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Subsídio Lição 7: Cristo é a Nossa Reconciliação com Deus

Subsídio bíblico para a Lição dos Adultos (CPAD). Lição: 7 | 2° Trimestre de 2020 | Peça a Continuação deste Subsídio - Acesse Aqui!
Depois de haver explicado o maravilhoso plano da salvação dos indivíduos, Paulo passa a argumentar sobre um outro aspecto fundamental da salvação: a união de todos os povos, raças e culturas diante do único Deus. A partir do sacrifício vicário do Deus Filho, o Messias; judeus e não-judeus (gentios), antes hostis uns com os outros e separados de Deus, agora, em todo o mundo e por toda a história da humanidade, estão reconciliados entre si e com o Senhor, mediante o Cordeiro, Jesus (Ef 2.11-16).

Leia Também:

A existência de Deus é um fato consumado

A Bíblia não é uma apologia à existência de Deus; não há nela a preocupação em comprovar que Deus existe. A existência de Deus é um fato consumado, uma verdade primária que não necessita ser provada, pois Ele transcende à existência.
O conhecimento humano sobre a existência do Criador está na própria intuição e razão no interior das pessoas (Rm 1.20, 21; 2.14, 15). A Bíblia é a única fonte confiável e confirma a experiência humana.

Lição 9 - O Conhecimento de Deus que conduz ao Crescimento Espiritual

Classe: Jovens | Trimestre: 3° de 2019 | Revista: Professor | Fonte: Lições Bíblicas de Jovens, CPAD

TEXTO DO DIA
"Graça e paz vos sejam multiplicadas, pelo conhecimento de Deus e
de Jesus, nosso Senhor."  (2 Pe 1.2)

SÍNTESE
A fé no Senhor Jesus Cristo e o conhecimento dEle, que levam ao crescimento espiritual, impulsionam os crentes a fazerem a diferença no mundo e perseverem até o final.

Agenda de leitura
SEGUNDA - Os 6.3: Conhecendo a Deus continuamente
TERÇA - Mt 22.29: O erro de não conhecer as Escrituras e o poder de Deus
QUARTA - Jo 17.3: A vida eterna mediante o conhecer a Deus
QUINTA - 2 Co 1.20: As promessas de Deus são cumpridas
SEXTA - 2 Ts 1.3: Uma fé crescente
SÁBADO - Mt 24.13: Aquele que perseverar até o fim

Objetivos
I - COMPREENDER a suprema importância do conhecimento de Deus;
II - REFLETIR a respeito da vocação celestial e as preciosas promessas de Deus;
III- RESSALTAR a necessidade de termos uma fé crescente e frutífera.

Lição 4- A Presença de Deus no Deserto


Classe: Jovens | Trimestre: 1° de 2019 | Revista: Professor | Data da Aula: 27/01/2019 - Fonte: Lições Bíblicas de Jovens, CPAD | Divulgação: Subsídios EBD
TEXTO DO DIA
“Ou, quando a nuvem sobre o tabernáculo se detinha dois dias, ou um mês, ou um ano, ficando sobre ele, então, os filhos de Israel se alojavam e não partiam; e, alçando-se ela, partiam.” (Nm 9.22)

SÍNTESE
A presença de Deus no meio do povo era garantia de segurança, alegria e descanso. Pois, caminhar pelo deserto envolvia correr perigos dos mais diversos.
AGENDA DE LEITURA
SEGUNDA - Sl 140.13: Na presença de Deus, somente os retos habitarão
TERÇA - Sl 31.20: Presença de Deus, lugar de esconderijo
QUARTA - Sl 16.11: Presença de Deus, lugar de alegria
QUINTA - Gn 4.16: Sair da presença de Deus, uma grande tragédia
SEXTA - Sl 68.7,8: A presença de Deus faz tremer a terra
SÁBADO - Êx 33.14: A presença de Deus traz descanso

OBJETIVOS
• MOSTRAR como Deus se manifestou ao povo no deserto, e como os hebreus, a princípio, obedeceram voluntariamente o mover da nuvem e da coluna de fogo;
• EXPLICAR como foi o início da caminhada no deserto e os primeiros pecados do povo;
• COMPREENDER como Deus orientou a Moisés para que ele escolhesse setenta cooperadores.

Lição 2- Em Deus, nosso Pai

TEXTO BÍBLICO
João 3.16,17; Mateus 6.9-13
DESTAQUE
"Vejam como é grande o amor do Pai por nós! O seu amor é tão grande, que somos chamados de filhos de Deus e somos, de fato, seus filhos. Ê por isso que o mundo não nos conhece, pois não conheceu a Deus" (1Jo 3.1).

