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A Unidade da Fé

Fé é uma palavra tão pequena, composta apenas por duas letras, mas que contém um profundo significado para a nossa salvação. O escritor da Epístola aos Hebreus concede-nos seu melhor significado: "E o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem", Hb 11.1. Paulo nos lembra que ela é essencial à vida cristã: "Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé", Rm 1.17.

LIÇÃO 10 - PERMANEÇAM FIRMES NA PALAVRA DA VERDADE

Classe: Jovens | Trimestre: 3° de 2019 | Revista: Professor | Fonte: Lições Bíblicas de Jovens, CPAD
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TEXTO DO DIA
"Pelo que não deixarei de exortar-vos sempre acerca destas coisas, ainda que bem as saibais, e estejais confirmados na presente verdade."
(2 Pe 1.12)
SÍNTESE

Somente firmados na inspirada, infalível e inerrante Palavra de Deus podemos identificar e rejeitar os falsos ensinamentos.

Lição 4 - Perseverando na Fé

Lições Bíblicas do 4° trimestre de 2018 - CPAD | Classe: Adultos | Data da Aula: 28 de Outubro de 2018
TEXTO ÁUREO
"E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles?" (Lc 18.7)
VERDADE PRÁTICA
Quanto mais perseverarmos na fé, melhor entenderemos a vontade de Deus.

LEITURA DIÁRIA
Seg. Hb 11.1: O firme fundamento e a prova das coisas que se não veem
Ter. Ef 2.8,9: A salvação é pela graça, mediante a fé, para que ninguém se glorie
Qua. Mt 17.20: A fé não precisa ser grande, mas tem de ser íntegra e verdadeira
Qui. Hb 11.6: É preciso acreditar, pois sem fé é impossível agradar a Deus
Sex. Mt 9.2: Uma fé que, de tão evidente, pode até ser vista
Sab. 1Pe 1.9: O alvo supremo da fé não consiste em receber "bênçãos"
Saiba mais – veja:


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Lucas 18.1-8
1- E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca desfalecer,
2- dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava homem algum.
3- Havia também naquela mesma cidade uma certa viúva e ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário.
4- E, por algum tempo, não quis; mas, depois, disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens,
5- todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte e me importune muito.
6- E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz.
7- E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles?
8- Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Quando, porém, vier o Filho do Homem, porventura, achará fé na terra?
HINOS SUGERIDOS: 88,185,192 da Harpa Cristã

Classe de Adultos

OBJETIVO GERAL
Estimular a perseverança na fé.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
I- Interpretar a parábola do juiz iníquo;
II- Destacara bondade de um Deus justo;
III- Ressaltar a postura da viúva a respeito da oração, da perseverança e da fé.

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR


A aula de hoje é uma grande oportunidade para estimular os alunos a perseverarem na fé e na oração. Este é o grande desafio do ensino: Romper a barreira do discurso levando os educandos à prática. A parábola do juiz iníquo mostra exatamente isso. O interesse de Jesus era levar os seus discípulos a serem perseverantes e pessoas de oração. Em tempos de "determinismo profético", nada mais sensato e necessário que ensinar acerca da fé e da oração.

PONTO CENTRAL: A perseverança na fé e na oração é decisiva para o desenvolvimento espiritual.
INTRODUÇÃO
A perseverança na fé é uma das exortações bíblicas mais urgentes nos dias de hoje. Sobretudo, quando acompanhada da oração, pois esta também é de suma importância, visto ser a forma de comunicação vital dos discípulos com o Pai soberano nestes tempos perigosos até o estabelecimento final do Reino de Deus. Esta parábola, também conhecida como a "parábola da viúva persistente mostra que a oração intermitente em tempos de crise é o meio pelo qual os discípulos do Reino se valem da justiça do Pai a seu favor.

