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  • Postagens com o marcador "Curiosidades":
  • Os Significados das Horas na Bíblia

    Aos lermos a Bíblia Sagrada, nas versões bíblicas mais conhecidas como:
    1) Almeida Revista Corrigida e
    2) Almeida Corrigida Fiel,
    nos deparamos como as seguintes expressões:
    1) Terceira hora;
    2) Hora sexta;
    3) Hora Nona.
    4) Hora undécima ou décima primeira hora (Mt 20,6,9).
    A parábola dos Trabalhadores na vinha, em Mateus 20. 1-16, cita :

    - A hora terceira
    - A hora sexta
    - Hora nona
    - Hora Undécima

    Qual o significado de cada uma dessas horas na bíblia? O nosso objetivo é justamente responde essa pergunta.
    Veja no Vídeo


    A Verdadeira Idade da Terra

    Segundo pesquisas em rochas encontradas na Groenlândia, cientistas chegaram à conclusão de uma proposta de que a Terra teria entre 4,5 e 4,6 milhões de anos. Essa informação figura apenas como uma teoria, como a própria Teoria da Evolução — o mesmo que hipótese.

    A realidade é que existem algumas informações científicas e reais, que não permitem essa idade tão extensa assim. Entretanto, tudo indica que é uma tentativa de arrumar tempo e encaixar a Teoria da Evolução, que precisa de muito tempo para justificar seus ciclos evolutivos.

    O cientista Kent Hovind, autor da série de vídeos Creation Science Evangelism, afirma, com 12 teses científicas, que o mundo não tem além de 6 mil anos, conforme a estrutura exposta na história bíblica.

    Suas teses, publicadas pela revista Chamada da Meia Noite não só derrubam como mostram que a Teoria da Evolução não tem nenhum fundamento científico e figura tão-somente como uma religião.

    Técnicas de memorização

    A Prenda a memorizar versículos bíblicos, capítulos,  feitos e ensinamentos.
    Primeiramente você deve saber que Memorização não se restringe a versículos. Ela pode ser aplicada de outras formas como memorizar feitos bíblicos, capítulos, ensinamentos, etc... Outro aspecto importante: Memorizar não é decorar. Neste caso você esquece rápido, mas naquele o que você guardou em sua mente, acompanhará você por toda vida.
    Primeiro passo: Leitura exaustiva

    O natal de Jesus

    Era uma vez uma moça chamada Maria.
    Ela era noiva de um moço chamado José.

    Um dia, quando ela estava na sua casa, ela recebeu uma notícia muito importante e de uma maneira diferente.

    Quem deu a boa notícia foi um anjo enviado pelo próprio Deus dos céus. O nome deste anjo era Gabriel".

    Gabriel disse: - Maria! Você é muito abençoada. O Senhor está com você! Não precisa ter medo. Deus me enviou para dizer que você vai ficar grávida, vai ter um menino, que é o próprio Filho de Deus! Seu nome será Jesus porque Ele salvará o povo dos seus pecados, das coisas erradas que fazem.

    Então Maria respondeu: - Aqui está a serva do Senhor, que aconteça comigo aquilo que o Senhor falou!

    O anjo disse que Maria teria um filho que deveria chamar-se Jesus.
    Ele salvaria as pessoas do mundo das coisas erradas que sempre fazem. Maria amava a Deus e sabia que tudo que Deus faz é muito bom.

    Itens Físicos usados por Jesus para Ensinar Verdades Espirituais

    Jesus novamente fala em termos do mundo físico para ensinar diferentes realidades do mundo espiritual e invisível. Embora muitas vezes incompreendidas pelos ouvintes de Jesus, o uso destas metáforas do mundo físico ajuda os leitores do Evangelho de João a entenderem sua mensagem, na medida em que refletem sobre as analogias entre essas realidades físicas e as verdades espirituais.