LEITURA DEVOCIONAL

Os nomes específicos de Deus

Nós conhecemos Deus por ‘Deus’, mas será que é assim que Ele é chamado na Bíblia? O nome de Deus é Jeová como dizem os “Testemunhas de Jeová”?

Quem é, e que é Deus? A melhor definição é a que se encontra no Catecismo de Westminster: "Deus é Espírito, infinito, eterno e imutável em seu ser, sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade e verdade."

Lição 8 - A Sobriedade na Obra de Deus

Lições Bíblicas do 3° trimestre de 2018 - CPAD | Classe: Adultos| Aula: 19 de Agosto
TEXTO ÁUREO
“E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito.” (Ef 5.18)
VERDADE PRÁTICA

O exercício do ofício divino é incompatível com o alcoolismo, maus costumes e intemperanças.
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Gn 9.20-24: A embriaguez de Noé
Terça – Gn 19.30-35: O vinho e a profanação familiar
Quarta – 2 Sm 11.6-13: A corrupção pelo vinho
Quinta – Pv 31.4,5: O vinho é impróprio aos que presidem
Sexta – 1 Tm 3.3: O vinho é vedado ao pastor
Sábado – Ef 5.1-18: Enchei-vos do Espírito

Lição 7 - Fogo Estranho Diante de Deus

Lições Bíblicas do 3° trimestre de 2018 - CPAD | Classe: Adultos | Aula: 12 de Agosto
TEXTO ÁUREO
“E disse Moisés a Arão: Isto é o que o SENHOR falou, dizendo: Serei santificado naqueles que se cheguem a mim e serei glorificado diante de todo o povo. Porém Arão calou-se.”  (Lv 10.3)
VERDADE PRÁTICA
O Deus santo requer de seus obreiros uma postura igualmente santa, zelosa e de comprovada excelência; menos que isso é inaceitável.
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Êx 6.23: A ascendência de Nadabe e Abiú
Terça – Êx 24.1-9: Nadabe e Abiú viram a glória divina
Quarta – Êx 28.1: Nadabe e Abiú no santo ministério
Quinta – Lv 10.1: Nadabe e Abiú e o fogo estranho
Sexta – Lv 10.2: Deus fulmina Nadabe e Abiú
Sábado – Nm 3.1-4: A história de Nadabe e Abiú

Lição 5- A Justiça de Deus


LEITURA DIÁRIA
SEG. Is 32.17: O efeito da Graça
TER. Rm 6.18: Servos da Justiça
QUA. Dt 16.20: Seguindo ajustiça
QUI. SL 50.6: Proclamando ajustiça de Deus
SEX. 1 Cr 18.14: Um rei justo
SÁB. Jo 7-24: O julgamento justo

REFLEXÃO
“Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos” (At 17.31).
OBJETIVOS
Discorrer sobre o conceito da justiça de Deus.
Detalhar as diferenças e semelhanças entre a justiça de Deus e dos homens.
Mostrar que somente o Senhor é a nossa justiça.

Lição 2 - Quem é Deus?

LEITURA DIÁRIA
SEG. Gn 1: Deus é o criador de todas as coisas
TER. Sl 19.1-3: A criação revela a existência de Deus
QUA. Nm 23.19 : O Deus da Bíblia não mente
QUI. 2 Co 13.14: O nosso Deus é trino
SEX. Os 6.3: Conhecendo a Deus
SAB. Mt 22.37: Amara Deus, um mandamento
OBJETIVOS
- Conhecer o Deus revelado nas Escrituras.
- Saber o que é o ateísmo e o panteísmo.
- Compreender o caráter de Deus revelado em seus nomes.
TEXTO ÁUREO
"Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída: e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra" (Os 6.3).
LEIA TAMBÉM:

Lição 13 – Glorificados em Cristo


Classe: Adultos
Lições Bíblicas: CPAD
Trimestre: 4° de 2017 – 24 de Dezembro de 2017
Reverberação: www.sub-ebd.blogspot.com
TEXTO ÁUREO
"Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo." (Fp 3.20)
VERDADE PRÁTICA
A plena glorificação dos salvos se dará na segunda vinda gloriosa de Cristo.
LEITURA DIÁRIA
Segunda -1 Co 15.42-44: A transformação do corpo natural em corpo glorificado
Terça - Rm 8.22,23: A esperança na plena glorificação do nosso corpo
Quarta - 2 Co 5.4: O que é mortal será absorvido pela vida
Quinta - Jd vv.24,25: Conservados para se apresentar diante de Deus
Sexta - 1Pe 5.10,11: Convidados a participar da eterna glória de Deus
Sábado – Cl 3.4: A manifestação em glória de Cristo, juntamente com a sua Noiva
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
I Coríntios 15 13 - 23
13 E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou.
14 E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé.
15 E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não ressuscitam.
16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou.
17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.
18 E também os que dormiram em Cristo estão perdidos.
19 Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.
20 Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem.
21 Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem.
22 Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.
23 Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda.

