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  • Lição 01 Daniel ora por um despertamento

    Aula: 5 de Julho de 2020

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    Texto Áureo

    "Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos." (Tg 5.16)

    Verdade Prática

    O crente dedicado à oração pode exercer influência no céu, na Terra e até contra os poderes malignos.

    🎯 LEITURA DIÁRIA

    Segunda – Lc 11.5-13: A certeza do atendimento à oração     

    Terça – Dt 9.8-21: A oração de Moisés pelo povo    

    Quarta – 2 Sm 7.18-29: Davi ora para edificar o templo 

    Quinta – 1 Rs 8.22-61: A comovente oração de Salomão

    Sexta – Ef 3.14-21: A oração de Paulo pelos Efésios

    Sábado – Hc 3.1-19: Habacuque ora pelo Livramento

    🎯 LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

    Daniel 9.1-3; 6.10; 2.17-19; Esdras 1.1-5

    Lição 10 - A Intercessão pelos Efésios


    Lições Bíblicas do 2° trimestre de 2020 - CPAD | Classe: Adultos | Comentarista: Pr. Douglas Baptista | Data da Aula: 7 de Junho de 2020

    TEXTO ÁUREO
    “Por causa disso, me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome.” (Ef 3.14,15)
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    VERDADE PRÁTICA
    Devemos interceder pelos eleitos de Cristo para que eles sejam fortalecidos de poder, vivam em comunhão e exercitem o amor de Deus.

    LEITURA DIÁRIA
    Segunda - Mt 6.7-15
    Jesus ensina os discípulos a orar
    Terça - Fp 4.6,7
    Devemos apresentar as nossas petições diante de Deus
    Quarta - 1 Jo 5.14
    Deus escuta as orações e, segundo a sua vontade, nos ouve
    Quinta - Mt 6.7
    Cristo ensinou que a oração deve ser feita sem o uso de vãs repetições
    Sexta - Jr 33.3
    Ao que clama, Deus promete responder e revelar verdades
    Sábado - Rm 8.26
    O Espírito Santo intercede por nós com gemidos inexprimíveis

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
    Efésios 3.14-21

    14 - Por causa disso, me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo,
    15 - do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome,
    16 - para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior;
    17 - para que Cristo habite, pela fé, no vosso coração; a fim de, estando arraigados e fundados em amor,
    18 - poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade
    19 - e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.
    20 - Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera,
    21 - a esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém!


    HINOS SUGERIDOS: 83, 545, 577 da Harpa Cristã

    OBJETIVO GERAL
    Apreender a eficácia da oração no fortalecimento, restauração e crescimento espiritual da Igreja de Cristo.

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS
    Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

    I - Refletir acerca dos propósitos da oração do apóstolo Paulo no poder do Espírito;
    II - Destacar a necessidade de a Igreja estar arraigada e fundada no amor de Deus;
    III - Conscientizar de que Deus é capaz de fazer muito além do que pedimos.

    INTERAGINDO COM O PROFESSOR
    A lição que estudaremos nesta semana fala sobre o valor da oração intercessória. Nela, veremos o quanto o apóstolo apresentava a Deus a igreja que ele amava. Ele nos mostra que a oração intercessória está baseada no amor que temos uns pelos outros. Quando isso é uma realidade, a tristeza do irmão nos toca; as dificuldades deles tomam o nosso coração; e, assim, nos colocamos diante de Deus para apresentar as suas causas Àquele que tudo pode. Então, na confiança de que Ele pode fazer tudo além do que pedimos ou pensamos, esperamos a resposta das demandas de nossos queridos irmãos.

    INTRODUÇÃO
    Após revelar o mistério oculto e todas suas dádivas (3.1-13), apóstolo Paulo passa a orar em favor da Igreja de Cristo (3.16-19). Na intercessão paulina aprendemos que Deus pode fazer tudo além do que pedimos ou pensamos, sendo Ele o único que é digno em ser glorificado (3.20,21). Refletir sobre a oração intercessora do apóstolo é o tema desta lição.

    PONTO CENTRAL
    Temos o dever de interceder uns pelos outros em amor

    I – CORROBORADOS COM O PODER DO ESPÍRITO


    O apóstolo inicia sua oração ao Senhor com um pedido duplo: o poder do Espírito no homem interior e a presença de Cristo nos corações dos crentes (3.16,17).

