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    As Armas do Crente para Batalhar Espiritualmente

    Obs. Parte 3 – Veja a aqui a Parte 2

    Subsídio Bíblico para a Lição dos Adultos (CPAD). | 2° Trimestre de 2020

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    As Armas do Crente para Batalhar (Ef 6.14-18).

    O que é a Batalha Espiritual?

    Obs. Parte 1 – Veja a aqui a Pare 2

    Subsídio Bíblico para a Lição dos Adultos (CPAD). | 2° Trimestre de 2020

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     “A Igreja está em contínua batalha contra o reino das trevas, contra Satanás e seus correligionários, os demônios. No último capítulo de Efésios, versículos 10,11 e 12, o apóstolo Paulo aborda a natureza da batalha espiritual, enfatizando que só em Cristo é possível combater os poderes demoníacos e ter vitória”.[1]

    Quem são os inimigos do Crente na Batalha Espiritual?

    Obs. Parte 2 – Veja a aqui a Parte 1

    Subsídio Bíblico para a Lição dos Adultos (CPAD). Lição 13 | 2° Trimestre de 2020

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    Quem são os inimigos da Igreja de Jesus? Como eles estão organizados?

    O Apóstolo Paulo esclarece: “[...] contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais (Ef 6.12 – ACF)”.

    Subsídio Lição 12: A Conduta do Crente em Relação à Família

    Subsídio Bíblico para a Lição dos Adultos (CPAD). Lição: 12 | 2° Trimestre de 2020

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    Deus criou a família para ser um centro de comunhão entre homem e mulher e os filhos gerados dessa relação. A família seria um núcleo irradiador das bênçãos divinas e realizações humanas. O trabalho (Gn 2.15), a subsistência (Gn 1.29,30), o lazer (Gn 2.1-3), o prazer e procriação (Gn 1.28), e os papéis sociais dos membros da família (Gn 2.24), estavam interligados harmoniosamente com o propósito do Criador. Deus vira que não era bom que o homem estivesse só (Sl 68.6), e, por isso, criou-lhe a família (Gn 2.18).[1]

    🔍 Saiba mais – clique e veja:

    Lição 12 A Conduta do Crente em Relação à Família

    Lição 13 A Batalha Espiritual e as Armas do Crente

    Subsídio Lição 11 - Atributos da Unidade da Fé: Humildade, Mansidão e Longanimidade

    Subsídio Bíblico para a Lição dos Adultos (CPAD). Lição: 11 | 2° Trimestre de 2020

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    Em Efésios 4.2, “Paulo continua a falar sobre o andar conforme a chamada que tivemos para a salvação, apresentando os requisitos para que haja unidade em Cristo, os quais são indispensáveis aos chamados”.

    "... com toda a humildade, e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor". Destacam-se quatro qualidades da unidade em Cristo que devem ser cultivadas pelo crente (Elienai Cabral).

    1. Humildade.

    a) O que é ser humilde?

    Ser humilde significa colocar Cristo em primeiro lugar, os outros em segundo e a si mesmo em último. Ser humilde também significa ser autêntico, isto é, reconhecer as suas fraquezas e limitações e ser honesto consigo mesmo e com os outros.

    A verdadeira humildade é descrita em Filipenses 2.1-11. Não se trata de rebaixar-se nem de ter uma imagem negativa de si mesmo, mas sim de sequer pensar em si mesmo!

    b) O que a bíblia nos ensina sobre a humildade?

    Fp 2.3: “Não façam nada por interesse pessoal ou vaidade, mas por humildade, cada um considerando os outros superiores a si mesmo, não tendo em vista somente os seus próprios interesses, mas também os dos outros” (NAA).

    Tg 4.6: “.... Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes” (NVT).

    Pv 29.23: “O orgulho do ser humano o abaterá, mas o humilde de espírito obterá honra” (NAA).

    Sl 138.6: “Mesmo nas alturas, o SENHOR cuida dos humildes, mas mantém distância dos orgulhosos” (NVT).

    Sl 147.6: “O SENHOR protege os humildes, mas lança os perversos no pó” (NVT).

     

    2. Mansidão.

    A pessoa mansa busca somente a glória de Deus, não o louvor dos homens. A mansidão é um fruto do Espírito (Gl 5.23); não pode ser produzida pelo homem. Existe uma falsa humildade que, por vezes, as pessoas confundem com mansidão, mas que não passa de falsificação.

    Mansidão (Gl 5.22). Este fruto é um dos mais difíceis de definir, principalmente porque é impossível traduzir prautes (mansidão) por um único termo em nosso idioma. Ser manso não tem a conotação de ser “desalentado, desanimado, mole, fraco ou destituído de energia ou força moral”. Mansidão é a combinação de força e suavidade. “Quando temos prautes, tratamos todas as pessoas com cortesia perfeita, reprovamos sem rancor, argumentamos sem intolerância, enfrentamos a verdade sem ressentimento, iramos, mas não pecamos, somos gentis, mas não fracos.”

