Obs. Este
artigo é um subsídio para a lição bíblica da classe de Adultos.
Introdução
Chegamos ao capítulo IV, da declaração de fé das
Assembleias de Deus, onde está escrito:
CREMOS, professamos e ensinamos que o Senhor Jesus
Cristo é o Filho de Deus e o único mediador entre Deus e os seres humanos,
enviado pelo Pai para ser o Salvador do mundo, verdadeiro homem e verdadeiro
Deus: “e dos quais é Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus
bendito eternamente. Amém” (Rm 9.5). Cremos na concepção e no
nascimento virginal de nosso Senhor Jesus
Cristo, conforme as Escrituras Sagradas e anunciado de antemão pelo profeta
Isaías, e que ele foi concebido pelo
Espírito Santo no ventre da virgem Maria. Gerado do Espírito Santo no ventre
dela, nasceu e viveu sem pecado: “como nós, em tudo foi tentado, mas sem
pecado” (Hb 4.15); que foi entregue
nas mãos dos pecadores para ser crucificado pelos nossos pecados, mas
ressuscitou corporalmente dentre os
mortos ao terceiro dia e ascendeu ao céu, onde está à direita do Pai, e de onde intercede por nós e voltará para
buscar a sua Igreja.
LEIA TAMBÉM ESTAS PUBLICAÇÕES:
I
– JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS.
De acordo
com as sagradas escrituras, Jesus é o Filho de Deus. Daí surge a grande
pergunta: como pode Jesus ser Deus e (Jo. 1-3; 20.28) ser Filho de Deus (Mt
3.1-17; Mc 1.1)?
1. Significado.
O
significado do termo "filho" nas Escrituras é amplo, e uma das
acepções diz respeito à mesma natureza do pai (Jo 14.8,9). Quando Jesus se
declarou Filho de Deus, Ele estava
reafirmado sua divindade, e os judeus entenderam perfeitamente a mensagem
(Jo 5.17,18). O Mestre disse: "Eu e o Pai somos um" (Jo 10.30).
E, mais adiante, no
mesmo debate com os judeus, Jesus esclareceu o que significa ser Filho de Deus:
"àquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, vós dizeis: Blasfemas,
porque disse: Sou Filho de Deus?" (Jo 10.36). Alegar que Jesus não é Deus,
mas o Filho de Deus, como fazem alguns, é uma contradição.
2. Significado de
"unigênito" (Jo 1.14b).
A
etimologia do termo "unigênito", monogenés,
em grego, indica a deidade do Filho. Essa palavra só aparece nove vezes no Novo
Testamento, sendo três em Lucas (7.12; 8.42; 9.38), uma em Hebreus (11.17) e as
outras cinco em referência a Jesus nos escritos joaninos (Jo 1.14,18; 3.16,18;
1Jo 4.9). O vocábulo vem de monos, "único", e de genes, que nos parece derivar de genós, "raça, tipo", e
não necessariamente do verbo gennao,
"gerar". Então, unigênito, quando empregado em relação a Jesus, transmite a ideia de consubstancialidade. É
exatamente o que declara o Credo Niceno: "E [cremos] em um só Senhor Jesus
Cristo, Filho de Deus, o Unigênito do Pai, que é da substância do Pai, Deus
de Deus, Luz de Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não feito, de
uma só substância com o Pai".
3. Filho, Filho de
Deus, Filho unigênito.
O
título "Filho de Deus” ou apenas "Filho" também é um título
messiânico extraído do Antigo Testamento (2 Sm 7.11-16). Todavia, ele recebe
uma posição mais elevada quando usado por Jesus ou em relação a ele.
Ele significa, no
fundo, que Jesus possui as qualidades da natureza divina. Isso ficou bem
evidente quando a voz celestial disse bem alto a Jesus, por ocasião do seu
batismo, que ele era amado e aprazível (Mt 3.16-17), afirmação reiterada na
transfiguração de Jesus (Mc 9.7).
A compreensão que o
próprio Jesus tinha da sua relação singular com Deus como seu Filho pode ser
vista em Mateus 11.25-27 e Lucas 10.21-22.
