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Lição 2 - E todos foram cheios do Espírito Santo

Classe: Jovens | Trimestre: 4° de 2019 | Revista: Professor | Fonte: Lições Bíblicas de Jovens, CPAD
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TEXTO DO DIA

 "E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem."
(At 2.4)

SÍNTESE
Conforme havia prometido Jesus, no dia de Pentecostes, o Espírito Santo veio, todos foram cheios e falaram em novas línguas.
AGENDA DE LEITURA
SEGUNDA - At 2.1
A união de propósitos
TERÇA - Mc 16.17
A promessa de falar novas línguas
QUARTA - At 2.4
Falando em outras línguas
QUINTA - Lc 24.49
O Espírito Santo como revestimento de poder
SEXTA - Rm 15.19
Pregando no poder do Espírito Santo
SÁBADO - Gl 5.16
Andando no Espírito
DOMINGO - 1 Jo 3.24
O Espírito Santo como um presente divino

OBJETIVOS

I - MOSTRAR  a expectativa da promessa no Pentecostes;
II - DESTACAR os sinais que ocorreram no Pentecostes e que evidenciaram que todos foram cheios do Espírito Santo;
III - MOSTRAR o propósito do Espírito Santo na vida do crente. Interação
Veja também:
1) O Espírito Santo e o Dia de PentecostesClique Aqui
2) A Vida Segundo o EspíritoClique Aqui
3) O Espírito Santo e seus símbolosClique Aqui

Lição 1 – E RECEBEREIS A VIRTUDE DO ESPÍRITO SANTO

Classe: Jovens | Trimestre: 4° de 2019 | Revista: Professor | Fonte: Lições Bíblicas de Jovens, CPAD
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TEXTO DO DIA
 "Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra." (At 1.8)

SÍNTESE
A virtude do Espírito Santo é a promessa que Deus fez ao crente fiel, cumprida no dia de Pentecostes.

Agenda de leitura

SEGUNDA - Jl 2.28,29: A promessa da efusão do Espírito Santo
TERÇA - At 1.4: O local do cumprimento da promessa
QUARTA - At 1.12,14: A condição para o cumprimento da promessa
QUINTA - At 2.4: Todos ficaram cheios do Espírito Santo
SEXTA - At 2.1,2: Um derramamento repentino
SÁBADO - At 2.14: Poder para testemunhar
 Clique e LEIA TAMBÉM:

Lições Bíblicas, classe: Jovens

Lições Bíblicas, classe: Adultos

Lição 4- No Espírito Santo, o nosso consolador

TEXTO BÍBLICO
João 14.15-20
DESTAQUE
"Eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Auxiliador, o Espírito da verdade, para ficar com vocês para sempre. O mundo não pode receber esse Espírito porque não o pode ver, nem conhecer. Mas vocês o conhecem porque ele está com vocês e viverá em vocês" (Jo 14.16,17).

Lição 7- Quem é o Espírito Santo?


- REVISTA JUVENIS PROFESSOR 1º TR. DE 2018
- Título do Trimestre: Avivamento para a Juventude
- Classe: de 15 a 17 anos – Juvenis
- Editora: CPAD
- Comentarista: Rafael Luz
- Reverberação: Subsídios EBD
LEITURA DIÁRIA
SEG. At 5.3,4: O Espírito Santo é Deus
TER. Ef 4.30,31: Cuidado para não entristecer o Espírito Santo
QUA. Tg 4.5: O Espírito Santo tem ciúme de nós
QUI. Gn 1.2: O Espírito Santo na Criação
SEX. 1Co 6.19: Seu corpo é templo do Espírito Santo
SAB. Rm 8.26,27: O Espírito Santo Intercede por nós
OBJETIVOS
- Conhecer a respeito da pessoa e obra do Espírito Santo.
- Reconhecer os símbolos do Espírito Santo.
- Compreender que somos templo do Espírito Santo.
REFLEXÃO BÍBLICA
"E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre" (Jo 14.16).
SINTETIZANDO
Nesta lição, vamos estudar a respeito da doutrina do Espírito Santo, também conhecida como pneumatologia. Trataremos a respeito da pessoa e a obra da Terceira Pessoa da Trindade, sua revelação através dos símbolos e sua ação santificadora nas nossas vidas. Veremos que o Espírito Santo é Deus e que nosso corpo é sua morada.
LEIA TAMBÉM:
- Lições Bíblicas de Jovens – 1° Trimestre de 2018 – Acesse Aqui
- Lições Bíblicas de Adultos – 1° Trimestre de 2018 – Acesse Aqui
- Lições Bíblicas Juvenis - – 1° Trimestre de 2018 – Acesse Aqui