     

    3. Longanimidade.

    A palavra longanimidade (Gr. makrothimia), é usada às vezes para indicar a firme paciência no sofrimento ou infortúnio (tal como em Tg 5.10), embora mais frequentemente indique o não apressar-se em vingar o mal ou em retaliar quando ferido por outrem. Usa-se esta mesma palavra para designar a paciência de Deus para com os homens (Rm 2.4; 9.22; 1 Tm 1.16; 1 Pe 3.20; 2 Pe 3.15), e a qualidade correspondente e consequente que o cristão deve manifestar para com os outros (1 Co 13.4; Gl 5.22; Cl 3.12; 2 Tm 4.2).[1]

    4. Tolerância (Ef 4.2b; Cl 3.13 - ARC).

    "... suportando-vos uns aos outros em amor (Ef 4.2b)". Essa expressão fala da tolerância que devemos demonstrar para com os nossos irmãos em Jesus Cristo, irmãos na fé. Tolerar é também uma qualidade cristã que deve ser cultivada (Rm 2.4).

    Suportando-vos uns aos outros em amor — significa perdoar as faltas e fraquezas dos outros, as diferenças de personalidade, de habilidade e de temperamento. Não é manter a fachada da boa educação enquanto por dentro ferve o rancor. Trata-se de um amor positivo em relação àqueles que nos irritam, nos perturbam e nos envergonham.

    Quando notamos algum defeito em nossos companheiros de fé, devemos ser pacientes e gentis. Será que existe alguém cuja personalidade ou cujos atos estão lhe aborrecendo? Em vez de se deter nas fraquezas dos outros, ou procurar seus defeitos, ore por eles. Em seguida, vá mais adiante — passe algum tempo ao lado dessas pessoas procurando estender-lhes a sua amizade.[2]

    👉 ATENÇÃO!

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    [1] FOULKES, Francis Efésios: Introdução e Comentário. 1ª edição/1983. SOCIEDADE RELIGIOSA EDIÇÕES VIDA NOVA.

    [2] Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal

    Estudo Publicado em Subsídios EBD – Site de Auxílios Bíblicos e Teológicos para Professores e Alunos da Escola Dominical.

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    Subsídio Lição 10: A Intercessão pelos Efésios

    Subsídio Bíblico para a Lição dos Adultos (CPAD). Lição 10 | 2° Trimestre de 2020

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    Vemos na carta aos efésios capítulo 3.14-21, mais uma vez o apóstolo Paulo orando pelos servos do Senhor Jesus Cristo em Éfeso. A primeira oração (ver capítulo 1.15-23), relaciona-se principalmente com seu bem-estar espiritual. Enquanto a primeira oração se centraliza no conhecimento, esta (em Ef 3.14-21) enfatiza a capacitação e o amor.

    1. O conceito de oração intercessória.

    Intercessão: [Do lat. intercessionem]. Súplica em favor de outrem.

    Oração intercesória é a ação de orar por outras pessoas. O papel de mediador em oração era prevalente no Velho Testamento (ex: Abraão, Moisés, Davi, Samuel, Ezequias, Elias, Jeremias, Ezequiel e Daniel). No entanto, Cristo é retratado no Novo Testamento como o intercessor supremo. Jesus acabou com a distância que existia entre nós e Deus quando Ele morreu na cruz. Ele foi o mais importante mediador (intercessor) que já existiu. Por causa disso podemos agora interceder em oração a favor de outros Cristãos, ou pelos perdidos, pedindo a Deus que lhes conceda arrependimento de acordo com Sua vontade.

    a) Por quem devemos fazer orações intercessórias:

    ·     Todos em autoridade (1 Timóteo 2.2)

    ·     Pastores (Filipenses 1.19)

    ·     A Igreja (Salmos 122.6)

    ·     Amigos (Jó 42.8);

    ·     Os que não são salvos (Romanos 10.1)

    ·     Os doentes (Tiago 5.14)

    ·     Inimigos (Jeremias 29.7)

    ·     Aqueles que nos perseguem (Mateus 5.44)

    ·     Aqueles que nos abandonam (2 Timóteo 4.16)

    ·     Todos os homens (1 Timóteo 2.1)

    Todos os Cristãos têm o Espírito Santo em seus corações e, da mesma forma como Ele intercede por nós de acordo com a vontade de Deus (Romanos 8.26-27), devemos interceder uns pelos outros. Isso não é um privilégio limitado apenas a uma elite Cristã exclusiva; esse é um comando para todos. Na verdade, não oferecer oração intercessória a favor de outras pessoas é pecado. “Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o SENHOR, deixando de orar por vós...” (1 Samuel 12.23).[1]

    2. Que Paulo pediu em sua oração intercessória?

    2.1.  Primeiro pedido: O fortalecimento com poder.

    “Peço a Deus que... conceda a vocês que sejam fortalecidos com poder” (Ef 3.16 - NAA).

    O verbo krataiõthenai tem o sentido de fortalecimento ou capacitação. Uma pessoa pode ser fortalecida em amor, conhecimento ou alguma outra qualidade; a esta altura a oração é para que os leitores de Paulo possam ser equipados com o poder (dunamis) que os habilita a ficar firmes em Cristo, e a viver e trabalhar para Ele ( 1 Co 16.13; Fp 4.13).

