes da Grande Tribula√ß√£o, ou, talvez, logo no in√≠cio dela, portanto n√£o √© a mesma batalha do Armagedom (Ap 16.16). Outra informa√ß√£o importante √© que os povos da coaliz√£o do pr√≠ncipe ou comandante chamado Gogue s√£o da “banda do Norte” e outros grupos do norte da √Āfrica, como et√≠opes e os de Pute (38.5). O cap√≠tulo 39 descreve a derrocada de Gogue e os seus confederados (39.4-6). Essa informa√ß√£o geogr√°fica √© vaga e muito gen√©rica, considerando a vasta extens√£o territorial e multid√£o de povos que habitam ali.

 

2. Compreendendo a profecia.

O discurso de Ezequiel deixa claro que a mensagem n√£o √© para a sua gera√ß√£o, mas para quando Deus fizer regressar o seu povo da di√°spora de todas as na√ß√Ķes da terra (Ez 36.24; Am 9.14,15). Como a profecia √© para um tempo ainda distante, esses or√°culos divinos foram vazados na linguagem da √©poca do destinat√°rio original. √Č necess√°rio, pois, identificar esses povos no contexto em que vivia o profeta e procurar identific√°-los nos tempos atuais, quando poss√≠vel. Isso tornar√° a profecia compreens√≠vel e mais v√≠vida em nossos dias.

 

3. Gogue (38.2a; 39.1a).

O nome “Gogue” fora da profecia de Ezequiel s√≥ aparece mais duas vezes nas Escrituras, um descendente de R√ļben, sem qualquer v√≠nculo com a profecia (1 Cr 5.4), e na revolta de Satan√°s contra Deus e seu povo depois do Mil√™nio, em Apocalipse 20.8, como outro acontecimento. Tais nomes em Apocalipse s√£o emprestados de Ezequiel 38 e 39. A Enciclop√©dia Judaica identifica Gogue com o rei Gyges, tamb√©m conhecido como Gogo, da L√≠dia, regi√£o da Anat√≥lia, na atual Turquia asi√°tica. Essa √© a intepreta√ß√£o da maioria dos expositores do Antigo Testamento e dos arque√≥logos. Mas a descri√ß√£o prof√©tica parece indicar um t√≠tulo, como “Fara√≥”, no Egito; “X√°”, na antiga P√©rsia; “C√©sar”, em Roma, e n√£o o nome pessoal de algu√©m.

 

SIN√ďPSE I

O cap√≠tulo 39 de Ezequiel descreve a derrocada de Gogue e os seus confederados. Gogue se refere a um l√≠der semelhante ao “Fara√≥”, “X√°” ou “C√©sar”.

 

Auxílio Teológico

Gogue

“Gogue √© o rei da terra de Magogue e o principal governante de Meseque e Tubal. Em Gn 10.2, Magogue, Meseque e Tubal s√£o os nomes dos filhos de Jaf√©. Por conseguinte, a batalha futura aqui descrita ser√° travada por um descendente de Jaf√©. Gogue tamb√©m pode ser um nome representativo da iniquidade e da oposi√ß√£o a Deus (ver Ap 20.7-9). Esses pa√≠ses localizam-se, possivelmente, ao extremo norte de Israel (vv. 6.15; 39.2). Ser√£o apoiados por ex√©rcitos vindos do Leste e do Sul (v.5). √Č dif√≠cil determinar a ocasi√£o dessa batalha, mas evidentemente n√£o se trata da mesma batalha de Gogue e Magogue, de Ap 20.7-9, que ocorrer√° no fim do mil√™nio” (Coment√°rio B√≠blico Beacon: Isa√≠as a Daniel. Vol. 4. Rio de Janeiro: CPAD, 2014, p. 476).

 

A descri√ß√£o prof√©tica aparece indicar um t√≠tulo, como ‘Fara√≥’, no Egito; ‘X√°’, na antiga P√©rsia; ‘C√©sar’, em Roma, e n√£o o nome pessoal de algu√©m.”