    Item físico: Luz
    Verdade espiritual: Verdadeiro conhecimento e presença de Deus; pureza moral
    Referências: João 1.45,79; 3.1921; 8.12; 9.5; 11.910; 12.3536,46; cf. 1Jo 2.810

    Item físico: Templo de Jerusalém
    Verdade espiritual: O corpo físico de Cristo
    Referências: João 2.1922

    Item físico: Nascimento físico
    Verdade espiritual: Nascimento espiritual: “nascer de novo”
    Referências: João 1.13; 3.38; cf. 6.63; 1Jo 3.9; 4.7; 5.1,18

    Item físico: Vento
    Verdade espiritual: O Espírito Santo
    Referências: João 3.8

    Item físico: Água
    Verdade espiritual: O Espírito Santo dentro dos crentes
    Referências: João 4.715; 7.3739; cf. 1Jo 5.6,8

    Item físico: Comida
    Verdade espiritual: Fazer a vontade de Deus
    Referências: João 4.3134

    Item físico: Pão
    Verdade espiritual: O próprio Jesus, sua vida e morte
    Referências: João 6.3251,58
    Item físico: Carne e sangue
    Verdade espiritual: A morte de Jesus
    Referências: João 6.5356; cf. 1Jo 1.7; 5.6,8

    Item físico: Porta
    Verdade espiritual: O caminho para a vida eterna em Jesus
    Referências: João 10.19

    Item físico: Pastor
    Verdade espiritual: O sacrifício e cuidado de Jesus por seu povo
    Referências: João 10.1118,2628; 21.1517

    Item físico: Videira
    Verdade espiritual: Jesus no relacionamento com seus seguidores
    Referências: João 15.111

    Item físico: Cálice
    Verdade espiritual: A ira de Deus por causa do pecado
    Referências: João 18.11

    Item físico: Sopro
    Verdade espiritual: O Espírito Santo vindo sobre os discípulos
    Referências: João 20.22
     
    Divulgação: www.subsidiosebd.com | Fonte: Bíblia de Estudo NAA - SBB

    Lição 12 - Os Pães da Proposição

    16 de Setembro de 2018
    Dia da Escola Dominical
    TEXTO ÁUREO
    "No verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida." (Jo 6.47,48)
    VERDADE PRÁTICA
    A Palavra de Deus é o alimento que nos sustenta a alma, o coração e o próprio corpo; sem ela, a vida é impossível.
    LEITURA DIÁRIA
    Segunda – 1 Cr 9.32: Os pães eram feitos pelos coatitas
    Terça – Lv 24.5: O material do pão
    Quarta – Dt 8.3: A suficiência da Palavra de Deus
    Quinta – Êx 16.31-35: O pão que desce do céu
    Sexta – Mt 6.11: O pão nosso de cada dia
    Sábado – Jo 6.35: Jesus, o pão da vida

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
    Levítico 24.5-9
    5 - Também tomarás da flor de farinha e dela cozerás doze bolos; cada bolo será de duas dízimas.
    6 - E os porás em duas fileiras, seis em cada fileira, sobre a mesa pura, perante o SENHOR.
    7 - E sobre cada fileira porás incenso puro, que será, para o pão, por oferta memorial; oferta queimada é ao SENHOR.
    8 - Em cada dia de sábado, isto se porá em ordem perante o SENHOR continuamente, pelos filhos de Israel, por concerto perpétuo.
    9 - E será de Arão e de seus filhos, os quais o comerão no lugar santo, porque uma coisa santíssima é para eles, das ofertas queimadas ao SENHOR, por estatuto perpétuo.


    OBJETIVO GERAL
    Compreender que a Palavra de Deus é o alimento que nos sustenta a alma, o coração e o próprio corpo.

    HINOS SUGERIDOS: 20, 190, 311 da Harpa Cristã

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS
    Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
    I.      Mostrar o significado dos pães da proposição;
    II.     Reconhecer a Palavra de Deus como pão da vida;
    III.    Conscientizar de que Jesus Cristo é o Pão que desceu do céu.