I - INTERPRETANDO A PARÁBOLA DO JUIZ INÍQUO

1. Uma parábola difícil.
Muitos estudiosos consideram essa parábola uma das mais difíceis. De fato, o modo como algumas Bíblias a intitulam, ou seja, quando na epígrafe editorial consta, por exemplo, "A parábola do juiz iníquo", têm levado muitos a fazerem interpretações equivocadas sobre a bondade, o amor e a justiça de Deus. Contudo, devemos levar em conta o propósito que levou Jesus a contar essa parábola. Trata-se de uma parábola que, a exemplo de outras que estudamos ao longo desse trimestre, funciona como um contraste. Conforme veremos, ela possui até certo fundamento em seu estilo de acentuar a perseverança, e se faz acompanhar de um chamado ao discernimento (v.6), três afirmações da defesa graciosa que Deus faz dos seus e é concluída com um questionamento sobre a existência, ou não, da fé, quando chegar o tempo em que Deus defenderá os seus (v.8b).

2. O juiz.
Não é preciso interpretar, ao pé da letra, cada detalhe de todas as parábolas. Entretanto, aqui vamos assim proceder com o fim exclusivo de mostrarmos o contexto que se passa na mente dos ouvintes. Tudo indica que na estrutura jurídica do judaísmo antigo existiam dois sistemas de tribunais: o judaico e o gentílico. Por isso, há estudiosos que entendem que o magistrado da parábola era um juiz gentio. A Mishná declara que três juízes deveriam definir a sentença nos casos que envolvessem propriedade. Flávio Josefo fala de tribunais com até sete juízes na Galileia. A parábola pressupõe um tribunal com um juiz somente, pois, neste caso, pode tratar-se de um simples recurso para a simplificação da narrativa. Na verdade, para entendermos melhor a parábola, não é tão importante o conhecimento do sistema jurídico daquele tempo, mas sim nos conscientizar da condição desesperadora de muitas viúvas da época que sofriam com juízes corruptos ou desumanos.

3. A viúva.
As viúvas eram reconhecidas pelas suas roupas típicas, as quais indicavam sua situação (Gn 38.14,19). Naquele tempo as jovens casavam-se no início da adolescência, por isso, apesar de haver muitas viúvas, elas não eram, necessariamente, mulheres de idade avançada. A maioria era deixada sem nenhuma forma de subsistência. Se permanecessem na família do falecido, acabavam numa condição inferior, quase servil. Se retornassem para a sua família de origem, o dinheiro do dote repassado nas negociações do seu casamento teria que ser devolvido. Dessa forma, as viúvas em geral ficavam em uma situação bastante miserável. Geralmente elas eram vendidas como escravas para a quitação das dívidas. Portanto, uma mulher pobre, por causa da morte de seu marido, ficava privada do amparo social e, em caso de controvérsias de ordem pública, se não tinha dinheiro, precisava confiar na honestidade dos magistrados. Esse é o contexto em que devemos ler essa parábola.

4. O caso e a perseverança.
A mulher tinha uma causa que deveria ser apresentada a um tribunal da cidade ou a um juiz que resolvesse exclusivamente a questão por via administrativa. Talvez se tratasse de pendências judiciárias ou mesmo dívidas deixadas pelo seu marido, de hipotecas sobre a herança patrimonial. Apesar de o caso poder enquadrar-se nos inúmeros existentes à época quando uma mulher tinha de defender seus direitos contra as maldades de um adversário poderoso que, sendo mais importante e influente, está seguro e tranquilo, ela toma uma decisão inédita, pois não escolhe advogados (talvez sua condição nem o permitisse), nem defensores públicos, mas contra o costume de seu ambiente, decide apresentar, pessoalmente, a instância ao juiz. Este, segundo o relato, é um juiz iníquo, isto é, não teme a Deus. Ela, porém, demonstra um coração decidido e uma disposição muito grande. Tanto que o texto usa a expressão "molesta" (v.5) para indicar a perseverança da viúva diante do juiz. Por isso, ao final, o juiz cede para não ser mais incomodado, isto é, "molestado" pela mulher que o importuna.
SÍNTESE DO TÓPICO I
Os detalhes da parábola não são o principal a ser entendido, mas sim sua mensagem central.