Lição 12 - O Espírito Santo e o Futuro da Igreja

Assunto: Reforma Protestante: história, ensinos e legado.
Lição: Jovens e Adultos
Trimestre: 4° de 2017
Comentarista: Pr. Gilmar Vieira Chaves
Editora: Central Gospel
TEXTO BÍBLICO BÁSICO
João 14.16-18
16 - E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre,
17-o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós.
18 - Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.
João 16.7-13
7 - (...) se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, se eu for, enviar-vo-lo-ei.
8 - E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado,
9 da Justiça, e do juízo:
9 -   do pecado, porque não creem em mim;
10 - da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais;
11 - e do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado.
12 - Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora.
13 - Mas, quando vier aquele Espírito da verdade, elo vos guiará em toda a verdade, porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará o que há de vir.
Mateus 28.20
20 - Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos.
TEXTO ÁUREO
E porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os observareis. (Ez 36.27)

SUBSÍDIOS PARA O ESTUDO DIÁRIO
2ª Feira – Romanos 6.1-14: O pecado não terá domínio sobre vós
3ª Feira – 1Coríntios 2.9-13: O Espírito penetra todas as coisas
4ª Feira - 1Coríntios 12.12 – 14: Todos nós fomos batizados em um Espírito
5ª Feira – Filipenses 3.1-3: Nós, que servimos a Deus
6ª Feira – 2Coríntios 5.17-19: O ministério da reconciliação
Sábado – Mateus 16.13-19: As portas do inferno não prevalecerão

OBJETIVOS
Ao término do estudo bíblico, o aluno deverá:
• saber que católicos e protestantes têm entendimentos distintos acerca do modo como o Espírito Santo dá vida à Igreja;
• saber que o que mais nitidamente distingue um católico de um protestante é o senso de presença do Espírito Santo no ser;
• refletir coerentemente acerca da seguinte questão: o ecumenismo cristão é possível?

ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS
Caro professor,
Tenha sempre em mente a importância da aprendizagem no processo educacional.

No binómio ensino-aprendizagem, o segundo item merece destaque. As pessoas querem muito ensinar, porém, às vezes, esquecem-se de que só podemos transmitir as experiências e os conteúdos apreendidos anteriormente.

Todos os esforços em torno do trabalho da Escola Dominical visam às mudanças na vida do educando, pela aprendizagem.

Seus alunos têm experimentado crescimento por melo das suas aulas?
Não se esqueça: a eficiência do ensino é confirmada na aprendizagem.
Excelente aula!

Subsídio: Lição 5 - A Identidade do Espírito Santo

Obs. Este artigo é um subsídio para a lição bíblica da classe de Adultos.
INTRODUÇÃO
No capítulo VI, da declaração de fé das Assembleias de Deus, encontra-se a seguinte declaração sobre o Espírito Santo:
CREMOS, professamos e ensinamos que o Espírito Santo é a terceira Pessoa da Santíssima Trindade, Deus igual ao Pai e ao Filho: “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19). O Espírito Santo é da mesma substância, da mesma espécie, de mesmo poder e glória do Pai e do Filho, pois é chamado de outro Consolador: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo 14.16).
O Espírito Santo não é uma parte da Divindade, mas, sim, Deus em toda a sua plenitude e, por isso mesmo, é incriado, autoexistente e absolutamente autônomo: “o Espírito que provém de Deus” (1 Co 2.12), como havia declarado o Credo de Atanásio: “Tal como é o Pai, tal é o Filho e tal é o Espírito Santo. O Pai é incriado, o Filho incriado, e o Espírito Santo incriado... não há três incriados,... mas um só incriado”. Ele é o Espírito eterno e existe por si mesmo. Ele pertence à mesma essência e substância indivisível e eterna do Pai e do Filho. Os homens e os anjos foram criados e dependem do Criador, mas Ele, o Espírito Santo, não depende de nada, pois Ele é o Senhor: “o Senhor é o Espírito” (2 Co 3.17 – ARA).

O Espírito Santo e o Dia de Pentecostes

Que quer isto dizer?
(At 2.12b)
Esta foi a primeira pergunta pentecostal neotestamentária após o derramamento do Espírito Santo, no dia de Pentecostes.
Judeus e prosélitos de várias nações estavam em Jerusalém para assistir à grande festa tradicional - o Pentecostes. Havia um aspecto diferente na cidade, a qual assistiria uma vez mais à Festa das Semanas. Certamente entoava-se em Jerusalém o Salmo 122, tão conhecido nosso.