II – SOBRE A IDENTIDADE DOS POVOS INVASORES (PARTE 2)

1. Magogue (38.2b; 39.1b, 6a).

√Č o nome de um descendente de Jaf√©, filho de No√© (Gn 10.2; 1 Cr 1.5), que aparece em Ezequiel como um lugar. As fontes antigas o incluem com os habitantes do C√°ucaso, procedentes de Gomer. O historiador judeu Fl√°vio Josefo (37-103 d.C.) identifica Magogue com os citas, um conjunto de etnias n√īmades que viviam na regi√£o norte do Mar Negro e do Mar C√°spio. Os citas aparecem no Novo Testamento juntamente com os b√°rbaros (Cl 3.11).

 

2. Meseque e Tubal (38.2c; 39.1c).

Tubal e Meseque s√£o dois dos sete irm√£os filhos de Jaf√©, filho de No√©: “Os filhos de Jaf√© s√£o: Gomer, e Magogue, e Madai, e Jav√£, e Tubal, e Meseque, e Tiras” (Gn 10.2). Esses dois jafetitas deram origem a Tabal e Mushki, reinos frigianos da Capad√≥cia, na Anat√≥lia, segundo inscri√ß√Ķes ass√≠rias. Nessa coaliz√£o aparece mais um da fam√≠lia de Jaf√©, Togarma, filho de Gomer (Gn 10.3). Gomer √© o primeiro da lista dos filhos de Jaf√©, ele √© identificado desde a antiguidade com o povo do C√°ucaso.

 

3. A coalização de Gogue (38.5).

Fazem parte do bando de Gogue mais cinco povos: “persas, et√≠opes e os de Pute com eles, todos com escudo e capacete; Gomer e todas as suas tropas; a casa de Togarma” (38.5,6). Todos eles s√£o citados previamente nos or√°culos de Ezequiel (27.10; 30.5). A B√≠blia hebraica emprega o nome cushe, para Eti√≥pia e pute para L√≠bia. Ambos, Cuxe e Pute s√£o descendentes de Cam, filho de No√© (Gn 10.6; 1 Cr 1.8). O norte da profecia em rela√ß√£o a Israel inclui a Mesopot√Ęmia, a √Āsia Menor e as regi√Ķes do Mar Negro e do Mar C√°spio. Os persas s√£o os atuais iranianos. A P√©rsia teve o nome mudado para Ir√£ em 1935.


SIN√ďPSE II

No livro de Ezequiel, Magogue aparece como um lugar, um território.


Auxílio Teológico

Magogue

“Um descendente de Jaf√© (Gn 10.2; 1 Cr 1.5). De acordo com Ezequiel 38.2, um povo cujo territ√≥rio ser√° futuramente governado por Gogue (q.v.). Em 38.2, l√™-se literalmente: ‘Firma bem a tua face contra Gogue, contra a terra de Magogue [...]’. [...] Gogue liderar√° uma horda do norte em uma invas√£o contra Israel (Ez 38.8-12), mas o Senhor far√° com que os seus ex√©rcitos retrocedam, e enviar√° uma saraiva de fogo na terra de Magogue e nas √°reas ao redor dela (39.6)” (Dicion√°rio B√≠blico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2017, p. 1200).

 

III – SOBRE O CONTEXTO ESCATOL√ďGICO

A interpreta√ß√£o popular que considera a R√ļssia como Gogue ganhou muito espa√ßo durante o per√≠odo da Guerra Fria.     

 

1. Gogue e Magogue.

A mensagem contra “Gogue, terra de Magogue, pr√≠ncipe e chefe de Meseque e de Tubal” (38.2; 39.1) √© uma das passagens mais dif√≠ceis das Escrituras. Muitos acreditam tratar-se de uma express√£o gen√©rica para indicar o futuro inimigo de Israel.

O rei Gyges, da Lídia, por exemplo, seria a figura do futuro inimigo de Israel que comandaria os seus confederados. Segundo o Talmude, literatura religiosa muito antiga dos judeus, Gogue e Magogue são dois nomes paralelos de uma mesma nação. Esses inimigos de Israel serão derrotados e isso nos desperta a esperança da nossa vitória em Cristo, pois a profecia mostra que Deus está do lado do seu povo.

