EXEGESE BÍBLICA - Pr. Antonio Gilberto

I.     TEXTOS-CHAVES

At 8.30-31 -"E, correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías e disse: Entendes tu o que lês? E ele disse: Como poderei entender, se alguém me não ensinar? E rogou a Filipe que subisse e com ele se assentasse".

2Pe 3.16 - "falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição".

 

II.    INTRODUÇÃO

A.     A exegese é uma das primeiras ciências bíblicas que o expositor da Palavra de Deus deve conhecer. A exegese é uma ciência gêmea da hermenêutica. Elas se completam, uma vez que uma depende da outra, sabendo-se que a exegese é precedida da hermenêutica.

B.      Hermenêutica é o conjunto de leis e princípios de interpretação e explanação do texto bíblico.

C.    Exegese

1.      É o estudo do sentido do texto bíblico. Portanto, lida com as línguas originais da Bíblia, principalmente no que concerne a:

i.       Morfologia. A estrutura da língua bíblica em estudo.

ii.      Lexicografia. O sentido das palavras isoladas do texto bíblico em estudo.

iii.     Sintaxe. As diferentes funções das palavras bíblicas, quando combinadas no discurso.

2.      O vocábulo exegese (literalmente "sacar") significa "extrair", "traduzir", "narrar", "interpretar". É com este último sentido que o termo é mais usado em teologia.

 

III.  EXEGESE BÍBLICA

A. Noções elementares de exegese bíblica. A exegese lida com o sentido original do texto bíblico, este considerado como mensagem divina para o homem; como sema.

B. O termo exegese significa "tradução", "extração", "narração" (sempre com a ideia de "sacar").

C. A exegese bíblica procura responder à pergunta do estudante da Bíblia: "O que significa este texto bíblico no original?" Em outras palavras: "Qual o sentido do texto?"

D. O sentido original do texto bíblico envolve inicialmente quatro coisas:

1. O idioma original do texto bíblico.

2.      A ocasião do texto bíblico. Isto é, o tempo em que ele foi escrito. Isso envolve profundamente a história bíblica.

3.      O local do texto bíblico, isso envolve a geografia bíblica.

4.      A cultura. Aqui está a antropologia cultural dos povos bíblicos; os costumes. Por exemplo: Gn 31.36 - quem ficasse com os terafins herdaria os bens da família.

E. A exegese aplica os principais princípios estabelecidos pela hermenêutica, visando à correta interpretação do texto bíblico.

1.      A hermenêutica expõe os princípios de interpretação; a exegese aplica-os, ao buscar o sentido do texto.

IV. ALGUNS PRINCÍPIOS DE EXEGESE BÍBLICA

A.     A língua moderna do estudante da Bíblia

1.      Precisamos saber o que diz o texto bíblico na língua do falante atual. Trata-se do sentido natural das palavras do nosso próprio idioma. Exemplos (versão ARC):

1) imputar (Gn 15.6; At 7.60);

2) restolho (Êx 5.12);

3) exatores (Êx 5.13);  

4) propiciar (Êx 32.30; Rm 3.25; 1 Jo 2.2);

5) bosque (Êx 34.13);

6) hissopo (Lv 14.4);

7) netineus (Ne 10.28);

8) oblação (Hb 10.14).

Se não entendo o que diz o texto bíblico em minha língua, como poderei entender o que significa esse mesmo texto para receber a mensagem divina para mim e comunicá-la aos outros?

Meditar aqui, quanto ao que diz o texto, em Jz 12.6; Ne 8.8; 1 Co 14.9.

2.      A morfologia da língua portuguesa. Ou seja, as palavras isoladas.

3.      A sintaxe da língua portuguesa. Ou seja, as palavras combinadas na frase; suas diferentes funções no discurso.

B.      As línguas originais do texto bíblico

Essas línguas são o hebraico, o aramaico e o grego. O exegeta precisa estudar e conhecer a estrutura gramatical dessas línguas.

1.      As palavras em itálico de nossas Bíblias (como é o caso da ARC) vêm das diferenças estruturais entre essas línguas bíblicas e a nossa. Exemplos de palavras em itálico na ARC: 2Co 8-9.