SUBSÍDIO EXEGÉTICO
"A Parábola do Juiz e da Viúva enfoca a oração persistente. Claro que Jesus não está ensinando que Deus é como um juiz injusto. A parábola é dita num estilo 'quanto mais'. Se um homem iníquo finalmente responde os clamores de uma viúva, quanto mais um Deus justo ouvirá as orações dos seus filhos. "A parábola fala sobre uma situação da vida real. O juiz não tem reverência a Deus ou respeito pelos direitos das pessoas. Uma viúva pobre envolvida num processo na mesma cidade pleiteia com o juiz insensível para decidir em favor dela contra um adversário (v.3). Por um longo tempo ele não faz nada, ignorando os clamores por justiça. Como outras viúvas naquela sociedade, ela é impotente e entre a mais vulnerável das pessoas. Ela é dependente dos outros para cuidar dela" (ARRINGTON, F. L. In ARRINGTON, French L.; STRONDAD, Roger (Eds.). Comentário Bíblico Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p.435).

II - A BONDADE DE UM DEUS JUSTO

1. Deus é bom.
Não é novidade o fato de a Bíblia estar repleta de textos que demonstram a bondade de Deus. A parábola, uma vez mais, reforça tal verdade quando o Senhor, retoricamente, questiona: "E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles?" (v.7). A bondade de Deus faz com que Ele ouça aos seus servos. E não poderia ser diferente, pois Jesus ensinou que se, nós, pois, sendo maus, sabemos dar boas coisas aos nossos filhos, "quanto mais vosso Pai que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?" (Mt 7.11). Antes disso o Mestre também ensinava sobre a oração, dizendo: "Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á" (Mt 7.7). Na parábola que estamos estudando, encontramos a viúva clamando, e este é o recurso utilizado por Jesus para, mais uma vez, ensinar sobre a oração e nos lembrar que Deus é bom.

2. Deus é justo.
Além da bondade do Pai, o crente sabe que Ele é justo. Uma vez mais é necessário recordar que a parábola não deve ser tomada ao nível dos detalhes, pois estes não são o mais importante. O juiz de nossa parábola é iníquo, injusto; Deus, a quem servimos, por outro lado, é justo. Nisto consiste o elemento de contraste dessa parábola. Este conhecimento já tinha Abraão ao chamar o Senhor de "Juiz de toda a Terra" (Gn 18.25). A justiça de Deus é tão elevada que, assim como a paz de Cristo, excede a todo nosso entendimento (Is 56.1).

3. Deus assume a nossa causa.
Na parábola, encontramos uma pobre viúva pedindo justiça, mas o que Jesus está ensinando é sobre o dever de orar sempre e nunca desfalecer, isto é, a perseverar. Assim, ao mesmo tempo em que ensina sobre a oração e a perseverança, o Mestre lembra um preceito da Lei, mostrando que Deus assume a nossa causa: "Pois o Senhor, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas; que faz justiça ao órfão e à viúva e ama o estrangeiro, dando-lhe pão e veste" (Dt 10.17,18).

SÍNTESE DO TÓPICO II
Além da perseverança na oração e na fé, a parábola destaca a bondade, a justiça e o fato de que Deus assume as causas dos menos favorecidos.


SUBSÍDIO PRÁTICO-TEOLÓGICO
"A aplicação é clara e simples. Uma viúva pode obter justiça de um juiz que não teme a Deus e não tem nenhuma consideração pelos seus semelhantes, simplesmente pela sua vinda contínua. Quanto mais deveria um cristão ter fé e crer que um Deus justo, bom e amoroso responderá as suas orações, embora Ele possa demorar- ou seja, embora as vezes pareça que a resposta demora! Depressa, lhes fará justiça, ou seja, subitamente, inesperadamente, mas não necessariamente quando eles pensam que a resposta deve vir" (CHiLDERS, Charles. Comentário Bíblico Beacon. Vol.6. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.467).