  • Lições Bíblicas Juvenis

  • Pentecostes era uma das três festas da Antiga Aliança. Essa festa se realizava após a celebração da Páscoa e, por essa razão, significa "cinquenta" (Lv 23.15-21). Cada um levava o seu "molho" para apresentar ao Senhor. Na festa do Pentecoste eram apresentadas ao Senhor as primícias das colheitas; os primeiros frutos das searas eram movidos perante o Senhor. Este é o sentido da palavra no Antigo Testamento, na dispensação da Lei, antes que a Graça e a Verdade fossem reveladas por Jesus Cristo.
    Foi no dia de Pentecostes, isto é, cinquenta dias após a Páscoa em que Cristo foi imolado como cordeiro pascoal, ressurgindo vitorioso dentre os mortos, que se realizou o maior acontecimento da história da Igreja. A partir dessa data, a palavra "pentecostes" passou a ter outra significação para o cristianismo. Passou a ser símbolo do revestimento da Igreja com poder do Céu.

    No Cenáculo, na residência dos apóstolos, quase cento e vinte discípulos (At 1.15), inclusive a mãe do Senhor Jesus, oravam pedindo o Cumprimento da promessa que o Senhor lhes fizera (Lc 24.49): o batismo com o Espírito Santo. Oravam durante 09 (nove) dias e nada aconteceu! 120 corações num mesmo ideal, aguardando a manifestação do poder de Deus para reabilitá-los a testemunhar com veemência e ousadia do evangelho de Cristo.

    Precisamente às 09 horas da manhã, e de repente, veio do céu a bênção prometida. Graças a Deus que o Pentecostes vem do céu! Todos começaram a falar noutras línguas, conforme lhes concedia o Espírito Santo: era a chegada do Consolador, o cumprimento da promessa.

    As Perguntas Pentecostais
    Primeira pergunta pentecostal: "Que quer isto dizer?" O povo da cidade não suportou o "barulhão" e correu ao Cenáculo. Uns com malícia, outros cheios de incredulidade, até que alguém, emocionado, perguntou: "Que quer isto dizer?" O Senhor não deixa pergunta sem resposta. Então Pedro levantou-se no meio da multidão e respondeu: "Isto é o que foi dito pelo profeta Joel: E nos últimos dias... derramarei do meu Espírito sobre toda a carne" (At 2.17,18).

    A resposta de Pedro à pergunta secular satisfaz aos corações sinceros, sedentos do poder do Espírito Santo, enquanto deixa os zombadores em confusão. Atualmente uns afirmam que a benção já passou. Outros dizem: "Talvez não seja para mim".

    Outros parecem crer que é apenas para as igrejas pentecostais. Mas Deus diz que é para todos, para "toda carne". Não quer dizer "todos menos você". É para "todos quantos Deus nosso Senhor chamar". Você foi chamado? Então é para você.

    Sabes que o Pentecostes é uma promessa de Jesus à Sua Igreja? Sabes que as línguas estranhas são o sinal evidente do batismo com o Espírito Santo?
    "Que quer isto dizer?" Isto é Pentecostes; é batismo com Espírito Santo. "Que quer isto dizer?" Isto é vida no altar; é o mundanismo expulso da igreja; é a preparação para a vinda de Jesus.

    Em sua igreja já fizeram esta pergunta: "Que quer isto dizer?" Não? Na igreja onde o Pentecostes é derramado e o poder do Espírito Santo é manifestado, há sempre esta pergunta: "Que quer isto dizer?" O Pentecostes (batismo com o Espírito Santo) é uma experiência real. Uma experiência se conta, se explica, se esclarece, se sente, se toca e se prova. Aleluia!

    Que faremos, varões irmãos?
    (At 2.37)
    O batismo é a condição prévia para o recebimento do dom do Espírito Santo. Mesmo assim, o batismo em águas antes do recebimento da promessa do Pai (cf. At 1.4,8) não deve ser tido como condição prévia absoluta para a plenitude do Espírito Santo, assim como o batismo no Espírito Santo não é uma consequência automática do batismo em águas.