    INTERAGINDO COM O PROFESSOR
    Professor (a), na lição anterior aprendemos a respeito das lâmpadas da Casa de Deus e hoje estudaremos os pães da proposição. Deus havia recomendado que no Tabernáculo houvesse sempre uma mesa posta com doze pães (Ex 25.30). Não haveria manjares, ou alimentos sofisticado, mas sim o alimento principal diário. Onde há pão não há fome. Temos um Deus que sustenta e supre as necessidades do seu povo, seja de ordem física, emocional ou espiritual. 

    INTRODUÇÃO
    Os pães da proposição ficavam num dos lugares mais nobres e reservados do Tabernáculo. Ali, em frente ao candelabro de ouro, eram iluminados durante toda a noite. A simbologia é claramente cristológica: a luz do Evangelho mostra ao pecador faminto que somente Cristo pode saciar-nos plenamente. Nesta lição, veremos como Deus foi didático a Israel ao mostrar-lhe a suficiência de sua Palavra nos pães da proposição.

    PONTO CENTRAL
    Os pães da proposição simbolizavam a presença do Deus da provisão.

    I – OS PÃES DA PROPOSIÇÃO
    A fim de que os pães da proposição fossem introduzidos no tabernáculo, Deus ordenou o fabrico de uma mesa especial. Quanto aos pães, deveriam estes ser preparados de acordo com uma receita bastante específica.

    1. A mesa dos pães.
    A mesa que receberia os pães da proposição, feita de madeira de acácia, tinha essas medidas: dois côvados de cumprimento (90 centímetros), um côvado de largura (45 centímetros) e sua altura, um côvado e meio (70 centímetros) (Êx 25.23-30). A mesa, toda revestida de ouro fino, recebeu adornos da altura de quatro dedos, bastante apropriados para conter os pães sagrados. Suas argolas serviam para transportá-la. A madeira de acácia, por ser medicinal, evitava fungos e parasitas que poderiam contaminar os pães sagrados.

    2. Os pães da proposição.
    Os pães da proposição eram preparados todos os sábados pelos coatitas (1 Cr 9.32). Em sua composição, usava-se a flor da farinha de trigo (Lv 24.5). Ou seja, a parte mais fina e nobre deste produto. Depois de cozidos, eram postos em duas fileiras sobre a mesa, sendo entremeados por incenso (Lv 24.6,7). Doze pães, um para cada tribo de Israel.

    3. A simbologia dos pães.
    Os pães da proposição simbolizavam a presença sempre providencial de Deus no meio de seu povo (Jr 32.38). Desta forma, os israelitas deveriam saber que o homem não vive só de pão, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus (Mt 4.4). Quanto ao pão estar acompanhado de incenso, significa isso que a presença do Senhor sempre vem acompanhada pelas orações dos santos (Ap 5.8; 8.3,4).

    Os pães da proposição, ou da presença, representam ainda a Palavra de Deus, que, através do Evangelho, alimenta o mundo faminto (Jo 1.1).


    SÍNTESE DO TÓPICO I
    Os pães da proposição apontavam para Cristo, o único que pode saciar nossa alma.

    SUBSÍDIO BÍBLICO-DIDÁTICO
    Prezado (a) professor (a), antes de falar a respeito da mesa e dos pães da proposição no Tabernáculo, é importante conversar com seus alunos e explicar a importância do pão na alimentação dos hebreus. Para auxiliá-lo no trabalho de pesquisa, leia os textos abaixo.

    Pão – “A alimentação da maioria dos hebreus era simples. Pão, azeitonas, queijo, frutas e vegetais formavam a dieta fixa. Carne só era comida em raras ocasiões. O pão era um alimento tão básico que se tornou sinônimo da própria vida. ‘Comer pão’ equivalia a ‘fazer uma refeição’. Os egípcios não podiam ‘comer pão’ com os hebreus (Gn 43.31,32). ‘Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano’ (Lc 11.3) era uma oração para a provisão diária do alimento. O pão era algo tão básico que Jesus se referiu a si mesmo como o ‘Pão da vida’ (Jo 6.35).