    1. As riquezas da sua glória.
    Paulo apresenta sua oração confiado “nas riquezas de sua glória [a de Deus]” (3.16). O apóstolo já havia declarado que Deus é “o Pai da glória” (1.17), cheio de “abundantes riquezas de sua graça” (2.7; 3.8). O que significa que Ele é possuidor de todas as glórias e despenseiro de ricas e ilimitadas bênçãos. Em razão disso, Paulo pede para que a Igreja seja fortalecida com poder, que seja habitada por Cristo, que compreenda o amor divino e tenha pleno desenvolvimento espiritual (3.16-19).

    2. Fortalecidos com poder.
    O primeiro pedido do apóstolo é para que a Igreja seja corroborada “com poder pelo seu Espírito no homem interior” (3,16). Essa petição não quer dizer que a Igreja em Éfeso não tivesse o Espírito de Deus (1.14), mas que ela fosse continuamente revigorada com poder e, consequentemente, em seu fortalecimento diário (1 Co 16.13). Ainda enfatiza que a única força que habilita o crente a se manter firme advém do Espírito Santo (Jo 14.16,17), que atua no homem interior e capacita o crente a perseverar, a manter-se afastado do pecado e a compreender as coisas espirituais (1 Co 2.12-16).

    3. Habitados por Cristo.
    O apóstolo também orou para que Cristo habitasse pela fé nos corações dos santos (3.17), o que também não significa dizer que Cristo não estivesse presente na Igreja em Éfeso. No versículo em questão, o verbo grego é katoikein, significa “habitação permanente” em oposição à “habitação temporária”. Isso indica que a oração apostólica era para que Cristo habitasse continuamente na vida da Igreja. Assim, o ensino apostólico ratifica que sem Cristo, a igreja não pode subsistir as forças do mal (Mt 16.18).

    SÍNTESE DO TÓPICO I
    O poder e a presença de Cristo capacitam os salvos a prosseguirem vitoriosos na gloriosa jornada cristã.

    SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
    Esta lição é uma daquelas que devemos desafiar nossos alunos a praticá-la. Após fazer a exposição de todo o conteúdo dominical, separe um período para uma atividade prática. Reserve alguns minutos e abra oportunidade para que os alunos façam um pedido de oração. De acordo com a necessidade em classe, separe ou indique dois ou três alunos para que apresente as demandas de oração dos demais diante do Pai. Faça com que este momento seja de grande envolvimento de amor e espiritualidade. Oremos uns pelos outros.

    II – ARRAIGADOS E FUNDADOS EM AMOR

    O amor é a mensagem central do Evangelho de Cristo. Um dos propósitos da oração de Paulo foi para que a Igreja entendesse e exercitasse o amor de Deus.

    1. Amor: a virtude cristã.
    Nas Escrituras o amor é atributo divino: “Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” (1 Jo 4.8). Foi por amor que Cristo se entregou para o resgate da humanidade (5.2). O amor é o resumo da lei e dos profetas (Mt 22.40), o sinal dos discípulos de Cristo (Jo 13.35), a prova de filiação com Deus (1 Jo 4.7) e deve ser expresso por meio de atitudes concretas (1 Jo 3.17). O amor é a maior de todas as virtudes e o princípio que norteia o fruto do Espírito (1 Co 13.13). Ciente dessa relevância, o apóstolo implora a Deus para que o viver da Igreja seja arraigado e alicerçado no amor.

    2. Arraigados e fundados em amor.
    Após rogar ao pai pelo poder do Espírito e a habitação de Cristo, o apóstolo clama para que a Igreja possa também compreender e praticar o amor (3.16,17). A expressão “arraigados e fundados em amor” (3.17) compara os santos como uma planta bem enraizada e uma casa bem alicerçada. Indica que sem o amor, a vida cristã não tem sustentação alguma (1 Co 13.1-3). Por causa disso, o apóstolo insiste pela total compreensão de “qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade” do amor divino (3.18). O uso dessas expressões aponta para a vastidão do amor de Cristo, “que excede todo o entendimento” (3.19) e indica que a lógica humana não pode mensurar o amor de Deus.