    "Que faremos, varões irmãos?". O pecador, depois de sentir seu pecado e o coração compungido, não sabe o que fazer. O crente cheio do Espírito é diferente; ele sabe o que deve fazer. Pedro, cheio do Espírito Santo, disse: "Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo" (At 2.38).
    Este é o resultado de um sermão no qual o pregador que era somente um instrumento do Espírito Santo: pela manhã o número de irmãos era de 120 e, ao findar o dia, era de "quase três mil" (At 2.41). Multidões estão sendo despertadas pelo poder de Deus, e estão a perguntar: "Que faremos?". Amigo, qual será a tua resposta a esta pergunta? Nela há a expressão máxima do reflexo de um efeito. Sabemos que não existe causa sem efeito e nem efeito sem causa.

    Qual foi a causa que promoveu este efeito? Todas as vezes que o poder de Deus é derramado há manifestações externas. Se não tivesse acontecido nada de sobrenatural na mensagem de Pedro, também não teria havido essa pergunta pentecostal. Como os pecadores se compungirão se não "virem" e "ouvirem" a manifestação sobrenatural do poder de Deus através daqueles que pregam, que ensinam e que dirigem?

    Para que as almas possam perguntar como no dia de Pentecostes: "Que faremos, varões irmãos?", é necessário que eles vejam em nós, em nossas igrejas e em nossos cultos o poder de Deus derramado em nossos corações; é necessário que ouçam mensagens ungidas pelo Espírito Santo, onde haja glórias, aleluias, línguas e profecias.

    Assim, fique certo de que haverá quem grite: "Que faremos?" Foi assim no dia de Pentecostes, foi assim na casa de Cornélio, foi assim em Samaria e em Éfeso, como também nos grandes avivamentos da Igreja em toda a sua história. Foi assim na igreja primitiva, e tem sido no pentecostalismo moderno. Foi assim na rua Azusa, em 1906, em Los Angeles, EUA.

    No dia 18 de abril de 1906 o jornal "The Los Angeles Times" publicou um artigo sob o título "Uma Babel Estranha de Línguas". Mal sabia o repórter que estava noticiando um dos cultos mais importantes da Igreja Cristã no século vinte, culto este que teria repercussões ao redor do Mundo. Todos os historiadores do pentecostalismo são unânimes em dizer que o derramamento do Espírito Santo naquela igreja humilde de negros da rua Azusa marcou o início dos movimentos pentecostais.

    Orando numa igreja pentecostal perto de Chigago, EUA, dois missionários suecos, Daniel Berg e Gunnar Vingren, ouviram a palavra "para". Eles foram à biblioteca e descobriram que Pará era um Estado do Brasil. Os dois chegaram a Belém no ano de 1910 para fundar a maior igreja evangélica na América Latina: As Assembleias de Deus. Hoje é difícil encontrar uma encruzilhada no Brasil que não tenha uma congregação das Assembleias de Deus, e nas capitais dos estados seus grandes templos atestam o vigor do pentecostalismo.
    "Que faremos, varões irmãos?" - Igrejas há nas quais ninguém faz esta pergunta, porque não tem a quem fazer, nem motivo para fazer. Mesmo que o pecador pergunte, se tu, irmão, não tiveres resposta, nada feito.

    Que faremos?
    "Arrependei-vos, 'Sedes balizados' e 'Recebereis o dom do Espírito Santo'" - eis a resposta à segunda pergunta pentecostal.
    Falam todos diversas línguas? (1Co 12.30)
    De todas as perguntas pentecostais, creio que a mais importante é esta, porque dentre os nove dons espirituais, o mais usado pelos crentes e o mais criticado pelos céticos e inimigos da obra pentecostal é o dom de línguas estranhas. Por outro lado, é o mais aplicado pelos crentes exaltados e sem doutrinas. Daí a razão principal de o apóstolo Paulo lançar a pergunta: "Falam todos diversas línguas?".
    "Há duas maneiras de destruir uma doutrina:
    1) Ignorá-la;
    2) Exagerá-la".
    "A doutrina das línguas tem sofrido críticas e é muito combatida, tanto dentro como fora do pentecostalismo, talvez por desconhecerem que é "um ministério", pois "quem fala em outras línguas, não fala aos homens, senão a Deus, visto que ninguém entende, e em espírito fala de "mistério", (1Co 14.2). E como mistério que é, faz parte da vida devocional da Igreja. "Que farei pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente" (1Co 14.15).

    Paulo procurava ensinar sobre o valor de orar em línguas; "O que fala em línguas a si mesmo se edifica" (1Co 14.4). Então não há dúvidas de que línguas estranhas é um mistério que fazia parte da vida devocional dos crentes em Corinto.
    Há muita controvérsia e muita mentira escrita contra a evidência deste precioso dom do Espírito Santo, o dom de línguas estranhas. Apesar de estar colocado em penúltimo lugar na lista dos dons (1Co 12.10), nem por isso é menos importante que os demais (1Co 14.5,39).