2.      O genitivo grego. P.ex.: Hb 1.3, "palavra do seu poder"= sua palavra poderosa.

3.      O infinitivo presente ativo grego. P.ex.: 1 Jo 3.9, "não pode pecar" (versão TB) = "não pode viver pecando".

4.      O particípio perfeito passivo grego. P.ex.: Mt 16.19.

C.     O exegeta deve ser um atento observador do texto bíblico

Examinemos os casos que se seguem.

1.      Hb 9.4 (ARA); 1 Rs 6.20,22; Lv 16.12. Havia um altar (o do incenso) que pertencia ao Lugar Santíssimo do templo, mas que ficava no Lugar Santo do referido templo (e, antes do tabernáculo).

2.      Zc 14.9-10 - A expressão "toda a terra" (duas vezes). Cada expressão significa uma coisa diferente.

3.      Ez 28 - Há duas personagens diferentes nesse capítulo:

vv. 1-11 - O "príncipe" de Tiro - um príncipe humano;

v.      12ss - O "rei" de Tiro - trata-se de Satanás.

4.      Gl 4.10 - O apóstolo está aqui censurando; não ordenando aos gálatas.

5.      Jo 5.39 - Jesus não está aqui ordenando, mas mostrando a incoerência dos judeus.

6.      Êx 16.1 + Nm 13.21 - Um é o deserto de "Sim"; outro é o deserto de "Zim".

7.      Is 42.1,19 - Aqui temos dois "servos do Senhor" bem diferentes:

v. 1 - O "meu Servo" (do Senhor) é Cristo;

v. 19 - O "servo do SENHOR" é a nação de Israel em sua rebeldia contra Deus.

D. O texto bíblico em geral

O texto é o fluxo normal da comunicação escrita. É a tessitura da comunicação escrita. "Texto" vem do latim textus, que quer dizer “tecido”, isto é, o tecido do discurso. No texto bíblico, temos duas coisas principais: as palavras isoladas e a mensagem.

1.      As palavras isoladas e as locuções do texto. Isso inclui o vocabulário bíblico.

2.      A mensagem do texto. O seu sentido; o seu ensino, para: 1) todas as pessoas; 2) em todos os tempos; 3) em todos os lugares.

3.      Gêneros literários da Bíblia

A Bíblia considerada como texto é uma obra literária.

Gêneros literários da Bíblia:

i.       História. Elementos históricos da Bíblia. História é o gênero literário que ocupa o maior espaço na Bíblia. Exemplos:

a.       At 28.11 - Castor e Pólux;

b.      2Co 2.14 - O desfile triunfal do vencedor;

c.       Ef 1.13-14 - O Espírito Santo como "selo" e "penhor";

d.      Cl 2.14 -  A cédula riscada.

 

Na História, incluem-se a narração e a crônica.

ii.      Genealogia. Exemplo: 1 Cr 1 -9.

iii.     Leis. Exemplos:

a.       Êx 21.16 - lei do sequestro;

b.      Nm 35.30 - lei das testemunhas;

c.       Dt 22.3 - lei de perdidos e achados.

iv.     Poesia. Exemplos: livro de Salmos; passagens avulsas como: Lc 1.67-79; 1Tm 3.16; 2Tm 2.11-13.

v.      Provérbios. Exemplos: os provérbios de Salomão no livro de Eclesiastes e no livro de Provérbios.

vi.     Profecia. Exemplos: os livros proféticos; os Salmos; o Apocalipse.

vii.    Drama. Exemplos:

a.       A vida de Jacó;

b.      Certos lances da vida de Davi quando foragido no deserto;

c.       O livro de Ester.

viii.   Biografia. Exemplos: as vidas de Abraão, Moisés, Davi, os reis de Israel, Jesus, Paulo.

ix.     Parábola. É uma narrativa em que tanto pessoas como coisas correspondem a verdades de ordem espiritual e moral. A parábola geralmente contém uma só verdade capital; seus pormenores estão em afinidade com essa verdade principal.