    3. A intensidade do amor de Cristo.
    Consciente de que somente o Espírito pode fazer entender e experimentar a grandeza do amor de Deus, Paulo pede para que os crentes conheçam a intensidade do amor de Cristo (3.18,19). A ênfase recai em que Cristo nos amou e ainda nos ama e que, por isso, devemos amar uns aos outros (1 Jo 4.10-11). O apóstolo sabe que o esforço humano não pode atingir essa meta; assim, ele acrescenta esse pedido à oração para que os crentes sejam “cheios de toda a plenitude de Deus” (3.19).

    SÍNTESE DO TÓPICO II
    Nesse ponto, Paulo enfatiza a necessidade da total compreensão do amor de Deus e o crescimento espiritual dos crentes até alcançar a perfeição.

    SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
    ‘... Nos vossos corações’.
    A palavra ‘coração’ aparece com dois sentidos na Bíblia. Primeiro, como os sentimentos à parte do entendimento. Segundo, como toda a alma, incluindo o intelecto e os sentimentos. Neste último sentido, a Bíblia fala de ‘coração entendido’ (1 Rs 3.9,12; Pv 8.5), e também como ‘pensamentos, planos e conselhos do coração’ (Jz 5.15; Pv 19.21; 20.5). A palavra ‘coração’ tem significado figurativo na Bíblia  e deve ser entendida assim. O coração é tratado como o centro da vida espiritual do crente. Caráter, personalidade, mente e vontade são termos modernos que refletem uma pessoa, e na Bíblia estes termos são conhecidos como ‘coração’.

    [...] ‘A fim de, estando arraigados e fundados em amor’ sugerem duas ilustrações. Elas ilustram uma árvore e um edifício. O termo ‘arraigados’ pode figurar como a plantação de uma árvore; é a representação que melhor ilustra a Igreja e foi usada por Jesus – a videira (Jo 15.5). Já a palavra ‘fundados’ tem a ver com fundamento e sugere a figura de um edifício, a Igreja (Ef 2.20; Cl 1.23; 2.7). Conforme o texto nos dá a entender, nossas raízes e fundamentos são firmados no amor. O amor é a base do crescimento e do fortalecimento de nossas raízes em Cristo; a firmeza e a solidez do fundamento de nossa fé estão no amor de Cristo. Tanto uma árvore bem arraigada quanto o nosso fundamento, feito unicamente sobre a Palavra de Deus, indicam que a vida cristã não deve ser superficial nem basear-se em fundamentos rotos (Mt 7.24-27)” (CABRAL, Elienai. Comentário Bíblico Efésios. Rio de Janeiro: CPAD, 1999, pp. 65-66).

    CONHEÇA MAIS
    *Comparações de  Amor entre o AT e NT
    “A comparação dos usos do AT ('aheb-agapao) e do NT (agapao) mostra quão diversos são os objetos do amor; por exemplo. (1) marido-mulher (Gn 24.67; Ef 5.25), (2) o próximo (Lv 19.18; Mt 5.43; 19.19), (3) dinheiro (Ec 5.9; 2 Pe 2.15), (4) um amigo (1 Sm 20.17 - Davi e Jônatas; Jo 11.5 - Jesus-Marta, (5) uma cidade (Sl 78.68; Ap20.9” Para saber mais leia: Dicionário Vine, CPAD, p.93.

    III – A BÊNÇÃO DE DEUS EXCEDE O PENSAMENTO HUMANO

    Em sua audaciosa intercessão em favor da Igreja, o apóstolo ensina que Deus é capaz de fazer muito além do que pedimos, e, que o Eterno deve ser glorificado para sempre.

    1. A dimensão das bênçãos divinas.
    Ao concluir a ousada oração, Paulo lembra de que a magnitude do poder de Deus é capaz de fazer “muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos” (3.20). Isso indica que o que Deus pode fazer ultrapassa em muito nossos melhores anseios e desejos. Quer dizer que a mente humana é incapaz de alcançar a dimensão das bênçãos divinas. Nesse sentido, Paulo declara que as coisas que sequer “subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam” (1 Co 2.9). Essa instrução mostra que os pensamentos do Senhor são muito mais altos do que os nossos (Is 55.9). Desse modo, o poder divino que age na vida do crente e suas bênçãos disponíveis são impossíveis de dimensionar. A grandeza do poder de nosso Deus é capaz de responde para além das mais corajosas orações (1 Rs 3.5-14).