 

2. Como a R√ļssia aparece nesse contexto?

A profecia afirma que Gogue √© “pr√≠ncipe e chefe de Meseque e de Tubal” (38.2; 39.1). A palavra “chefe” em hebraico √© ro’sh, de significado amplo, “cabe√ßa, chefe, pico, monte, parte superior”. Curiosamente, a Septuaginta traduziu o termo como substantivo pr√≥prio, √°rchonta Rhos, “pr√≠ncipe de Ros”. Isso √© mantido na vers√£o b√≠blica Tradu√ß√£o Brasileira e em algumas vers√Ķes inglesas. Foi a semelhan√ßa de sons, Roshe – R√ļssia, que levou muitos estudiosos a identificarem Roshe com a R√ļssia; Meseque, com Moscou, atual capital da R√ļssia e Torgarma com Tobolsk, cidade russa. 

 

3. Origem da interpretação.

 Esse pensamento n√£o veio dos pentecostais e nem se trata de uma ideia oriunda dos dispensacionalistas, como equivocadamente dizem os cr√≠ticos. Essa interpreta√ß√£o vem de longe, desde Gesenius (1787-1842), famoso orientalista alem√£o. Em seu l√©xico hebraico, o Roshe de Ezequiel 38.2 s√£o os russos. Depois da Guerra Fria, o assunto foi ficando no esquecimento. Mas com a guerra da Ucr√Ęnia em 2022, a rela√ß√£o entre R√ļssia e o Ocidente est√° voltando ao cen√°rio mundial, o que era antes da Queda do Muro de Berlim em 1989.


AMPLIANDO O CONHECIMENTO

A fal√°cia do vaticinium ex eventu

O importante em nosso estudo n√£o √© a identidade de Gogue e seus confederados, isso s√£o detalhes, mas mostrar ao mundo a veracidade da Palavra de Deus. Os expositores c√©ticos das Escrituras, aqueles que n√£o acreditam em milagres e nem na possibilidade de o Esp√≠rito anunciar as coisas futuras por meio dos profetas, procuram explicar as profecias que j√° foram cumpridas como se fossem extra√≠das do fato ocorrido. Eles chamam essa suposta “pia fraude” de vaticinium ex eventu, “vatic√≠nio-predi√ß√£o-or√°culo a partir do evento-fato”, como se a profecia fosse escrita depois do acontecimento. Agora, com o cumprimento de profecias b√≠blicas na atualidade, eles n√£o t√™m argumento em favor do vaticinium ex eventu. (Por Esequias Soares)


SIN√ďPSE III

O contexto escatológico confirma que os inimigos de Israel serão derrotados porque Deus está do lado do seu povo.


CONCLUSÃO

√Č importante saber que a invas√£o de Gogue e o seu bando √† terra de Israel √© distinta da batalha do Armagedom, pois o ataque de Gogue ser√° ap√≥s a restaura√ß√£o de Israel, antes ou logo depois de come√ßar a Grande Tribula√ß√£o ao passo que o Armagedom se dar√° no final desse per√≠odo. Cabe tamb√©m ressaltar que essa invas√£o n√£o √© a mesma rebeli√£o de “Gogue e Magogue” (Ap 20.8), pois a profecia empresta de Ezequiel esses nomes.


REVISANDO O CONTE√öDO

1. Pela descri√ß√£o prof√©tica o que o nome “Gogue” parece indicar?

A descri√ß√£o prof√©tica parece indicar um t√≠tulo, como “Fara√≥”, no Egito; X√°, na antiga P√©rsia; C√©sar”, em Roma, e n√£o o nome pessoal de algu√©m.

2. Quem s√£o os persas hoje?

Os persas são os atuais iranianos, a Pérsia teve o nome mudado para Irã em 1935.

3. Qual o significado da palavra hebraica ro’sh?

A palavra hebraica √© ro’sh significa “cabe√ßa, chefe, pico, monte, parte superior”.

4. O que levou muitos estudiosos a identificar a R√ļssia com Gogue?

Foi a semelhan√ßa de sons, Roshe – R√ļssia, que levou muitos estudiosos a identificarem Roshe com a R√ļssia; Meseque, com Moscou, atual capital da R√ļssia e Torgarma com Tobolsk, cidade russa.

5. De onde veio a interpreta√ß√£o de que Gogue √© a R√ļssia?

Essa interpretação vem de longe, desde Gesenius (1787-1842), famoso orientalista alemão. Em seu léxico hebraico o Roshe de Ezequiel 38.2 são os russos.

VOCABUL√ĀRIO

Enigmático: Relativo a ou próprio de enigma; indecifrável; misterioso.


