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Os restos mortais de uma missionária assassinada por jihadistas, foram encontrados na África

Em 2016, a suíça Béatrice Stöckli estava servindo em Timbuktu, quando foi sequestrada pela organização terrorista islâmica Jama'at Nasr al-Islam wal Muslim (JNIM). 
No ano passado, ela foi assassinada pelos sequestradores, conforme relato de outra refém, Sophie Pétronin, uma voluntária francesa de 75 anos, que foi libertada em 2020.

JNIM é uma milícia terrorista islâmica, um dos grupos de combate mais cruéis do Sahel africano. É composto por remanescentes do braço da Al-Qaeda, AQMI, e dos “Ajudantes do Islã” (Ansar al-Islam). Ambos lutam há anos no Mali, Burkina Faso, Níger e Chade contra cristãos e ocidentais.

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