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HINOS SUGERIDOS: 310, 411, 597 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL
Mostrar que a plena glorificação dos salvos se dará na segunda vinda gloriosa de Cristo.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo l refere-se ao tópico l com os seus respectivos subtópicos.
I - Explicar qual é a esperança dos salvos em Cristo;
II- Compreender que a salvação plena foi garantida por Jesus e confirmada pelo Espírito Santo.
• INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado (a) professor(a), esta lição será ministrada em um domingo muito especial para os cristãos de todas as nações, véspera do Natal. Não sabemos ao certo a data em que o Filho de Deus veio ao mundo, mas sabemos que o Verbo se fez carne e habitou entre nós. O nascimento de Jesus nos faz ver o quanto Deus é bom e amoroso, pois enviou seu Filho Unigénito para morrer na cruz em nosso lugar. Não merecíamos tal salvação, mas Ele nos presenteou com tão grande dádiva. O que poderemos oferecer a Deus pelo benefício da salvação? Não existe nada que possamos oferecer ou fazer que possa pagar o que Jesus fez por nós. Podemos somente adorá-lo demonstrando nossa gratidão. Então, louvemos o Salvador neste Natal e durante todos os dias da nossa vida.

INTRODUÇÃO
A glorificação dos salvos é o evento futuro e final da obra salvadora de Cristo. Será um momento de extraordinária grandeza e felicidade, que se dará na segunda vinda de Cristo. Nesse evento, os salvos experimentarão a glorificação completa da natureza humana, pois seremos todos revestidos da glória de Deus.

PONTO CENTRAL
O evento futuro e final da obra salvadora de Cristo será a glorificação dos salvos em Jesus Cristo.

I- A GLORIOSA ESPERANÇA DA RESSURREIÇÃO DOS SANTOS

1. A ressurreição dos santos.
Há uma esperança celestial para os salvos em Cristo quando da gloriosa ressurreição dos mortos, onde estaremos para sempre com o Senhor (1Ts 4.14; Is 26.19). Essa é uma esperança do crente que tem como seu fundamento a ressurreição de Cristo, pois do mesmo modo que Ele ressuscitou, nós ressuscitaremos: "que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas" (Fp 3.21). Hoje, o nosso corpo está sujeito às enfermidades e demais fragilidades, mas na ressurreição ele será revestido de incorruptibilidade; nunca mais morreremos, pois a ressurreição dos santos será a vitória final sobre a morte e o inferno (1Co 15.54,55).

2. O destino eterno dos salvos.
Os que foram alcançados pela obra salvífica de Jesus Cristo entrarão no Reino Celestial, onde haverá um eterno tempo de alegria, felicidade e bem-estar diante do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Sua presença encherá a Terra com sua glória e majestade, conforme a visão do apóstolo João: "E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada" (Ap 21.23).

SÍNTESE DO TÓPICO l
Iodos os salvos em Jesus Cristo um dia ressuscitarão e estarão para sempre com o Senhor nos céus.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO
A nossa salvação traz-nos a um novo relacionamento que é muito melhor do que aquele que Adão e Eva desfrutavam antes da Queda. A descrição da Nova Jerusalém demonstra que Deus tem para nós um lugar melhor do que o Jardim do Éden, com todas as bênçãos do Éden intensificadas. Deus é tão bom! Ele sempre nos restaura a algo melhor do aquilo que perdemos. Desfrutamos da comunhão com Ele agora, mas o futuro reserva-nos a 'comunhão intensificada com o Pai, o Filho e o Espírito Santo e com todos os santos'. A vida na Nova Jerusalém será emocionante. Nosso Deus infinito nunca ficará sem novas alegrias e bênçãos para oferecer aos redimidos. E posto que as portas da cidade sempre estarão abertas (Ap 21.25; cf. Is 60.11), quem sabe o que os novos céus e terra terão para explorarmos?" (HORTON, Stanley. Teologia Sistemática, 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 645).