x.      Carta. É outro gênero literário da Bíblia.

xi.     Sermões. Exemplos: o Eclesiastes; os Profetas; os Evangelhos; os Atos.

xii.    Revelação. Exemplos: os livros de Ezequiel, Daniel, Zacarias, Apocalipse.

xiii.   Tipos. Exemplos:

a.       Pessoas típicas - Adão (1 Co 15.45);

b.      Eventos típicos - oferendas (Ef 5.2);

c.       Objetos típicos - a arca de Noé (Gn 7.1);

d.      Animais típicos - a serpente de bronze (Jo 3.14-15);

e.       Cores típicas - escarlate (Is 1.18).

 

O Pentateuco (principalmente Êxodo e Levítico) contém muitas e edificantes tipologias.

Porque devemos estudar os tipos? 1Co 10.11: "Ora, tudo isso lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos". "Figuras" é typos, no original.

xiv.   Figuras de linguagem

As duas principais formas de linguagem são a prosaica e a figurada.

Linguagem prosaica é a que exprime o sentido usual e comum da comunicação.

Linguagem figurada é:

1) mais bela, portanto, mais atraente;

2) mais expressiva:

3 comunicada com mais vivacidade à mente.

 

Exemplos de figuras de linguagem:

a.      Símile. É uma comparação entre dois objetos dessemelhantes (Pv 26.1).

b.      Metáfora. É a representação de uma coisa por outra dessemelhante (Mt 5.14

c.       Metonímia. É troca de uma palavra por outra relacionada com a primeira (Lc 16.29

d.      Sinédoque. Uma parte tomada pelo todo e vice-versa (Lc 2.1).

e.       Ironia. É a expressão de uma ideia com sentido contrário (para ridicularizar) (Jó 1.22)

f.       Hipérbole. É um exagero para fins de ênfase daquilo que se quer dizer (Dt 1.28

g.      Apóstrofe. É falar aos ausentes como se estivessem presentes, bem como a objetos inanimados (1 Co 15.55).

h.      Personificação/prosopopeia. É atribuir atos e características pessoais a animais, plantas e objetos como se fossem seres humanos (Is 55.12; Lc 7.35).

i.       Antropopatismo. É atribuir sentimentos humanos a Deus (Jr 15.6).

xv.    Acróstico. É uma composição em que o conjunto das letras iniciais (e, às vezes, das mediais ou finais) dos versos forma verticalmente uma palavra ou frase. Exemplos: Sl 25; 119.

 

4. Fontes do texto bíblico

i.       O texto bíblico como produto final é obra de Deus (2Pe 1.21).

ii.      Quanto à procedência do texto bíblico, há três origens:

a.      Deus. O trino Deus: Pai, Filho, Espírito Santo. Ora eles falam diretamente, ora por meio de seus servos.

b.      O homem. O homem chega a falar por si mesmo na Bíblia. Deus permitiu isso, para nosso ensino.

Exemplos:

1)      Livro de Eclesiastes - O registro do raciocínio do homem natural, insatisfeito como sempre.

2)      Dn 4 - A origem aqui é Nabucodonosor.

3)      At 2.26-36 - Um texto de Cláudio Lísias, um comandante do exército romano.

c.       O Diabo. Há texto cuja origem é ele e seus demônios. Exemplos: Jó 1.10-11; 2.4-5 Mt 4.3,6,9; Mc 5.9,12; At 16.17; 19.15.

Deus permitiu o registro de tais textos no seu livro. Nesse caso, a inspiração divina consiste no fato do registro da mensagem, e não na mensagem em si, é evidente. Nos textos de origem humana e satânica, há mentiras registradas. Exemplos: 1 Rs 22.6; Lc 4.6.