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“E foi-lhe dado o dom√≠nio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, na√ß√Ķes e l√≠nguas o servissem; o seu dom√≠nio √© um dom√≠nio eterno, que n√£o passar√°, e o seu reino, o √ļnico que n√£o ser√° destru√≠do.” Daniel 7.1

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Viver sob o governo de Cristo será mais uma demonstração do real significado da existência humana e de um viver com qualidade.

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“Ent√£o aparecer√° no c√©u o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentar√£o e ver√£o o Filho do homem vindo sobre as nuvens do c√©u, com poder e grande gl√≥ria.” Mateus 24.30

VERDADE APLICADA

Não há um ser ou poder que possa impedir a manifestação em glória de Jesus Cristo e Sua plena vitória, para estabelecer Seu reinado.


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TEXTO √ĀUREO

“E, havendo aberto o s√©timo selo, fez-se sil√™ncio no c√©u quase por meia hora.” Apocalipse 8.1

VERDADE APLICADA

A certeza de que o ju√≠zo divino est√° prestes a vir sobre o mundo deve despertar-nos √† santidade e evangeliza√ß√£o. 


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TEXTO √ĀUREO

“E n√£o vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renova√ß√£o do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agrad√°vel e perfeita vontade de Deus.” Romanos 12.2

VERDADE APLICADA

Nestes tempos difíceis, é preciso manter-se firme e perseverante nos princípios da Palavra de Deus.


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TEXTO √ĀUREO

“E logo fui arrebatado em esp√≠rito, e eis que um trono estava posto no c√©u, e um assentado sobre o trono.” Apocalipse 4.2

VERDADE APLICADA

Independente das circunst√Ęncias, podemos perseverar confiando no Senhor, pois o Seu reino √© supremo e eterno.

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Li√ß√Ķes B√≠blicas BETEL: 2° Trimestre de 2022 | T√≠tulo: APOCALIPSE – Mensagem sobre o triunfo de Cristo, exorta√ß√Ķes e promessas ao povo de Deus.

TEXTO √ĀUREO

“Que dizia: O que v√™s, escreve-o em um livro e envia-o √†s sete igrejas que est√£o na √Āsia: a √Čfeso, e a Esmirna, e a P√©rgamo, e a Tiatira, e a Sardo, e a Filad√©lfia, e a Laodic√©ia.” Apocalipse 1.11 

VERDADE APLICADA

A expectativa do retorno de Cristo deve produzir na Igreja atitudes de vigil√Ęncia, ora√ß√£o, quebrantamento, santifica√ß√£o na dire√ß√£o do Esp√≠rito Santo.

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OBJETIVOS DA LIÇÃO

1. Mostrar a necessidade de arrependimento.

2. Ensinar que a promessa é para aquele que vencer.

3. Incentivar o relacionamento com o Espírito Santo.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

APOCALIPSE 2

1- Escreve ao anjo da igreja que est√° em √Čfeso: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete casti√ßais de ouro.

 

APOCALIPSE 3

19- Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê, pois, zeloso e arrepende-te.

20- Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo.

21- Ao que vencer, lhe concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono.

22- Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

LEITURAS COMPLEMENTARES

SEGUNDA / Gn 3.15 A promessa da primeira vinda de Cristo.

TERÇA / Dt 30.1-5 A promessa de restauração do povo de Israel.

QUARTA / Jl 2.28 A promessa do derramamento do Espírito.

QUINTA / Ap 2.26-27 A promessa de reinar com Cristo.

SEXTA / Ap 3.5 A promessa da vida eterna.

S√ĀBADO / Ap 3.21 A promessa de se assentar com Jesus no trono.

HINOS SUGERIDOS: 186, 346, 378

MOTIVOS DE ORAÇÃO

Ore para que a Igreja de Cristo permaneça fiel.

ESBOÇO DA LIÇÃO

Introdução

1- A mensagem profética

2- A mensagem de Cristo

3РA mensagem do Espírito Santo

Conclus√£o

PONTO DE PARTIDA: Sê fiel até a morte.

