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Subsídio bíblico para a Escola Dominical - classe dos Adultos. Subsídio para a Lição: 2 | Revista do 1° trimestre de 2020| Fonte: E-book Subsídios EBD Vol. 18 | VEJA AQUI OS SUBSÍDIOS.
Veremos como a mulher foi criada e seu compromisso como ajudadora, além de destacarmos que o homem e a mulher são dependentes um do outro.
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SUBSÍDIOS BÍBLICOS EM ÁUDIO

MÉTODO DE DEUS PARA CRIAR A MULHER

O comentarista, pastor Claudionor de Andrade, destaca que na criação de Eva, Deus atuou como anestesista, cirurgião e geneticista.

Assim ele escreveu:

1. Anestesista.
Antes de tudo, Deus seda o homem, para que este adormeça profundamente (Gn 2.21). E, assim, o Senhor dá início, bem ali no Éden, a uma ciência que só viria a ser descoberta alguns milênios mais tarde: a anestesiologia.

2. Cirurgião.
Ato contínuo, o Criador submeteu Adão a uma intervenção cirúrgica: “e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar” (Gn 2.21). A operação foi tão perfeita que incluiu uma plástica. Somente aquele que nos conhece a estrutura haveria de praticar uma medicina tão perfeita (Sl 103.14).
3. Geneticista.
Como última etapa da cirurgia, o Senhor extraiu de Adão uma de suas costelas. E, desta, formou a mulher (Gn 2.22). Tinha início a engenharia genética. Nesse processo, Deus vai além da mera clonagem: traz à vida um ser autônomo e cônscio de si. 

Falando de Deus como o primeiro a fazer uma clonagem, o comentarista Elinaldo Renovato, assim escreveu:
Poder-se-lá dizer que o Senhor fez a primeira “clonagem” da história do homem, pois, com as células adultas da costela do homem, ele fez um outro ser.
No entanto, foi mais que uma clonagem. Neste processo científico, o ser “copiado” tem idênticas características do doador das células a serem transplantadas para o tal processo. O que Deus operou foi a criação de um novo ser, semelhante ao primeiro, mas distinto, em sua estrutura emocional e física! 

Ainda falando acerca da maneira utilizada por Deus para criar a Mulher, o físico Adauto J. B. Lourenço, explica sobre os três passos dados por Deus:

(1) O primeiro passo foi Deus anestesiar Adão.

A anestesia faz que o paciente caia em sono profundo, bloqueando temporariamente o seu sistema sensorial. O procedimento cirúrgico utilizado pelo Senhor Deus está cientificamente correto.

(2) Em segundo lugar, o Senhor Deus removeu uma das costelas de Adão.

O segundo passo foi obter o tipo de material genético correto, do local correto, para a criação de Eva. As escolhas do tipo de material genético e do local onde esse material foi obtido, feitos pelo Senhor, estão cientificamente corretas.

A medula óssea vermelha, encontrada, por exemplo, nas costelas, contém células-tronco, (células estaminais). Essas células são células-tronco multipotentes, que podem diferenciar-se numa variedade de tipos de células.
Como o objetivo principal do Senhor Deus era trazer à existência um outro ser vivo semelhante a Adão, Ele usou as células-tronco encontradas na medula óssea vermelha da costela removida de Adão, para fazer o primeiro clone humano: Eva.

(3) Em terceiro lugar, o Senhor fechou o lugar da costela removida com carne.

Cirurgias de reconstrução e correção, conhecidas como cirurgias plásticas, são realizadas na índia desde 800 a.C. Um procedimento muito comum nesse tipo de cirurgia é o de auto transplantação, onde tecidos, órgãos ou proteínas de uma parte do corpo são transplantados em uma outra parte.
O terceiro passo de Deus foi utilizar-se desse processo para eliminar qualquer deformação física decorrente da remoção da costela. O procedimento cirúrgico adotado está cientificamente correto.

A MULHER, CRIADA PARA SER UMA AJUDADORA DO HOMEM


“E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele. (Gn 2.18 - ARC)”.

1. Deus observou que o homem precisava de uma adjutora.
O próprio Senhor observou: “Não é bom que o homem esteja só”, assim Ele determinou: “Far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele” (Gn 2. 18). Logo em seguida, ocorre a “fabricação” de uma mulher retirada da costela do lado do homem (Gn 2. 23).

A incapacidade de Adão de cuidar de todas as coisas provocou a criação da mulher, companheira descrita ao pé da letra como “alguém que o auxilie e lhe corresponda” (Gn 2.18).

