Lições Betel: Lição 11: O Fruto do Espirito em relação a Deus e ao Próximo (Classe Adultos) - Subsídios Dominical🎓

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Lições Betel: Lição 11: O Fruto do Espirito em relação a Deus e ao Próximo (Classe Adultos)

Lições Bíblicas BETEL: 4° Trimestre de 2022 | Título: A IGREJA E O ESPIRITO SANTO – A necessidade do avivamento promovido pelo Espírito Santo para os dias atuais

TEXTO ÁUREO

“Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.” Gálatas 5.22

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VERDADE APLICADA

É fundamental, após a conversão, andar em Espírito para vencer as inclinações da natureza pecaminosa e manifestar o fruto do Espírito no dia a dia.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Apresentar a importância do fruto do Espírito.

Expor a necessidade de produzirmos frutos

Compreender que devemos frutificar em toda boa obra.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

GÁLATAS 5

13- Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pela caridade.

14- Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

16- Diga, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne.

22- Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.

LEITURAS COMPLEMENTARES

SEGUNDA – Lc 8.4-15 A parábola do semeador.

TERÇA – Jo 15.5 Juntos a Cristo produzimos frutos.

QUARTA – Jo 15.16 Deus nos chamou para produzirmos frutos.

QUINTA – Rm 14.17 O Reino de Deus é justiça, paz e alegria.

SEXTA – Ef 5.9 Fruto do Espírito é bondade, justiça e verdade.

SÁBADO – Ef 5.18 Precisamos ser cheios do Espírito Santo.

HINOS SUGERIDOS: 505, 290, 305

MOTIVOS DE ORAÇÃO

Ore para que sejamos conhecidos pelos frutos.

ESBOÇO DA LIÇÃO

Introdução

1– O fruto do Espírito

2– Nossa relacionamento com Deus

3– Nosso relacionamento com o próximo

Conclusão

INTRODUÇÃO

Estudaremos na presente lição que o mesmo Espírito que concede os dons espirituais, também quer produzir em nós as qualidades do caráter de Cristo, para que sejamos “conformes à imagem” de Jesus Cristo, para a glória de Deus.

PONTO DE PARTIDA

Jesus nos chamou para frutificar.


1- O FRUTO DO ESPÍRITO

O mesmo Espírito que aplica nos discípulos de Cristo a obra salvífica do Senhor, concede poder para anunciar o evangelho, concede dons espirituais capacitando os salvos para edifica­ção da Igreja, também produz nos mesmos o fruto com as qualidades do caráter de Cristo.


Operando e conduzindo-nos no caminho do contínuo e indispensável crescimento e aperfeiçoamento. Sendo assim, devemos ter o entendimento de que as nove virtudes referidas pelo apóstolo Paulo em Gálatas 5.22 são elementos de um mesmo fruto, como se fossem gomos de uma mesma fruta.


1.1. Jesus nos escolheu pa­ra darmos frutos.

Andar no Espírito aponta para outro percurso e, também, para uma nova realidade de vida. Esta nova direção nos faz despir-nos dos velhos hábitos e assumirmos a condição de filhos de Deus para darmos frutos [Jo 15.16]. Sendo esses frutos resultados da atuação do Espírito Santo na vida daquele que se entrega a Deus, afinal Jesus espera que nós, Seus discípulos, sejamos frutíferos para o Reino de Deus [Jo 15.4-5].

Warren Wiersbe:

Devemos lembrar que esse fruto é produzido para ser consumido, não apenas para ser admirado ou usado como enfeite. As pessoas ao nosso redor estão famintas de amor, alegria, paz e de todas as outras graças do Espírito. Quando encontram esse fruto em nossa vida, percebem que temos algo que lhes falta. Não damos fruto para o próprio consumo, mas sim para que outros sejam alimen­tados e ajudados e para que Cristo seja glorificado. A carne pode produzir “resultados” que atraem o louvor dos homens, mas não é capaz de produzir fruto que glorifique a Deus. É preciso ter paciência, um ambiente agradável ao Espírito, andar na luz, possuir a semente da Palavra de Deus e ter um desejo sincero de honrar a Cristo”.