 

1- A MENSAGEM PROF√ČTICA

Na li√ß√£o anterior, tivemos nosso primeiro contato com as setes igrejas da √Āsia [Ap 1.4, 11]. Nos cap√≠tulos 2 e 3 do livro do Apocalipse, Jesus, “aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete casti√ßais de ouro” [Ap 2.1], traz uma mensagem direcionada a cada uma delas. Devemos lembrar que, nos momentos finais de Seu minist√©rio terreno, Jesus disse que estaria sempre com Sua Igreja [Mt 28.20]. Veremos, portanto, na mensagem √†s sete igrejas, o cuidado divino com a Sua Igreja em todos os tempos.

 

1.1. Por que 7 igrejas da √Āsia?

O n√ļmero sete, na B√≠blia, fala de perfei√ß√£o e completude. Isto nos faz entender porque n√£o temos apenas uma mensagem, duas ou dez, √†s igrejas da √Āsia. Onde o n√ļmero sete aparece no Apocalipse, em geral, temos uma revela√ß√£o ou li√ß√£o divina a ser aprendida. Devemos lembrar que o Apocalipse √© o livro prof√©tico do Novo Testamento. Sendo assim, vemos que estas sete igrejas representam a Igreja de Cristo, em toda a sua hist√≥ria, em todo o ciclo de sua exist√™ncia; desde a sua funda√ß√£o no dia de Pentecostes at√© o arrebatamento na volta de Jesus. E estas mensagens mostram Cristo falando com a Sua Igreja em todo este tempo ou ciclo. √Č reconfortante sabermos que servimos a um Deus que n√£o nos esquece e que sempre cuida de n√≥s [Sl 86.15].

Subsídio do Professor:

Segundo Ant√īnio Gilberto: “O fato de haver outras igrejas na regi√£o e terem sido escolhidas apenas estas sete, indica que elas eram representativas do ciclo completo da hist√≥ria da Igreja. As sete cartas falam tamb√©m de condi√ß√Ķes espirituais prevalecentes nessas igrejas no tempo de Jo√£o e que caracterizam a Igreja em todos os tempos.”

 

1.2. Por que estas igrejas?

Havia naquele tempo outras igrejas, na regi√£o, como Colossos e Hier√°polis. Mas Jesus escolhe √Čfeso, Esmirna, P√©rgamo, Tiatira, Sardes, Filad√©lfia e Laodic√©ia porque aquele que Jo√£o viu com olhos como chama de fogo [Ap 1.14], que mostra a Sua onisci√™ncia, viu nestas igrejas caracter√≠sticas presentes nas muitas igrejas locais em todo o mundo ao longo da hist√≥ria do povo de Deus nesta terra. Sua onisci√™ncia fortalece nossa f√© e nos consola, sabendo que neste exato momento, mesmo diante das maiores prova√ß√Ķes, Cristo sabe, conhece e nos socorre [Hb 7.24-25].

 

Subsídio do Professor:

Louis Berkhof (Introdu√ß√£o ao Novo Testamento – CPAD, p. 299): “Estas igrejas s√£o tipos que se repetem constantemente na hist√≥ria. Sempre h√° algumas igrejas que s√£o predominantemente boas e puras como as de Esmirna e Filad√©lfia, e que, portanto, n√£o precisam de repreens√£o, mas apenas palavras de encorajamento; mas por outro lado tamb√©m existem outras como Sardes e Laodic√©ia, nas quais o mal prepondera, e que merecem censura grave e uma chamada ao arrependimento sincero. No entanto, √© prov√°vel que o maior n√ļmero de igrejas se assemelhe √†s igrejas de √Čfeso, P√©rgamo e Tiatira, nas quais o bem e o mal est√£o igualmente equilibrados no seu c√≠rculo, de modo que mere√ßam tanto louvor quanto censura, promessas e repreens√Ķes.”

 

1.3. Uma advertência para nossos dias.

Ap√≥s tanto tempo decorrido da revela√ß√£o dada a Jo√£o sobre o estado daquelas igrejas, √© preciso sermos sens√≠veis √† Palavra de Deus que chegou at√© n√≥s e √† a√ß√£o do Esp√≠rito Santo que continua avisando ao povo de Deus acerca dos perigos que rondam a Igreja, buscando desviar os disc√≠pulos de Cristo do caminho da santifica√ß√£o, do fervor espiritual, temor a Deus e comodismo e conformismo com os valores e costumes mundanos. O ap√≥stolo Paulo exortou: “Examinai-vos…provai-vos a v√≥s mesmos…” [2Co 13.5]. √Č necess√°rio um exerc√≠cio di√°rio para buscar manter a pureza doutrin√°ria, uma vida piedosa e de adora√ß√£o sincera. Em seu serm√£o prof√©tico, portanto bem antes das mensagens √†s igrejas da √Āsia, o Senhor Jesus j√° alertava: “Perseverar…olhai, vigiai e orai…” [Mc 13.13, 33]; “n√£o vos ache dormindo” [Mc 13.36].