    Quando o crente é cheio do poder de Deus e começa a falar novas línguas, o seu entendimento fica suspenso, de maneira que o humano revestido de poder, fica dominado pela força do espírito, falando consigo mesmo e com Deus (1Co 14.2,28).
    "Falam todos diversas línguas?". "Não!" É a resposta. É certo que o crente fala em línguas quando é batizado com o Espírito Santo, como evidência, mas pode ou não receber o dom ao ser batizado. Daí o cuidado de Paulo em doutrinar a Igreja de Corinto contra os excessos, a ponto de exclamar: "É melhor falar cinco palavras com entendimento, do que dez mil em outras línguas" (1Co 14.19).

    Quando o Espírito ordena pedir os dons, é para recebermos na medida do nosso crescimento espiritual, e não por uma formalidade, ou apenas porque fomos batizados. Alguns chegam a julgar que quem não fala línguas está em pecado! Foi justamente por isso que Paulo lançou a pergunta:

    "Falam todos diversas línguas?"
    Em resposta à pergunta pentecostal, Paulo foi mais além: exigiu daqueles que se deleitavam em falar línguas que orassem para que fossem as línguas interpretadas (1Co 14.27).
    Desta maneira, não é ensinamento nem doutrina pentecostal, nem imposição do Espírito Santo que todos os crentes batizados com o Espírito Santo tenham o dom de línguas.
    Isto posto, não podemos forçar a Palavra de Deus ensinando que todos os crentes, só por serem batizados com o Espírito Santo e viverem alegres, são obrigados a viver falando em línguas. Línguas estranhas como dom é um veículo sobrenatural para falarmos a Deus em mistérios.

    A habilidade ou aptidão de falar em línguas estranhas nos vem do Espírito Santo, mas a vontade de falar em línguas é nossa. Devemos usar os dons com inteligência (1Co 12.31). Eles são dados para o bem de todos, mesmo que seja para corrigir (1Co 12.7). Os dons dependem de cuidado e zelo de quem o recebe (1Co 14.12). A língua estranha como dom não é da mente, é do Espírito Santo (1Co 14.14), Pode ser controlada, evitando excessos. Não pode ser ensinada, porque é dada por Deus (1Co 14.28).
    "Falam todos diversas línguas?" Subentende-se que Paulo não estava proibindo falar línguas, e sim doutrinando, para enfatizar que os outros dons não são inferiores nem superiores ao dom de línguas. Daí a razão precisa da pergunta pentecostal. O uso adequado dos dons de Deus é uma bênção para a Igreja e uma glória para o nome do Senhor Jesus. Amém.

    Fonte: A Trindade – IBADE/Reverberação: Subsídios EBD / Blog: sub-ebd.blogspot.com.br

    A Doutrina do Espírito Santo -Pneumatologia

    A Divindade do Espírito Santo
    Se, porventura, a personalidade e a divindade do Espírito Santo parecem vagas para um crente, isso não é devido a qualquer falha do Texto Sagrado, para representar a Terceira Pessoa como tal.
    No que diz respeito à Escritura, o Espírito Santo é apresentado em conexão com todas as ações e características que pertencem às pessoas divinas. De acordo com o registro apresentado na Bíblia, o Espírito Santo, embora constantemente visto em ação, nunca aparece em qualquer outra perspectiva, além daquela que deve ser construída sobre a divindade.

    Lição 5- A Identidade do Espírito Santo

    Classe: Adultos
    Revista: Do professor - CPAD
    Data da aula: 30 Julho de 2017
    Trimestre: 3° de 2017 – Reverberação: Subsídios EBD
    Texto Áureo
    "Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?" (1 Co 3.16)
    Verdade Prática
    Cremos que o Espírito Santo é a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, Senhor e Vivificador, que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo, regenera o pecador, e que falou por meio dos profetas.

    O Fruto do Espírito Santo

    Como acontece com os dons espirituais, o Novo Testamento emprega diferentes termos para comunicar o conceito do fruto do Espírito. A passagem central sobre o assunto é Gaiatas 5.22-23, que fala do fruto (karpos) do Espírito e enumera uma lista com nove qualidades. A expressão fruto do Espírito é melhor entendida como significando produtos dos quais o Espírito Santo e a fonte.

    O nosso mediador é Cristo ou o Espírito Santo?

    ROMANOS 8:26 26, lemos:  E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.
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