1.2. O fruto do Espírito nos faz parecidos com Cristo.

O fruto do Espírito é a demonstração do Espírito na vida do crente. O apóstolo Paulo em sua carta aos Gálatas apresenta o fruto do Espírito individualmente, entretanto o apóstolo relaciona nove virtudes que auxiliam os crentes a serem parecidos com Cristo. Nessa perspectiva os cren­tes parecidos com Jesus devem ser notados em seu modo de viver através da evidência do fruto do Espírito em suas obras e comportamentos. Devemos nos lembrar de que o caráter e as ações de Cristo são o exemplo de santidade que Deus deseja implantar na vida do crente através da atuação do Espírito Santo.


Pastor Antonio Gilberto:

“De que tipo de fruto Jesus estava falando em Joao 15.1-16? A resposta nos é dada em Gálatas 5.22: “O fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. Em outras palavras, o fruto do Espírito é no crente a existência de um caráter semelhante a Cristo: um caráter que testemunha de Jesus e que o revela em seu viver diário. É a expressão externa da natureza santa de Deus no crente. É o desdobre da vida de Cristo manifesta no cristão. Como é que o povo à nossa volta está vendo Cristo em nós? Em família, no emprego, nas viagens, na escola, na igreja, nos relacionamentos pessoais, nos tratos, nos negócios, no lazer, no porte geral, na vida cristã?”


1.3. Paulo deu ênfase ao fruto do Espírito.

Em contraste com as obras da carne, Paulo expõe que o fruto do Espírito é a implicação natural de uma ação de amadurecimento na vida do crente. Se bem observado podemos notar uma tríplice divisão entre as nove qualidades do fruto do Espírito, a saber:


1) Relacionamento com Deus – caridade, gozo e paz;

2) Relacionamento com os outros – longanimidade, benignidade e bondade;

3) Relacionamento consigo mesmo – fé, mansidão e temperança.


Bíblia de Estudo Plenitude:

“Essas virtudes são caracterizadas como fruto em contraste com as ‘obras’. Somente o Espírito Santo pode produzi-las, e não nossos próprios esforços. Outro contraste é que, enquanto as obras da carne são mais de uma, o fruto do Espírito é um e indivisível. Quando o Espírito controla completamente a vida de um crente, ele produz todas essas graças. As três primeiras dizem respeito a nossa atitude em relação a Deus, a segunda tríade lida com os re­lacionamentos sociais, e o terceiro grupo descreve os princípios que guiam a conduta de um cristão”.


EU ENSINEI QUE:

Como filhos de Deus, necessitamos fazer uso de todas as virtudes concedidas por Deus para que o Espírito Santo produza Seu fruto em nossa vida.


2- NOSSO RELACIONAMENTO COM DEUS

Na tríade da divisão das nove vir­tudes do fruto do Espírito, a pri­meira é o nosso relacionamento com Deus, composto por: caridade, gozo e paz. Justifica-se assim, que o Espírito Santo aloca o amor de Deus em nossos corações, a alegria dEle em nossa alma e a paz que emana dos céus em nossa mente.


2.1. Amor: a maior de todas as virtudes.

R. N. Champlin: “O amor como fruto, além do amor ao próximo – como expandido em 1 Coríntios 13 – também precisa incluir o amor a Deus, porquanto, sem este, a vida espiritual não terá sentido nem fruição”. Entendemos que o amor aparece em primeiro lugar na relação das virtudes, pois nenhuma das outras virtudes do fruto do Espírito é possível sem o amor. O amor abre as vias para todos os outros frutos vindouros. Como podemos desfrutar da paz, alegria sem nos emergirmos de amor?

