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  • Postagens com o marcador "Estudos Doutrinários":
  • A importância da Escola Dominical

    Além de termos uma definição calara da Escola Dominical, temos também neste estudo do pastor Claudionor, uma lista pertinente aos objetivos da Escola Dominical. Veremos a importância desta tão relevante escola para a evangelização, para o caráter cristão e também para a formação do obreiro de Cristo. 

    A apostasia pessoal

    Leitura Bíblica: Hb 3.12 “Vede, irmãos, que nunca haja em  qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo”.

    Definição teológica e prática

    A apostasia (gr. apostasia) aparece duas vezes no NT como substantivo (At  21.21; 2Ts 2.3) e, aqui em Hb 3.12, como verbo (gr. aphistemi, traduzido  “apartar”). O termo grego é definido como decaída, deserção, rebelião,  abandono, retirada ou afastar-se daquilo a que antes se estava ligado.

    Os nomes específicos de Deus

    Nós conhecemos Deus por ‘Deus’, mas será que é assim que Ele é chamado na Bíblia? O nome de Deus é Jeová como dizem os “Testemunhas de Jeová”?

    Quem é, e que é Deus? A melhor definição é a que se encontra no Catecismo de Westminster: "Deus é Espírito, infinito, eterno e imutável em seu ser, sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade e verdade."

    O pecado e suas Consequências

    Veremos as principais definições bíblicas para o termo pecado. Conheceremos as principais consequências do pecado e constataremos que o crente verdadeiro não vive em pecado.
    I. DEFININDO O PECADO
    O Novo Testamento emprega várias palavras em grego para descrever o pecado nos seus vários aspectos.

    O Reino de Deus

    Mt 12.28: “Mas, se eu expulso os demônios pelo Espírito de  Deus, é conseguintemente chegado a vós o Reino de Deus.”

    A NATUREZA DO REINO.
    O reino de Deus (ou dos céus), no presente, significa Deus intervindo e predominando no mundo, para manifestar seu poder, sua glória e suas prerrogativas contra o domínio de Satanás e a condição atual deste mundo. Trata-se de algo além da salvação ou da igreja; é Deus revelando-se com poder na execução de todas as suas obras.

    A Igreja de Cristo Jesus

    Mt 16.18 “Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre  esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.

    A palavra grega ekklesia (igreja), literalmente, refere-se à reunião de um povo, por convocação (gr. ekkaleo).

    A doutrina do Perdão

    A doutrina do perdão é um dos grandes pilares dos ensinos do Novo Testamento. Não é possível ser verdadeiro imitador de Cristo sem o exercício do perdão. Jesus não apenas perdoou como também ensinou o perdão, seja por parábolas, seja por ensinos diretos. 
    O perdão vence os sentimentos de ira e vingança e estabelece a paz entre Deus e o homem e entre o homem e o seu próximo. Nesta lição estudaremos a doutrina do perdão e sua importância nas interações humanas.



    I. O QUE É O PERDÃO

    1. Nas línguas bíblicas. O vocabulário para “perdão” nas Escrituras do Antigo e Novo Testamentos é variado e rico. No hebraico, salach, designa a ação misericordiosa de Deus mediante a qual Ele perdoa, desculpa e livra o pecador da culpa e do castigo advindos pela transgressão (Gn 18.26; Lv 4.20; Nm 14.19; 15.25; Sl 25.18; 32.1,5; 85.2; Rm 4.6-8). No grego, aphiemi, quer dizer “soltar”, “cancelar”, “remir” e “perdoar” e aparece nos Evangelhos referindo-se ao perdão dos pecados (Mt 26.28; Mc 2.5; Lc 7.47), de dívidas (Mt 6.12) e “ofensas” (Mc 11.25).
    2. Nos atos e ensinos de Jesus. O perdão foi ensinado (Mt 6.9-15; 18.25-35; Lc 7.36-50; 15.11-32) e praticado por Jesus (Mt 9.6; Lc 23.34, 39-42). A pregação das Boas-Novas era o anúncio do perdão irrestrito ao pecador penitente (Mt 1.21; Mc 10.45). Incluía desde o cancelamento do efeito do pecado cometido (Mc 2.5; Jo 8.11) à aceitação graciosa do pecador à comunhão com Deus (Lc 15.20-24). A morte de Jesus Cristo no Calvário cumpria assim a oferta escatológica do perdão anunciada pelos profetas (Jr 31.34; 33.8 ver Lc 1.76-79; 4.18,19).
    3. Nos ensinos das epístolas. O perdão nas epístolas aparece no contexto da doutrina da justificação e da graça divina (Rm 3.21-26; 5.1,2,6-11). A pessoa não é tão somente perdoada dos pecados e livre da culpa, mas liberta completamente do poder do pecado sobre ela. O perdão promove a reconciliação do homem com Deus (Rm 5.10,11; 2Co 5.18-21) e faz com que o pecador participe da justiça de Cristo em Deus (Rm 3.21-28; 8.1; 9.30; 1Co 1.30,31).

    II. O QUE NÃO É PERDÃO

    1. Não é fraqueza e covardia. Na perspectiva da filosofia existencialista anticristã, o perdão é visto tanto como fraqueza quanto covardia, e uma forma de corrupção e domesticação da natureza do homem por meio da moral cristã. O filósofo ateu F. Nietzsche entendia os ensinos de Jesus e a ética cristã deste modo. Para ele, o perdão ensinado por Jesus representava fraqueza e uma maneira de comprar a Deus. Ele afirmava que “o homem perde poder quando se compadece”.
    2. Não é tolerância ao erro. Outro pensamento equivocado a respeito do perdão é considerá-lo como tolerância ao erro. Aquele que perdoa estaria deste modo sendo conivente com o erro, o mal, ou pecado. Assim, tolerar é compreendido como “consentimento” ou “permissão”. Todavia, tolerância é suportar o peso do erro de alguém em vez de concordar ou consentir com o pecado. Quem perdoa não é conivente com o erro que lhe foi cometido, mas suporta a ofensa e a perdoa.

    3. Não é anular a justiça (Lc 23.39-43). O perdão de modo algum anula o exercício ou prática da justiça (Dt 16.19). Justiça é dar a cada um o que lhe é devido (v.41). Está relacionada à ação (Jo 7.24). O perdão reconhece que a injustiça foi cometida, mas opera para além dela. É uma dádiva. Na morte de Jesus, entretanto, temos a satisfação da justiça de Deus e a ministração do perdão divino (Rm 1.17; 3.21-31 ver Mt 21.28-32). Assim, o perdão e a justiça podem atuar conjuntamente. No caso do ladrão na cruz, a justiça veio primeiro e, depois, o perdão (Lc 23.39-43). O perdão opera na esfera do sentimento e da subjetividade, a justiça, no entanto, é concreta e objetiva.





    O diácono e suas definições

    O moderno dicionário da língua portuguesa ‘Micaellis’ define a palavra ‘Diácono’, como “aquele que, tendo recebido o grau ou ofício do diaconato, desempenha as respectivas atribuições”.
    Já o dicionário da Bíblia de Almeida sobre o ‘Diácono’, assim disserta: “Pessoa que ajudava nos trabalhos de administração da Igreja e cuidava dos pobres, das viúvas e dos necessitados em geral.
    O diácono também pregava o evangelho e ensinava a doutrina cristã (At. 6,1-8; I Tm. 3.8-13)”.