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Nas páginas das Sagradas Escrituras, vemos explicitamente que o livramento redentor e justificador têm início na Glória em Deus no conselho que Ele mesmo estabeleceu, estando presente o Pai, o Filho e o Espírito Santo, registrado em Efésios 1.5-11 "... segundo o beneplácito de sua vontade [...] conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade”.

§  Alegria em Meio a Dor Aqui
§  O Sofrimento dos Justos - Aqui


Deus Planejou na Sua glória enviar o Seu Filho para expiar (“Kipper”Hb) o pecado da humanidade. João, o evangelista, confirma no Livro de Apocalipse que o Cordeiro “foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13.8). O Filho executou o projeto do Pai ao justificar o homem no sacrifício na Cruz do calvário. O Espírito Santo, por sua vez, mantém a Igreja salva, santificando cada crente que está no processo da salvação até conquistar a glorificação na vinda do Senhor Jesus, quando então ficaremos livres de sentença de morte para todo sempre.

Precisamos compreender por completo a nossa necessidade de sermos salvos da sentença da morte. Todos precisam ser salvos, tanto da penalidade como do poder do pecado. Porque todos são pecadores, pecadores por natureza e por prática. A Bíblia esclarece muito bem essas premissas do pecado.

1. Pecadores por natureza

A ação voluntária e espontânea de Adão no uso do seu livre-arbítrio desobedeceu ao Soberano Deus tocando e comendo do fruto proibido. Assim infectou toda a humanidade com o pecado da desobediência. De maneira que todos são pecadores por natureza. O homem já nasce com a natureza pecaminosa. Uma criança não precisa aprender a pecar, pois já é pecadora congênita (Rm 5.12).

2. Pecadores por prática

Todos são pecadores não somente por natureza, mas também por escolha (livre-arbítrio) e por prática. Todos cometem pecado ou atos pecaminosos. Todos escolhem por vontade própria o seu caminho independentemente de Deus (Is 53.6; Rm 3.23).

3. Sentença de morte

Contudo, o Caminho de Deus é o único caminho que conduz à vida eterna. Todos os outros caminhos levam a morte. Independentes de Deus, não há nenhuma esperança. Estamos sujeitos à sentença da morte. Paulo expressa esta verdade de forma bem clara, mas nos dá também a esperança que necessitamos, ao dizer: “0 salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6.23).

4. Graça de Deus

A graça é o favor imerecido. A misericórdia é uma bondade que não merecemos. O Senhor, por natureza, é cheio de graça e misericórdia. Essas são qualidades do Seu amor. Deus é amor, mas Ele também é Santo e Justo. Pelo fato de Deus ser Santo e Justo, Ele não pode fazer vista grossa ao pecado humano. Se você pecar e for trazido diante do Justo Juiz, Ele operará a sentença. A penalidade do pecado é a morte (Ez 18.4,20). O pecador é que deveria pagar esse preço, mas seria insuficiente. Aceitando a Jesus Cristo como salvador, é a única forma pela qual pode ser salvo o pecador. A morte física significa separação do corpo. A morte espiritual, que é a consequência do pecado, significa separação de Deus.

Deus criou o homem para que tivesse comunhão com Ele. Um povo que expressasse a gloriosa vida do Seu Filho. Há alguma maneira possível para esse relacionamento de amor e de vida poder ser restaurado? Será que o homem precisa sofrer a dor da sentença de morte para sempre? Será que há alguma maneira que possa restaurar o homem ao plano de Deus e a comunhão com Ele? A resposta é: sim! Chama-se redenção por Cristo Jesus!

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5. Redenção: a Graça de Deus em ação

Redimir significa comprar e trazer de volta algo que foi perdido. O Senhor, em Sua graça e misericórdia, favoreceu o homem. O homem não poderia redimir a si próprio. Jesus morreu no lugar do homem, pagando assim a sentença de morte, cumprindo as exigências da lei e da justiça de Deus com o sacrifício perfeito (Cl 1.12-14).

De forma que homem pode ser justificado diante de Deus. O homem pode ter retidão diante de Deus e ser livre da sentença de morte. Nenhuma falha será agora colocada contra ele, se ele pedir que Jesus perdoe os seus pecados. Assim, o homem poderá com ousadia apresentar-se diante da santidade de Deus (Hb 10.19).

Sim, você é livre da sentença da morte, quando recebe Jesus como seu Salvador, e a sua culpa termina. Ele morreu na cruz em teu lugar. Você deveria ter morrido pelo seu próprio pecado, mas Cristo morreu em teu lugar (Rm 5.8).

Jesus Cristo veio para essa terra na forma de homem para morrer como homem pelos pecados da humanidade, para que pudéssemos ser redimidos. O puro, santo e imaculado Cordeiro de Deus levou sobre Si os nossos pecado e morreu numa cruz. Ele fez isso para que pudéssemos ser justificados diante de Deus. Ele morreu para que pudéssemos viver (Jo 3.16).

6. Restauração, redenção e aceitação da dádiva de Deus

A comunhão com Deus foi restaurada. Quando o homem caiu do seu lugar de santidade, o plano de redenção de Deus foi colocado em ação (1 Pe 1.18-20). Verdadeiramente a redenção é a grande maravilha da graça de Deus. A dádiva do Filho de Deus revela o Seu grande amor pelo homem pecaminoso. No entanto, muito embora Deus tenha feito isso tudo por meio Cristo, ainda sim pode-se perder. Uma dádiva não tem valor algum para quem é dada, a menos que seja aceita. Você precisa aceitar a dádiva da graça de Deus, recebendo a Jesus Cristo como o seu único e suficiente Salvador e Senhor. Você precisa arrepender-se e confessar os seus pecados a Jesus para ser livre de sentença de morte, salvo (Soterios Gr.) para sempre.

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Autor (a):   Pr. Álvaro Oliveira Lima| Fonte: J. Mensageiro da Paz

Estudo Publicado em Subsídios EBD – Site de Auxílios Bíblicos e Teológicos para Professores e Alunos da Escola Dominical.

 
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