    2. O convite para adoração.
    Paulo encerra esse capítulo com o convite de adoração a Deus, cuja glória é devida “na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações” (3.21). A conclusão paulina não poderia ter sido diferente. Nos versículos anteriores ele discorreu acerca da boa nova do mistério revelado (3.3-5), das muitíssimas riquezas de Cristo conferidas a Igreja (3.8,9), da grandeza do poder de Deus (3.16), e da infinitude do amor e de todas as bênçãos divinas que excedem a compreensão humana (3,19,20). Além dessas e das demais bênçãos, a única coisa a ser acrescentada era o louvor ao Senhor Deus, detentor de tamanhas dádivas.

    3. A glória devida a Deus.
    Finalmente, Paulo prossegue a ensinar que Deus deve ser glorificado “na Igreja e em Cristo”. Quer dizer que os atos de louvar e glorificar a Deus fazem parte dos propósitos da instituição da Igreja (1.6,12,14). A Igreja nunca terá glória em si mesma, pois toda a glória é exclusivamente tributada para Deus por intermédio da Obra de Cristo (Sl 115.1; Jo 13.31,32). Em sua oração, o apóstolo anela que essa postura de adoração e exaltação a Cristo perdure “por todas as gerações” e enfatiza seu pedido com a frase “para todo o sempre” (3.21), o que significa que deve ser praticada por todos os crentes.

    SÍNTESE DO TÓPICO III
    As bênçãos espirituais são ilimitadas e estão disponíveis ao cristão, e, somente o nome de Deus deve ser eternamente glorificado.

    SUBSÍDIO TEOLÓGICO
    “Paulo, ao final de sua segunda oração, faz uma doxologia ao Deus Todo-Poderoso, que ouve e responde às orações. A oração do apóstolo parece ter alcançado um grau tão alto e sublime que nada poderia impedir a sua resposta.

    Para Paulo, Deus responde não somente ao que nós pedimos mas Ele pode fazer muito mais do que pedimos ou pensamos (v. 20). A total confiança no ilimitável amor divino move o coração de Deus, e a resposta divina chega com bênçãos excedentes, isto é, sempre acima do que pedimos ou pensamos. Para que isso aconteça, é necessário que nossos desejos, aspirações e vontades sejam canalizados para o centro da vontade de Deus, e Ele, como lhe convier, responderá às nossas orações.

    Ele é poderoso não só para fazer tudo o que pedimos ou pensamos, mas para fazer tudo além do que pedimos ou pensamos, para fazer tudo muito mais abundantemente além do que pedimos ou pensamos” (CABRAL, Elienai. Comentário Bíblico Efésios. Rio de Janeiro: CPAD, 1999, pp.68-69).

    CONCLUSÃO

    A ousada intercessão de Paulo anelava o fortalecimento da Igreja. O apóstolo tinha ciência de que o perseverar do cristão dependia de quatro princípios basilares, os quais ele pediu a Deus em oração: o fortalecimento de poder, a presença plena de Cristo, o intenso exercício do amor de Deus e o contínuo crescimento espiritual até encontrar a perfeição. Durante esse processo, o povo de Deus deve glorificá-Lo em todo o tempo.

    PARA REFLETIR
    A respeito de “A Intercessão pelos Efésios”, responda:

    • O que o apóstolo Paulo pede?
    Paulo pede para que a Igreja seja fortalecida com poder, que seja habitada por Cristo, que compreenda o amor divino e tenha pleno desenvolvimento espiritual (3.16-19).

    • Qual é a única força que habilita o crente a se manter firme?
    A única força que habilita o crente a se manter firme advém do Espírito Santo (Jo 14.16,17), que atua no homem interior e capacita o crente a perseverar, a manter-se afastado do pecado e a compreender as coisas espirituais (1 Co 2.12-16).

    • Qual a maior de todas as virtudes?
    O amor é a maior de todas as virtudes e o princípio que norteia o fruto do Espírito (1 Co 13.13). 

    • Qual a ênfase da oração apostólica?
    A ênfase recai em que Cristo nos amou e ainda nos ama e que, por isso, devemos amar uns aos outros (1 Jo 4.10-11).