    O pão parece ter sido sempre partido, e nunca cortado com uma faca, o que fez surgir a frase ‘partir o pão’, usada em Atos 20.7 para descrever o serviço de comunhão (GOWER, Ralph. Novo Manual dos Usos & Costumes dos Tempos Bíblicos. 2.ed. Rio de Janeiro, 2012, pp. 47,48,52).
    II – A PALAVRA DE DEUS, O PÃO DA VIDA
    O povo de Israel, desde o início de sua história, sempre teve uma convivência cerimonial e tipológica com o pão (Gn 14.18-20). Quer no tabernáculo quer fora do tabernáculo, o pão sempre simbolizou a presença de Deus entre o seu povo.
    1. A Palavra de Deus é vida.
    Durante a peregrinação de Israel no Sinai, os israelitas conscientizaram-se de que nem só de pão vive o homem, mas da Palavra de Deus (Dt 8.3). Durante 40 anos, Deus os sustentou com o maná, o pão que descia dos céus, a cada manhã (Êx 16.31-35). Portanto, a presença divina era perceptível tanto no lugar Santo do Tabernáculo quanto no arraial. Todos sabiam que, apesar das asperezas do deserto, o Senhor jamais os abandonaria naquela árdua caminhada.

    2. A Palavra de Deus é o nosso sustento diário.
    Além do pão, Deus proporcionava cotidianamente ao seu povo água, direção, proteção e iluminação (Êx 13.21; 15.22-27; 17.1-16). Por conseguinte, os israelitas eram sustentados, orientados e protegidos pelo Senhor a cada dia. À semelhança de Davi, eles podiam declarar que o Senhor era o seu pastor; nada lhes faltava (Sl 23.1).

    3. A Palavra de Deus é o nosso sustento específico.
    Na mesa do Tabernáculo, havia, como já vimos, doze pães distribuídos em duas fileiras, sendo um pão para cada tribo de Israel (Lv 24.6). Entre as fileiras de pães, o incenso (Lv 24.7). O que isso significa? Antes de tudo, que Deus alimenta o seu povo tanto coletiva quanto individualmente. Ele conhece perfeitamente nossas necessidades (Sl 103.14; Mt 6.8). O que podemos inferir desta lição? Deus tem uma comida personalizada para mim, para você e para cada servo seu em particular.

    SÍNTESE DO TÓPICO II
    Jesus Cristo é o Pão que desceu do céu.

    SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
    Em Levítico 24.5-9 somos instruídos com relação à fabricação do pão, tipo de farinha, quantidade, o arranjo do pão sobre a mesa, bem como quem deve comê-lo. Os pães deveriam ser feitos de farinha fina e são símbolo de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (Jo 6.35). A Palavra de Deus é o Pão da Vida para nós. A cada sábado era colocado pão fresco na Mesa da Proposição, doze pães em duas pilhas organizadas contendo seis cada. Bem-aventurados são aqueles que diariamente se alimentam da Palavra. Quando se ajuntarem no Dia do Senhor, encontrarão um novo suprimento de Pão da Vida esperando por eles. O pão que se retirava da mesa seria comido por Arão e seus filhos em um lugar santo. Tomar tempo para alimentar a alma com a Palavra Viva é essencial à nossa experiência. ‘Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti’ (Sl 119.11). Muitas vezes o salmista usa a palavra ‘Selá’ para lembrar-nos de meditar na Palavra” (SPRECHER, Alvin. Tabernáculo no Deserto: O lugar do seu encontro com Deus. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p. 115,116).

    III – JESUS CRISTO, O PÃO QUE DESCEU DO CÉU
    Os pães da proposição são o mais perfeito símbolo do Senhor Jesus Cristo, pois a sua missão, neste mundo, foi (e sempre será) alimentar-nos com a Palavra de Deus (Jo 1.1).