III - A PERSEVERANÇA DA VIÚVA É UMA IMAGEM PARA NÓS

1. Oração.
Até que nosso Senhor retorne, infelizmente, viveremos em constante luta contra o pecado (Hb 12.1). Por esse motivo, não devemos desistir de perseverar na oração e na súplica até que alcancemos o alvo (Fp 3.12-14). Ainda durante seu ministério Jesus exortava aos seus discípulos a que estivessem de "sobreaviso" e que também vigiassem e orassem (Mc 13.33; ARA). Uma das características distintivas do Evangelho de Lucas é a oração (3.21; 5.16; 6.12; 9.18,28,29; 10.21,22; 11.1; 22.41-46; 23.46). Ao ensinar a respeito do Espírito Santo, Lucas nos mostra que Deus cumpre o seu propósito. No entanto, exige a atitude certa por parte do povo de Deus que, de acordo com este Evangelho, é a oração. Vemos Jesus orando antes de cada grande crise da sua vida, ou seja, chegando a orar pelos seus agressores (Lc 23.34). Por ser um homem de oração, Jesus exortou seus discípulos a fazerem o mesmo (Lc 11.2; 22.40,46). É importante lembrar que Jesus advertiu contra o tipo errôneo de oração (Lc 20.47).

2. Perseverança.
Além de orar, é necessário compreender que a oração deve vir acompanhada de perseverança. A exortação à oração persistente está estreitamente ligada à expectativa da volta do Senhor. 0 texto de Lucas 17.22 nos alerta de maneira bastante clara a respeito do tipo de oração e do perigo de esmorecimento na prática de orar a qual se tem em mira aqui. Deus quer ser buscado de forma incessante e persistente pelos seus, pois a perseverança levará em conta o tempo de espera como um meio para aclarar e purificar a nossa vida no aprendizado das coisas de Deus.

3. Fé.
Somos, da mesma forma, exortados a perseverar na fé. A parábola conclui com uma pergunta: "Quando, porém, vier o Filho do Homem, porventura, achará fé na terra?" (v.8b). Jesus refere-se aqui à fé da súplica incessante, que não esmorece, ou seja, à fé perseverante. A própria interrogação traz uma conexão direta com a parábola, pois questiona se o Filho irá encontrar uma fé persistente como a da viúva. Esta fé é aquela que, em meio às dificuldades e às perseguições, transforma-se em fidelidade e coragem para testemunhar diante dos homens (Lc 9.26; 12.9). A fim de preservarmos este tipo de fé, precisamos cultivar uma vida de oração constante e persistente.

SÍNTESE DO TÓPICO III
A parábola ensina que a oração, a perseverança e a fé, evidenciadas na atitude da viúva, são marcas que devem ser encontradas em todo discípulo de Jesus.

SUBSÍDIO DEVOCIONAL
"Jesus ensina uma importante lição a respeito da oração, nas parábolas do amigo importuno e do juiz injusto. Ambas ilustram a frequentemente citada promessa de Jesus: 'Pedi e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque aquele que pede, recebe; e o que busca, encontra; e, ao que bate, se abre' (Mt 7.7,8; veja Lc 11.9,10).

"Os três imperativos em Mateus 7.7 (‘pedi’, ‘buscai' e 'batei') são verbos que originalmente estão no presente ativo. Por conseguinte, o sentido dessa passagem é: ‘Continuai pedindo, até receberdes; continuai buscando, até encontrardes; continuai batendo, até que vos seja aberta a porta'. Muito diferente da incredulidade, a importunação e a persistência demonstram a firme determinação de se alcançar um fim desejado, ao mesmo tempo que evidenciam a fé que prevalece contra todos os obstáculos" (BICKET, Zenas 3.; BRANDT, Robert L, Teologia Bíblica da Oração. 6a reimpressão. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.206).