    • Como Paulo encerra Efésios 3?
    Paulo encerra esse capítulo com o convite de adoração a Deus cuja glória é devida “na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações” (3.21).

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    Estudo Publicado em Subsídios EBD – Site de Auxílios Bíblicos e Teológicos para Professores e Alunos da Escola Dominical.

    A Oração Eficaz

    Leitura Bíblica:
    1Rs 18.42b-45 “Elias subiu ao cume do Carmelo, e se inclinou por terra, e meteu o seu rosto entre os seus joelhos. E disse ao seu moço: Sobe agora e olha para a banda do mar. E subiu, e olhou, e disse: Não há nada. Então, disse ele: Torna lá sete vezes. E sucedeu que, à sétima vez, disse: Eis aqui uma pequena nuvem, como a mão de um homem, subindo do mar. Então, disse ele: Sobe e dize a Acabe: Aparelha o teu carro e desce, para que a chuva te não apanhe. E sucedeu que, entretanto, os céus se enegreceram com nuvens e vento, e veio uma grande chuva; e Acabe subiu ao carro e foi para Jezreel”.
    INTRODUÇÃO
    A oração é uma comunicação multifacetada entre os crentes e o Senhor. Além de palavras como “oração” e “orar”, essa atividade é descrita como invocar a Deus (Sl 17.6). Invocar o nome do Senhor (Gn 4.26), clamar ao Senhor (Sl 3.4), levantar nossa alma ao Senhor (Sl 25.1), buscar ao Senhor (Is 55.6), aproximar-se do trono da graça com confiança (Hb 4.16) e chegar perto de Deus (Hb 10.22).

    I. MOTIVOS PARA A ORAÇÃO
    A Bíblia apresenta motivos claros para o povo de Deus orar.
     VEJA TAMBÉM:
    (1) Antes de tudo, Deus ordena que o crente ore.

    As seis armas que Satanás usa para paralisar o crente que ora

    Há seis terríveis armas, que o diabo utiliza, para paralisar as asas de oração dos filhos de Deus.
    1- Cansaço!
    O cansaço paralisante, que te impede de orar sem cessar. Mas, justamente na oração podes dominar essa fadiga desnatural, pois a Bíblia diz: “Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças. Faz forte ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor” (Is 40.31a, 29). Atira-te na corrente da oração, ali encontrarás o verdadeiro e genuíno descanso.

  • Lições Bíblicas Juvenis
  • Razões para Orar

    Constataremos que a oração é uma ordem divina para os servos de Deus e notaremos Jesus e a igreja primitiva nos dando exemplos de oração.
    Veremos as razões, as qualificações e os motivos para orarmos, além de vermos as coisas que são impedimentos para a nossa oração.
    Orar: 
    1. É uma ordem repetidamente dada por Deus ( 1 Sm 12.23; Rm 12.12; Cl 4.2; 1 Ts 5.17; 1 Tm 2.8)
    2. O exemplo de Cristo (Hb 5-7)
    3. O exemplo da Igreja Primitiva (At 1.14; 2.42; 42;
    6.4; 12.5 )
    4. O exemplo de Paulo (At 9.10,11; 16.25; 20.36; 21.5; Rm 10.1).

    Lição 13: Orando sem Cessar (Subsídio)

    Seja bem-vindo (a) ao subsídio bíblico para a classe de Adultos.
    Lição: 13
    Revista do 1° trimestre de 2019 – CPAD
    INTRODUÇÃO
    A oração é a forma escolhida por Deus de comunicação e comunhão entre o cristão e Ele mesmo. Ela é o segredo do nosso crescimento espiritual e serviço eficaz. “A oração é o ato consciente, pelo qual a pessoa dirige-se a Deus para se comunicar com Ele e buscar a sua ajuda por meio de palavra ou pensamento”. [1]

    A oração é definida também da seguinte maneira: Prece dirigida pelo homem ao seu Criador com o objetivo de: 1) Agradecer-lhe pelos favores imerecidos; 2) Pedir-lhe perdão pelos pecados e faltas cometidos; 3) Buscar proteção e uma comunhão mais íntima.