    1. Jesus, o pão da vida.
    O Senhor Jesus, através de sua palavra, revela-se como a água e o pão da vida (Jo 4.13,14; 8.32; Ap 7.17). Certa vez, Ele foi tão claro acerca de sua missão redentora, que levou alguns de seus discípulos mais chegados a escandalizarem-se com o seu discurso (Jo 6.48-60). O Senhor Jesus, como o pão vivo, não se limitou a ficar no santuário, mas, encarnando-se, trouxe a presença do Pai Celeste a toda a humanidade (Mt 1.23; Hb 1.3).

    2. Jesus, o pão de nossa comunhão com o Pai.
    Jesus, como o pão vivo que desceu do céu, não precisa ser trocado todos os sábados, como os pães da proposição (Lv 24.8). Nosso Salvador, além de ser um sumo sacerdote infinitamente superior a Arão, é o pão divino; e, do próprio sábado é Senhor (Mt 12.8; Jo 6.41; Hb 7.17-25). Aliás, Jesus Cristo é o próprio tabernáculo de Deus. Ao encarnar-se, tornou-se semelhante a nós (Jo 1.14; Hb 9.11,12). E, com a sua morte e ressurreição, fez-nos acessível o trono da graça, no qual, hoje, entramos ousadamente (Hb 4.16).

    3. Dai-lhes vós de comer.
    Hoje, ao proclamarmos o Evangelho, outra coisa não fazemos senão alimentar os famintos com a Palavra de Deus (Mt 28.18-20; Lc 9.13). Portanto, evangelizemos e façamos missões enquanto há tempo. A fome espiritual nunca foi tão acentuada como nos dias de hoje (Am 8.11,12).

    SÍNTESE DO TÓPICO III
    Jesus Cristo é o Pão que desceu do céu.

    SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
    “Jesus é a Palavra (Verbo) viva. A Bíblia é a Palavra escrita. Jesus é o ‘pão da vida’ e em Mateus 4.4 Ele disse: ‘Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus’. Portanto, comemos a sua carne ao receber à Palavra de Deus” (Bíblia de Estudo Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 1584).
    CONCLUSÃO
    No Antigo Testamento, apenas o sumo sacerdote e seus filhos tinham direito de comer dos pães da proposição. A única exceção foi Davi e seus homens (Mc 2.25,26). Através de Cristo, porém, temos acesso não somente aos pães da proposição como também ao lugar mais santo do tabernáculo. E, todas as vezes que nos reunimos para celebrar a Ceia do Senhor, lembramo-nos de que Jesus é a presença eterna do Pai entre nós (1 Co 11.23,24). Ele é o pão da vida. Amém.

    PARA REFLETIR
    A respeito de “Os Pães da Proposição”, responda:

    1) Como os pães da proposição eram preparados?
    Os pães da proposição eram preparados todos os sábados (1 Cr 9.32). Em sua composição, usava-se a flor da farinha de trigo (Lv 24.5). Depois de cozidos, eram postos em duas fileiras sobre a mesa, sendo entremeados por incenso (Lv 24.6,7).
    2) Quem eram os encarregados de fazê-los?
    Os coatitas.
    3) Onde ficavam os pães da proposição?
    Sobre a mesa.
    4) O que eles simbolizam?
    Os pães da proposição simbolizavam a presença sempre providencial de Deus no meio de seu povo (Jr 32.38).
    5) Por que Jesus é o pão vivo que desceu do céu?
    Porque a sua missão, neste mundo, foi (e sempre será) alimentar-nos com a Palavra de Deus (Jo 1.1).

    Consulte: Subsídios EBD. Vol 13 – Veja AQUI

    Fonte: Lições Bíblicas 3° trimestre de 2018, Adultos – CPAD| Divulgação: Subsídios EBD

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    Conversão

    [Do hb. sub, voltar atrás; do gr. metanoeo, voltar; e, do lat. conversionem, transformação] Mudança que Deus opera na vida do que aceita Cristo como o seu Salvador pessoal, modificando-lhe radicalmente a maneira de ser, pensar e agir.