5. A aplicação do texto bíblico pelo intérprete da Bíblia

i.       2Tm 2.15 - Meditar nesse grandioso texto.

ii.      A aplicação do texto bíblico pode ser:

a.       Quanto ao povo referido no texto;

b.      Quanto ao tempo referido no texto;

c.       Quanto ao lugar referido no texto;

d.      Quanto ao sentido contido no texto;

e.       Quanto à natureza do texto;

f.       Quanto à origem do texto.

iii.     Desdobramento do ponto ii (acima)

a.      Povo. Há três povos bíblicos aos quais se destina o texto bíblico: judeus, gentios, a Igreja de Deus (1Co 10.32).

b.      Tempo. O tempo, na aplicação do texto, pode referir-se ao passado, ao presente e ao futuro.

c.       Lugar. O lugar, na aplicação do texto, pode ser o céu, a terra, o espaço e o inferno.

d.      Sentido. O sentido (ou significado) do texto pode ser literal ou figurado. O chamado sentido simbólico é uma forma do figurado.

e.       Natureza. A natureza (ou aspecto) do texto pode ser histórica, profética ou doutrinária.

f.       Origem. A origem do texto quase sempre é Deus, mas há passagens de origem humana e diabólica (como já mostramos acima).

V.    ERROS DE INTERPRETAÇÃO DA BÍBLIA

A.     Da má ou falsa interpretação da Bíblia, resultam:

1) heresias/doutrinas falsas;

2) seitas falsas;

3) religiões falsas.

Aqui se enquadram também:

1) os erros de compreensão da Bíblia;

2) os erros de aplicação da Bíblia;

3) os erros de interpretação da Bíblia.

 

B.      Métodos errados de interpretação da Bíblia.

Os mais comuns atualmente:

1.      O método alegórico: Esse método nega o sentido literal da Bíblia.

2.      O método autoritário: É usado pela Igreja Católica, a qual alega que tem o direito exclusivo de interpretara Bíblia.

3.      O método lógico: Emprega, para interpretar a Bíblia, meios lógicos e racionais sem a predominância do Espírito Santo; é racionalista.

4.      O método pietístico: Os adeptos desse método alegam possuírem uma espécie de "revelador" interno, porém arbitrário, como se fossem donos exclusivos da verdade.


VI.   FERRAMENTAS DE TRABALHO DO EXEGETA

A.     Ler 2Tm 4.13;Dn 9.1-2.

B.      Versões da Bíblia fiéis ao original.

O máximo de versões fiéis, no vernáculo.

Quanto à tradução da Bíblia, há:

1) a tradução literal, que tem mais a ver com as palavras isoladas do original; e

2) a tradução linguística, que tem mais a ver com a equivalência dinâmica linguística.

 

C.     Outros livros indispensáveis ao intérprete ou expositor das Sagradas Escrituras:

1.      Concordância bíblica (completa);

2.      Dicionário da língua pátria;

3.      Comentário geral da Bíblia;

4.      Manual de referências bíblicas;

5.      Manual bíblico;

6.      Chave bíblica (dos livros da Bíblia);

7.      Dicionário de teologia do Antigo Testamento e do Novo Testamento;

8.      Manual de exegese e hermenêutica;

9.      Teologia Sistemática;

10.    Dicionário expositivo de palavras da Bíblia.

VII. A PRIMEIRA TAREFA DO INTÉRPRETE

A. A primeira tarefa do intérprete, uma vez dependente do Espírito Santo, é pensar exegeticamente o texto bíblico, isto é:

1.      O que significou determinado texto da Palavra de Deus para os ouvintes originais, considerados o idioma, as circunstâncias, a cultura, e o lugar?

2.      O que significa a mesma Palavra de Deus hoje, considerando que esses quatro fatores são hoje diferentes.


VIII. EXEMPLÁRIO PRÁTICO DE EXEGESE

A. Exemplário prático de exegese, considerando:

1) idioma;

2) tempo;

3) local;

4) cultura;

5) contexto;

6) circunstâncias.

1.      Gn 16.5 - "SENHOR". Somente letras maiúsculas. No original hebraico, é Yehowah (Jeová) "Deus" em Gn 1.1, é, no hebraico, Elohim. "Senhor" em Gn 15.2, é, no hebraico, Adonay, Aqui estão, pois, os três nomes primários de Deus: Elohim, Yehowah e Adonay.