CONCLUSÃO
A interpretação dessa parábola como um ensino sobre a oração persistente tem sido a melhor interpretação ao longo da história da igreja. A viúva que, com sua insistência, constrange o juiz à intervenção, é um modelo de perseverança na fé e na oração confiante. Esperar com firmeza e fidelidade a vinda do Filho do Homem, ou seja, a consumação da nossa salvação é o melhor incentivo para a oração corajosa. No “mundo tereis aflições", disse Jesus (Jo 16.33), mas somos convocados a permanentemente invocar a Deus por socorro, pois sempre fará justiça aos que clamam a Ele. Deus sempre estará junto daqueles que perseveram na fé e na oração.

PARA REFLETIR
A respeito de "Perseverando na Fé" responda:

• O que devemos levar em conta na interpretação dessa parábola?
Devemos levar em conta o propósito que levou Jesus a contar essa parábola.

• Segundo a lição, é necessário interpretar, ao pé da letra, cada detalhe das parábolas?
Não é preciso interpretar, ao pé da letra, cada detalhe de todas as parábolas.

• Qual foi a decisão inédita tomada pela viúva da parábola?
Ela toma uma decisão inédita, pois não escolhe advogados (talvez sua condição nem o permitisse), nem defensores públicos, mas contra o costume de seu ambiente, decide apresentar, pessoalmente, a instância ao juiz.

• Qual é o elemento de contraste dessa parábola?
O juiz de nossa parábola é iníquo, injusto; Deus, a quem servimos, por
outro lado, é justo. Nisto consiste o elemento de contraste dessa parábola.

• O último tópico da lição destaca três coisas que, segundo a parábola, não devem faltar na vida do cristão. Quais são elas?
Oração, perseverança e fé.


Lição 12 - Exortações Finais na Grande Maratona da Fé

Classe: Adultos
Lições Bíblicas: CPAD
Trimestre: 1° de 2018 – 25 de Março
Reverberação: www.sub-ebd.blogspot.com
TEXTO ÁUREO
"Portanto, nós também, pois, que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta."(Hb 12.1)
VERDADE PRÁTICA
Assim como um atleta, o cristão corre a grande maratona da fé.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Hb 12.1: O exemplo dos antigos em correr a maratona da fé
Terça - Hb 12.2: O exemplo de Jesus, autor e consumador de nossa fé
Quarta - Hb 12.3,4: O exemplo da igreja em resistir à perseguição
Quinta - Hb 13.17: A necessidade de se valorizar os líderes espirituais
Sexta - Hb 13.9: A necessidade de se valorizar a doutrina bíblica
Sábado - Hb 13.18: A necessidade de se cultivar os valores espirituais
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Hebreus 12.1-8; 13.15-18
1 PORTANTO nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta,
2 Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.
3 Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos.
4 Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado.
5 E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do SENHOR, E não desmaies quando por ele fores repreendido;
6 Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho.
7 Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?
8 Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos.
Hebreus 13.15-18
15 Portanto, ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome.
16 E não vos esqueçais da beneficência e comunicação, porque com tais sacrifícios Deus se agrada.
17 Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.
18 Orai por nós, porque confiamos que temos boa consciência, como aqueles que em tudo querem portar-se honestamente.

HINOS SUGERIDOS: 25, 320, 539 da harpa cristã

OBJETIVO GERAL
Mostrar que, assim como um atleta, o cristão corre a grande maratona da fé.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Discutir a respeito da corrida que nos foi proposta por Deus; Mostrar que precisamos ser corredores bem treinados;
Saber que estamos na reta final da nossa corrida da fé.

