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  • Lição 13 – A vigilância conserva pura a Igreja (Subsídio)

    Subsídio Bíblico para a Lição dos Adultos (CPAD). LIÇÃO 13 | 3° Trimestre de 2020

    Nesta última lição o comentarista usa como base Mateus 25.1-13, essa parábola das dez virgens é apresentada para enfatizar a importância de estar preparado para a volta de Cristo a qualquer momento — mesmo se ele demorar mais do que o esperado. Pois quando ele voltar, não haverá uma segunda chance para os que estiverem despreparados (Mt 25.11-12).

    Lição 13 – A vigilância conserva pura a Igreja

    📚 Atenção! O subsídio Bíblico para esta lição está em nossa revista Digital Cristão Alerta. Acesse Aqui

    Texto Áureo

    “E as coisas que vos digo digo-as a todos: Vigiai.” (Mc 13.37).

    VERDADE PRÁTICA

    Através da vigilância, a Igreja se manterá pura e não se afastará do modelo traçado por Cristo, rejeitando assim as inovações e o mundanismo dos nossos dias.

    🔍Veja também:

    Lição 9 – Como vencer as oposições à obra de Deus

    Lição 10 – Provai se os espíritos são de Deus

    Lição 11 – Esdras vai a Jerusalém ensinar a Palavra

    Lição 12 – Esdras e Neemias combatem o casamento misto

    Lição 12 - Vivendo em Constante Vigilância


    Lições Bíblicas do 1° trimestre de 2019 - CPAD | Classe: Adultos | Data da Aula: 24 de Março de 2019
    TEXTO ÁUREO
    Vigiai, estai firmes na fé, portai-vos varonilmente e fortalecei-vos. (1 Co 16.13)
    VERDADE PRÁTICA
    A vigilância na fé cristã significa permanecer acordado quanto à vinda de Cristo, atento no zelo de não se afastar de Jesus e perseverar na cautela contra os falsos profetas.
    LEITURA DIÁRIA
    SEG. Lc 12.37: Bem-aventurados os crentes vigilantes na vinda do Jesus
    TER.  At 20.31: A vigilância diz respeito também contra os falsos profetas
    QUA. Cl 4.2: A vigilância deve estar acompanhada de oração
    QUI. 1 Ts 5.6,10: A vigilância escatológica é ensinada pelo apóstolo Paulo
    SEX. 1 Pe 5.8: A vigilância contra a sedição de Satanás deve ser constante
    SÁB. Ap 3.2,3: A exortação à vigilância aparece no último livro da Bíblia
    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

    Lição 12: Vivendo em Constante Vigilância (Subsídio)

    Seja bem-vindo (a) ao subsídio bíblico para a classe de Adultos.
    Lição: 12
    Revista do 1° trimestre de 2019 – CPAD
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    INTRODUÇÃO
    Viver em constante vigilância é um compromisso de todo crente que não deseja ser derrotado na batalha espiritual.
    Devemos vigiar porque não sabemos quando Jesus voltará (Mt 24.42; 25.13). Devemos vigiar para não entrar em tentação (Mt 26.13; Mc 14.34). Devemos vigiar em oração (1 Pe 4.7).

    I - SEDE SÓBRIOS E VIGIAI

    Lição 10 Precisamos de Vigilância Espiritual (Subsídio)

    Lição 10 Precisamos de Vigilância Espiritual
    Subsídio para a lição: 10
    Fonte: E-book Subsídios EBD. Edição: 14
    Classe: Adultos | Trimestre: 4° | Ano: 2018

    INTRODUÇÃO
    Hoje estudaremos “a parábola do servo fiel e do servo mau” (Leia: Mateus 24.45-51; Lucas 12.41-46). Esta parábola se refere a um servo que recebe a responsabilidade de administrar a casa, na ausência de seu senhor. Se ele provar ser fiel e prudente, o senhor o recompensará generosamente ao regressar. Mas, se for preguiçoso, indigno e descuidado, o senhor voltará quando não estiver sendo esperado e lhe infligirá severa punição.
     
    I- O SERVO FIEL (Mt 24.45)

    Nos tempos antigos era um costume comum que os senhores deixassem um servo encarregado de todos os assuntos da família. O servo, descrito como fiel e prudente, corresponde aos discípulos, aos quais foi atribuída por Jesus uma responsabilidade sem precedentes.
    VÍDEO AULA
    1. Significado de servo fiel
    Significa que o servo tem constância, perseverança; não pode desviar da tarefa a sua atenção. Seu conhecimento se fundamenta na sabedoria do Senhor, que se demora em sua viagem. Sua sabedoria não é apenas teórica, mas também é prática. Esse tipo de sabedoria se expressa em atividades e ensinos positivos, em ajuda positiva a outros, em sua inquirição espiritual. Assim sendo, ele ensinará, buscará, crerá e praticará a verdade, encorajando os demais a fazerem o mesmo.

    2. Bem aventurança do servo fiel (Mt 24.46)
    Bem-aventurado aquele servo... Esta palavra, bem-aventurado, com seus cognatos, é usada cerca de cinquenta e cinco vezes no Novo Testamento, sendo uma das palavras que o Novo Testamento expandiu, para dar-lhe um sentido mais alto e mais significativo. Sua raiz, no grego clássico original, significa grande, e também era usada como sinônimo de rico; mas quase sempre visava à prosperidade externa, e não a prosperidade espiritual.

    Os filósofos gregos empregavam o vocábulo com o sentido de elemento moral, e algumas vezes indicaram, por meio dele, aquela felicidade que resulta da bondade interior de caráter. Alguns intérpretes acreditam que ouso que Jesus fez aqui reflete mais as ideias e expressões hebraicas como aquelas que se encontram em Sl 1.1; 32.1 e 112.1, e que o termo hebraico ashrê ou “quão feliz” indica a condição de felicidade tencionada aqui. Pelo menos o Senhor Jesus elevou todo o terreno da “felicidade” para um ambiente espiritual. A verdadeira felicidade está associada à correta posição espiritual diante de Deus. Esse mesmo termo é aplicado aos mortos que morrem no Senhor (Ap 14.13), e esse uso do vocábulo é intensamente instrutivo. Assim sendo, o servo que se ocupa de coisas espirituais, tanto para seu próprio benefício espiritual como para alimentar os seus conservos, é um homem verdadeiramente feliz, pois em certa medida está participando da vida de Deus.

    3. Responsabilidades futuras ao servo fiel (Mt 24.47)
    Este versículo reflete, bem definidamente, a crença que aparece em várias porções do Novo Testamento, de que àqueles que forem fiéis em seus deveres terrenos, receberão poderes especiais de governo, além de outros altos privilégios, no reino de Cristo ou no estado eterno. Os discípulos mostraram que tinham tal conhecimento ao indagarem entre si quem seria o maior no reino de Deus e quando requereram exaltadas posições, isto é, quando solicitaram o direito de se assentar à direita ou à esquerda do rei Jesus, quando ele estivesse reinando. O trecho de 1Co 6.2,3 reflete a mesma crença; “Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo...? Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos...?” A passagem de Ap 20.4 ensina as mesmas verdades concernentes à participação do crente no reino milenar de Cristo.