Jesus expressou a
mesma ideia quando confundiu os fariseus (Mt 22.41-46). No evangelho de João
(3.16), Jesus é chamado "Filho unigênito” de Deus, termo que significa
“único da sua espécie" ou "singular”.
4. Provas de que Jesus é Deus.
Jesus
é, portanto, verdadeiro Deus. E não um “deus” criado como querem a bíblia das
Testemunhas de Jeová. Vejamos algumas provas de que Jesus é Deus.
Jesus
é Deus: os exemplos em que grego Theos ("Deus") é aplicado a Jesus.
Vejamos oito exemplos bíblicos.
Ø
João 1.1: No princípio era o
Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ø
João 1.18:
Ninguém
jamais viu a Deus; o único Deus, que está no seio do Pai, é que O deu
conhecido.
Ø João 20.28: Respondeu-lhe Tomé:
"Meu Senhor e meu Deus!”.
Ø
Rom 9.5:
Para
eles pertencem os patriarcas, e a partir de sua raça, segundo a carne, é o
Cristo, que é Deus sobre todos, bendito para sempre. Amém.
Ø
Tito 2.13:
...
Esperando por nossa ditosa esperança e a manifestação da glória do nosso grande
Deus e Salvador Jesus Cristo...
Ø
Heb. 1.8:
Mas
do Filho diz: "O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre, o cetro de
equidade é o cetro do seu reino.”.
Ø
2 Pe 1.1:
Para
aqueles que tenham obtido uma fé em pé de igualdade com os nossos pela justiça
do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo...
Ø
2Timóteo 3.16:
E,
sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne,
foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo,
recebido acima na glória (ACF).
Quando
Jesus se declarou Filho de Deus, Ele estava reafirmado sua divindade. Quando a
bíblia se refere a Jesus como unigênito do Pai - Deus (Jo 1.14; 3.16),
transmite a ideia de consubstancialidade. Isto quer dizer que Jesus é da
substância do Pai, Deus de Deus, Luz de Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro
Deus, gerado, não feito, de uma só substância com o Pai.
II - JESUS, O FILHO DO HOMEM
Segundo
as profecias, Jesus nasceria de: Sem,
filho de Noé (Gn 9.26,27). Cumprimento: (Lc 3.36). Ele seria de semente de
Abraão (Gn 12.3; 19.17; Gn 13. 16). Cumprimento: (Lc 3.34). Seria descendente
de Jacó (Gn 18.13-15). Cumprimento: (Lc 3.34). Da tribo de Judá (At 13.22,23;
Hb 7.14; Ap 5.5). Cumprimento em (Lc 3.34). Da família de Davi (SI 132.11; Jr
23.5; Rm 1.3; At 13.22,23). Cumprimento (Lc 3.32)
1. O significado da expressão “Filho do Homem”.
De
acordo com o hebraico a expressão "filho de" denota relação e
participação. Por exemplo: "Os filhos do reino" (Mt 8.12) são aqueles
que hão de participar de suas verdades e bênçãos. "Os filhos da
ressurreição" (Lc 20.36) são aqueles que participam da vida ressuscitada.
Um "filho de paz" (Lc 10.6) é um que possui caráter pacifico. Um
"filho da perdição" (João 17.12) é um destinado a sofrer a ruína e a
condenação. Portanto, "filho do homem"
significa, principalmente, um que participa da natureza humana e das qualidades
humanas.
Leia também:
Dessa
maneira, "filho do homem" vem a ser uma designação enfática para o
homem em seus atributos característicos de debilidade e impotência. (Num.
23.19; Jo 16.21; 25.6.) Neste sentido o título é aplicado oitenta vezes a
Ezequiel, como uma recordação de sua debilidade e mortalidade, e como um
incentivo à humanidade no cumprimento da sua vocação profética.
Aplicado
a Cristo, "Filho
do homem" designa-o como participante da natureza e das qualidades
humanas, e como sujeito às fraquezas humanas. No entanto, ao mesmo tempo, esse
título implica sua deidade, porque, se uma pessoa enfaticamente declarasse:
"Sou filho de homem", a ele dir-se-ia: "Todos sabem disso."