II - A PLENA SALVAÇÃO NOS CÉUS

1. Ausência de pecados e dores.
A salvação plena foi garantida pela obra de Cristo na cruz e confirmada pelo Espírito Santo que nos foi dado (2 Co 5.5), tornando Ele assim, o selo dessa herança eterna que está nos céus (Ef 1.13-14). No lugar celestial não experimentaremos mais a dor dos pecados cometidos, bem como os males e dores que outros podem nos provocar. As enfermidades, moléstias, catástrofes, decepções ou qualquer tristeza humana desaparecerão para sempre (Ap 21.4). No céu experimentaremos a eterna alegria, paz, fé, esperança e amor (Ap 22.1-5; 1Co 13.13).

2. A plenitude nos céus.
Nesta vida vivemos a tensão entre as possibilidades precárias da Terra e a alegre esperança da vida eterna nos Céus, onde estaremos para sempre com Deus (Mt 25.34). Ora, a tribulação e as dificuldades deste tempo não podem se comparar com o melhor da glória reservado para nós (Rm 8.18). A vida plena nos céus é um direito adquirido quando fomos adotados pelo Pai como filhos. Logo, a herança divina não se limita a bênçãos materiais ou espirituais do tempo presente, mas, sobretudo, a bênçãos eternas do porvir, onde viveremos numa dimensão celestial gloriosa (Rm 8.23,30).
SÍNTESE DO TÓPICO II
Nossa salvação foi garantida pela obra de Cristo na cruz e é confirmada pelo Espírito Santo.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO
As Escrituras prometem que o céu será um Reino de perfeita bem-aventurança. Nos novos céus e na nova terra não haverá lugar para lágrimas, dor, tristeza e pranto. Lá o povo de Deus habitará com Ele por toda a eternidade, completamente livre de todos os efeitos do pecado e do mal. Deus é retratado secando pessoalmente as lágrimas dos remidos. No céu, a morte estará completamente aniquilada (1Co 15. 26). Ali não haverá doença, fome, problemas ou tragédias. Haverá apenas a alegria completa e bênçãos eternas" (LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica, 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 112).

CONCLUSÃO
A salvação em Cristo é um evento passado, presente e futuro. É uma obra completa, perfeita e universal. Por isso, o autor bíblico a denomina de "tão grande salvação" (Hb 2.3). Alguns aspectos dessa gloriosa doutrina são imensuráveis e inexplicáveis, por melhor que se tente explicar (1Co 13.12). São aspectos que transcendem a compreensão humana e que serão revelados em sua totalidade somente no Reino vindouro. Glória a Deus!

PARAREFLETIR

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A respeito de glorificados em Cristo, responda:
• Qual a esperança celestial dos salvos em Cristo?
Há uma esperança celestial para os salvos em Cristo quando da gloriosa ressurreição dos mortos, onde estaremos para sempre com o Senhor (l Ts 4.14; Is 26.19). Essa é uma esperança do crente que tem como seu fundamento a ressurreição de Cristo, pois do mesmo modo que Ele ressuscitou, nós ressuscitaremos.

• Quem entrará no Reino Celestial?
Os que foram alcançados pela obra salvífica de Jesus Cristo.

• O que garante a nossa salvação?
A salvação plena foi garantida pela obra de Cristo na cruz e confirmada pelo Espírito Santo que nos foi dado, tornando Ele assim, o selo dessa herança eterna que está nos céus.

• O que experimentaremos no Céu?
No céu experimentaremos a eterna alegria, paz, fé, esperança e amor.

• Segundo a lição, o que não haverá no Céu?
As enfermidades, moléstias, catástrofes, decepções ou qualquer tristeza humana.

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SUBSÍDIO ADICIONAL
Fonte: Ensinador Cristão – n° 72

Uma das características da soteriologia pentecostal é a devoção à espera do porvir. Por causa dessa devoção, os pentecostais são acusados injustamente de escapistas, pessoas despreocupadas com as grandes questões do nosso tempo e não engajadas em determinadas agendas políticas. É verdade que os pentecostais, somos "pessimistas" em relação à natureza humana e à sua capacidade de fazer o caminho ético necessário à vida. Esse pessimismo, em parte, reluz mediante a doutrina do pecado original, bem como a certeza escatológica de que só quando Cristo Jesus retornar gloriosamente é que o mundo experimentará uma paz perfeita Ap 21.4. Para nós, a salvação em Cristo será plenamente realizada quando estivermos para sempre com Cristo Fp 3.20,21. Ora, como diz a Palavra 1 Co 15.19. Para nós, os pentecostais, essa espera é inegociável; tal esperança move a nossa fé.