    A conversão é o lado objetivo e externo do novo nascimento. Por intermédio dela, o pecador arrependido mostra ao mundo a obra que Cristo operou em seu interior: a regeneração. Em suma: o novo nascimento tem dois lados: um subjetivo e outro objetivo.

    Veja outras definições AQUI

    Cosmovisão

    Cosmovisão é uma visão de mundo; a forma como enxergamos intelectualmente as coisas e os acontecimentos à nossa volta. Sendo assim, cosmovisão cristã é a compreensão de todas as coisas a partir da perspectiva bíblica; a Leitura da realidade através das lentes das Escrituras Sagradas e da vontade de Deus. A visão de mundo cristã se direciona por três pressupostos bíblicos básicos, que respondem às grandes questões da humanidade, conforme sintetizados no quadro a seguir.


    COMO TUDO COMEÇOU? DE ONDE VIEMOS?
    O QUE DEU ERRADO? QUAL É A FONTE DO MAL E DO SOFRIMENTO?
    O QUE FAZER A RESPEITO? COMO CONSERTAR O MUNDO?
    Deus criou todas as coisas em perfeição, inclusive o ser humano (Gn 1.26). Ele
    é a fonte exclusiva de toda a ordem criada, tanto das leis da natureza quanto da natureza humana.
    Em virtude da desobediência, do pecado original, o homem afastou-se de Deus. O ser humano e a natureza foram afetados pela Queda, provocando o mal e a desordem.
    Quando Deus nos redime, Ele nos liberta da culpa e do
    poder do pecado, e restaura nossa plena humanidade.
    Além do aspecto salvífico, a redenção atinge a vida humana como um todo.

    Veja outras definições AQUI

    Jefté e o sacrifício de sua filha

    A Bíblia diz que Jefté fez um voto a Deus. Caso fosse bem sucedido na batalha contra os amonitas, ele ofereceria ao Deus Jeová, em sacrifício o que primeiro que aparecesse em sua frente ao chegar em sua casa. Aconteceu que ele derrotou os amonitas e ao chegar em casa sua filha foi quem primeiro apareceu ao seu encontro. Isso está registrado em Juízes 11.30-40. O texto diz que Jefté cumpriu o voto.
    Há uma longa discussão sobre esse sacrifício entre os exposito­res da Bíblia, que vem atravessando os séculos, sobre o sentido de "cumpriu nela o seu voto que tinha feito; e ela não conheceu varão" (v. 39).

    Uma linha de interpretação afirma que o sacrifício foi literal; e outra, que foi o celibato, a moça sacrificou a sua virgindade, não se casando, pois o texto diz: "deixai-me por dois meses que vá, e chore a minha virgindade, eu e as minhas companheiras. E disse ele: Vai. E deixou-a ir por dois meses. Então foi-se ela com as suas companhei­ras e chorou a sua virgindade pelos montes" (vv 37, 38). Há ainda alguns pontos que precisam ser considerados sobre essa questão.

    O SACRIFÍCIO HUMANO É ABOMINÁVEL DIANTE DE JEOVÁ
    O texto sagrado, em nenhum lugar, afirma que Jeová mandou Jefté oferecer tal sacrifício, e da mesma maneira não diz que Jeová aceitou o mesmo. Jefté fez um voto precipitado por sua própria conta. Foi algo pessoal e voluntário. Acusar Jeová de uma coisa que a Bíblia não diz que ele fez é muita ousadia, se é que o homem pode julgar a Deus!
     
    A Bíblia diz em outros lugares que o sacrifício humano é abominável diante de Jeová, logo se puder ser confirmado como literal o sacrifício da filha de Jefté, somos obrigados a admitir que foi uma profanação e, como tal, foi recusado por Jeová. Como há uma dúbia interpretação do texto, ninguém pode dar a palavra final, assim não se pode fundamentar uma doutrina com base nesse fato. Veja Levítico 18.21;20.2,3.

    Autor: Esequias Soares| Reverberação: Subsídios EBD