    I – A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO PARA NOSSA BATALHA ESPIRITUAL

    1. A oração, uma arma poderosa na batalha espiritual
    A verdade é que já estamos em batalha (Ef 6.10-12). A batalha nunca termina enquanto não partirmos para estar com o Senhor. É melhor permanecer firme e lutar conforme a vontade de Deus. Nesta guerra espiritual, lutamos por meio da oração.

    A Palavra de Deus não nos deixa dúvidas de que a oração também é uma arma poderosa contra nosso adversário, o Diabo (Ef 6.10-18), sendo assim, não podemos negligenciar a oração. Precisamos aprender a nos humilhar diante de Deus em oração, reconhecendo nossa total dependência dele. Só assim poderemos ser ousados e resistir a toda ação do Maligno, obedecendo às Escrituras: “Portanto, submetam-se a Deus. Resistam ao Diabo, e ele fugirá de vocês” (Tg 4.7).

    Lição 10 - A Oração e o Jejum na Perspectiva Pentecostal

    Subsídios para a classe de Jovens. Lição 10 – 4° trimestre de 2018
    Com Texto e Vídeo Aula.
    De que forma, efetivamente, a oração e o jejum podem fazer diferença na vida de um cristão? O Senhor Deus espera que, além de orar e jejuar, estejamos atentos às coisas que nos cercam? E isso que veremos neste capítulo.

    I - O que a Bíblia fala sobre a Oração

    A oração é o ato de falar com Deus, manifestando gratidão, temor, pedindo auxílio para nós mesmos ou para outras pessoas. Ela também é uma forma de estreitarmos os laços com o nosso Deus por meio da comunhão.

    1. No Antigo Testamento

    Lição 13 - Orando sem Cessar


    Lições Bíblicas do 1° trimestre de 2019 - CPAD | Classe: Adultos | Data da Aula: 31 de Março de 2019
    TEXTO ÁUREO
    "Orai sem cessar." (1 Ts 5.17)
    VERDADE PRÁTICA
    O Novo Testamento nos ensina que a oração deve ser uma prática contínua dos cristãos, desde a primeira até a segunda vinda de Cristo.
    LEITURA DIÁRIA
    SEG. Sl 55.17: Era prática no período do Antigo Testamento orar três vezes ao dia
    TER.  Ef 6.18: O Novo Testamento nos ensina a orar continuamente
    QUA. Lc 5.16: Jesus vivia em constante oração, um exemplo a ser imitado
    QUI. Lc 18.1: A parábola de juiz iníquo é um exemplo para nunca desistirmos da oração
    SEX. Lc 21.36: Jesus espera nos encontrar em oração na sua vinda
    SÁB. Ap 5.8: A oração dos crentes é como o incenso aromático que sobe às narinas de Deus

    Lição 13 - As Orações dos Santos no Altar de Ouro

    TEXTO ÁUREO
    "Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, afim de sermos ajudados em tempo oportuno." (Hb 4.16)
    VERDADE PRÁTICA
    A oração, qual incenso precioso, é a maior oferenda que podemos apresentar ao Pai Celeste, através do Senhor Jesus, com a ajuda do Espírito Santo.
    LEITURA DIÁRIA
    Segunda – Êx 26.36: O lugar santo
    Terça – Êx 30.1-10: O altar do incenso
    Quarta – Êx 30.8: O incenso contínuo
    Quinta – Lv 16.12,13: A cerimônia do incenso
    Sexta – Mt 6.9-13: A oração perfeita
    Sábado – Ap 5.8: O incenso é a oração dos santos

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
    Levítico 16.12,13; Apocalipse 5.6-10
    Lv 16.12 - Tomará também o incensário cheio de brasas de fogo do altar, de diante do SENHOR, e os seus punhos cheios de incenso aromático moído e o meterá dentro do véu.
    13 - E porá o incenso sobre o fogo, perante o SENHOR, e a nuvem do incenso cobrirá o propiciatório, que está sobre o Testemunho, para que não morra.
    Ap 5.6 - E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto, e tinha sete pontas e sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus enviados a toda a terra.
    7 - E veio e tomou o livro da destra do que estava assentado no trono.
    8 - E, havendo tomado o livro, os quatro animais e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas de ouro cheias de incenso, que são as oraões dos santos.
    9 - E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir os seus selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo, e nação;
    10 - e para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.

    OBJETIVO GERAL
    Conscientizar de que a nossa oração é a maior oferenda que podemos apresentar ao Pai Celeste.