APROFUNDE SEU CONHECIMENTO - LEIA TAMBÉM:

Lição 11 – Adotados por Deus

Classe: Adultos
Lições Bíblicas: CPAD
Trimestre: 4° de 2017 – 10 de Dezembro de 2017 (Dia da Bíblia)
Reverberação: www.sub-ebd.blogspot.com
TEXTO ÁUREO
"Porque não recebestes o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai." (Rm 8.15)
VERDADE PRÁTICA
A obra de salvação de Jesus Cristo nos possibilitou ser adotados como filhos amados de Deus.
LEITURA DIÁRIA
Segunda – 1Jo 3.1: Filhos de Deus mediante o seu grande amor
Terça – Jo 1.12,13: Uma relação de pai e filho mediante o amor de Deus
Quarta – Rm 8.16: O testemunho do Espírito Santo quanto à nossa filiação divina
Quinta – Gl 3.26,27: Filhos de Deus revestidos de Cristo
Sexta – Os 1.10: Verdadeiros e autênticos filhos de Deus
Sábado – Mt 5.9: Os que anunciam e vivem a paz serão chamados filhos de Deus

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
Romanos 8.12-17
12 De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne.
13 Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis.
14 Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.
15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.
16 O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.
17 E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.

HINOS SUGERIDOS: 292,308,445 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL
Explicar que a obra de salvação de Jesus Cristo nos possibilitou sermos adotados como filhos de Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo l refere-se ao tópico l com os seus respectivos subtópicos.
I- Apresentar o conceito bíblico de adoção;
II- Explicar a adoção no tempo presente;
III- Compreender a adoção plena no futuro.


• INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado (a) professor(a), sabemos que Deus ama todas as criaturas e que o sacrifício de Cristo foi f eito em favor de todos, mas somente aqueles que, pela fé, recebem a Jesus como Salvador podem se tornar filhos (Jo 1.12). Outrora éramos escravos do pecado e filhos da ira, mas pela graça hoje somos filhos e herdeiros conforme a promessa. Como filho podemos desfrutar do amor altruísta do Pai e da sua comunhão. Deus é Senhor e Soberano nos céus e na Terra, contudo Ele é o nosso "Paizinho" (Aba). E como Pai amoroso. Ele supre as nossas necessidades, sejam elas físicas, emocionais ou espirituais. Permita que o Pai cuide de você todos os dias da sua vida, independente das suas limitações e fragilidades.
Introdução
A adoção espiritual é uma bênção proveniente da obra salvífica de Cristo Jesus. Isso significa que deixamos a condição de criaturas, servos e servas do pecado, para viver a condição de filhos libertos que desfrutam dos privilégios da obra de salvação. Embora usufruamos das inumeráveis bênçãos dessa condição atualmente, temos a esperança de, num futuro bem próximo, desfrutarmos da adoção plena e gloriosa nos céus.
PONTO CENTRAL
A nossa filiação divina é uma bênção proveniente da obra salvífica de Cristo Jesus.
I - O CONCEITO BÍBLICO DE ADOÇÃO

1. Conceito bíblico e teológico.
No sentido bíblico, o ser humano caído em pecado é uma criatura e não filho de Deus. Para se tornar filho de Deus é preciso crer no sacrifício vicário de Cristo para então ser recebido pelo Pai como filho por adoção (Jo 1.12; Cl 4.5). Assim, é possível fazer parte da família de Deus, desfrutando de uma relação terna e amorosa cuja expressão mais peculiar para descrevê-la é Aba (paizinho). Pai (Gl 4.6). É um privilégio ser membro de uma família em que todos passam a chamar e a considerar uns aos outros, irmãos em Cristo (l Ts 2.14). Toda essa bênção só é possível porque fomos feitos "filhos de adoção por Jesus Cristo" (Ef 1.5).

2. Benefícios da adoção.
Fazer parte de uma família, e nesse caso da família de Deus (Ef 2.19), traz inúmeros benefícios: segurança, confiança e sentido de pertencimento a uma casa eterna. Este termo lembra um lugar de refúgio, paz e descanso. Nesse sentido, num mundo conturbado em que vivemos, encontrar a casa do Pai é um grande alívio e um antídoto contra as perturbações, angústias e aflições nos dias atuais. Além disso, a adoção divina nos tira o senso de inferioridade que o pecado carrega, nos coloca num lugar elevado, tirando-nos "da potestade das trevas" e transportando-nos "para o Reino do Filho do seu amor" (Cl 1.13).

3. Herdeiros da promessa.
O Espírito Santo testifica ao nosso coração que somos filhos de Deus (Rm 8.16). Somos filhos porque fomos adotados pelo Pai, passamos a fazer parte de sua família e a desfrutar do privilégio de sermos os seus herdeiros (Tt 3.7; Rm 8.17). Por meio da adoção divina, deixamos de ser escravos, sem herança nem direito, para nos tornarmos filhos portadores de todos os privilégios da casa do Pai (Gl 4.7). Logo, temos uma herança incorruptível, incontaminável e imarcescível que está reservada nos céus para nós (1Pe 1.4).