Porém, a expressão nos lábios de Jesus significa uma Pessoa celestial que se
havia identificado definitivamente com a humanidade como seu representante e
Salvador. Notemos também que é: o — e não um — Filho do homem.
O
título está relacionado com a sua vida terrena (Mc 2.10; 2.28; Mt 8.20; Lc 19.10), com seus sofrimentos a favor
da humanidade (Mc 8.31), e com sua exaltação e domínio sobre a humanidade
(Mt 25.31; 26.24. Ver Dn 7.14). Ao referir-se
a si mesmo como "Filho do homem", Jesus desejava expressar a seguinte
mensagem: "Eu, o Filho de Deus, sou Homem, em debilidade, em sofrimento,
mesmo até à morte. Todavia, ainda estou em contato com o Céu de onde vim, e
mantenho uma relação com Deus que posso perdoar pecados (Mt 9.6), e sou
superior aos regulamentos religiosos que somente tem significado temporal e
nacional (Mt 12.8). Esta natureza humana não cessará quando eu tiver passado
por estes últimos períodos de sofrimento e morte que devo suportar para a
salvação do homem e para consumar a minha obra. Porque subirei e a levarei
comigo ao céu, de onde voltarei para reinar sobre aqueles cuja natureza
"tornei sobre mim". A humanidade do Filho de Deus era real e não
fictícia Ele nos é descrito como realmente padecendo fome, sede, cansaço, dor,
e como estando sujeito em geral às debilidades da natureza, porém sem pecado.
2. Como Jesus veio a
ser Filho do Homem.
Por
qual ato, ou meio, o Filho de Deus veio a ser Filho do homem? Que milagre pôde
trazer ao mundo "o segundo homem" que é o "Senhor do céu"?
(1 Co 15.47). A resposta é que o Filho de Deus veio ao mundo como Filho do
homem sendo concebido no ventre de Maria pelo Espírito Santo, e não por um pai
humano. E a qualidade da vida inteira de Jesus está em conformidade com a
maneira do seu nascimento. Ele que veio através de um nascimento virginal,
viveu uma vida virginal (inteiramente sem pecado) — sendo essa última
característica um milagre tão grande como o primeiro. Ele que nasceu
milagrosamente, viveu milagrosamente, ressuscitou dentre os mortos
milagrosamente e deixou o mundo milagrosamente. Sobre o ato do nascimento
virginal está baseada a doutrina da encarnação (João 1.14).
A
seguinte declaração dessa doutrina é da pena do erudito Martin Scott: Como
todos os cristãos sabem, a encarnação significa que Deus (isto é, o Filho de
Deus) se fez homem. Isso não quer dizer que Deus se tomou homem, nem que Deus
cessou de ser Deus e começou a ser homem; mas que, permanecendo como Deus, ele
assumiu ou tomou uma natureza nova, a saber, a humana, unindo esta à natureza
divina no ser ou na pessoa — Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
Na
festa das bodas de Caná, a água tornou-se em vinho pela vontade de Jesus Cristo,
o Senhor da Criação (João 2.1-11). Não aconteceu assim quando Deus se fez
homem, pois em Caná a água deixou de ser água, quando se tornou em vinho, mas
Deus continuou sendo Deus, quando se fez homem. Um exemplo que nos poderá
ajudar a compreender em que sentido Deus se fez homem, mas ainda não ilustra de
maneira perfeita a questão, é aquele de um rei que por sua própria vontade se
fizera mendigo. Se um rei poderoso deixasse seu trono e o luxo da corte, e
vestisse os trapos de um mendigo, vivesse com mendigos, compartilhasse seus
sofrimentos, e isto, para poder melhorar-lhes as condições de vida, diríamos
que o rei se fez mendigo, porém ele continuaria sendo verdadeiramente rei.
Seria
correto dizer que o que o mendigo sofreu era o sofrimento de um rei; que,
quando o mendigo expiava uma culpa, era o rei que expiava. Visto que Jesus
Cristo é Deus e homem, é evidente que Deus, de alguma maneira é homem também.
