SUBSÍDIO LIÇÃO 13: O CATIVEIRO DE JUDÁ

Subsídios Bíblicos para a Lição dos Adultos (CPAD).  3° Trimestre de 2021

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O rei Manassés, filho Ezequias (2R 20.21), cometeu terríveis pecados contra o SENHOR Deus (Veja 2Rs 21.1-18) e por isso Deus ficou profundamente irado contra o reino do Sul, ou seja, Judá. Então o Senhor pronunciou o que faria com Judá.

 

Assim diz o SENHOR, Deus de Israel: Eis que trarei uma desgraça tão grande sobre Jerusalém e Judá, que todo aquele que ouvir a respeito dela ficará com os dois ouvidos tinindo” (2 Rs 21.12 – NAA). O SENHOR disse: Removerei da minha presença também Judá (reino do Sul – grifo nosso), como removi Israel (reino do Norte), e rejeitarei Jerusalém, a cidade que escolhi, e o templo do qual eu disse: “O meu nome estará ali (2Rs 23.27 – NAA).”

 

Os pecados de Manassés foram considerados os piores entre todos os reis de Judá, e levaram todo o povo a condenação ao exílio (2Rs 21.12; 24.3). Manassés pecou e levou Judá a pecar (2 Rs 21.16).

A ira de Deus começo a caí sobre Judá, a partir dos reinados de Jeoaquim (2 Rs 24.1), Joaquim (2 Rs 24.8-17) e Zedequias (Veja 2 Reis 24.1,19 e o capítulo 25).

I. NABUCODONOSOR: UM INSTRUMENTO PARA A EXECUÇÃO DA IRA DE DEUS (2 Rs 25)

Nabucodonosor II, um dos maiores monarcas da Mesopotâmia, reinou também sobre a Babilônia por um período de tempo mais longo, de 605 a 562 a.C. É mencionado cerca de 90 vezes no Antigo Testamento, mais que qualquer outro rei estrangeiro.

 

Os quatro primeiros capítulos de Daniel detalham os acontecimentos na Babilônia durante o reinado de Nabucodonosor.

Após um breve retorno à Babilônia para reivindicar o trono, depois de ter recebido a notícia da morte do pai, Nabucodonosor retomou a consolidação de seu controle sobre a Siro-Palestina. Jeoaquim de Judá serviu-o como vassalo durante três anos consecutivos (2Rs 24.1).

 

1. NABUCODONOSOR EM GUERRA COM OS EGÍPCIOS

Em 601 a.C., Nabucodonosor, uma vez mais foi enfrentar as forças egípcias. O faraó Neco II, entretanto, impôs grande baixa ao exército babilônio que Jeoaquim aproveitou para se rebelar contra o império enfraquecido. No ano seguinte, a Babilônia e seus aliados procederam à retaliação contra a rebelde Judá (2Rs 24.1,2).

 

2. ZEDEQUIAS FOI DESIGNADO REI (2 Rs 24. 10-17)

O rei da Babilônia constituiu rei, em lugar de Joaquim, o tio paterno deste, Matanias, e mudou o nome dele para Zedequias (2 Rs 24.17 – NAA).

3. QUEM ERA ZEDEQUIAS?

Zedequias foi último rei de Judá. Ele tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém (2 Rs 24.18).

 

4. A REBELIÃO DE ZEDEQUIAS CONTRA A BABILÔNIA (2 Rs 24.20)

Ezequiel condenou o rei Zedequias (597-586 a.C.) por enviar “mensageiros” (ARA) ao Egito buscando ajuda na rebelião contra a Babilônia (Ez 17.15). Quando Zedequias se rebelou, em 589 a.C., os exércitos babilônios devastaram a terra de Judá. Jerusalém foi saqueada, e o templo foi destruído, em 586 a.C. (25.1-17). Uma grande deportação ocorreu nessa época, e outra ainda em 582 a.C. (Jr 52.29,30).

 

5. ZEDEQUIAS, UM PRISIONEIRO DE OLHOS FURADOS



Veio Nabucodonosor e destruiu Jerusalém, prendeu Zedequias, vazou-lhe os olhos, e levou-o algemado à Babilônia, onde morreu na prisão (2 Rs 25.7; Jr 52.11).

 

As práticas perversas específicas de Zedequias não foram listadas. As condições em Judá e Jerusalém são, no entanto, frequentemente descritas pelos profetas Jeremias e Ezequiel (Jr 21; 28-29; Ezequiel 6-8; 13).


II. SÍNTESE DAS CAMPANHAS DE NABUCODONOSOR

A Bíblia registra as campanhas (ou seja, operações militares) de Nabucodonosor contra Jerusalém em 605, 597 e 586 a.C., culminando com o cativeiro de Judá.

 

1. CAMPANHA 1 - Ano: 605 a.C.

Cerca de quatro anos depois da morte do rei Josias, o Egito foi derrotado por Babilônia na batalha de Carquemis (Jr 46.2). Carquemis estava situada no norte da Síria, a uns 500 km de Jerusalém. Ali, os babilônios derrotaram os egípcios em 605 a. C. Nessa ocasião, Babilônia tornou-se a principal potência mundial.

Naquele mesmo ano o exército babilônico de Nabucodonosor invadiu a Palestina, capturou Jerusalém e deportou alguns dos jovens mais seletos de Jerusalém para Babilônia, entre eles Daniel e seus três amigos.

 

2. CAMPANHA 2 - Ano: 597 a.C. - Uma segunda campanha contra Jerusalém ocorreu em 597 a.C., ocasião em que foram levados dez mil cativos à Babilônia, entre os quais Ezequiel.

Nabucodonosor levou cativa toda Jerusalém, bem como todos os príncipes, todos os homens valentes, todos os artífices e ferreiros, ao todo dez mil; ninguém ficou, a não ser o povo pobre da terra” (2 Rs 24.14 – NAA).

 

De acordo com o versículo 14, ao todo, o rei da Babilônia deportou dez mil cativos. De acordo com Jeremias, porém, foram 4600 cativos (Jr 52.28-30). É possível que o total em 2 Reis 24.14, inclua cativos deportados em outras ocasiões.

 

3. CAMPANHA 3 - Ano: 586 a.C. - A última invasão babilônica tomou Jerusalém, o templo e a totalidade do reino de Judá em 586 a.C. (2 Reis capítulo 25).

Jeremias escreveu uma série de cinco lamentações a fim de expressar sua intensa tristeza e dor emocional por causa da trágica devastação de Jerusalém, que compreende:

 

(1) a queda humilhante da monarquia e do reino davídicos;

(2) a destruição total dos muros da cidade, do

templo, do palácio real e da cidade em geral; e

(3) a lamentável deportação da maioria dos sobreviventes para a distante Babilônia.

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