SÍNTESE DO TÓPICO l
A fé no sacrifício vicário de Jesus Cristo nos faz filhos de Deus.

SUBSÍDIO LEXICOGRÁFICO
Adoção
Huiothesia, formado de huios, 'filho' e thesis, 'posição' cognato de tithemi, 'pôr', significa o lugar e condição de filho dados àquele a quem não lhe pertence por natureza. A palavra só é usada pelo apóstolo Paulo.
Em Romanos 8.15, é dito que os crentes receberam 'o espírito de adoção', quer dizer, o Espírito Santo que, dado como as primícias, os primeiros frutos de tudo o que será dos crentes, produz neles a realização da filiação e a atitude pertencente a filhos. Em Gálatas 4.5, é dito que eles receberam 'adoção de filhos*, ou seja, a filiação dada em distinção de uma relação que é meramente consequentemente no nascimento; aqui dois contrastes são apresentados:
(1) entre a filiação do crente e a não originada filiação de Cristo;
(2) entre a Uberdade desfrutada pelo crente e a escravidão, quer da condição natural pagã, quer de Israel sob a lei" (Dicionário Vine: O significado exegética e expositivo das palavras do Antigo e Novo Testamento, 14.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, p. 374).

lI- A ADOÇÃO NO TEMPO PRESENTE

1. Parecidos com o Pai.
O apóstolo João afirma que há uma esperança dos que são chamados filhos de Deus (1 Jo 3.3): "Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos" (1Jo 3.2). Aguardamos solenemente por esse dia. Entretanto, portamos a imagem de Deus hoje (Gn 1.26) e, uma vez em Cristo, essa imagem é potencializada pela manifestação do amor de Deus em nós (Ef 5.1,2; Jo 14.21), porque Deus é amor (1Jo 4.8). Quem é filho de Deus tem o "DNA" do Pai impregnado nele. Em Cristo, somos filhos do mesmo Pai (Is 64.8; Jo 14.20) e, por isso, temos a garantia da filiação eterna para sermos livres da condenação do pecado.

2. Ser amado pelo Pai.
O processo de adoção pelo qual passamos ao aceitar a obra de salvação de Cristo é a prova do grande amor de Deus por nós, os seus filhos (1Jo 3.1). Assim, a culpa do pecado, as angústias do medo da perdição eterna e a escravidão do pecado não nos afrontam mais, pois em Cristo, não há mais condenação (Rm 8.1). Aqui, podemos compreender exatamente o que o apóstolo João quis dizer, quando maravilhado, afirmou: "nós o amamos porque ele nos amou primeiro" (1Jo 4.19).

3. Os direitos e os deveres na adoção.
Por intermédio da adoção espiritual, os filhos de Deus têm alguns direitos espirituais: foram legitimamente enxertados na Boa Oliveira, que é Cristo (Rm 11.17); passarão a ter um novo nome (Ap 2.17); passaram a fazer parte de uma nova família (Ef 2.19); foram emancipados da lei que gera morte (Gl 3.25); todos os povos e raças, desde que tenham aceitado a Cristo, tornam-se filhos de Deus sem distinção (Gl 3.28). Mas da mesma forma que temos direitos, também temos deveres espirituais: apartar-se do mundo e do que é imundo (2 Co 6.17,18; Ap 21.7); praticar a justiça e amar o irmão (1Jo 3.10); buscar a perfeição do Pai (Mt 5-48); amar os inimigos, bendizer os que maldizem, fazer o bem aos que nos odeiam e orar pelos que nos maltratam e perseguem (Mt 5.44); e glorificar a Deus por meio de todos esses deveres espirituais (Mt 5.16).
SÍNTESE DO TÓPICO II
Mediante a adoção, hoje somos filhos de Deus.

SUBSÍDIO LÉXICO
A 'adoção' é um termo que envolve a dignidade da relação de crentes como filhos; não é um colocar na família por meio do nascimento espiritual, mas um colocar na posição de filhos. Em Romanos 8.23, a 'adoção' do crente é algo que ainda ocorre no futuro, visto que incluiu a redenção do corpo, quando a vida será transformada e aqueles que dormiram serão ressuscitados. Em Romanos 9-4, a 'adoção' é pertencente a Israel, conforme declaração em Êxodo 4.22; 'Israel é meu Filho' (Os 11.1). Israel foi colocado numa relação especial com Deus, uma relação coletiva, não desfrutada por outras nações (Dt 14.1; Jr 31.9, etc.)" (Dicionário Vine: O significado exegética e expositivo das palavras do Antigo e Novo Testamento. 14.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, p. 374).

