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Devemos Entregar o Dízimo?


“O que a Bíblia diz exatamente sobre o dízimo? Por que devemos entregá-lo?”
Observando a Bíblia Sagrada, vemos que Deus, desde a criação do mundo, colocou algo especial no coração do ser humano: a gratidão, o ato de reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc. E essa gratidão que faz com que procuremos reconhecer o bem, o amor ou carinho, que recebemos da parte de alguém. Traduzimos esse sentimento não somente em palavras, mas também em presentes ou ofertas.
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Dízimo: um ato de Fé e Gratidão



Assim, quando falamos sobre dízimo, referimo-nos a algo relativo à fé, confiança e gratidão a Deus. Diz respeito à voluntariedade e não à imposição arbitrária. Damos o dízimo porque é uma demonstração de gratidão a Deus. E também uma forma de contribuir para o desenvolvimento da obra de Deus aqui na Terra. É também a única maneira de repreender o devorador das finanças (ou bens) colocadas em nossas mãos pelo Senhor.

Podemos ver isso de uma forma notória desde o livro de Gênesis onde, mesmo sem existir alguma lei ou ordenança, os filhos de Adão, vieram apresentar ao Senhor as suas ofertas (Gn 4); Abraão deu o dízimo (a décima parte) “de tudo” a Melquisedeque (Gn 14.20); e Jacó fez um voto de dar o dízimo ao Senhor (Gn 28.22).

Embora o texto registrado em Malaquias 3.10 esteja no modo imperativo: “Trazei todos os dízimos...”, todo cristão verdadeiro o faz com espontaneidade e com alegria, pois reconhece o Senhorio de Deus sobre sua vida.
Sendo discípulos de Jesus, temos prazer em obedecê-lo, uma vez que aprendemos conforme nos diz João 15.14: “Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que vos mando”. Jesus nos ensina a “... dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mt 22.21; Mc 12.17 eLc 20.25).

Pode surgir dessa leitura uma pergunta: O que é meu e o que é de Deus?
A resposta é encontrada facilmente na própria Bíblia (Dt 8.18 e 1 Cr 29.11-14). Se, verdadeiramente, reconhecemos que nada temos, mas que somos mordomos das riquezas de Deus, torna-se fácil entender que Deus, na sua infinita graça e amor por nós, dá-nos (pelo livre arbítrio) a possibilidade de usufruirmos 90% das suas riquezas materiais que nos concede. Ao darmos o dízimo, não estamos dando ao Senhor algo nosso, mas, sim, devolvendo algo que é Dele mesmo!

Um outro aspecto a considerar é que o dízimo é um ato de fé e sabedoria. Como isso acontece Encontramos a fórmula para o sucesso, quando vemos, por exemplo, a orientação dada por Deus a Josué (Js 1.6-8).

Dizimar: um desafio?
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Vemos ainda que, além de um ato de fé, dar o dízimo também é um desafio que nos é apresentado pelo próprio Deus, que, no seu infinito amor e no desejo de nos abençoar com abastança, se propõe a ser provado, conforme registra o livro do profeta Malaquias (Ml 3.10-11). Esse texto nos mostra que a forma de nos livrarmos do “devorador” é através do dízimo que entregamos ao Senhor. Nessa questão, não adianta orar, expulsar, jejuar ou qualquer tipo de penitência. Basta dar a Deus o que é de Deus. A gratidão, o reconhecimento do poder, da honra, da glória e da majestade de Deus, acrescidos da obediência voluntária à sua Palavra, nos dá a fórmula para a prosperidade.
Adaptação: www.subsidiosebd.com | Fonte: Jornal Mensageiro da Paz, Agosto 2008 | Artigo: Pr. Paulo Roberto F. C