Subsídio do Professor:

Roger Stronstad (Teologia B√≠blica Pentecostal, Carisma Editora, p. 285) comenta sobre o fato de que no Apocalipse: “Jesus primeiro adverte a Igreja, que √© tipificada ou representada pelas ‘sete igrejas’ sobre suas efetivas e/ou potenciais atitudes e a√ß√Ķes erradas [Ap 2.1-3.22]. Muitos leitores poder√£o se surpreender por esse fato. Uma raz√£o para essa surpresa √© que muitos crist√£os esperam que assim que seus pecados s√£o perdoados, o exclusivo interesse de Jesus por eles est√° em seu conforto, seguran√ßa e inclusive prosperidade individual, familiar e/ou da pr√≥pria comunidade. No entanto, Jesus tem um conjunto diferente de valores e padr√Ķes do que essas expectativas autos servidoras. Os padr√Ķes de Jesus s√£o a f√©, a santidade, a verdade etc. (…).”


EU ENSINEI QUE:

Na mensagem de Cristo √†s sete igrejas, vemos o cuidado divino com a Sua Igreja em todos os tempos. 

2- A MENSAGEM DE CRISTO

As mensagens √†s sete igrejas da √Āsia s√£o um verdadeiro raio X na Igreja de Cristo. Mostrando caracter√≠sticas e qualidades admir√°veis, mas sem esconder erros, desvios doutrin√°rios e fracassos morais e espirituais. Jesus trata diretamente com a Sua noiva e admoesta a fim de que haja despertamento, mudan√ßa profunda e perene. Cada uma das mensagens s√£o uma forte trombeta de Deus tocando, at√© que chegue, finalmente, a √ļltima trombeta [1Co 15.52].


2.1. Estrutura da mensagem.

Ao estudar as mensagens √†s sete igrejas da √Āsia, de uma forma mais minuciosa, um detalhe muito importante n√£o pode deixar de ser observado: as mensagens possuem cinco pontos em comum:


1) revelam vários títulos e atributos de Cristo [Ap 2.1, 8, 12, 18; 3.1, 7, 14];

2) qualidades encontradas [Ap 2.2-3, 6, 9, 13, 19; 3.4, 8];

3) exortação [Ap 2.4, 14-15, 20-23; 3.1-2, 15-17];

4) conselho e ordens [Ap 2.5, 10, 16, 25; 3.9-11, 18-20];

5) e promessa ao que vencer [Ap 2.7, 11, 17, 26-28; 3.4-5, 12, 21-22].


Nisso podemos aprender uma li√ß√£o importante, em tempos de invers√£o de valores e desrespeito √† fam√≠lia: Deus v√™ al√©m da apar√™ncia das coisas, Ele sabe o que somos realmente. Aquele que diz “conhe√ßo as tuas obras” sabe, tamb√©m, o motivo pelo qual fazemos.


Subsídio do Professor:

A forma como as mensagens aparecem mostram uma notável uniformidade. Nisso vemos que Deus nos trata sem acepção, todos são iguais [At 10.34]. Isso nos faz lembrar que no Reino de Deus há regras e normas que devem ser obedecidas. Israel desobedeceu a Deus e viu seus inimigos derrotá-los [2Cr 36].


2.2. Oportunidade de arrependimento.

Das sete igrejas da √Āsia, apenas duas n√£o receberam exorta√ß√Ķes ao arrependimento: Esmirna e Filad√©lfia. Ao mesmo tempo que Cristo exp√Ķe os erros e desvios doutrin√°rios que vemos nelas, oferece, em sua longanimidade, tempo para mudan√ßa: “E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostitui√ß√£o; e n√£o se arrependeu.” [Ap 2.21]. Agora mesmo, Ele ainda espera pacientemente pelos frutos do arrependimento daquele que caiu ou fracassou, em sua f√©. Antes do ju√≠zo futuro, Jesus oferece em Sua gra√ßa uma oportunidade [Tg 4.8]. Este arrependimento n√£o acontecendo, dar√° lugar ao ju√≠zo divino [Ap 22.15].