Lição 11 - Os Gigantes da Fé e o seu Legado para a Igreja

Classe: Adultos
Lições Bíblicas: CPAD
Trimestre: 1° de 2018 – 18 de Março
Reverberação: www.sub-ebd.blogspot.com
TEXTO ÁUREO
"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem." (Hb 11.1)
VERDADE PRÁTICA
A fé é a confiança irrestrita nas promessas de Deus.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Hb 11.4: O sacrifício de Abel e a fé que ainda fala
Terça - Hb 11.5: O testemunho de Enoque e sua trasladação
Quarta - Hb 11.7: A confiança de Noé que o fez herdeiro da justiça
Quinta - Hb 11.8: A obediência de Abraão em sair para um lugar desconhecido
Sexta - Hb 11.22: A fidelidade de José e a ordem acerca de seus ossos
Sábado - Hb 11.24,25: A determinação de Moisés em se recusar a ter o gozo do pecado
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Hebreus 11.1-8, 22- 26,30 - 34
1 ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.
2 Porque por ela os antigos alcançaram testemunho.
3 Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente.
4 Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala.
5 Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte, e não foi achado, porque Deus o trasladara; visto como antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus.
6 Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.
7 Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.
8 Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia.
22 Pela fé José, próximo da morte, fez menção da saída dos filhos de Israel, e deu ordem acerca de seus ossos.
23 Pela fé Moisés, já nascido, foi escondido três meses por seus pais, porque viram que era um menino formoso; e não temeram o mandamento do rei.
24 Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó,
25 Escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado;
26 Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa.
30 Pela fé caíram os muros de Jericó, sendo rodeados durante sete dias.
31 Pela fé Raabe, a meretriz, não pereceu com os incrédulos, acolhendo em paz os espias.
32 E que mais direi? Faltar-me-ia o tempo contando de Gideão, e de Baraque, e de Sansão, e de Jefté, e de Davi, e de Samuel e dos profetas,
33 Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões,
34 Apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos.

HINOS SUGERIDOS: 107,126, 459 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL
Apresentar os gigantes da fé segundo Hebreus 11 e o seu legado para a Igreja.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Discutir a respeito da fé que gera confiança em Deus;
Mostrar que a fé nos faz ver o impossível;
Compreender que a fé dá poder para avançar.

Lição 6 - Perseverança e Fé em Tempo de Apostasia

Classe: Adultos
Lições Bíblicas: CPAD
Trimestre: 1° de 2018 – 11 de Fevereiro de 2018
Reverberação: www.sub-ebd.blogspot.com
TEXTO ÁUREO
"Para que vos não façais negligentes, mas sejais imitadores dos que, pela fé e paciência, herdam as promessas." (Hb 6.12)
VERDADE PRÁTICA
Contra o perigo da apostasia, a Palavra de Deus revela a necessidade de ânimo e perseverança de fé.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Hb 6.1,2: A necessidade do crescimento espiritual em Cristo
Terça - Hb 6.4: Apostasia, um perigo na vida de quem foi regenerado
Quarta – Hb 6.5: Apostasia, um perigo na vida de quem viveu as realidades do Reino
Quinta - Hb 6.10: O serviço cristão, a obra de Deus e a justiça divina
Sexta – Hb 6.12,13: Abraão, um exemplo de perseverança e fidelidade
Sábado – Hb 6.20: Jesus, o nosso precursor na Eternidade com Deus
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Hebreus 6.1-15
1 POR isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até à perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas e de fé em Deus,
2 E da doutrina dos batismos, e da imposição das mãos, e da ressurreição dos mortos, e do juízo eterno.
3 E isto faremos, se Deus o permitir.
4 Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo,
5 E provaram a boa palavra de Deus, e as virtudes do século futuro,
6 E recaíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus, e o expõem ao vitupério.
7 Porque a terra que embebe a chuva, que muitas vezes cai sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção de Deus;
8 Mas a que produz espinhos e abrolhos, é reprovada, e perto está da maldição; o seu fim é ser queimada.
9 Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores, e coisas que acompanham a salvação, ainda que assim falamos.
10 Porque Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra, e do trabalho do amor que para com o seu nome mostrastes, enquanto servistes aos santos; e ainda servis.
11 Mas desejamos que cada um de vós mostre o mesmo cuidado até ao fim, para completa certeza da esperança;
12 Para que vos não façais negligentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas.
13 Porque, quando Deus fez a promessa a Abraão, como não tinha outro maior por quem jurasse, jurou por si mesmo,
14 Dizendo: Certamente, abençoando te abençoarei, e multiplicando te multiplicarei.
15 E assim, esperando com paciência, alcançou a promessa.