Assim podemos dizer que o amor é a maior de todas as virtudes. Pois, todas as outras particularidades do fruto do Espírito estão de certa maneira ligadas a essa virtude. A feliz impressão que nos dá é que o crente que possui essa virtude tem os seus passos dirigidos pelo Espírito Santo.


Bispo Primaz Manoel Ferreira:

“Inicialmente cabe notar que à medida que vamos nos enchendo do Espírito Santo e sendo controlados por Ele, gradativamente vamos ficando semelhantes a Cristo. É interessante observar que o fruto do amor brota no nosso espírito humano nascido de novo, por causa da vida que emana de permanecermos na Videira, que é Cristo [Jo 15.1-2].”


FOCO NA LIÇÃO: “…devemos ter o entendimento de que as nove virtudes referidas pelo apóstolo Paulo em Gálatas 5.22 são elementos de um mesmo fruto, como se fossem gomos de uma mesma fruta.”


2.2. Gozo: a alegria que emana de Deus.

A palavra grega chara que traduzimos por “gozo”, “satisfação” ou “alegria”. Este termo bíblico não constitui uma alegria originária das coisas terrenas, todavia, do correto relacionamento com Deus. Paulo nos adverte que devemos nos alegrar no Senhor [Fp 4.4]. Segundo Strong, essa virtude pode ser traduzida como ficar extremamente contente. S6 desfruta desta virtude aquele que tem intimidade com Cristo, já que este fruto é despontado na vida do crente de modo sobrenatural, é algo que in­depende das circunstâncias. O gozo de viver nas mãos de Deus garante uma satisfação eterna.


Pastor Antonio Gilberto:

“A. B. Simpson sugere que a alegria do Senhor é encontrada na certeza de salvação e na emanação do Espírito. Quando a pessoa recebe perdão de todos os seus pecados, é como se o peso do mundo inteiro lhe fosse tirado dos ombros. Quando Jesus entra em uma vida, Ele traz alegria inefável.”


2.3. Paz: uma condição necessária para florescermos em união.

O termo paz tem sua raiz na palavra grega eirene que significa concórdia, harmonia, reconciliação. Assim, a paz que o fruto do Espírito proporciona está bem distante da “paz” que o mundo almeja. Essa paz que o Espírito promove no coração do crente faz com que em meio aos vendavais da vida ele possa estar em paz, essa é a paz que excede todo entendimento segundo o apóstolo Paulo [Fp 4.7]. Essa paz só é encon­trada quando o crente passa a andar pelo Espírito, porque a paz é fruto de uma vida repleta do Espírito.


Stanley Horton:

“A palavra grega eirênê inclui a ideia de harmonia, saúde, integridade e bem-estar. Em nossos relacionamentos, devemos viver em paz com todos [Rm 12.18]; no exercício dos dons, Deus não é Deus de desordem, mas de paz [1Co 14.33]; e, na assembleia, devemos esforçar-nos por manter a unidade do Espírito no Vínculo da paz [Ef 4.3]. A paz é condição fundamental para progredirmos na união, para acolhermos os ministérios de outras pessoas e para aprendermos, ainda que através dos fracassos. O exercício dos dons deve levar a maior união e paz”.


EU ENSINEI QUE:

A comunhão com Deus nos instrui coma necessitamos viver, entretanto é o próprio Espírito que distribui o fruto sabre cada um de nós, para que tenhamos o caráter semelhante ao de Cristo.


3- NOSSO RELACIONAMENTO COM O PRÓXIMO

É notório que a ação do Espírito Santo na vida do discípulo de Cristo visa não apenas a edificação, e aperfeiçoamento do mesmo. Mas que cada discípulo esteja devidamente capacitado para um relacionamento saudável, edificante e abençoador como o próximo. O nosso cuidado com o próximo é uma das virtudes do fruto do Espírito. Sendo assim, é importante que, ao lidarmos com o próximo, sejamos longânimes, benignos e bondosos para com todos

FOCO NA LIÇÃO: “O amor abre as vias para todos os outros frutos vindouros. Como podemos desfrutar de paz, alegria sem nos emergirmos de amor.”