III - A ADOÇÃO PLENA NO FUTURO



1. Filhos eternos.
Embora desfrutemos, aqui na Terra, dos benefícios da adoção espiritual, a alegria plena dessa realidade se dará somente quando da manifestação plena e literal de Jesus Cristo, na ocasião da sua gloriosa vinda. Quando essa gloriosa realidade celestial ocorrer, então, teremos acesso à "incorruptível coroa de glória" prometida pelas Escrituras Sagradas (1Pe 5.4). É verdade que há uma Luta interna nos filhos de Deus quanto a essa esperança, conforme escreve o apóstolo Paulo: "nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo." (Rm 8.23). Mas prevalece a esperança de que, no céu, a nossa redenção será completa, perfeita e plena, em que o que é mortal será absorvido pela vida (2 Co 5.4). Um dia, assim como Cristo foi glorificado, nós o seremos. Uma realidade que não se pode comparar com as aflições deste mundo (Rm 8.18). Bendita esperança!

2. Esperando a adoção completa.
Embora estejamos adotados na família de Deus (1Jo 3.1), só conheceremos a plenitude do que realmente isso significa quando o Senhor nos ressuscitar dentre os mortos (1Ts 4.17). Então, receberemos a herança completa do Pai Celestial e viveremos eternamente em sua maravilhosa presença.

3. A casa do pai.
Uma vez filhos de Deus, somos peregrinos em terra estranha (l Pé 2.11), por isso experimentamos os infortúnios e as dores do tempo presente (Rm 8.22,23). "Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo" (Fp 3-20). Ansiamos pelo momento em que adentraremos à casa do Pai Eterno, e habitaremos com Ele eternamente. Ali, nossa relação com o Pai não se dará provisoriamente, mas num tempo ininterrupto, em que estaremos para sempre diante de sua santa presença (Ap 22.3-5).
SÍNTESE DO TÓPICO III
Como filhos de Deus desfrutaremos de uma alegria plena na ocasião da gloriosa vinda de Jesus Cristo.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO
A 'adoção', um termo jurídico, é o ato da graça soberana mediante o qual Deus concede a todos os direitos, privilégios e obrigações da filiação àqueles que aceitam Jesus Cristo. Embora o termo não apareça no Antigo Testamento, a ideia se acha ali (Pv 17.2). A palavra grega huiothesia, aparece cinco vezes no Novo Testamento, somente nos escritos de Paulo e sempre no sentido religioso. Ressalve-se que, ao sermos feitos filhos de Deus, não nos tornamos divinos. A divindade pertence ao único Deus verdadeiro. A doutrina da adoção, no Novo Testamento, leva-nos, desde a eternidade passada e através do presente, até a eternidade futura (se for apropriada semelhante expressão). Paulo diz que Deus 'nos elegeu nele [em Cristo] antes da fundação do mundo' e 'nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo' (Ef 1.4,5). Diz também, a respeito de nossa experiência presente: 'Porque não recebeste o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebeste o espirito de adoção de filhos [huiothesia], pelo qual clamamos [em nosso próprio idioma]: Aba [aramaico: Pai], Pai [gr. ha patêr]' (Rm 8.15). Somos plenamente filhos, embora ainda não sejamos totalmente maduros. Mas, no futuro, ao deixarmos de lado a mortalidade, receberemos "a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo' (Rm 8.23). A adoção é uma realidade presente, mas será plenamente realizada na ressurreição dentre os mortos. Deus nos concede privilégios de família mediante a obra salvífica do seu Filho incomparável, daquEle que não se envergonha de nos chamar irmãos" (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal 1 .ed, Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 374).

CONHEÇA MAIS
A Testificação do Espírito Santo
"Os filhos de Deus têm o Espírito para que opere neles a disposição de filhos; não têm o espírito de servidão sob o qual estava o povo do Antigo Testamento, pela obscuridade dessa dispensação. O Espírito de adoção não fora plenamente derramado. E refere-se ao Espírito de servidão, ao qual estavam sujeitos muitos santos em sua conversão. [...] os santificados têm o Espírito de Deus, e este testemunha aos seus espíritos que lhes dá paz às suas almas." Leia mais em Comentário Bíblico, de Matthew Henry, CPAD, p.935.