Ao dizer: “não é bom que o homem esteja só”, Deus não falava apenas em criar uma companheira para satisfazê-lo sexualmente, mas para conviver com ele. O homem precisa se relacionar com pessoas: falar, ouvir, trocar ideias, concordar, discordar, reagir, gostar, enfim, relacionar-se socialmente. O casamento é o início dessa relação social. A relação social que nasceu entre Adão e Eva, se estendeu por toda a humanidade.

2. Mulher, a Adjutora de seu marido.
O termo Adjutora sugere que a mulher, longe de ser uma mera assistente ou até mesmo serva do homem, era o complemento dele, sua outra metade sem a qual ele estaria incompleto ou incapacitado.

O termo hebraico, do qual se traduz a palavra, adjutora, é usado muitas vezes concernente ao Senhor ser o ajudador do homem (Dt 33-7; SI 33.20; 115.9-11; 146.5; Os 13.9). Um ajudador, então, não é necessariamente dominante ou subordinado, mas alguém que satisfaz a necessidade na vida e experiência de outra pessoa.

De modo algum a mulher era uma "criatura inferior". O mesmo Deus que fez Adão também fez Eva e criou-a à sua própria imagem (Gn 1.27). Paulo escreveu que "a mulher é glória do homem" (1 Co 11.7); pois se o homem é o cabeça (1 Co 11.1-16; Ef 5.22-33), então a mulher é a coroa que a enobrece.

O HOMEM E A MULHER, AMBOS EM UMA RELAÇÃO DE DEPENDÊNCIA

1. Dependência mútua (1 Co 7.4; 11.12).
À luz da Bíblia Sagrada a mulher não é independente do homem, nem o homem independente da mulher. Pois, assim como a mulher proveio do homem, também o homem nasce da mulher. Mas tudo provém de Deus” (1 Co 11.11,12).

Uma vez que a mulher foi formada do lado do homem, ela tem a obrigação de permanecer ao seu lado e de ajudá-lo. Ele tem a obrigação de lhe dar a proteção e defendê-la com o seu braço. Os dois seres formam um todo completo, a coroa da criação.
O autor do Gênesis declara que Deus transformou a costela que tirou do homem em uma mulher. A mão que moldou o barro para fazer o corpo do homem, pegou uma parte do corpo vivo do homem e transformou-o em uma mulher.

3. Não deve haver insubmissão e nem autoritarismo.
A insubmissão feminina e o autoritarismo masculino ferem a sensibilidade mútua. Esse não é o padrão divino para a vida familiar.

A receita neotestamentária prima pelo resgate do propósito divino para o casamento: “Vós, mulheres, estai sujeitas a vosso próprio marido, como convém no Senhor. Vós maridos, amai a vossa mulher e não vos irriteis contra ela” (Cl 3.18,19).

Em Efésios o apóstolo também exorta as mulheres a serem sujeitas ao marido: “Vós mulheres, sujeitai-vos a vosso marido, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo” (Ef 5.22,23).

O maior compromisso da mulher é com Deus. Por isso, ela, sem dúvida, deve ser submissa ao marido, porém tudo isso no Senhor. Ou seja, se o marido quiser desobedecer a Deus, a mulher não deve participar do equívoco (1Sm 25.1-35). Ela é adjutora, constituída por Deus, mas somente para o bem, nunca para o mal.

O dever da esposa cristã é ser um baluarte da família, conduzindo-a ao centro da vontade de Deus, em parceria, sempre, com o esposo.

4. A receita para um relacionamento saudável deve ser seguida também pelo marido.
Está escrito em Efésios o seguinte: Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e se entregou por ela” (Ef 5.25).

Pedro diz aos maridos que eles devem tratar com “honra” sua esposa (1 Pe 3.7).      

Conclusão
Vamos concluir pontuando a importância das mulheres no ministério de Jesus Cristo.

1) Mulheres tiveram presentes na crucificação de Jesus (Lc 23.49).
2) As mulheres preparam o corpo do Senhor para o sepultamento (Lc 23.56).
3) As mulheres foram as primeiras a chegar ao túmulo na manhã da ressurreição (Lc 24.1).
4) As mulheres foram as primeiras a testemunhar a ressurreição de Jesus (Lc 24.9-10).
5) Jesus não hesitou em ensinar Mulheres e em mencioná-las em suas parábolas e ilustrações.

Exemplos:

1. Jesus fala da mulher que perdeu uma moeda (Lc 15.8-10).
2. Jesus citou o episódio de uma viúva insistente afim de nós ensinar a orar constantemente (Lc 18.1-8).
3. Jesus curou enfermidades de mulheres (Mt 9.19-22; Lc 8.2; 13.11-14).
4. Jesus falou da oferta especial de uma viúva (Mc 12.41-44).
5. Vemos Maria de Betânia, sentada nos pés de Jesus recebendo seus ensinamentos (Lc 10.38,39).

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