 

2.      Gn 47.31 - A palavra "cama" de Gn 47.31, é citada em Hb 11.21 como sendo "bordão'. É que as três consoantes dessas duas palavras são as mesmas em hebraico (mth). Antigamente a tradução do hebraico dependia da pronuncia do falante. Os massoretas (700 d.C.) ainda não estavam em evidência nos tempos do Novo Testamento.

3.      Êx 23.7 - Deus dizendo "não justificarei o ímpio". Como entender isso? Ver também Êx 23.21; Js 24.19; Is 2.9.

4.      Êx 29.37 - "Tudo o que tocar o altar será santo". Como? De que maneira? Ver também Êx 30.29 e Lv 6.18,27.

5.      Jz 6.25-26,28,30 - O termo "bosque" ligado à história de Gideão.

6.      2Sm 18.21 - O termo "cuxita" (ARC 1969, "Cusi"; NAA,"etíope") e seu significado. Ver também Nm 12.1.

7.      Sl 90.10 - "A duração da nossa vida é de setenta anos". Ver a autoria desse salmo (por Moisés) e a época e as circunstâncias em que foi escrito, em Nm 11.11-32.

8.      Pv 1.22 - "Simples" e "simplicidade"(ARC 1969). Que são?

9.      Pv 25.20 -"Coração" significando a pessoa toda!

10.    Ec 1.14 - "Atentei para todas as obras que se fazem debaixo

11.    Mt 13.55 - Os irmãos de Jesus segundo a carne. Eram irmãos carnais ou primos (como dizem os romanistas)? O grego aqui traz adelphos,"irmão consanguíneo". "Irmão" significando parente é syngenes.

12.    Mc 10.25 - O fundo da agulha e o camelo. Nunca existiu em Jerusalém portão ou postigo com o nome "fundo da agulha". Pura invencionice. A expressão de Jesus significa simplesmente algo impossível. É impossível uma pessoa salvar-se, pondo sua confiança nas riquezas. Ver também Mt 19.24; Lc 18.25.

13.    Mc 14.36 - Abba, termo aramaico. É uma das evidências de que Jesus falava essa língua. Abba aparece três vezes no Novo Testamento: Mc 14.36; Rm 8.15; Gl 4.6. É um termo carinhoso para "pai" correspondendo em nosso idioma a "papai" e "paizinho".

14.    Mc 15.43 -"Senador". Não se trata do senador dos senados atuais, mas de um membro do Sinédrio.

15.    Lc 16.9 - Um texto de fato difícil. O texto original indica a forma interrogativa. Isso ajuda a entender o texto.

16. Jo 21.7 -"Porque estava nu". Isso se refere à roupa externa dos judeus de então; não à roupa interna.

17.    At 1.12 - "Caminho de um sábado" = seis estádios (medida grega de superfície equivalente a 185 metros; isso dá pouco mais de um quilômetro).

18.    At 28.2 - "Bárbaros". Em grego, esse termo era aplicado a todos os que não falavam o idioma grego. Hoje, significa algo bem diferente em nosso idioma.

19. 1 Co 2.13 - "Comparando as coisas espirituais com as espirituais" = interpretando verdades espirituais para homens espirituais.

19.1Co 11.34 -"Ordená-las-ei quando for ter convosco"= eu as porei em ordem. Não significa "darei ordem".

20. 1Co 13.12 - "Agora, vemos por espelho em enigma" Os espelhos de então não eram de vidro como os de hoje, que reproduzem com exatidão o nosso rosto. Eram de metal e reproduziam a imagem de forma imprecisa e distorcida.

21. 2Co 3.6 - "A letra mata". Isso se refere à dispensação da lei (v. 7).

22. 2Co 6.7 - "Pelas armas da justiça, à direita e à esquerda"= armas de ataque e defesa (espirituais).

23.    Ap 13.15 - "Imagem" aí, nada tem a ver com a televisão, como muitos ensinam. No original, o termo é eikon. A televisão pode estar implícita na referência profética acima, mas não no sentido do aparelho em si. Trata-se de uma imagem real, conforme Dn 12.11; Mt 24.15; 2Ts 2.3-4.

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