3.1. Longanimidade: suportando as contrariedades do próximo.

Se bem observado na Bíblia, a longanimidade tem a definição de “paciência”, “tolerância” e “Constância” [1 Pe 3.20; 2 Pe 3.9; Cl 3.12-13). Es­ta virtude concede aos discípulos de Cristo a capacidade de suportar com firmeza as contrariedades em benefício de outrem [1 Co 6.1-6]. Não é exagerado afirmar que ser longânimo é suportar a má conduta dos outros contra nós, sem sermos dominados pela ira, explosões de raiva, sentimento de vingança. O crente que possui esta virtude não deseja tudo para hoje, ele sabe esperar o tempo oportuno.


Stanley Horton:

“A palavra grega makrothumia refere-se a paciência que temos com nosso próximo. Ser longânimo é tolerar a má conduta dos outros contra nós, sem nunca buscar vingança. Dentro em breve, os cristãos em Roma passariam por perseguições. Sob tensão e sofrimento, os cristãos podem vir a ter menos paciência uns com os outros, de modo que Paulo conclama: ‘Sede pacientes na tribula­ção’ [Rm 12.12).”


3.2. Benignidade: o amor mostrando compaixão.

A benignidade na vida do crente torna-o uma testemunha do amor de Deus. Digo isso, por não haver dúvidas de que o discípulo de Cristo deve expressar benignidade por onde passar. Claro está que esta virtude é evidenciada na vida da igreja quando existe o perdão. Este pensamento se faz em virtude de o perdão ser um dos maiores desafios da vida cristã, pois provoca abdicar do nosso “eu” [Ef 4.32].


Pastor Cesar Roza de Melo:

“Perdoar é muito mais que uma atitude, é exercitar a benignidade de Deus, levando-nos a agir como Jesus agiria. Jesus, no auge de Seu sofrimento na Cruz do Calvário, demonstrou a benignidade aos Seus algozes [Lc 23.34]; Estevão, discípulo de Jesus, no último suspiro, orou; pedindo a Deus que perdoasse os que o ape­drejavam. Sabemos que só são capazes de exercitar o perdão aqueles que vivem sob o domínio do Espírito Santo.”


3.3. Bondade: a destreza do amor.

 Uma coisa é desejar fazer o bem, outra é concretiza-lo. Quem possui esta virtude é uma benção para outros [Rm 15.14]. Assim, quando somos convertidos, o Espírito Santo transforma a nossa essência má, tornando-nos pes­soas boas. Afinal está virtude do fruto do Espírito e presenciada em nossas vidas através das nossas ações de bondade [Ef 5.9].0 que destaco nesta virtude do Espírito e que aquele que a possui em sua vida e bem-aventurado [Pv 14.14].


Bispo Primaz Manoel Ferreira:

“A virtude da bondade que está no fruto do Espírito nos leva a ser parecidos com Jesus, que é bom. Quando apre­sentamos a virtude da bondade em nossas vidas, somos capacitados a viver em retidão. Passamos a ver que a bondade deve estar presente em tudo que fazemos [Gl 6.9].

Através desse amor sentimos necessidade de manifestar bondade com os outros, sermos extensão da nação de Deus para o próximo. Não restam dúvidas de que, a nossa relação com as pessoas é pro­fundamente modificada pela bondade que provém do Espírito Santo”.


EU ENSINEI QUE:

A bondade é a habilidade de exercitar o bem, sem perspectiva de recompensa. Presenciamos assim que o exercício da bondade deve ser desejado por todos nós.


CONCLUSÃO

Quando o crente permite que o Espírito Santo atue em sua vida, Ele o habilita com algumas virtudes, produzindo Seu fruto, para que este possa andar na condição de filho da luz.

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