Agora, como é que Deus é homem?
Está
claro que ele nem sempre foi homem, porque o homem não é eterno, mas Deus o é.
Em certo tempo definido, portanto, Deus se fez homem tomando a natureza humana.
Que queremos dizer com a expressão "tomar a natureza humana"?
Queremos
dizer que o Filho de Deus, permanecendo Deus, tomou outra natureza, a saber, a
do homem, e a uniu de tal maneira com a sua, que constituiu uma Pessoa, Jesus
Cristo. A encarnação, portanto, significa que o Filho de Deus, verdadeiro Deus
desde toda a eternidade, no curso do tempo se fez verdadeiro homem também, em
uma Pessoa, Jesus Cristo, constituída de duas naturezas, a humana e a divina.
Isso, naturalmente é um mistério, não podemos compreendê-lo, assim como
tampouco podemos conceber a própria Trindade. Há mistérios em toda parte.
Não
podemos compreender como a erva e a água, que alimentam o gado, se transformam
em carne e sangue. Uma análise química do leite não demonstra conter ele nenhum
ingrediente de sangue, entretanto, o leite materno se torna em sangue e carne
da criança. Nem a própria mãe sabe como no seu corpo se produz o leite que dá a
seu filho. Nenhum dentre os sábios do mundo pode explicar a conexão existente
entre o pensamento e a expressão desse pensamento, ou seja, as palavras. Não
devemos, pois, estranhar se não podemos compreender a encarnação de Cristo.
Cremos nela porque aquele que a revelou, é o próprio Deus, que não pode enganar
nem ser enganado.
3. Por que Jesus se
fez Filho do Homem.
Por que o Filho de Deus se fez Filho do homem, ou quais
foram os propósitos da encarnação?
1) O Filho de Deus
veio ao mundo para ser o Revelador de Deus.
Ele
afirmou que as suas obras e suas palavras eram guiadas por Deus (João 5.19, 20;
10.38); sua própria obra evangelizadora foi uma revelação do coração do Pai
celestial, e aqueles que criticaram sua obra entre os pecadores demonstraram
assim sua falta de harmonia com o espírito do céu. (Lc 15.1-7.)
2) Ele tomou sobre si
nossa natureza humana para glorificá-la e desta maneira adaptá-la a um destino
celestial.
Por
conseguinte, formou um modelo, por assim dizer, pelo qual a natureza humana
poderia ser feita à semelhança divina. Ele, o Filho de Deus, se fez Filho do
homem, para que os filhos dos homens pudessem ser feitos filhos de Deus (João
1.2), e um dia serem semelhantes a ele (1 João 3.2); até os corpos dos homens
serão "conforme o seu corpo glorioso" (Fl 3.21).
"O
primeiro homem (Adão), da terra, é terreno: o segundo homem, o Senhor é do
céu" (1Co 15.47); e assim, "como trouxemos a imagem do terreno (vide
Gn 5.3), assim traremos também a imagem do celestial" (verso 49), porque
"o último Adão foi feito em espírito vivificante" (verso 45).
3) Porém, o obstáculo
a impedir a perfeição da humanidade era o pecado — o qual, ao
princípio, privou Adão da glória da justiça original. Para resgatar-nos da
culpa do pecado e de seu poder, o Filho de Deus morreu como sacrifício
expiatório.
III
- AS DUAS NATUREZAS DE JESUS
Jesus era, em sua encarnação, plenamente Deus e completamente
humano em todas as áreas de sua vida. No entanto, duas verdades devem ser
afirmadas:
1. As duas naturezas nunca se confundem.
Jesus teve, no seu
nascimento, duas naturezas distintas. Pela concepção sobrenatural de Maria,
Jesus herdou do seu Pai, pela operação do Espírito Santo (Lc 1.35), a natureza
divina com todas as suas características.