Subsídio do Professor:

Sobre a palavra arrependimento Carl G. Kromminga comenta: “Pode-se dizer que metanoia denota a mudan√ßa de ideia, de afei√ß√Ķes, de convic√ß√Ķes e compromissos interiores enraizados no temor a Deus, e na tristeza pelas ofensas cometidas contra Ele, que, quando acompanhada pela f√© em Cristo Jesus, resulta em uma convers√£o externa do pecado a Deus, e a seu servi√ßo em todas as √°reas da vida.”


2.3. A promessa de Cristo.

De forma geral, promessa √© o compromisso que algu√©m assume de fazer, dar ou dizer alguma coisa. A promessa pode ser feita verbalmente ou por escrito. Jesus fez muitas promessas e fez quest√£o de registr√°-las para que n√≥s fossemos alcan√ßados por elas. A B√≠blia tem muitas promessas: a primeira promessa, ainda no √Čden, fala da primeira vinda de Cristo [Gn 3.15]; o derramamento do Esp√≠rito [Jl 2.28]; restaura√ß√£o do povo de Israel [Dt 30.1-5]; o minist√©rio terreno do Messias (At 3.22], dentre muitas outras.


Nas mensagens √†s sete igrejas da √Āsia, todas terminam com promessas que falam da Igreja reinando com Cristo [Ap 2.26-27; 3.21]; e da vida eterna [Ap 2.7, 11, 17; 3.5, 12]. As promessas de Cristo para a Sua Igreja s√£o um conforto diante das lutas desta vida e a certeza de que a morte, para os que servem a Cristo, √© apenas tempor√°ria, pois est√° reservada para os salvos a vida eterna com Cristo [Jo 11.25].


Subsídio do Professor:

Segundo o Dicion√°rio B√≠blico Wycliffe: “Paulo demonstra que a “promessa de Deus” tem qualidade de uma alian√ßa, porque cada Palavra de Deus √© segura e certa. O termo t√©cnico epangelia, portanto, designa o bondoso compromisso de Deus, expresso especialmente a Abra√£o, de realizar de forma completa sua obra de reden√ß√£o atrav√©s do Messias, em quem “todas quantas promessas h√° de Deus, s√£o nele sim; e por ele o am√©m” [2 Co 1.20].”


EU ENSINEI QUE:

As mensagens √†s sete igrejas da √Āsia s√£o um verdadeiro raio X na Igreja de Cristo.

3- A MENSAGEM DO ESP√ćRITO SANTO

O Espírito Santo tem um papel vital na vida e na existência da Igreja de Cristo. Sem o Espírito Santo, a Igreja não mais existiria ou seria meramente um clube ou mais uma agremiação. Ele é o Consolador que nos dá poder para fazer a obra de Cristo neste mundo e ao mesmo tempo prepara a Noiva para o arrebatamento.


3.1. O outro Consolador.

Depois da √ļltima ceia, Jesus confortou e instruiu os disc√≠pulos, que estavam aflitos com a proximidade da Sua partida [Jo 14.1, 27]. Neste momento faz a promessa de enviar outro Consolador [Jo 14.16], que ensinaria todas as coisas e faria lembrar de tudo que o Mestre ensinou [Jo 14.26]; testificaria de Cristo [Jo 15.26] e convenceria o mundo do pecado, da justi√ßa e do ju√≠zo [Jo 16.7-8]. Tudo isso deixa claro que, sem a presen√ßa do Esp√≠rito Santo, a Igreja n√£o teria sobrevivido a tudo que passou nestes dois mil anos e chegado at√© aqui.


Subsídio do Professor:

Myer Pearlman: “A palavra “Consolador” (“Paracleto”, no grego) significa algu√©m chamado para ficar ao lado de outrem, com o prop√≥sito de ajud√°-lo em qualquer eventualidade, especialmente em processos legais e criminais. Era costume nos tribunais antigos, as partes aparecerem no tribunal assistidas por um ou mais dos seus amigos mais prestigiosos, que no grego chamavam, “par√°cleto”, e em latim, “advocatus”. Estes assistiam seus amigos, n√£o pela recompensa ou remunera√ß√£o, mas por amor e considera√ß√£o; eles orientavam seus amigos quanto ao que deviam dizer e fazer; falavam por eles; representavam-nos, faziam da causa de seus amigos sua pr√≥pria causa.”