    HINOS SUGERIDOS: 71, 88, 108 da Harpa Cristã

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS
    Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
    I. Mostrar que somente o sumo sacerdote poderia entrar no lugar santíssimo;
    II. Reconhecer que as orações dos santos são qual incenso precioso.

    INTERAGINDO COM O PROFESSOR
    Professor (a), na lição de hoje estudaremos uma peça do mobiliário do Tabernáculo, o alta do incenso. Como toda a tipologia empregada na tenda da adoração, essa peça apontava para o sacrifico mais sublime que como igreja podemos oferecer ao Senhor — nossas orações e ações de graças.

    Veja o vídeo desta LIÇÃO

    INTRODUÇÃO
    No Antigo Testamento, o incenso era a oferenda mais preciosa e excelente que se podia oferecer ao Senhor. Ali, no limiar do lugar Santíssimo, o sacerdote entrava, com temor e tremor, para adorar a Deus com um incenso preparado exclusivamente àquela ocasião.
    Hoje, o sacrifício mais sublime que devemos oferecer ao Senhor são as orações, súplicas e ação de graças. Por esse motivo, o Senhor Jesus recomenda-nos a entrar em nosso quarto, fechar a porta, e, no segredo de nossos aposentos, oferecer clamores e ação de graças ao Pai Celeste (Mt 6.6-13).

    PONTO CENTRAL
    A oração, qual incenso precioso, é a maior oferenda que podemos apresentar a Deus.

    I – O LUGAR SANTÍSSIMO
    Para se oferecer o incenso ao Senhor, três coisas eram necessárias: o lugar, o altar e a cerimônia. Apenas o sumo sacerdote estava autorizado a conduzir esse ato de adoração.

    1. O Lugar Santo.
    No Lugar Santo, ficavam três mobílias: o candelabro, à esquerda de quem entrava; a mesa dos pães da proposição, à direita; e, no limiar, entre o Lugar Santo e o Santíssimo, bem em frente ao véu que os separava, estava o altar do incenso (Êx 26.35).

    Há algo muito importante que devemos considerar. Embora o altar de incenso estivesse no Lugar Santo, era considerado também parte da mobília do Santo dos Santos juntamente com a arca da aliança (Hb 9.1-10).

    2. O altar do incenso.
    Feito de madeira de acácia, o altar de incenso era revestido de ouro, sendo estas as suas medidas: um côvado de comprimento, um de largura e dois de altura (Êx 30.1-10; 37.25-28). Os seus ornatos compunham-se de quatro chifres, bordas, quatro argolas e dois varais; tudo revestido de fino ouro.

    3. A composição do incenso.
    O incenso destinado ao altar de ouro não podia ser usado indistintamente; era de uso exclusivo do Senhor (Êx 30.38). Esta era a sua composição: estoraque, ônica e gálbano (Êx 30.34-36). A receita do perfume não constituía nenhum segredo. Todavia, se alguém o reproduzisse para uso profano seria punido severamente.

    4. A cerimônia.
    O incenso só podia ser queimado com as brasas do altar de bronze (Lv 16.12). E, já de posse destas, o sacerdote aproximava-se do altar de ouro para queimar o incenso no altar de ouro. Dessa forma, a nuvem do incenso cobria o propiciatório, mostrando à Casa de Israel o favor divino (Lv 16.13).

    Observemos que, antes de achegar-se ao altar de ouro, o sacerdote tinha de passar, necessariamente, pelo altar de bronze. Isso significa que, sem o sangue de Cristo, jamais teremos acesso ao trono da graça (Hb 9.12).

    SÍNTESE DO TÓPICO I
    O incenso era oferecido pelo sumo sacerdote no lugar santíssimo

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    II – AS ORAÇÕES DOS SANTOS
    As orações dos santos, qual incenso precioso, são inimitáveis em seus efeitos. Eis por que não podemos relaxar quanto à nossa comunhão com Deus.

    1. A receita para uma oração perfeita: nosso incenso.
    O Senhor Jesus, no Sermão da Montanha, entregou a seus discípulos o modelo de uma oração perfeita (Mt 6.9-13). Ele exorta-nos também a não imitarmos os gentios e hipócritas, pois estes imaginam que, pelo seu muito falar, serão ouvidos (Mt 6.7).

