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As cartas pastorais foram escritas por Paulo e destinadas a dois jovens obreiros: Timóteo e Tito. Ao longo dos séculos e até aos dias atuais, servem de fundamento bíblico e autêntico manual eclesiástico para a edificação das igrejas cristãs formadas por seus membros e seus pastores, autênticos servos de Jesus e da Igreja.

I. AS CARTAS PASTORAIS

Por que se chamam Cartas Pastorais? Por terem sido destinadas aos jovens pastores Timóteo e Tito, e também porque tratam de assuntos relacionados com o ministério pastoral e a boa ordem da Igreja.

1. Propósito e contexto (1 Tm 3.15).
As três cartas pastorais tem o propósito de orientar as igrejas e seus pastores em diversas áreas, como: a firmeza na fé cristã, os perigos das falsas doutrinas e a organização eclesiástica

A primeira epístola a Timóteo e Tito foram escritas por volta de 64 d.C, entre a primeira e a segunda prisão de Paulo. A segunda epístola foi escrita em torno de 67 d.C, quando o apóstolo estava na prisão, bem próximo da sua morte.


2. Combate a ensinos falsos (1 Tm 1.3-5).
Os dois principais formuladores de ensinos falsos da época foram os judaizante e os gnósticos.

Os judaizantes deturpavam os ensinos de Cristo dizendo que o cris tão devia guardar o sábado e circuncidar-se, de modo literal (At 15.5-32). 0 gnosticismo, por sua vez, era uma filosofia herética que se propunha a explicar todas as coisas por meio do "conhecimento" (gnosis em grego). Os gnósticos consideravam-se cristãos dotados de conhecimento superior aos demais convertidos. Praticavam o "culto aos anjos" e negavam a supremacia de Cristo, negando sua encarnação, pois consideravam o corpo humano essencialmente mau.
 
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3. Heresias atuais (1 Tm 4.1).
Na época de Paulo, poucas heresias já ameaçavam os alicerces da fé cristã; hoje são centenas, infiltradas sorrateiramente nos púlpitos evangélicos. Os judaizantes e gnósticos ainda sobrevivem no meio das igrejas evangélicas atuais. Observe o restauracionismo judaizante. Trata-se de uma "modinha teológica" pregando um tipo de retorno ao judaísmo, como guardar o sábado, praticar circuncisão e celebrar as festas judaicas. Não falo dos Adventistas do Sétimo Dia, mas de igrejas evangélicas.

Outro exemplo é a teologia da prosperidade. Um ensino exagerado afirmando que "todo crente tem que ser rico e ter saúde plena". Caso não seja assim, é porque está em pecado ou não tem fé.

II. SERVOS DE JESUS

1. O apóstolo Paulo (1 Tm 1.1, Tt 1.1).
Outrora perseguidor da Igreja, Paulo se tornou um humilde servo de Deus, grande apóstolo e pastor. Paulo era homem poliglota e de educação refinada. Ele foi chamado por Deus e enviado a cumprir a grande comissão em prol da Igreja do Senhor Jesus (1 Tm 1.1; 2 Tm 1.1; Tt 1.1). No exercício do seu ministério, se preocupou não apenas em ganhar almas para Cristo e fundar igrejas, mas também de cuidar das igrejas que ele fundou nas viagens missionárias, ensinando os crentes e preparando obreiros.
 
2. Timóteo e Tito (1 Tm 12; Tt 1.4).
Os jovens Timóteo e Tito são dois de seus mais fiéis cooperadores, os quais ganharam a confiança do apóstolo a ponto de receberem responsabilidades ministeriais. Observemos que na primeira carta dirigida a Timóteo, Paulo o chamou de "meu verdadeiro filho na fé" (1 Tm 1.2); na segunda, o chamou de "meu amado filho" (2 Tm 1.2); na carta a Tito ele o chamou de "meu verdadeiro filho" (Tt 1.4). Também o chamou de "meu irmão" (2 Co 2.13) e "meu companheiro e cooperador" (2 Co 8.23).

Timóteo cresceu sob a influência do apóstolo (2 Tm 1.4,5). Tito tinha a inteira confiança de Paulo (2 Co 12.18).

3. Firmeza na vida pessoal (1Tm4.16).
Timóteo e Tito precisavam ter cuidado quanto às suas vidas pessoais, de acordo com Paulo, pois eram obreiros e precisavam ensinar os cristãos pelo bom exemplo: "Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem" (2 Tm 4.12,16). 0 apóstolo sabia que só faz sentido o pastor estar à frente da Igreja se ele tiver uma vida exemplar, cuidando, primeiramente, de seu testemunho, de sua vida pessoal e familiar (1 Tm 3.1-13).
 

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Conclusão
As cartas pastorais foram escritas para instruir ministros e irmãos a como viver e servir.

Timóteo e Tito estavam dispostos a servir (Fp 2.22). É digno de nota que serviram ao Evangelho e nos deixaram o exemplo. Há líderes que se sentem donos da Igreja e acima de seus colaboradores; e, em vez de serem servos de Cristo para servirem à Igreja, são déspotas que governam o povo com desmensurado rigor. Há também cristãos que levam seus pastores a gemerem no ministério.

A verdadeira liderança estabelece-se pelo exemplo, pelo testemunho, pelo caráter, muito mais do que pelo carisma. 0 líder cristão não é o que manda. É o que serve. Não é o maior. É como o menor. Jesus deu precioso ensino sobre isso em Mateus 20.24-28.

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