CONCLUSÃO
A doutrina da adoção nos mostra que somos filhos de Deus e que um dia fomos aceitos por Ele por causa do seu grande amor. Foi a obra de Cristo na cruz que tornou esse processo de adoção possível. Agora, nos tornamos herdeiros de todas as coisas juntamente com Cristo Jesus.

Firmados na doutrina gloriosa da adoção, podemos nos sentir amados e cuidados por Deus, em Cristo Jesus, pois somos objetos do seu inefável amor.

PARA REFLETIR
A respeito de adotados por Deus, responda:
• O que é necessário para que o ser humano se torne filho de Deus?
Para se tornar filho de Deus é preciso crer no sacrifício vicário de Cristo para então ser recebido pelo Pai como filho por adoção (Jo 1.12; Gl 4.5).

• Quais são os benefícios da adoção?
Fazer parte de uma família, e nesse caso da família de Deus (Ef 2.19), traz inúmeros benefícios: segurança, confiança e sentido de pertencimento a uma casa eterna.

• Cite alguns deveres que aqueles que são filhos de Deus devem ter.
Da mesma forma que temos direitos, também temos deveres espirituais: apartar-se do mundo e do que é imundo (2 Co 6.17,18; Ap 21.7); praticar a justiça e amar o irmão (l Jo 3.10); buscar a perfeição do Pai (Mt 5.48); amar os inimigos, bendizer os que maldizem, fazer o bem aos que nos odeiam e orar pelos que nos maltratam e perseguem (Mt 5.44); e glorificar a Deus por meio de todos esses deveres espirituais (Mt 5.16).

• Segundo a lição, já experimentamos plenamente a condição de ser filhos de Deus?
Embora desfrutemos, aqui na Terra, dos benefícios da adoção espiritual, a alegria plena dessa realidade se dará somente quando da manifestação plena e literal de Jesus Cristo, na ocasião da sua gloriosa vinda.

• Qual é a principal esperança dos filhos de Deus?
Ansiamos pelo momento em que adentraremos à casa do Pai Eterno, e habitaremos com Ele eternamente. Ali, nossa relação com o Pai não se dará provisoriamente, mas num tempo ininterrupto, em que estaremos para sempre diante de sua santa presença (Ap 22.3-5).
SUBSÍDIO ADICIONAL
Fonte: Ensinador Cristão – n° 72

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Além de justificar, regenerar e santificar, características de mudança da nossa posição diante de Deus, o Pai deseja estabelecer conosco um relacionamento mais próximo, íntimo, e o melhor termo para conceituar esse processo é "Adoção". Este é um termo técnico jurídico em que os pais concedem direitos e privilégios à criança filiada de maneira não biológica, mas voluntária. Foi assim que Deus tratou conosco! Éramos merecedores da condenação eterna, mas por meio da obra de Jesus Cristo fomos justificados, regenerados, santificados e adotados, acolhidos na família de Deus, onde "o mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus" (Rm 8.16).
Um apontamento interessante que o teólogo pentecostal Pecotafaz é que não há um termo para "adoção" no Antigo Testamento, embora a ideia apareça em Provérbios 17.2: "O servo prudente dominará sobre o filho que procede indignamente; e entre os irmãos repartirá". Mas em o Novo Testamento a palavra, do grego huiothesia, aparece cinco vezes nos escritos do apóstolo Paulo. É uma doutrina que atesta que em Cristo fomos eleitos e predestinados para sermos da família de Deus (Ef 1.4,5). Diferentemente do tempo de trevas, de escravidão e de vergonha, na família de Deus fomos chamados para sermos livres para andar no Espírito, viver no Espírito e, assim, termos uma relação de pai e filho com Deus (Rm 8.15).
A doutrina da adoção nos dá a segurança da salvação. Fazer parte da família de Deus é a certeza de que nEle estaremos seguros. Fomos justificados, regenerados, santificados e adotados em Cristo Jesus. É um privilégio fazer parte da família de Deus! Entretanto, sabemos que ainda não vivemos a plenitude do que está prometido para nós. Embora sejamos plenamente filhos de Deus, num futuro, quando deixarmos o nosso "tabernáculo terreno", receberemos a plenitude da adoção, "a saber, a redenção do nosso corpo" (Rm 8.23). O que significa que vivemos a realidade da adoção neste tempo presente, mas quando a ressurreição dentre os mortos for realizada, ou por meio do Arrebatamento da Igreja, a nossa adoção será plena. Será o dia em que veremos o Pai como Ele é. Por isso, o apóstolo Paulo disse: "Porque, agora, vemos por espelho em enigma; mas, então, veremos face a face; agora, conheço em parte, mas, então, conhecerei como também sou conhecido" (1Co 13.12).