De Maria ele recebeu
a natureza humana. As suas naturezas divina e humana se uniram na constituição
de sua pessoa de modo perfeito. As duas naturezas não se misturam, isto é,
Jesus não ficou com a sua divindade ‘humanizada’ ou com a sua natureza humana
‘divinizada’. Quando Jesus se fez homem, continuou sendo Deus verdadeiro, mesmo
estando sob a forma de homem verdadeiro.
As duas naturezas
operavam simultâneas e separadamente na sua pessoa. Jamais houve conflito entre
as duas naturezas, porque Jesus, como homem, seja nas suas determinações ou
autoconsciência, sempre conforme a direção do Espírito Santo sujeitava-se à
vontade de Deus, de acordo com a sua natureza divina (Jo 4.34; 5.30; 6.38; Sl
40.8; Mt 26.39). Assim, Jesus possuía duas naturezas em uma só personalidade,
as quais operavam de modo harmonioso e perfeito, em uma união indissolúvel e
eterna.
2. As duas naturezas
não implicam duas personalidades.
As
naturezas divina e humana coexistem com suas diferenças, mantendo suas
características peculiares em uma mesma pessoa. Assim, Jesus e perfeito em
divindade e perfeito em humanidade; verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
3. A operação das duas naturezas de Jesus.
As duas naturezas
operavam lado a lado na vida de Jesus. Essa operação prova sempre que Ele era
homem verdadeiro e também Deus verdadeiro. Vejamos aqui alguns exemplos:
a) Jesus nasceu em
toda a humildade (Lc 1.12; 2 Co 8.9, natureza humana), mas o seu nascimento foi
honrado por uma multidão de anjos, que o exaltaram como Messias (Lc 2.9-14;
natureza divina).
b) Jesus foi batizado
como outros seres humanos, sujeitando-se à justiça divina (Mt 3.15, natureza
humana), porém Deus falou naquela ocasião: ‘Este é o meu Filho’ (Mt 3.17,
natureza divina).
c) Jesus foi tentado,
como todos os demais homens (Lc 4.1-13; Hb 4.15, natureza humana), mas, tendo
Ele vencido, os anjos o serviram (Mt 4.11, natureza divina).
d) Jesus dormiu de
cansaço no barco, apesar da grande tempestade (Mt 8.24, natureza humana), mas
depois levantou-se e repreendeu o vento e as ondas (Mt 8.26, natureza divina).
Se Ele tivesse sido só Deus, jamais ficaria cansado (Sl 121.4,5).
e) Jesus, cansado de
andar, assentou-se junto à fonte para descansar (Jo 4.6, natureza humana),
porém ali Ele descobriu a situação espiritual da mulher, e lhe revelou o
caminho da salvação (Jo 4.7-29, natureza divina).
f) Diante da morte do
seu amigo Lázaro, Jesus chorou (Jo 11.33-35, natureza humana), mas ali orou ao
seu Pai, e mandou Lázaro sair da sepultura (Jo 11.32-43, natureza divina).
g) No jardim Jesus
foi preso por homens ímpios (Jo 18.1-3, 12,13, natureza humana). Porém, quando
Ele disse: ‘Sou eu’, todos os soldados caíram por terra (Jo 18.6, natureza divina),
e curou a orelha do servo do sumo sacerdote, que Pedro havia cortado (Lc 22.51,
natureza divina).
h) Jesus, às vezes,
deixou voluntariamente de fazer uso das virtudes da natureza divina. Para fazer
a vontade de seu Pai e cumprir as Escrituras (Mt 26.54), Jesus se sujeitou à
limitação humana, que havia aceitado. “Por exemplo, não quis chamar 12 legiões
de anjos para o livrar (Mt 26.53)”. [BERGSTÉN, E. Teologia Sistemática. 4.ed.
RJ - CPAD, 2005]
Conclusão
Jesus Cristo é o
nosso Mediador (1Tm 2.5), é o nosso caminho de acesso para Deus (Jo 14.6), Ele
é o salvador enviado de Deus (1Jo 4.14) e fora Dele não há salvação (At 4.12). Em
nome Dele oramos (Jo 14.13,14). Em Seu nome expulsamos demônios (Mc 16.17-18).
Glória a Deus.
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