    Esse poder se manifesta no homem interior, ou seja, na parte espiritual da nossa natureza. É o homem interior que se deleita na lei do Senhor (Rm 7.22). É o homem interior que é renovado dia após dia enquanto o homem exterior se corrompe (2Co 4.16). Embora pertença a Deus, nosso homem interior carece de força, crescimento e desenvolvimento.

    2.2. O propósito fortalecimento pelo Espírito (Ef 3.16).

    O propósito desse fortalecimento mediante o Espírito é quádruplo. Vejamos.

    (1) Que Cristo estabeleça a sua presença em nossos corações (Ef 3.16,17; Rm 8.9,10);

    (2) Que sejamos fundamentados em amor sincero a Deus, a Cristo e ao próximo;

    (3) Que compreendamos e experimentemos em nossa vida o amor de Cristo (Ef 3.18,19).

    (4) Que sejamos "cheios de toda a plenitude de Deus" (Ef 3.19), ou seja, que a presença de Deus nos encha de tal modo que reflitamos e manifestemos, desde o íntimo do nosso ser, o caráter e a estatura do Senhor Jesus Cristo (Ef  4.13,15,22-24).[2]

    2.3.  Segundo pedido: que Cristo habite no coração de vocês pela fé (Ef 3.17).

    Esse é o resultado da força do Espírito: somos fortalecidos para que Cristo habite no nosso coração. A verdade, é que Cristo passa a habitar no crente no momento da sua conversão (Jo 14.23; Ap 3.20). Porém, não é esse o assunto desta oração. Não se trata aqui de Cristo habitar no crente, mas, sim, de se sentir em casa. Ele reside permanentemente em todos os convertidos. Porém, o pedido aqui é que ele tenha livre acesso a todos os quartos e cantos do nosso ser; que não se entristeça com nossas palavras, pensamentos, intenções e atos pecaminosos; que desfrute de comunhão ininterrupta com o crente. Assim o coração do cristão se transformará no lar de Cristo.


    2.4. Terceiro pedido: “compreender” o amor de Cristo.

    Isto para que, com todos os santos, vocês possam compreender qual é a largura, o comprimento, a altura e a profundidade” (Ef 3.18 – NAA).

    As quatro dimensões do amor de Cristo pela sua igreja:

    Ø    A LARGURA vem descrita em Ef 2.11-18. Refere-se à largura da graça de Deus que salva judeus e gentios incorporando-os depois à sua igreja. O mistério abrange ambos os segmentos da humanidade.

    Ø    O COMPRIMENTO se estende de eternidade a eternidade. Quanto ao passado, os crentes foram escolhidos em Cristo antes da fundação do mundo (Ef 1.4). Quanto ao futuro, na eternidade haverá em Cristo Jesus uma revelação contínua da suprema riqueza da sua graça e bondade para conosco através de Cristo Jesus (Ef 2.7).

    Ø    A PROFUNDIDADE é descrita vivamente em Ef 2.1-3. Estávamos atolados num abismo indizível de pecado e degradação. Jesus entrou nessa selva de imundície e corrupção a fim de morrer no nosso lugar.

    Ø    A ALTURA é vista em Ef 2.6, que mostra que fomos não somente ressuscitados, mas também entronizados com Cristo nos lugares celestiais para compartilhar da sua glória.

     

    3.5. Quarto pedido: conhecer o amor de Cristo (Ef 3.19 – NAA).

    Em 3.18, Paulo orou para que os crentes pudessem “compreender” o amor de Cristo. Aqui, ele orou para que eles pudessem conhecê-lo. Paulo também reconheceu que o amor de Cristo é tão grande, que excede todo entendimento. Os crentes não podem explicar racionalmente o amor de Cristo; eles somente podem conhecê-lo ao vivenciá-lo. Este conhecimento requer vivência constante e crescente.

    Conhecer experimentalmente o amor de Cristo é “conhecer o próprio Cristo, em uma experiência cada vez mais abrangente, e ter seu permanente e abnegado amor reproduzido em nós mesmos. Paulo está se referindo a um entendimento experimental do amor de Cristo, conforme se torna aparente em Ef 3.19, onde afirma que esse amor “excede todo entendimento”. Além disso, independente de tudo que possamos conhecer a respeito do amor de Cristo, sempre existirá muito mais para conhecer porque ele é infinito e inexaurível.

    Somente aqueles que são nascidos de novo (2 Co 5.17) podem provar e experimentar esse amor. Entretanto, esse fato não significa que possam explicá-lo, ele continua a ser um amor que "excede a todo o entendimento".

    👉 ATENÇÃO!

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    [1] < https://www.gotquestions.org/Portugues/oracao-intercessoria.html> (Acesse em março de 2020)

    [2] Bíblia de Estudo Pentecostal

    Estudo Publicado em Subsídios EBD – Site de Auxílios Bíblicos e Teológicos para Professores e Alunos da Escola Dominical.

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