    Portanto, fechemo-nos em nosso quarto, e, ali, no lugar santíssimo, falemos com o Pai Celeste (Mt 6.5,6). E, dessa forma, entraremos com ousadia e confiança no trono da graça (Hb 4.16). Pode haver incenso mais excelente do que a oração dos santos? Além do mais, todas as nossas súplicas chegarão aos céus por intermédio do Espírito Santo, que intercede por nós com gemidos inexprimíveis (Rm 8.26).

    2. A oração como sacrifício ao Senhor.
    O salmista, conhecendo perfeitamente a simbologia do incenso sagrado, assim orou ao Senhor: “Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e seja o levantar das minhas mãos como o sacrifício da tarde” (Sl 141.2). Quando nos dedicamos integralmente ao Senhor, toda a nossa vida torna-se uma oferenda a Deus (Ef 5.2; Fp 2.17; 2 Tm 4.6).

    3. A oração dos santos na Grande Tribulação.
    No período da Grande Tribulação, logo após o Arrebatamento da Igreja, haverá um grande número de mártires (Ap 9.9-17). Todos estes, apesar da perseguição do Anticristo, atuarão como fiéis testemunhas de Jesus Cristo. As orações desses santos serão recebidas nos céus como incenso de grande valor (Ap 5.8; 8.3).
    Ninguém pode deter o poder de um santo que, no oculto de seu quarto, roga a intervenção do Santo dos Santos (Tg 5.16). Irmãos, “Orai sem cessar” (1 Ts 5.17).

    SÍNTESE DO TÓPICO II
    As orações dos santos são como incenso precioso diante de Deus.

    SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
    A oração modelo do crente
    Devemos dar atenção a cada detalhe da oração modelo, que Jesus prefaciou com estas palavras: ‘Portanto, vós orareis assim’ (Mt 6.9). Embora seja sempre recomendável repetir a oração do Pai Nosso, é muito importante que, quando orarmos, nos deixemos guiar pelos princípios providos por nosso Senhor nessa e em outras orações. A palavra ‘assim’ é tradução do vocabulário grego boutos, e deveria ser entendido como ‘desta maneira’. Jesus estava dizendo: ‘Deixem-se guiar por estes princípios gerais quando forem orar’” (BRANDT, Robert L; BICKET, Zenas J. Teologia Bíblica da Oração: O Espírito nos ajuda a orar. 6.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, pp. 196,197).

    CONCLUSÃO
    Zacarias, pai de João Batista, ao ser escolhido para queimar o incenso sagrado na Casa de Deus, teve uma experiência que retrata ricamente por que o incenso, na Bíblia, simboliza a oração dos santos. Foi ali, no lugar Santíssimo, se levarmos em consideração Hebreus 9.2, que teve a sua oração respondida (Lc 1.5-23). Sua experiência com o Senhor foi completa. Ele viu o anjo, ouviu deste o anúncio profético sobre a vinda do Messias, e, finalmente, sua velhice foi consolada com a promessa de um filho, que seria o precursor do Filho de Deus.

    PARA REFLETIR
    A respeito de “As Orações dos Santos no Altar de Ouro”, responda:

    1) O que era o altar do incenso?
    Feito de madeira de acácia, o altar de incenso era revestido de ouro, sendo estas as suas medidas: um côvado de comprimento, um de largura e dois de altura.
    2) Onde, segundo Hebreus 9.3,4, ficava o altar do incenso?
    Ficava depois do segundo véu, no Santo dos Santos.
    3) Por que a fórmula do incenso não podia ser reproduzida para fins profanos?
    Porque era de uso exclusivo do Senhor e se alguém o reproduzisse para uso profano seria punido severamente.
    4) O que representa o incenso?
    Simboliza a oração dos santos.
    5) Descreva a experiência de Zacarias.
    Sua experiência com o Senhor foi completa. Ele viu o anjo, ouviu deste o anúncio profético sobre a vinda do Messias, e, finalmente, sua velhice foi consolada com a promessa de um filho, que seria o precursor do Filho de Deus.
    Consulte: Subsídios EBD. Vol 13 – Veja AQUI

    Fonte: Lições Bíblicas 3° trimestre de 2018, Adultos – CPAD| Divulgação: Subsídios EBD

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