3.2. Ele reveste e d√° dons.

√Č o Esp√≠rito Santo que d√° sentido e realiza√ß√£o na vida crist√£. S√≥ ap√≥s o revestimento de poder, os disc√≠pulos estariam prontos para serem testemunhas de Jesus [Lc 24.49]. Ao ser revestido de poder, o crist√£o fala em l√≠nguas, que s√£o concedidas pelo Esp√≠rito [At 2.4]. Os dons espirituais s√£o do Esp√≠rito Santos e Ele reparte na Igreja como quer [1Co 12.11]. Isto tudo mostra nossa total depend√™ncia do Esp√≠rito Santo. A Igreja Primitiva n√£o dispunha de nenhuma das facilidades tecnol√≥gicas que possu√≠mos, mas evangelizou o mundo de sua √©poca, porque tinha o poder que adv√©m de um relacionamento de comunh√£o e depend√™ncia do Esp√≠rito. Falharemos, se n√£o nos voltarmos para Deus agora, com sincera devo√ß√£o e cora√ß√£o quebrantado. Este √© o nosso tempo, a nossa hora, a √ļltima hora.


Subsídio do Professor:

David Yonggi Cho: “A √ļnica raz√£o que me capacitou a construir uma igreja de 500 mil membros em menos de trinta anos foi porque a maravilhosa manifesta√ß√£o do Esp√≠rito Santo fluiu atrav√©s dos dons de revela√ß√£o, dons vocais e de poder. Enquanto este crescimento acontecia, d√°vamos toda a gl√≥ria a Deus pelo que Ele vinha realizando atrav√©s de n√≥s. Em suma, ao Esp√≠rito Santo pertencem todos os dons. Os dons e o Esp√≠rito n√£o podem ser separados e o √ļnico prop√≥sito para que Ele manifeste diversos dons atrav√©s de pessoas √© para edifica√ß√£o de Sua Igreja.”


3.3. O Espírito prepara a noiva para o arrebatamento.

Em rela√ß√£o ao arrebatamento da Igreja, o Esp√≠rito Santo tem um papel de vital import√Ęncia. Pois, sendo o “outro Consolador” est√° preparando, guiando, operando at√© o dia da volta de Cristo [Rm 8.11, 14-17; Ef 1.14], quando seremos glorificados com Cristo. Tamb√©m nos adverte com rela√ß√£o ao perigo de entristecer o Esp√≠rito, sendo que fomos selados por Ele para o dia da nossa reden√ß√£o [Ef 4.30]. Em suma, podemos afirmar que, assim como o mordomo Eliezer preparou uma noiva para Isaque, o Esp√≠rito Santo prepara a noiva de Cristo para seu encontro com o noivo no dia do arrebatamento [Gn 24].


Subsídio do Professor:

Simon Kistemaker (Coment√°rio do Novo Testamento – Apocalipse – Ed. Cultura Crist√£, p. 770): “O Esp√≠rito de Cristo √© o Esp√≠rito do Noivo; e esse Esp√≠rito tem a sua habita√ß√£o na noiva, ou seja, a igreja. Por essa raz√£o, ao poderoso est√≠mulo do Esp√≠rito, a igreja expressa a sua ansiedade pela volta de Cristo, o seu noivo”. Assim, temos visto que o mesmo Esp√≠rito que habita e estimula a Igreja a desejar a volta de Cristo, √©, tamb√©m, o que a direciona, exorta, guia, santifica, capacita, sustenta e prepara para o grande encontro.


EU ENSINEI QUE:

O Espírito é o Consolador, reveste, dá dons e prepara a noiva para o arrebatamento.

CONCLUSÃO

Aprendemos nesta li√ß√£o sobre a import√Ęncia do arrependimento sincero, em caso de erro ou pecado, e que devemos perseverar em obedecer a Deus, cultivando uma vida cheia do Esp√≠rito Santo.

Revista BETEL | 2° Trimestre De 2022 | Reverbera√ß√£o: Subs√≠dios Dominical